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Programa de Retorno ao Trabalho durante e após a pandemia da COVID-19

Estamos sendo inundados com informações, algumas pertinentes e muito importantes, outras mais oportunistas e sem muita credibilidade com relação ao coronavírus, à COVID-19, como se comportar, novas práticas e hábitos, distanciamento social, uso de máscaras, luvas, higienização mais frequente e mais eficaz, enfim, muitas alterações no nosso dia-a-dia enquanto ficamos em casa.

Mas e na hora de retornarmos ao nosso trabalho? O que precisamos fazer para nos prevenirmos, mas também respeitarmos nosso colega preservando nossa saúde e a dele? E você, como empresário, o que deve promover em sua empresa para tentar garantir essa segurança para seus colaboradores?

Se tiver interesse nesse assunto e quiser saber como estruturar um programa para o retorno ao trabalho durante a após a pandemia, continue a leitura.

Comunicação

Muitas empresas têm essa área bem estruturada, outras nem tanto e algumas dedicam pouco ou nenhum tempo e esforço para esse assunto.

Em virtude dessa situação ser inédita para muitos e ser muito nova e dinâmica, é de crucial importância que seja estabelecido um canal bidirecional específico para o assunto com informações atualizadas.

Por ser bidirecional, deve, também, prover um suporte para quem tem dúvidas ou necessite de informações mais específicas, ou seja, o processo de Comunicação deve ser estabelecido ou revisado dentro da organização.

Compromissos e responsabilidades

Normalmente as organizações dedicam tempo e esforço para estabelecer e documentar claramente as responsabilidades dos colaboradores no que diz respeito aos processos operacionais e os compromissos com os resultados a serem obtidos como produto desses processos.

No caso do Programa de Retorno ao Trabalho o que estamos querendo estabelecer, documentar e divulgar são os compromissos de cada colaborador com a preservação da vida, com a sua segurança e com a sua saúde e de seu colega e as responsabilidades de cada papel dentro da empresa pois só com o engajamento de todos essa difícil situação será superada.

Protocolos

Normalmente para realizar nossas atividades profissionais rotineiras, seguimos processos e procedimentos operacionais. Aqui, quando falamos em protocolos, estamos adicionando outros cuidados e procedimentos visando a prevenção e a não contaminação. Entendemos que existam a princípio 3 tipos de protocolos, quais sejam:

  • Protocolo Interno: que visa práticas a serem adicionadas para as atividades internas, ou seja, entre colaboradores da organização dentro do estabelecimento da empresa;
  • Protocolo Externo: é constituído de medidas a serem observadas e seguidas em atividades externas tais como vendas, entregas, entre outros. Como boa prática, também podemos colocar nesse item orientações sobre atitudes, hábitos e comportamentos que o colaborador deve ter na sua vida pessoal para se prevenir e proteger sua família com relação à contaminação;
  • Protocolo Misto: quando a atividade coloca frente a frente pessoas da organização e pessoas de fora da mesma (atendimento ao público, contato com terceiros, fornecedores, etc).

Esses protocolos englobam procedimentos e práticas que abrangem medidas coletivas e individuais, cuidados com a higiene pessoal e do ambiente de trabalho (mesas, cadeiras, máquinas e equipamentos, entre outros), distanciamento mínimo entre os colaboradores, uso adequado de EPIs e EPCs, procedimentos a serem seguidos em caso de suspeita de contaminação, etc.

Treinamento

Como falamos no início desse post, a comunicação é um fator de crucial importância na estratégia de superação dessa pandemia.

Por esse motivo, o treinamento também assume um papel importantíssimo, pois além de disseminar informações operacionais, que englobam o uso de EPIs e EPCs, por exemplo, que foram bastante modificadas em virtude da situação, para possibilitar ao colaborador exercer suas atividades com a maior segurança possível, também é responsável por atualizar e repassar conhecimento sobre o desenrolar da pandemia.

Acompanhamento

Para que possamos extrair o melhor benefício possível das alterações realizadas nos processos, é importantíssimo que realizemos periodicamente o acompanhamento dos resultados oriundos dessas alterações.

Para isso é importante o estabelecimento de indicadores, de metas para os mesmos, forma e periodicidade de coleta de dados, análise e, se necessário, implementação de correções para que os objetivos sejam alcançados.

