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Nova NR 01: confira 3 pontos que mudaram

No ano de 2019, o Governo Federal iniciou uma série de revisões e atualizações em relação às Normas Regulamentadoras — famosas NRs. Umas das que foi modificada na primeira leva foi a NR 01, que traz disposições gerais sobre as demais normas que a seguem.

Portanto, é essa norma que dá as principais diretrizes de saúde e segurança do trabalho e ainda esclarece pontos centrais para a compreensão das outras 36 NRs existentes. Dessa forma, entender quais foram as alterações é essencial para garantir que você cumpra com todas as exigências da melhor maneira possível dentro da sua empresa e esteja atualizado quanto a essas questões..

Quer saber mais sobre alguns dos principais pontos que mudaram na NR 01? Então continue a leitura e descubra!

1. Aproveitamento de treinamentos

Uma das principais mudanças da NR 01 foi a questão do treinamento, tanto para função que será executada quanto em relação à saúde e segurança do trabalho. Antes, era necessário que o colaborador passasse por esse tipo de treinamento todas as vezes que mudasse de função, assim como quando fosse admitido pela empresa.

Com a mudança na NR 01, os treinamentos podem ser aproveitados. Isso pode ser feito tanto de forma parcial quanto integral, o que significa que, se o trabalhador for submetido a algum treinamento desse tipo ao longo da carreira, pode continuar utilizando o certificado como comprovação da capacitação até que ele perca a validade, sem necessidade de novos treinamentos quando mudar de função ou entrar em uma nova organização.

2. Introdução do conceito de ato faltoso

Consta na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) o conceito de ato faltoso, situação na qual o trabalhador se recusa, sem nenhuma justificativa, a cumprir com as exigências relacionadas à saúde e/ou a segurança do trabalho. Nesse caso, o empregador tem o direito de aplicar punições.

Portanto, quando o trabalhador se recusa a utilizar o EPI, não apresenta atestado de saúde ou se recusa a adotar atitudes relacionadas à segurança do trabalho, ele pode ser responsabilizado pela organização.

3. Digitalização de documentos

O mundo está cada vez mais digital e, de forma coerente a isso, a NR 01 traz a possibilidade de arquivar todos os documentos relacionados à saúde e segurança do trabalho nesse tipo de ambiente e nesse formato. Isso significa que não é mais necessário que você tenha um arquivo físico de grandes proporções para guardar esses documentos.

Nesse aspecto, é importante ficar atento à necessidade de comprovação de autenticidade, mesmo em meio digital. Isso significa que você pode arquivar dessa forma, mas precisa sempre garantir que o documento é original e válido legalmente.

As modificações nas NRs estão sendo realizadas como uma forma de adequá-las à realidade do trabalho. Se, por um lado, trazem praticidade e reduzem a burocracia para as empresas, ainda há uma polêmica relacionada à abertura que elas dão em relação à segurança do trabalho, abrindo mão da proteção dos trabalhadores. Portanto, é necessário avaliar todas as mudanças com cuidado, tanto na NR 01 quanto nas demais normas, de forma a garantir sempre e, além disso,  priorizar a saúde e segurança do seu time.

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Saiba o que é a NR 08 e porque você deve se atentar a ela

A poluição sonora não afeta apenas a audição de quem está submetido a ela. Altos índices de exposição a sons mais altos que o recomendado, principalmente quando isso é uma prática recorrente e diária — como no caso de quem mora em grandes centros urbanos — pode trazer alterações hormonais, nervosas e, até mesmo, despertar sintomas no sistema cardiorrespiratório ou de depressão e ansiedade.

A NR 08 é uma norma que pode auxiliar nesse sentido. Ela trata sobre as principais regulamentações em relação às edificações do local do trabalho. Quer saber mais sobre a NR 08 e sua relação com a poluição sonora característica dos grandes centros urbanos? Então continue a leitura e descubra!

O que é a NR 08?

A NR 08 estabelece requisitos técnicos mínimos que devem ser observados nas edificações, para garantir segurança e conforto aos que nelas trabalhem. Ela traz uma série de exigências relacionadas ao ambiente de trabalho, de forma a garantir a saúde e a segurança dos colaboradores. Nessa norma você encontra diretrizes em relação às janelas, pé direito do local, piso, circulação entre tantas outras variáveis que devem ser observadas no local de trabalho.

Os dois principais tópicos dessa norma são:

Circulação

Esse tópico traz diretrizes relacionadas à circulação de pessoas e objetos no ambiente de trabalho. Nesse aspecto, os pisos devem ser sempre nivelados, sem saliências ou depressões. As escadas, rampas e pisos precisam ser resistentes e, sempre que houver aberturas, elas precisam estar protegidas para evitar a queda de pessoas e objetos.

No caso de pisos escorregadios, deve ser instalados materiais antiderrapantes. Eles também precisam ser resistentes de forma a suportar o peso de pessoas e objetos que transitam pelo local.

Proteção contra intempéries

O local de trabalho deve ser protegido contra chuva, iluminação solar excessiva e umidade. Contudo, também é preciso ficar atento para que não haja falta de iluminação solar durante o dia no local.

Além disso, segundo esse tópico da NR 08, é preciso seguir normas para garantir que o local esteja protegido de incêndios, assim como garantir o isolamento térmico e acústico do ambiente organizacional.

Qual a relação da NR 08 com a poluição sonora?

Quando se fala em grandes centros urbanos, a poluição sonora é uma constante. Barulho de trânsito, pessoas falando, músicas na rua, entre tantos outros estímulos podem fazer com que os seus colaboradores sofram, prejudicando a saúde e, inclusive, a produtividade do time.

Isso não é uma exclusividade das grandes cidades, apesar de ser mais comum nesses ambientes. Além disso, pode ser que a sua empresa esteja produzindo ruídos, aumentando a poluição sonora do local onde ela está situada e prejudicando toda a população do entorno.

A melhor forma de combater esse tipo de problema é, exatamente, planejando um ambiente que isole esses sons da rua ou de outros locais da edificação. Isso vai garantir um ambiente organizacional adequado para a realização das atividades, assegurando também o isolamento dos ruídos produzidos pela empresa para as pessoas ao redor.

Qual a relação da NR 08 com a NBR 10151?

Existe uma norma, criada pela ABNT, que orienta de forma técnica sobre os ruídos nos centros urbanos. É a NBR 10151. Nela estão descritos os limites de ruídos permitidos nesses locais e formas de medição, além de equipamentos que podem ser utilizados para neutralizá-los.

