Entenda quais as recomendações do protocolo de retorno às aulas
Com a volta dos alunos às escolas, foi necessário definir regras de segurança preventiva para a proteção de todos. Assim, surgiram os protocolos de retorno às aulas presenciais, com medidas de cuidado e prevenção que precisam ser conhecidas e adotadas.
Embora existam diferenças nos protocolos entre um e outro estado brasileiro em razão das diferentes realidades, muitas medidas são comuns. Você deve conhecê-las.
Continue a leitura e entenda quais as recomendações do protocolo de retorno às aulas.
O que é o protocolo de retorno às aulas presenciais?
O protocolo de retorno às aulas presenciais, que foram suspensas em razão da pandemia de COVID-19, consiste em um conjunto de regras elaboradas pelos Ministérios da Educação e da Saúde. Foi muito recentemente formalizado em uma Portaria Interministerial No 5, de 4 de agosto de 2021, desses dois órgãos federais e vale para todo o país.
Seu objetivo é garantir uma retomada segura das atividades escolares para todos os envolvidos com a escola. Os diversos estados brasileiros podem adequar essas recomendações às suas realidades que são diferentes. Assim, nem todos os protocolos são exatamente iguais.
Quais as principais recomendações?
Ainda que existam diferenças nos protocolos estaduais face à diversidade brasileira, de modo geral, podem ser consideradas as seguintes recomendações:
- higienização das mãos: lavar constantemente as mãos com água e sabão e fazer uso do álcool em gel;
- higienização do ambiente: manter limpos e higienizados os diversos locais do ambiente escolar, sobretudo onde os alunos frequentam;
- distanciamento entre mesas e cadeiras: adequar os espaços internos para garantir o afastamento necessário;
- utilização de máscaras e capacitação dos profissionais: disponibilizar e instruir os funcionários na utilização e substituição de máscaras ao longo do dia;
- ventilação dos ambientes: manter arejados os ambientes onde pessoas estejam, especialmente as salas de aula;
- escalonamento de acesso e trânsito interno na escola: escalonar o horário de entrada e saída e dos intervalos para evitar aglomeração;
- aferição de temperatura: medir a temperatura de alunos e profissionais quando chegarem à escola;
- restrição de uso de áreas comuns: bibliotecas, parques e pátios devem ter sua utilização restrita;
- restrição ao compartilhamento e ao uso de materiais coletivos: cada um deve ter o seu material individual;
- intercomunicação entre escola e pais na presença de sintomas: a escola deve acionar os pais na presença de sintomas da doença, assim como estes devem informar à escola.
A fim de garantir maior segurança também para os profissionais da Educação, estes passaram a ser considerados prioritários para a vacinação contra a COVID-19. Com essa finalidade, vacinas foram enviadas a todo o país para efetivação da medida.
Como se adaptar às demandas de saúde e segurança na escola?
As medidas preventivas nesse momento têm importância crucial para que se conduza a um retorno seguro às aulas presenciais. É necessário que os pais orientem muito bem os filhos que voltarão ao ambiente escolar.
No entanto, para que essa orientação seja efetiva, é indispensável que algumas medidas preventivas sejam adotadas no ambiente doméstico para que a criança se acostume e reconheça sua importância. Assim, o uso de máscara, a higiene das mãos, o uso de recipiente individual para água, entre outras, devem ser estimulados em casa.
Da mesma forma, os profissionais da escola, principalmente quem estava em home office, devem estar bem conscientes dos cuidados que precisam ser adotados. Precisam considerar, por exemplo, a utilização do face shield, além da máscara e demais recomendações comuns a todos.
Como você pode ver, o protocolo de retorno às aulas presenciais procura ser abrangente para garantir a segurança de todos na escola, mas pode ser complementado localmente com medidas que se mostrarem necessárias ou mais adequadas.
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