Feito isso, entendemos que teremos um programa eficaz e devidamente gerenciado, objetivando a segurança e a saúde dos colaboradores e um retorno ao trabalho tranquilo e saudável.

Se você quiser saber mais sobre a SAFE, visite nosso site no endereço www.safesst.com.br. Caso queira entrar em contato diretamente conosco para saber como podemos te ajudar nessa questão, clique aqui.

Saiba o que muda com a revisão das normas regulamentadoras

As Normas Regulamentadoras, criadas em 1978, frequentemente estão passando por revisões. Desde o início do ano de 2019, essa frequência aumentou bastante. Estar atento a essas mudanças é essencial para que você atualize as práticas de sua empresa e se mantenha em dia com as exigências da legislação brasileira.

Cinco normas foram alteradas no início de 2019 — NR 1, NR 3, NR 12, NR 24 e NR 28 — enquanto a NR 2 foi revogada. Saber sobre os pontos que passaram por revisão nas normas regulamentadoras é importante para que nada seja realizado em desacordo nas empresas.

Nesse post, além das normas citadas acima, falamos um pouco sobre as alterações nas NRs 7 e 9 que aconteceram na segunda metade de 2019. Siga a leitura e entenda agora o que muda com a revisão das NRs.

NR 1 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais

A NR 1 trata das disposições gerais, ou seja, das orientações acerca do que são essas diretrizes e como colocá-las em prática. As principais alterações nessa norma foram:

  • micro e pequenas empresas foram dispensadas de elaborar o PPRA e o PCMSO quando realizam atividades que não oferecem riscos químicos, físicos ou biológicos aos trabalhadores;
  • para cargos que exigem treinamentos específicos (como em casos de trabalhos em espaços confinados ou em altura), não existe mais a necessidade de que o trabalhador realize cursos todas as vezes que trocar de empresa. Essas capacitações têm, agora, validade de 2 anos.

O Programa de Gerenciamento de Riscos, que fazia parte da NR9, também passou a fazer parte da NR1, no novo pacote de mudanças realizado.

NR 2 – Inspeção Prévia

A NR 2 abordava a necessidade de uma inspeção prévia que deveria ser feita antes de uma nova empresa iniciar suas atividades. Com a revogação dessa norma, não há mais essa necessidade.

NR 3 – Embargo ou Interdição

A NR 3 discorre sobre o embargo ou a interdição das atividades de determinada empresa, o que acontece quando há um risco grave ou iminente para os trabalhadores. Com a revisão, foi criada uma matriz de riscos, na qual é possível identificar, de forma objetiva, quando essa situação acontece, determinando o índice de risco a partir do qual as atividades devem ser interrompidas.

NR 7 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional

A NR 7 estabelece diretrizes sobre o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO). A principal das alterações realizadas diz respeito aos exames médicos solicitados.

A partir de agora, somente podem ser solicitados testes que estejam relacionados à função exercida pelo colaborador. Dessa forma, não é necessário realizar audiometria em um funcionário que não é exposto ao ruído, por exemplo. Tais mudanças farão com que as empresas tenham menos gastos com a realização de exames.

NR 9 – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos

Com parte da redação da NR 9 tendo passado para a NR 1, essa norma passou a tratar de forma específica sobre a exposição dos trabalhadores a agentes ambientais.

Assim, o texto mostra como proceder no caso de os funcionários serem expostos à poeira, radiação, calor, produtos químicos, ruídos, entre outros agentes. Também demonstra como identificar essas situações.

NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos

A NR 12 trata sobre a segurança no trabalho em máquinas e equipamentos. As principais alterações foram:

  • dispensa a necessidade de novas alterações para máquinas que têm certificado do Inmetro;
  • certificações como a da ABNT ou de padrões internacionais passam a valer como uma garantia de que o equipamento está em boas condições de segurança para os trabalhadores;
  • as empresas foram dispensadas de manter um inventário de todas as máquinas e equipamentos utilizados por elas;
  • os itens que se referem à ergonomia foram retirados, sendo que esse assunto é tratado apenas na NR 17, a partir das revisões.

NR 24 – Condições Sanitárias e de Conforto no Local de Trabalho

Esta norma estabelece as condições mínimas de higiene e de conforto a serem observadas pelas organizações. As principais mudanças da NR 24 dizem respeito à inclusão de três novos anexos, referentes às categorias de:

  • trabalhadores de shoppings centers;
  • trabalhadores externos prestando serviços;
  • trabalhadores em transporte público rodoviário coletivo urbano de passageiros em atividade externa.