Dessa forma, ela se relaciona com a NR 08 uma vez que é possível que você planeje o ambiente da sua empresa de acordo com os limites de segurança estabelecidos por essa norma, garantindo que os seus colaboradores não serão prejudicados devido à exposição a ruídos acima dos valores limites. Com isso, não apenas a equipe ganha, mas a empresa como um todo, uma vez que passa a contar com colaboradores mais saudáveis e produtivos.

Prestar atenção às normas regulamentadoras é fundamental para garantir a saúde e segurança dentro da empresa. Entre elas, está a NR 08, que trata sobre as diretrizes para as edificações. Nesse post falamos um pouco mais sobre a proteção ao ruído. Isso impacta, inclusive, o ambiente no entorno, garantindo a proteção e o conforto de quem está dentro e fora da empresa.

Se você gostou deste texto, saiba também sobre como reduzir os impactos da sua indústria no meio ambiente!

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O que é FISPQ e por que sua empresa precisa dela?

Quase todas as empresas precisam lidar com produtos químicos nas suas atividades diárias. Isso pode ocorrer no momento da confecção dos produtos, para garantir o bom funcionamento das máquinas e, até mesmo, no momento da limpeza.

Esses produtos trazem riscos para os colaboradores que entram em contato direto com eles. Pensando na proteção e segurança dentro do ambiente organizacional, foram criadas normas que regulamentam o uso de produtos químicos dentro da empresa, o que inclui a FISPQ.

Quer saber o que é FISPQ? Então continue a leitura e entenda mais sobre esse documento!

O que é FISPQ?

FISPQ é a sigla para Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos e consiste em um documento no qual constam detalhes sobre os elementos químicos contidos em determinado produto e cuidados que devem ser tomados na hora do uso. Nela é descrita a composição do produto, informações sobre saúde e meio ambiente, recomendações de uso e equipamentos de segurança que precisam ser utilizados para manipular determinado produto.

Ela é composta por 16 seções. São elas:

  1. identificação do produto e da empresa;
  2. identificação de perigos;
  3. composição e informações sobre os ingredientes;
  4. medidas de primeiros-socorros;
  5. medidas de combate a incêndio;
  6. medidas de controle para derramamento ou vazamento;
  7. manuseio e armazenamento;
  8. controle de exposição e proteção individual;
  9. propriedades físicas e químicas;
  10. estabilidade e reatividade;
  11. informações toxicológicas;
  12. informações ecológicas;
  13. considerações sobre tratamento e disposição;
  14. informações sobre transporte;
  15. regulamentações;
  16. outras informações.

Como ela é regulamentada?

A FISPQ é regulamentada pela NBR 14.725-4, norma da ABNT. Nesse documento está descrito o objetivo da FISPQ, instruções sobre as informações que devem ser incorporadas ao documento e, até mesmo, como construí-lo.

Quem precisa elaborar esse documento?

A FISPQ deve ser elaborada por todas as empresas que fabricam produtos químicos, assim como por quem importa para comercializar. No caso das empresas que adquirem esses produtos para serem utilizados no ambiente interno, como no caso de produtos de limpeza, é essencial que o empregador consulte a FISPQ de cada um deles e tome todas as medidas necessárias para proteger os colaboradores.

Qual a importância da FISPQ para a segurança do trabalho?

A FISPQ é extremamente importante para manter a segurança do trabalho. Isso porque são poucas as empresas que não utilizam produtos químicos nas suas atividades diárias. Dessa forma, é preciso estar atento à composição de cada um deles e à forma adequada de utilização para orientar e proteger os colaboradores no momento do uso.

Com essas medidas, você é capaz de prevenir doenças ocupacionais geradas pelo manuseio de produtos químicos de forma inadequada. Além disso, pode evitar problemas ainda mais sérios, como doenças degenerativas e, até mesmo, morte de trabalhadores devido ao contato com esse tipo de produto.

Contudo, a importância dessa ficha não para por aí. As empresas que a utilizam podem reduzir uma série de custos com multas e afastamento de trabalhadores, por exemplo. Também é possível preservar o meio ambiente no qual a empresa está inserida ao utilizar corretamente a FISPQ.

Estar atento às normas de saúde e segurança do trabalho, assim como documentações previstas por elas, é essencial para que as atividades da sua empresa sejam realizadas sem colocar a integridade física dos trabalhadores em risco. Agora que você já sabe o que é FISPQ, para que serve e a importância dessa ficha, consulte em cada um dos produtos químicos utilizados na sua empresa e tome as medidas adequadas para proteger o seu time.

Além de conhecer a FISPQ, é preciso estar atento ao que prevê a NR 25 sobre resíduos industriais. Não deixe de ler também esse post!

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Brigada de incêndio em empresas: saiba por que você precisa ter uma

Em qualquer estabelecimento — seja ele a sua casa, seja uma loja, indústria ou outro tipo de imóvel — o risco de incêndio é uma realidade. Ele pode ser maior ou menor dependendo do tipo de atividade e dos produtos utilizados dentro do lugar, mas é sempre possível em qualquer negócio.

É essencial, portanto, que você busque formas de se proteger e evitar esse problema, que pode trazer uma série de complicações tanto financeiras quanto para a saúde e a integridade física dos colaboradores. Inclusive, saber qual é a melhor forma de agir em caso de incêndio também é uma obrigação — tudo isso faz parte da legislação brasileira para empresas.

É aqui, então, que entra o papel da brigada de incêndio em empresas. Quer saber quando é obrigatório contar com uma? Continue a leitura para sanar esta e outras dúvidas sobre o assunto!

O que é e qual é o papel da brigada de incêndio em empresas?

A brigada de incêndio é um conjunto de profissionais capacitados para realizar procedimentos de prevenção de incêndios em um estabelecimento. Essas pessoas também são responsáveis por atuar caso o risco se concretize, protegendo a estrutura e os colaboradores da organização.

Em outras palavras, o papel dessa equipe está centrado tanto na prevenção quanto na atuação em situações de emergência. Tais profissionais precisam conhecer o plano de emergência da empresa e inspecionar equipamentos, sinalização de segurança e rotas de fuga com frequência. Também, precisam identificar eventuais riscos e buscar formas de neutralizá-los.

Quando a brigada de incêndio é obrigatória?

Todas as empresas precisam adotar medidas para prevenção e atuação no caso de incêndios — essa é uma obrigatoriedade determinada pela NR 23. Mas, quando se fala na composição da brigada de incêndios, a legislação não é tão clara sobre o assunto. Por esse motivo, sugerimos que a empresa faça um estudo juntando as determinações colocadas na NR23 em conjunto com o que recomenda a NBR 14276/2006.

O que fica determinado é que a empresa precisa ter um plano em caso de incêndios, identificando riscos e buscando neutralizá-los. Então, na hora de realizar esse diagnóstico, se for percebido que o risco de incêndio ainda é alto — de acordo com as condições específicas das atividades realizadas na empresa — fica determinada a necessidade de se contar com uma brigada de incêndio.

O que considerar na hora de contratar uma brigada de incêndio?

Mesmo que não seja obrigatória, a brigada de incêndio em empresas tem um papel muito importante na hora de garantir a segurança do trabalho. É necessário, porém, ficar atento à NBR 14276/2006 (Norma da ABNT), que estabelece algumas variáveis a serem consideradas na hora de contratá-la. Por exemplo:

  • a capacitação dos profissionais e o seu nível de alfabetização;
  • o permanecimento durante toda a jornada de trabalho no ambiente da empresa;
  • as condições físicas e de saúde desses profissionais;
  • o conhecimento das instalações da sua empresa;
  • a idade (esses profissionais devem ter mais de 18 anos).

Enfim, vale ressaltar que, mesmo quando não é obrigatória, a brigada de incêndio em empresas gera segurança tanto aos colaboradores quanto aos gestores. Afinal, esses profissionais são capazes de auxiliar a neutralização de riscos e atuar em casos de emergência da melhor forma possível, preservando a vida dos colaboradores e o seu patrimônio.

Então, se você gostou desta leitura, aproveite para entrar em contato com a SAFE e veja como podemos lhe ajudar! Somos uma empresa especializada em capacitação e atualização de profissionais, e contamos com cursos específicos para essa função.

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Qual a importância do ROI em segurança do trabalho?

Você já sabe o quão importante é investir em segurança do trabalho para garantir a saúde da sua equipe e evitar problemas legais para a sua empresa. Porém, o que você ainda não sabe é que essa estratégia é capaz de trazer uma série de retornos financeiros para o negócio.

Uma forma de visualizar esse retorno é por meio de um indicador quantitativo chamado de ROI — sigla em inglês para Retorno Sobre Investimento. Dessa forma, é possível mensurar os ganhos que a organização tem com o investimento em segurança do trabalho.

Quer saber a importância do ROI em segurança do trabalho e entender como calcular esse indicador? Então continue a leitura e descubra!

Afinal, o que é o ROI?

O ROI é um indicador utilizado em diversas áreas da empresa para calcular, numericamente, quanto o negócio ganhou com determinado investimento. Ou seja, é uma forma de mensurar se o capital investido trouxe algum benefício financeiro para a organização e, dessa forma, tomar decisões sobre ampliar os investimentos ou eliminá-los.

Por que utilizar o ROI na empresa?

Qualquer investimento que você realiza na sua empresa, seja novas máquinas, contratação de colaboradores ou capacitação do time, precisa trazer um retorno financeiro. Caso contrário, o investimento se transforma em custo e não cumpre os seus objetivos.

É aí que entra a importância do ROI. Ele é uma forma de mensurar quantitativamente esse retorno e embasar o processo decisório sobre as estratégias e planos de ação do negócio. Quando se fala em segurança do trabalho, o caso não é diferente.

Por ser uma área que tem como objetivo resguardar a saúde e a integridade, tanto física quanto mental, do time, a segurança do trabalho traz resultados subjetivos e objetivos para a empresa.

Isso significa que esse investimento é capaz de melhorar o clima organizacional e a satisfação do time — resultados subjetivos —, mas também aumentar a produtividade, reduzir o número de afastamentos de colaboradores e evitar multas — resultados objetivos.

O ROI calcula exatamente o reflexo do investimento em segurança do trabalho nas finanças do negócio e, dessa forma, serve para demonstrar a importância do setor para gestores e colaboradores e para diagnosticar problemas na sua estratégia, possibilitando a correção da rota para garantir o sucesso dos planos de ação nesse sentido.

Como calcular o ROI em segurança do trabalho?

Agora que você já sabe o que é o ROI, é hora de entender como calcular esse indicador. A sua fórmula é dada por:

ROI(%) = ((ganho financeiro – investimento)/ investimento) x 100

Quando falamos em investimento na fórmula acima, estamos falando em todo o valor gasto relacionado à segurança do trabalho. Portanto, você deve incluir os colaboradores que atuam em segurança do trabalho, contratação de empresas prestadoras desse tipo de serviço, compra de equipamentos, custos com acidentes de trabalho, entre outros.

Já o ganho financeiro é o resultado, em números, de todos os benefícios que a estratégia trouxe. Portanto, se o investimento em segurança do trabalho aumentou em 10% a produtividade da empresa, por exemplo, esse ganho deve ser considerado. A queda na rotatividade, absenteísmo e afastamento de colaboradores também traz retorno numérico, devendo ser incluída. Não podemos esquecer, apesar de não ser o foco principal das ações em segurança do trabalho, da queda ou eliminação das multas e indenizações trabalhistas bem como o aumento do sucesso em causas relacionadas a esse assunto.

O resultado final do ROI é a percentagem de retorno que o investimento em segurança do trabalho trouxe para a empresa.

A segurança do trabalho é essencial para o sucesso da sua empresa. Investir nesse setor, além de ser um compromisso ético e legal que você assume com os colaboradores e com os órgão fiscalizadores, ainda traz retorno financeiro e evita uma série de prejuízos relacionados à multas ou processos judiciais. Portanto, comece agora mesmo a quantificar os seus ganhos calculando o ROI em segurança do trabalho!

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16 normas regulamentadoras de segurança do trabalho e sua importância

Você já ouviu falar nas normas regulamentadoras (NRs), não é mesmo? Mas sabe o que propõe cada uma delas? Conhece quais devem ser aplicadas na sua empresa? Qual a importância de observá-las? Se não, está na hora de entender mais sobre o assunto.

​As NRs podem ser definidas como um conjunto de normas técnicas que estabelece medidas e procedimentos que devem ser observados pela empresa e seus colaboradores para garantir a segurança no ambiente de trabalho e, consequentemente, o bem-estar, saúde e integridade física dos trabalhadores.

Cabe ressaltar que grande parte das Normas Regulamentadoras foram editadas em 1978, em atenção ao disposto no artigo 200, da Consolidação das Lei Trabalhistas (CLT), que atribui ao Ministério do Trabalho a competência para editar disposições complementares às normas contidas na CLT, para garantir a segurança e saúde do colaborador.

Vale lembrar que, no decorrer dos anos, as NRs passaram por várias alterações, com vistas à adequação de suas disposições às mudanças ocorridas no desempenho das atividades laborais. Para evitar transtornos, é importante ficar atento às disposições normativas e obrigações da empresa. Por isso, preparamos este artigo sobre 16 normas regulamentadoras que você precisa conhecer. Confira!

NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT)

A NR 4 trata sobre a implementação do SESMT. Ele consiste em um órgão, formado por profissionais da saúde ocupacional e segurança do trabalho, que tem a função de prevenir acidentes e criar o planejamento de segurança da empresa. Os profissionais que devem fazer parte do SESMT são:

  • médico do trabalho;
  • enfermeiro do trabalho;
  • engenheiro de segurança do trabalho;
  • técnico de segurança do trabalho;
  • técnico em enfermagem do trabalho.

É importante que você entenda que o SESMT não é obrigatório para todas as corporações. As empresas que realizam atividades cujo risco é de graus 1, 2 ou 3 e/ou possuem poucos funcionários (até 500 se o grau de risco for 1 ou 2 e até 100 para grau de risco 3), não têm a obrigatoriedade de constituir esse órgão internamente, ou seja, elas podem contar com esse serviço no ambiente externo.

O SESMT é uma peça-chave para a prevenção de acidentes e para a diminuição de riscos, pois age na implementação das demais normas regulamentadoras. Os profissionais deste órgão devem trabalhar para identificar e eliminar os riscos existentes no ambiente de trabalho, devendo, inclusive, acompanhar a instalação de quaisquer máquinas e equipamentos no local em que o colaborador desempenha suas funções, sempre tendo como objetivo garantir a saúde e segurança dos trabalhadores.

NR 5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA)

Outro órgão que precisa estar presente nas empresas para a proteção da saúde e segurança dos trabalhadores é a CIPA. Ela é uma comissão constituída por representantes tanto do empregador quanto dos empregados, lembrando que a sua atuação deve ser conjunta com o SESMT.

Instituída pela NR 5, dentre outras atribuições, a CIPA tem a função de viabilizar e organizar diálogo sobre a segurança e saúde no trabalho no âmbito interno da empresa. Para isso, ela organiza os diversos interesses dentro da empresa, possibilitando que todos consigam planejar, propor, informar, fiscalizar e fazer cumprir as NRs e acordos laborais adjacentes.

É importante destacar que quem elege os representantes dos colaboradores são eles próprios durante uma assembleia. Já os representantes do empregador devem ser escolhidos por ele. Independente de quem represente, todos os membros da CIPA têm a obrigatoriedade de passar por um treinamento em segurança do trabalho.

Assim como SESMT, a constituição da CIPA não é uma obrigação de todas as empresas. Caso o quadro de funcionários seja inferior a 20 e/ou o risco das atividades desempenhadas pelos colaboradores seja considerado baixo, em regra, a CIPA não será obrigatória. No entanto, nesse caso, um funcionário treinado deve ser designado para cumprir as funções que seriam desempenhadas pela referida comissão.

NR 6 – Equipamentos de Proteção Individual (EPI)

Os EPIs são todos os produtos ou dispositivos de uso individual que têm como finalidade proteger o colaborador dos riscos presentes no local de trabalho, garantindo a segurança e integridade física de cada funcionário durante o desempenho das sua atividades laborais.

Existem diversos tipos de EPI, tais como cintos de segurança, óculos, protetores auditivos, capacetes, máscaras respiratórias, roupas, luvas e botas de segurança. O que determina qual equipamento deve ser utilizado pelo colaborador é o risco inerente à atividade que ele desempenha. Logo, o EPI varia de acordo com a atividade, devendo o dispositivo ideal ser indicado por profissional habilitado em segurança do trabalho.

Cabe ressaltar que todas as disposições relativas ao fornecimento e uso dos equipamentos de proteção individual estão previstas na  NR 6. Dentre elas, merece destaque a obrigatoriedade da empresa adquirir e fornecer ao colaborador o EPI adequado ao risco da atividade e devidamente certificado pelo órgão competente. Além disso, também incube ao empregador exigir o uso dos equipamentos e treinar os funcionários da empresa para utilizá-los corretamente.

NR 7 – Programa de Controle Médico de Saúde Operacional (PCMSO)

Outro órgão que integra todas as estratégias de saúde e segurança do trabalho é o PCMSO. Ele consiste em um programa que especifica os caminhos que devem ser tomados para a preservação da saúde dos trabalhadores de uma empresa. Suas diretrizes são dadas pela NR 7.

O programa é implementado de acordo com os riscos à saúde relacionados ao trabalho em questão. Seus focos são:

  • prevenção, incluindo o fornecimento de equipamentos de proteção individual e treinamento por exemplo;
  • rastreamento de possíveis agravos à saúde gerados pelo trabalho;
  • diagnóstico de riscos existentes no ambiente de trabalho.

Um dos pontos importantes que constam no PCMSO é a obrigatoriedade do Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) para que um trabalhador possa exercer uma função. Ele tem como finalidade atestar a aptidão ou a inaptidão psicofísica de um profissional para determinado ofício, bem como demonstrar as condições de saúde dos trabalhadores antes da admissão na empresa.

Dessa forma, o ASO deve ser feito antes do início do trabalho nos casos de admissão, mudança de função (com alteração de riscos) e retorno ao trabalho ou antes do desligamento em situações de demissão. Ele também deve ser repetido periodicamente, ou seja, ainda que não haja a interrupção do trabalho. Vale lembrar que os exames são custeados pela empresa.

NR 9 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)

NR 9 prevê a formulação de um PPRA, listando e classificando os riscos presentes no ambiente de trabalho. Essa norma propõe formas de diminuição e, sempre que possível, de neutralização desses riscos.

NR10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade

Essa norma dispõe sobre as medidas de segurança exigidas para os trabalhos desempenhados em instalações elétricas e com eletricidade. Dentre suas inúmeras disposições, está a obrigatoriedade de treinamento direcionado à segurança e prevenção de acidentes para todos os funcionários que atuam na área.

NR11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais

NR 11 diz respeito às normas de segurança na instalação e operação de máquinas transportadoras, guindastes, transportadores industriais e elevadores. Trata tanto dos parâmetros materiais e espaciais quanto da manipulação dos equipamentos.

Também determina o peso máximo que um colaborador pode carregar individualmente, se relacionando, assim, com a norma reguladora 17, que será explicada em breve.

NR12 – Segurança do Trabalho em Máquinas e Equipamentos

De maneira sucinta, pode-se dizer que a NR 12 prevê mecanismos de segurança no maquinário e nos equipamentos a serem utilizados pelo trabalhador, como botões de pane e de emergência ao alcance do operador (ou operadores, se for mais de um) e exige a qualidade e a manutenção desses equipamentos.

NR15 – Atividades e Operações Insalubres

NR 15 classifica as atividades e operações insalubres (nocivas acima do limite de tolerância)  e trata da prevenção, acompanhamento e restrição de seus malefícios. A norma ainda determina as porcentagens adicionais relacionadas ao contato com ambientes e materiais insalubres.