NR 28 – Fiscalização e Penalidades

A NR 28 está relacionada à fiscalização das empresas e às penalidades a serem aplicadas caso as diretrizes não sejam cumpridas. A alteração dessa norma se refere à redução do número de situações nas quais as empresas podem ser multadas, caindo de 6,4 mil multas diferentes para 4 mil.

Essas foram as alterações já realizadas a partir da revisão das normas regulamentadoras. Porém, outras mudanças podem ocorrer. Dessa maneira, é essencial que você se mantenha sempre atualizado sobre o assunto, de forma a manter sua empresa em dia com a legislação trabalhista brasileira.

Extra: a importância de contar com uma consultoria para entender a revisão das NRs

A revisão das NRs causou mudanças profundas na forma como são desenvolvidas algumas atividades nas empresas. Por isso, é uma boa ideia contar com uma consultoria especializada em saúde ocupacional, segurança do trabalho e meio ambiente. A seguir, observe alguns benefícios que o seu negócio pode ter ao apostar em uma parceria nessa área.

Redução de custos

Ao contar com uma assessoria especializada, a sua empresa terá à disposição um time de especialistas que sabe tudo sobre a revisão das NRs. Isso evita gastos oriundos de multas pelo fato de as normas não serem executadas corretamente ou por falta de conhecimento.

Com a consultoria, também é possível evitar ações trabalhistas decorrentes da falta de aplicação correta das normas nas atividades da empresa.

Ganhos de imagem

Além do fato de se evitar custos, ganha-se com imagem. Isso porque a empresa vai ser bem-vista pelos colaboradores, e isso é muito interessante para qualquer negócio.

A companhia transmitirá a ideia de que se preocupa com seus funcionários, e isso é essencial no momento de atrair bons profissionais para os processos seletivos da organização e mantê-los.

Diminuição do absenteísmo

As empresas que conhecem bem a revisão das NRs relacionadas à saúde ocupacional realizam tudo conforme prevê a legislação. Nisso se inclui a realização de exames periódicos, por exemplo, como também a gestão dos indicadores da saúde dos colaboradores.

Ao realizar esses exames e essas análises, possíveis problemas de saúde dos colaboradores são prontamente identificados e potenciais problemas podem ser evidenciados. Isso faz com que as pessoas possam iniciar tratamentos o mais breve possível, antes que uma doença se agrave, como também sinalizar a necessidade de medidas preventivas que, se implementadas, podem evitar problemas futuros, por exemplo. Logo, há a redução do absenteísmo por conta de problemas relacionados à saúde.

Redução da sinistralidade dos planos de saúde

Seguindo a mesma linha de raciocínio, de que os colaboradores se cuidarão mais e terão uma saúde bem melhor, eles também precisarão fazer menos procedimentos complexos, como cirurgias e internações.

De tal modo, é possível dizer que o investimento em uma consultoria na área de saúde ocupacional ajuda a reduzir a sinistralidade do plano de saúde empresarial e por conseguinte os índices de reajuste desses mesmos planos. Afinal, esse valor é calculado levando-se em conta os valores gastos para atender as necessidades dos colaboradores, ou seja, se o plano é muito utilizado o reajuste é maior do que se o plano é pouco utilizado.

Gostou de saber mais sobre a revisão das NRs e a importância de contar com uma consultoria especializada? Se você está interessado no assunto, que tal entrar em contato diretamente conosco e saber como podemos ajudá-lo? Para isso, clique aqui.

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Coronavírus: como preparar o local de trabalho adequadamente?

No final de 2019, começaram a aparecer notícias nos telejornais e portais de notícias sobre o novo coronavírus que havia surgido na China. O que no início parecia ser um problema local, em poucos meses se tornou uma pandemia mundial.

Para evitar a disseminação desse vírus, os governos estão recomendando que as empresas que não exercem atividades consideradas como essenciais fechem as suas portas temporariamente. Há ainda a possibilidade de os trabalhadores atuarem em home office, devido à necessidade do distanciamento social.

Conforme o quadro de disseminação do coronavírus diminui, algumas empresas estão retomando os trabalhos, porém, com quadro reduzido de colaboradores. Veja, a seguir, algumas medidas que devem ser tomadas para preparar o local de trabalho adequadamente.