NR16 – Atividades e Operações Perigosas

Define as atividades e operações perigosas como sendo as que envolvem exposição a explosivos, produtos inflamáveis, radiações ionizantes, eletricidade e violência física (ambiente vulnerável, segurança pessoal e patrimonial). Normatiza o adicional de periculosidade para esses profissionais.

NR17 – Ergonomia

Determina a obrigação do empregador de proporcionar um ambiente e equipamento de trabalho que favoreça o bem-estar e a saúde psicológica e física do profissional. A regra também diz respeito às doenças do trabalho causadas por situações como movimentos repetitivos, postura inadequada, excesso de esforço físico e iluminação insuficiente, entre outras.

NR18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção

Com diversas atividades insalubres e perigosas envolvidas na indústria da construção, a NR18 cria diretrizes para minimizar os riscos que se apresentam nesses ambientes de trabalho. Ela regulamenta o planejamento de segurança e gestão de riscos nas obras e determina os seus responsáveis.

NR20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis

Relativa à extração, transporte, armazenamento e manipulação de materiais inflamáveis e combustíveis. Determina, por exemplo, as questões de segurança na construção, gestão e desativação de postos de combustível, além de exigir treinamento de segurança de acordo com as funções exercidas pelo funcionário.

NR32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde

Como os estabelecimentos de saúde apresentam inúmeros riscos (objetos perfurantes e cortantes, exposição a doenças infectocontagiosas, manipulação de materiais insalubres, radiações etc), a NR 32 estabelece diretrizes para identificação e classificação dos riscos existentes nesses locais, bem como para elaboração dos respectivos PPRA e PCMSO.

Desse modo, a referida norma dispõe sobre as medidas que devem ser adotadas para garantir a segurança e saúde do trabalhador e de todos aqueles que desempenham atividades de assistência e promoção à saúde de modo geral.

NR33 – Espaços Confinados

Define os espaços confinados — que não são projetados para a ocupação humana, possuem entraves ao livre tráfego e ventilação anormalmente pequena (como galerias subterrâneas, tubulações, digestores, silos, etc) — e determina as medidas de segurança relacionadas a eles, como máscaras de oxigênio, plano de evacuação, etc.

NR35 – Trabalhos em Altura

Apresentando um dos maiores riscos de acidente, o trabalho em altura necessita de uma norma reguladora específica para promover a segurança. Por isso, a NR 35 estabelece diretrizes acerca de treinamento, aptidão psicológica e física, planejamento de proteção e equipamentos necessários ao desempenho das atividades em alturas.

Essas normas regulamentadoras fazem parte dos direitos dos trabalhadores brasileiros, ajudando a preservar sua integridade física e psicológica enquanto exercem suas funções e para além delas. A empresa que não cumpre com as NRs pode sofrer penalizações graves mediante fiscalização, denúncia ou processo judicial.

Independente da atividade desenvolvida pelo colaborador, se ela o submete a algum tipo de risco, é fundamental que o empregador forneça o treinamento adequado ao desempenho da atividade de forma segura. Conforme previsto nas normas regulamentadoras, os treinamentos devem levar em consideração os riscos inerentes à atividade e, por isso mesmo, ser ministrado por profissional habilitado em segurança do trabalho.

Não deixe a segurança e a saúde do trabalho em segundo plano. Entre em contato conosco! Será um prazer ajudá-lo na construção de um ambiente de trabalho seguro.

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Ambiente de trabalho. Como ele influencia na produtividade!

Grande parte das empresas, principalmente as maiores e mais inovadoras, já perceberam o quanto o ambiente de trabalho pode influenciar no desempenho dos colaboradores. Isso porque os empregados passam a maior parte do dia ali e, se não estiverem confortáveis e felizes no local onde trabalham, dificilmente conseguirão ter um rendimento satisfatório.

Dessa forma, é responsabilidade da organização proporcionar um ambiente no qual o colaborador possa se sentir bem e consiga realizar suas funções com qualidade. Além disso, trabalhar em um local agradável e harmonioso é um fator que estimula a produtividade e, ainda, motiva o empregado a permanecer na empresa.

Você verá, a seguir, como o ambiente é capaz de impactar as relações de trabalho e influenciar o funcionário a realizar suas atividades ainda melhor. Confira!

Colaboração e respeito são fundamentais

Um ambiente agradável e produtivo também é constituído de colaboração. Não há um bom clima organizacional se o local é movido por competições internas não saudáveis e as pessoas não se sentem seguras para confiar umas nas outras.

Portanto, a companhia precisa ter transparência com seus colaboradores e contar com líderes que sejam capazes de engajar os funcionários por meio do respeito, nunca pelo medo.

Também é importante estimular o trabalho em equipe. As pessoas — não só de uma área específica, mas de todos os setores — precisam entender que fazem parte de um mesmo time e devem trabalhar juntas para atingirem os resultados esperados pela organização, sem falar que o trabalho em equipe, normalmente gera melhores resultados e mais duradouros.

Além disso, qualquer forma de preconceito e assédio deve ser extinta da empresa. Não existe a possibilidade de uma empresa ter um bom ambiente de trabalho se ainda apresenta qualquer tipo de comportamento inadequado, seja pela liderança ou entre colegas.

Funcionários saudáveis rendem mais

Um bom local para se trabalhar também favorece a saúde dos empregados e vice-versa, o que ajuda ainda mais a melhorar a produtividade do colaborador.

É claro que todos precisam ter um desempenho satisfatório e realizar suas funções de acordo com o que é esperado pela companhia, mas trabalhar em um local sob extrema pressão e cobrança não faz bem para ninguém. O ambiente de trabalho influencia no comportamento das pessoas, o que pode ocasionar estresse em demasia. Assim, o clima geral se torna insatisfatório e o ambiente de trabalho acaba desmotivando o funcionário, em vez de realizar o contrário.

Ainda, quando o empregado precisa se ausentar por licença médica, a empresa fica com a equipe desfalcada e, consequentemente, tem perda de produtividade. Portanto, quanto mais saudável for o ambiente, física e psicologicamente, melhor será a atuação do colaborador em seu trabalho.

Dessa forma, é importante que a organização realize ações e promova campanhas que estimulem o cuidado com a saúde, além de oferecer um ambiente propício e seguro para isso.

Por fim, caso seja possível, oferecer um plano de saúde para os funcionários é uma grande recompensa, além de ser um ótimo atrativo. Para a empresa também há benefícios, pois o colaborador se sente mais seguro e dessa forma pode focar sua atenção e energia no trabalho.

Investir em segurança e boas condições de trabalho é imprescindível

Os equipamentos de proteção individual, ou EPIs, quando necessários, são peças importantes para garantir a saúde do trabalhador, devendo ser fornecidos pela empresa por lei. Além disso, a segurança de todos os locais de trabalho precisa ser verificada com periodicidade, a fim de garantir que os riscos para os colaboradores sejam eliminados. Para se ter ideia, o Brasil tem, em média, um acidente de trabalho a cada 45 segundos.

Nesse contexto é possível citar a manutenção correta de máquinas, computadores e outros aparatos manuseados pelos funcionários, o oferecimento de treinamentos e cursos para a boa execução de tarefas, a higiene  do ambiente de trabalho e áreas de convivência que sejam agradáveis, para que o colaborador consiga recarregar as energias em seu intervalo.

Ter cuidados com a ergonomia favorece a produtividade

Na maioria das jornadas, os colaboradores realizam a mesma tarefa de forma repetitiva e por várias horas. Dessa forma, é fundamental que a empresa tenha cuidados com a ergonomia, ou seja, com a postura corporal e conforto durante as atividades no ambiente de trabalho.

Colaboradores que carregam produtos pesados devem ser avaliados e orientados rotineiramente, assim como acompanhados por um profissional capacitado na área de ergonomia. Dessa forma, é possível garantir a melhor postura e certificar que o limite de cada indivíduo não seja ultrapassado.

Já, trabalhadores que realizam as suas funções sentados, por exemplo, devem ter a sua disposição as mesas de altura adequada e cadeiras com apoio para a coluna, evitando que posturas erradas sejam adotadas. Por fim, os funcionários que passam grande parte do dia em pé devem ter direito a pequenas pausas durante a jornada para se sentar.

É dever da empresa oferecer a eles um ambiente com assentos confortáveis para o descanso, assim como locais em que possam elevar as pernas. É importante ter em mente que as tarefas repetitivas, posturas inadequadas e o estresse formam um ambiente propício para o surgimento de problemas de saúde, o que afastou 22 mil trabalhadores no ano de 2017.

Distribuir estrategicamente o pessoal evita sobrecarga

A carga excessiva de trabalho é, sem dúvida alguma, um dos fatores que mais tem potencial para adoecer os funcionários. Isso porque além do cansaço físico para suprir toda a demanda, também existe o esgotamento da mente, o que prejudica o colaborador em vários aspectos de sua vida.

Como já falado, o muito estresse no ambiente de trabalho não é algo positivo para a produtividade. Além de se sentir pressionado nesse local, é bem possível que o funcionário leve suas preocupações para casa, o que o força a deixar de conviver com sua família e realizar atividades prazerosas, a fim de cumprir com seus compromissos no trabalho. Esse não é um comportamento saudável e não deve ser estimulado pelas empresas.

Um bom ambiente de trabalho gera melhores resultados

Quanto mais o empregado estiver satisfeito com o lugar onde trabalha, melhores serão os resultados da empresa. Sentindo-se bem no ambiente de trabalho, o colaborador se compromete mais facilmente com as metas e objetivos da organização e se empenha cada vez mais para contribuir com a companhia, conseguindo ir além do esperado. Afinal, ele se sente acolhido e quer mostrar resultados.

Assim, investir na qualidade de vida e no bem-estar do funcionário é uma prática essencial para qualquer empresa que queira se manter ativa no mercado e reter talentos. Além do aumento da produtividade, a empresa que tem um bom ambiente organizacional é mais cobiçada pelos profissionais e consegue melhorar sua imagem corporativa.

Agora que você já viu a importância do ambiente de trabalho para a produtividade dos colaboradores, queremos saber o que sua empresa tem realizado ou o que pode fazer para tornar o local ainda melhor. Deixe seu comentário e compartilhe as suas experiências conosco!

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EPI e EPC: entenda as diferenças e as utilidades de cada um

O uso de EPI e EPC é imprescindível nas empresas, uma vez que evitam acidentes de trabalho. A norma regulamentadora NR 6 é a que dá as diretrizes para o uso desses equipamentos, sendo importante que empregadores e empregados tenham consciência de suas obrigações.

Desenvolvemos este post para que você entenda com clareza sobre as diferenças entre EPI e EPC. Além disso, esclarecemos outras dúvidas sobre o tema. Confira, a seguir!

Quais são as principais diferenças entre EPI e EPC?

EPI é uma sigla para Equipamento de Proteção Individual. Trata-se de itens que devem ser utilizados pelos colaboradores para que sejam evitados acidentes de trabalho e o surgimento de doenças ocupacionais.

São exemplos de EPI: os protetores auriculares, os óculos de proteção, os capacetes, as luvas, as botas etc.

EPC, por sua vez, é uma sigla para Equipamento de Proteção Coletiva. Eles têm o mesmo objetivo dos EPIs, porém garantem a segurança de todo o grupo de colaboradores de uma empresa ao mesmo tempo e não de uma pessoa específica.

Sirenes de aviso, placas de alerta, grades de contenção, cones e fitas que limitam espaços, entre outros itens, são exemplo de EPC.

Que benefícios esses equipamentos trazem para as empresas?

Os principais benefícios que o EPI e o EPC trazem são justamente a garantia e a promoção da saúde dos colaboradores. Além disso, há a proteção e diminuição de riscos ocupacionais, como a perda auditiva, por exemplo.

Para as empresas, o uso correto desses equipamentos contribui para que o índice de colaboradores afastados diminua. Também se evitam as penalidades do não cumprimento das normas técnicas.

Quais são as obrigações do empregador quanto ao uso de EPI e EPC?

A NR 6 apresenta as obrigações do empregador quanto ao uso de EPI e EPC nas empresas. De acordo com a norma, as empresas devem fornecer os equipamentos de proteção de forma gratuita, em perfeito estado de funcionamento e conservação. É necessário ainda fazer a substituição dos itens sempre que eles forem danificados, perdidos ou ultrapassarem seus prazos de validade.

Também é papel da empresa educar os colaboradores sobre a importância do uso dos itens, bem como fiscalizar para verificar se o uso está sendo feito de forma adequada.

Quais as obrigações do empregado?

O empregado também tem obrigações, sendo que a principal delas é utilizar os EPIs e EPCs apenas para a finalidade a que eles se destinam. Ele também é responsável por guardar e conservar esses itens.

Os funcionários também devem comunicar aos empregadores quando um equipamento já não tiver condições de uso, para que seja providenciada a substituição.

O que fazer quando os equipamentos não forem suficientes para neutralizar os riscos?

Quando se verificar que os EPIs e EPCs não são suficientes, recomenda-se que seja feita uma análise, juntamente com a CIPA e time de segurança do trabalho. A ideia é que se levantem alternativas para que a empresa não sofra sanções pela falta do uso dos itens.