Higienize as máquinas e EPIs

As máquinas, equipamentos, ferramentas, mobiliário e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) devem ser devidamente higienizados antes de serem utilizados pelos colaboradores.

Recomenda-se que tudo seja esterilizado antes de o time entrar no local de trabalho, buscando evitar o contágio com o vírus dentro do ambiente laboral. Assim, todos ganham em qualidade de vida.

Mude determinados processos e rotinas

As rotinas do dia a dia devem ser mudadas para combater o coronavírus. Logo na entrada da empresa, por exemplo, é preciso tomar medidas para evitar aglomerações.

O mesmo vale para os horários de intervalo, como no almoço dos colaboradores. Se a empresa oferece refeições em sua sede, o mais apropriado a fazer é dividir os turnos de trabalho em escalas diferenciadas. Assim, evita-se que muitas pessoas fiquem no restaurante ao mesmo tempo.

Solicite a distância mínima entre os funcionários

Durante toda a jornada de trabalho, é fundamental que os funcionários mantenham uma distância de pelo menos 1,5 m entre eles. Isso é o necessário para que um, não contamine o outro, caso alguém esteja com o novo coronavírus e ainda não apresente sintomas.

Em indústrias, uma boa prática é desenhar marcas do chão, para que todos saibam como se posicionar.

Redobre os cuidados com a limpeza

Os cuidados com a limpeza devem ser redobrados, com o time de higienização passando mais vezes pelo mesmo local durante o dia.

Também é recomendado que se utilize álcool 70% para a higienização dos ambientes, bem como produtos de limpeza que contenham esse componente. Produtos com uma concentração menor de álcool não eliminam o coronavírus.

Distribua materiais para prevenção

A empresa também é responsável por distribuir materiais para prevenção dos colaboradores, como máscaras de proteção, luvas, álcool em gel 70%, entre outros.

Também é preciso que os funcionários sejam orientados sobre como usar esses itens. As máscaras de proteção precisam ser trocadas a cada duas horas, por exemplo.

Conscientize os colaboradores sobre como se prevenir do coronavírus

O setor de comunicação interna precisa criar campanhas de conscientização, para que os colaboradores saibam como se prevenir do coronavírus não apenas na empresa, mas também em suas rotinas pessoais.

Para isso podem ser feitos cartazes, envio de newsletters, promoção de eventos à distância, como webinars com médicos e outros profissionais da saúde etc.

O objetivo dessa ação educativa é evitar afastamentos e também que os colaboradores contaminem os colegas. Todos devem trabalhar juntos para que esse momento de pandemia passe mais facilmente.

Esperamos que nossas dicas tenham sido úteis para que você possa proporcionar mais segurança aos seus colaboradores durante a pandemia de coronavírus. Se cada um fizer a sua parte, superaremos esse momento difícil mais rápido.

Compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema!

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21 normas regulamentadoras de segurança do trabalho e sua importância

Você já ouviu falar nas normas regulamentadoras (NRs), não é mesmo? Mas sabe o que propõe cada uma delas? Conhece quais devem ser aplicadas na sua empresa? Qual a importância de observá-las? Se não, está na hora de entender mais sobre o assunto.

​As NRs podem ser definidas como um conjunto de normas técnicas que estabelece medidas e procedimentos que devem ser observados pela empresa e seus colaboradores para garantir a segurança no ambiente de trabalho e, consequentemente, o bem-estar, saúde e integridade física dos trabalhadores.

Cabe ressaltar que grande parte das Normas Regulamentadoras foi editada em 1978, focalizando o que está colocado no artigo 200, da Consolidação das Lei Trabalhistas (CLT). Ele atribui ao Ministério do Trabalho a competência para editar disposições complementares às normas contidas na CLT, para garantir a segurança e saúde do colaborador.

Vale lembrar que, no decorrer dos anos, as NRs passaram por várias alterações, e nos últimos dois anos muitas delas estão sofrendo revisões profundas, com vistas à adequação de suas disposições às mudanças ocorridas no desempenho das atividades laborais. Para evitar transtornos, é importante ficar atento às disposições normativas e obrigações da empresa. Por isso, preparamos este artigo sobre 21 normas regulamentadoras que você precisa conhecer. Confira!

NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT)

A NR 4 trata sobre a implementação do SESMT. Ele consiste em um órgão formado por profissionais da saúde ocupacional e segurança do trabalho que tem a função de prevenir acidentes e criar o planejamento de segurança da empresa. Os profissionais que devem fazer parte do SESMT são o engenheiro de segurança do trabalho, médico do trabalho, enfermeiro do trabalho, técnico de segurança do trabalho e técnico em enfermagem do trabalho.

É essencial compreender que o SESMT não é obrigatório para todas as corporações. As corporações que realizam atividades cujo risco é de graus 1, 2 ou 3 e/ou possuem poucos funcionários (até 500 se o grau de risco for 1 ou 2 e até 100 para grau de risco 3), não têm a obrigatoriedade de constituir esse órgão internamente, ou seja, elas podem contar com esse serviço no ambiente externo.

O SESMT é um elemento-chave para a prevenção de acidentes e para a diminuição de riscos, pois age na implementação das demais normas regulamentadoras. Os profissionais desse órgão devem trabalhar para identificar e eliminar os riscos existentes no ambiente de trabalho, devendo, inclusive, acompanhar a instalação de quaisquer máquinas e equipamentos no local em que o colaborador desempenha suas funções, sempre tendo como objetivo garantir a saúde e segurança dos trabalhadores.

NR 5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA)

Outro órgão que precisa estar presente nas empresas para a proteção da saúde e segurança dos trabalhadores é a CIPA. Ela é uma comissão constituída por representantes tanto do empregador quanto dos empregados, lembrando que a sua atuação deve ser conjunta com o SESMT.

Instituída pela NR 5, dentre outras atribuições, a CIPA tem a função de viabilizar e organizar diálogo sobre a segurança e saúde no trabalho no âmbito interno da empresa. Para isso, ela organiza os diversos interesses dentro da organização, possibilitando que todos consigam planejar, propor, informar, fiscalizar e fazer cumprir as NRs e acordos laborais adjacentes.

É importante destacar que quem elege os representantes dos colaboradores são eles próprios durante uma assembléia. Já os representantes do empregador devem ser escolhidos por ele. Independente de quem represente, todos os membros da CIPA têm a obrigatoriedade de passar por um treinamento em segurança do trabalho.

Assim como o SESMT, a constituição da CIPA não é uma obrigação de todas as empresas. Caso o quadro de funcionários seja inferior a 20 e/ou o risco das atividades desempenhadas pelos colaboradores seja considerado baixo, em regra, a CIPA não será obrigatória. No entanto, nesse caso, um funcionário treinado deve ser designado para cumprir as funções que seriam desempenhadas pela referida comissão.

NR 6 – Equipamentos de Proteção Individual (EPI)

Os EPIs são todos os produtos ou dispositivos de uso individual que têm como finalidade proteger o colaborador dos riscos presentes no local de trabalho, visando garantir a segurança e integridade física de cada funcionário durante o desempenho das suas atividades laborais.

Existem diversos tipos de EPI. Alguns exemplos são os cintos de segurança, roupas, botas de segurança, luvas, óculos, protetores auditivos, capacetes e máscaras respiratórias. A questão que define qual equipamento deve ser utilizado pelo colaborador é o risco inerente à atividade que ele desempenha. Logo, o EPI varia de acordo com a atividade, devendo o dispositivo ideal ser indicado por profissional habilitado em segurança do trabalho.

Cabe ressaltar que todas as disposições relativas ao fornecimento e uso dos equipamentos de proteção individual estão previstas na NR 6. Dentre elas, cabe ressaltar que a empresa tem a obrigatoriedade de adquirir e fornecer ao colaborador os equipamentos de proteção necessários para a atividade. Além disso, também incube ao empregador exigir o uso dos equipamentos e treinar os funcionários da empresa para utilizá-los corretamente.

NR 7 – Programa de Controle Médico de Saúde Operacional (PCMSO)

Outro órgão que integra todas as estratégias de saúde e segurança do trabalho é o PCMSO. Ele consiste em um programa que especifica os caminhos que devem ser tomados para a preservação da saúde dos trabalhadores de uma empresa. Suas diretrizes são dadas pela NR 7.