Entendido sobre as diferenças e a importância do EPI e do EPC para as empresas? Agora basta garantir o uso de ambos em sua companhia.

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Quando investir em um Programa de Proteção Respiratória (PPR)?

Garantir a saúde e segurança dos seus colaboradores é mais do que uma obrigação legal, sendo também um compromisso ético da sua empresa com a equipe. Para regulamentar essa questão, foram criadas as Normas Regulamentadoras (NRs) que propõem uma série de medidas como, por exemplo, o Programa de Proteção Respiratória (PPR).

É essencial que você entenda quais são aplicáveis na sua empresa e o que propõe cada uma delas para garantir a integridade física dos profissionais do seu negócio. Entre elas, estão a NR 9 e a NR 15, que tratam sobre os riscos ambientais e o trabalho em ambiente insalubre, respectivamente. Ambas estão relacionadas às diretrizes do PPR, que é obrigatório em algumas situações.

Quer saber o que é PPR e como aplicá-lo na sua empresa? Então continue a leitura!

Afinal, o que é PPR?

Dependendo do tipo de atividade desenvolvida na sua empresa, pode ser que haja emissão de partículas que trazem prejuízos para a saúde dos trabalhadores quando inaladas. É sobre isso que o Programa de Proteção Respiratória trata.

Ele consiste em um conjunto de procedimentos que devem ser adotados para preservar a saúde da equipe nesse sentido. Os principais riscos respiratórios são partículas de poeira ou de elementos tóxicos, como fumo metálico ou carvão. Dessa forma, caso exista risco para a saúde do colaborador nesse aspecto, é importante criar e implementar o PPR na empresa.

As suas diretrizes devem ser criadas de acordo com as Normas Regulamentadoras, principalmente a de número 9 e 15. Além disso, é importante que você conte com um profissional de segurança do trabalho para identificar e criar procedimentos para a prevenção dos principais riscos.

Qual a importância do Programa de Proteção Respiratória?

Esse programa é extremamente importante, tanto para a empresa quanto para o colaborador. Isso, porque, riscos respiratórios não são facilmente detectados, o que pode levar à negligência e prejudicar a integridade física da equipe.

Quando você implementa o PPR na empresa, é capaz de identificar esses elementos nocivos e, a partir disso, criar estratégias eficientes para preservar os profissionais. Além disso, esse processo ainda permite que a sua empresa esteja dentro da lei, respeitando as normas de segurança do trabalho estabelecidas.

Portanto, quando você adota o PPR na empresa, o seu colaborador se sente mais seguro e protegido, evitando a exposição a partículas nocivas, quando possível e adotando medidas protetivas se necessário. A empresa também garante a atuação dentro da legislação e da ética e ainda conta com profissionais mais motivados e engajados, que potencializam seus resultados.

Quando o PPR é obrigatório?

A avaliação dos riscos ambientais, incluindo a avaliação da qualidade do ar, é uma obrigatoriedade para a sua empresa. Além disso, é preciso que você identifique todos os produtos químicos utilizados na organização e entenda quais podem liberar partículas tóxicas quando abertos.

Apesar de não consistir no programa em si, esse momento faz parte do PPR e é exigido para qualquer organização. A partir disso, caso sejam identificadas condições insalubres, o PPR deve ser desenvolvido na empresa e é sua obrigação fornecer os equipamentos de proteção corretos e de qualidade para os colaboradores.

Porém, é importante lembrar que, mesmo que a sua empresa não lide com nenhum agente tóxico, o PPR pode ser implementado. Existem regras de conduta que são exigidas em qualquer empresa, como a proibição de fumar em local fechado. Tudo isso contribui com a qualidade do ar que os colaboradores respiram e faz parte do Programa de Proteção Respiratória.

Como você pode perceber, o PPR faz parte de um conjunto de estratégias que devem ser implementadas para garantir a saúde e segurança dos seus colaboradores. Portanto, comece agora mesmo a avaliar os riscos aos quais eles estão sujeitos e a elaborar o seu Programa de Proteção Respiratória.

Quer saber como fazer isso? Então entre em contato com a SAFE agora mesmo. Somos especializados em gestão de risco e podemos oferecer soluções de excelência para o seu negócio!

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Resíduos Sólidos – Como fazer um plano de gerenciamento eficaz?

Você precisa descartar os resíduos gerados pela sua empresa, não é mesmo? Mas sabe qual a melhor forma de fazer isso? Entende o que diz a legislação vigente sobre o assunto e como realizar uma boa gestão dos resíduos para reduzir o impacto ambiental da sua organização?

O gerenciamento de resíduos sólidos é uma ferramenta importante para a diminuição dos impactos ambientais produzidos pela população de uma cidade. A destinação correta de recicláveis e orgânicos aumenta a vida útil dos aterros sanitários, diminui a pegada ecológica e movimenta a economia, gerando novos produtos, energia e adubo.

Leia este artigo e descubra agora mesmo como criar um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos eficaz para a sua empresa!

Afinal, o que é um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos?

A sua empresa gera resíduos todos os dias para a produção de materiais e manutenção das atividades. Dessa forma, o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, também conhecido como PGRS, consiste em uma política interna da empresa para a gestão desses resíduos que pode passar por diminuição da geração, reaproveitamento, reciclagem e descarte desses materiais.

Ele leva em conta o tipo de resíduo gerado pela organização, assim como a preservação do meio ambiente do entorno e redução dos impactos sociais do resíduo gerado. Além disso, existem diretrizes nacionais sobre como as empresas devem criar e executar esse tipo de plano.

Existem três tipos de plano de gerenciamento de recursos nesse aspecto. O primeiro deles é o PGRS, voltado mais especificamente para o planejamento do descarte de resíduos industriais no geral. Porém, resíduos mais específicos, que oferecem riscos distintos, devem seguir um outro plano. Esse é o caso das organizações que atuam na área da saúde e precisam descartar materiais biológicos ou contaminados, como seringas e agulhas, por exemplo. Para elas, o planejamento deve ser feito de acordo com o PGRSS (Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde).

Por fim, existe o plano municipal, relacionado à limpeza urbana, que deve ser considerado na criação da política da sua própria empresa. É o chamado Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, o PMGIRS.

O que diz a legislação sobre o gerenciamento de resíduos sólidos?

A principal lei acerca do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos é a Lei 12.305/2010, regulamentada no decreto 7.404/2010. Ela institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que responsabiliza qualquer tipo de organização pelos resíduos gerados por ela.

Ela estabelece a obrigatoriedade da criação do PGRS para determinados segmentos da economia como os que tem atividades industriais, estabelecimentos comerciais de médio e grande porte, empresas da construção civil, empresas de prestação de serviços para saneamento básico, hospitais, clínicas e demais organizações ligadas à área da saúde, incluindo sempre empresas privadas e órgãos públicos, entre outros.

Essa lei também determina as diretrizes para a criação desse plano, incluindo a valorização da preservação do meio ambiente e a ecoeficiência. Também coloca em pauta a redução da geração e aumento da reciclagem dos resíduos, reconhecendo-os como bem econômico.

Qual a importância de um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos?

Um dos motivadores para a criação de um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos é a obrigatoriedade prevista por lei para indústrias e organizações em determinados ramos de atuação. Afinal, não entregar, atualizar ou cumprir o PGRS pode implicar em sanções, multas, interdições e, até mesmo, detenção.

Porém, a importância do PGRS não está apenas no seu caráter legal, mas também na função ambiental, social e impacto que essa política pode trazer para a imagem do negócio perante o mercado. Isso porque a sua empresa tem um impacto na sociedade e no ambiente onde está inserida. Dessa forma, o resíduo gerado pode trazer problemas a curto, médio e longo prazos, caso não seja gerenciado da forma correta.

A população e o mercado consumidor estão cada vez mais atentos e conscientes sobre a necessidade de preservar o meio ambiente. Dessa forma, as marcas que não se preocupam com esse impacto, podem ser consideradas inimigas do meio ambiente e podem ser preteridas àquelas que são percebidas como sustentáveis.

Por fim, o PGRS também pode trazer retorno financeiro para o negócio, reduzindo custos e potencializando lucros. Isso porque materiais aparentemente obsoletos podem se tornar úteis quando submetidos ao tratamento adequado. Orgânicos, por exemplo, são matéria-prima para geração de adubo e energia, enquanto o óleo de cozinha usado e materiais eletrônicos estragados são recolhidos, muitas vezes gratuitamente, por empresas especializadas em seu reaproveitamento.

Portanto, se você acha que economia ecológica não é um apelo para a sua empresa, lembre-se de que isso pode evitar multas e transtornos legais, além de trazer grandes melhorias à imagem do negócio perante o mercado e à sociedade como um todo, assim como retorno financeiro.

Como criar um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos eficiente para sua indústria?

Agora que você já sabe o que é um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos e a sua importância, veja quais são as medidas que você deve adotar para criar um bom PGRS para a sua empresa.

Contrate profissionais e empresas especializadas

O primeiro passo adotado deve ser a organização e a contratação de profissionais experientes e competentes para pensar e executar esse plano de gerenciamento. Uma equipe multidisciplinar é bem-vinda, assim como contratação de escritórios que já têm experiência no mercado e trabalhos realizados nesse sentido.

Faça um diagnóstico local

Posteriormente, deve-se fazer um diagnóstico do local. Isto é, você precisa verificar as condições da empresa em relação a odores, ruídos, poluição visual, contaminação de leitos próximos, presença de vetores de doenças e de materiais tóxicos no solo.

Essa etapa é crucial para o sucesso do projeto, assim como do gerenciamento do resíduo da organização como um todo. Isso porque é a partir desse diagnóstico que serão elencadas as potencialidades — aquilo que a empresa já consegue fazer com a questão do residuo de forma satisfatória — e os problemas, que devem receber maior atenção.

Capacite os colaboradores e informe clientes

Para que o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos seja colocado em prática, os funcionários e clientes precisam estar cientes de como fazer o descarte de maneira correta. A educação ambiental é crucial para o sucesso da estratégia, uma vez que todos os indivíduos estão envolvidos no processo.

O manuseio do material recolhido deve ser feito por profissionais treinados, que conhecem as rotas de transporte, assim como a maneira correta de lidar com cada recipiente, reduzindo os riscos de acidentes.

Se um funcionário descarta de maneira inadequada o lixo hospitalar, por exemplo, e se machuca, pode trazer uma série de transtornos tanto para si quanto para a empresa. Quando as normas de segurança do PGRS são seguidas esse tipo de problema pode ser evitado.

Planeje a separação, acondicionamento e transporte

Cada material deve ser acondicionado, transportado e destinado de acordo com sua periculosidade, composição e funcionalidade. Uma vez misturados, a separação será um trabalho extra e pode apresentar riscos para as pessoas envolvidas.

Para fins de reciclagem, o gerenciamento de resíduos sólidos é essencial para garantir a utilidade do material. Papel, por exemplo, não será um material reciclável se estiver engordurado ou se tiver contato com líquidos que o contaminem. O correto é já descartar de forma organizada, com recipientes determinados para metal, plástico, papel, vidro, orgânicos, eletrônicos e rejeito.

Verifique as condições legais e separação do lixo para coleta seletiva

Após essa etapa de diagnóstico, deve-se verificar as condições legais, pois o PGRS também deve seguir as diretrizes de leis estaduais e municipais que tratam da questão.

Posteriormente, deve-se propor uma separação do lixo de acordo com os materiais. Essa tática deve ser implementada de forma gradual e é necessário um programa de educação para acostumar os colaboradores a essa nova realidade.

Defina metas de ação

Também é necessário definir metas e ações para a gestão de resíduos industriais, de forma a ampliar e potencializar o descarte com segurança, reduzindo a produção do resíduo e aumentando a reutilização e reciclagem de materiais.

Há quatro prazos em que as metas são estipuladas: prazo imediato, curto prazo, médio e longo. As metas para cada um deles são diferentes, e a indústria e o PGRS devem propor sempre uma evolução na questão do resíduo.

Determine indicadores e formas de validação

Como saber que o PGRS está no caminho certo? É preciso definir indicadores claros e objetivos para que seja analisada a eficácia do planejamento.

Por fim, a última etapa é a validação do PGRS em conjunto entre a organização e os funcionários. O programa precisa ser entendido e abraçado por todos, caso contrário, a sua eficiência fica comprometida. Por isso, é indicado que os funcionários participem do processo e sejam ouvidos na realização do PGRS.

Como você pôde perceber, o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos não é apenas uma obrigação legal para a sua empresa, mas também uma forma de atrair consumidores e criar um diferencial para a organização. Portanto, aproveite as nossas dicas e esteja sempre atento à legislação para criar um PGRS eficiente, seguro e ecológico. A empresa, a cidade e o planeta só têm a ganhar com isso. Deixe para trás o conceito de lixo e seja mais um administrador pioneiro na era do reaproveitamento e da reciclagem.

Quer saber como fazer isso? Então entre em contato com a SAFE agora mesmo e descubra as nossas soluções em gerenciamento de resíduos para a sua empresa!

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