O programa é implementado de acordo com os riscos à saúde relacionados ao trabalho em questão. Seus focos são:

  • prevenção, incluindo o fornecimento de equipamentos de proteção individual e treinamento, por exemplo;
  • rastreamento de possíveis agravos à saúde gerados pelo trabalho;
  • diagnóstico de riscos existentes no ambiente de trabalho.

Um dos pontos importantes que constam no PCMSO é a obrigatoriedade do Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) para que um trabalhador possa exercer uma função. Ele tem como finalidade atestar a aptidão ou a inaptidão psicofísica de um profissional para determinado ofício, bem como demonstrar as condições de saúde dos trabalhadores antes da admissão na empresa.

Dessa forma, o ASO deve ser feito antes do início do trabalho nos casos de admissão, mudança de função (com alteração de riscos) e retorno ao trabalho, ou antes do desligamento em situações de demissão. Ele também deve ser repetido periodicamente, ou seja, ainda que não haja a interrupção do trabalho. Vale lembrar que os exames são custeados pela empresa.

NR 8 – Edificações

A NR 8 foca na segurança do trabalho em edificações. No canteiro de obras, há um grande número de dispositivos e ferramentas que podem resultar em riscos para os colaboradores. Além disso, há condições que, em excesso, podem provocar doenças, como a longa exposição ao sol e ao ruído. Em algumas passagens, há também o risco de acidentes.

Assim, a NR 8 estabelece diversas regulamentações para tornar o ambiente mais seguro e com as proteções necessárias com relação a agentes externos. O chão, por exemplo, precisa ser liso, sem fatores que prejudicam a circulação. Locais escorregadios devem ter material antiderrapante. Todos os sistemas devem ser formatados de acordo com as normas técnicas.

NR 9 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)

A NR 9 prevê a formulação de um PPRA, listando e classificando os riscos presentes no ambiente de trabalho. Essa norma propõe formas de diminuição e, sempre que possível, de neutralização desses riscos.

NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade

Essa norma dispõe sobre as medidas de segurança exigidas para os trabalhos desempenhados em instalações elétricas e com eletricidade. Dentre suas inúmeras disposições, está a obrigatoriedade de treinamento direcionado à segurança e prevenção de acidentes para todos os funcionários que atuam na área.

NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais

A NR 11 diz respeito às normas de segurança na instalação e operação de guindastes, máquinas transportadoras e elevadores. Ela envolve os parâmetros materiais e espaciais e inclui também a manipulação dos equipamentos.

Há o estabelecimento de peso máximo que um colaborador pode carregar individualmente. Nesse contexto, ela se relaciona com a norma reguladora 17, que será explicada em breve.

NR 12 – Segurança do Trabalho em Máquinas e Equipamentos

De maneira sucinta, pode-se dizer que a NR 12 prevê mecanismos de segurança no maquinário e nos equipamentos a serem utilizados pelo trabalhador, como botões de pane e de emergência ao alcance do operador (ou operadores, se for mais de um) e exige a qualidade e a manutenção desses equipamentos.

NR 15 – Atividades e Operações Insalubres

A NR 15 classifica as atividades e operações insalubres (nocivas acima do limite de tolerância) e trata da prevenção, acompanhamento e restrição de seus malefícios. A norma ainda determina as porcentagens adicionais relacionadas ao contato com ambientes e materiais insalubres.

NR 16 – Atividades e Operações Perigosas

Essa norma define as atividades e operações perigosas como sendo as que envolvem exposição a explosivos, produtos inflamáveis, radiações ionizantes, eletricidade e violência física (ambiente vulnerável, segurança pessoal e patrimonial). Normatiza o adicional de periculosidade para esses profissionais.

NR 17 – Ergonomia

A NR 17 determina a obrigação do empregador de proporcionar um ambiente e equipamento de trabalho que favoreça o bem-estar e a saúde psicológica e física do profissional. A regra também diz respeito às doenças do trabalho causadas por situações como movimentos repetitivos, postura inadequada, excesso de esforço físico e iluminação insuficiente, entre outras.

NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção

Com diversas atividades insalubres e perigosas envolvidas na indústria da construção, a NR 18 cria diretrizes para minimizar os riscos que se apresentam nesses ambientes de trabalho. Ela regulamenta o planejamento de segurança e gestão de riscos nas obras e determina os seus responsáveis.

NR 19 – Explosivos

Os materiais explosivos são aqueles que, a partir de um desencadeador, se decompõem em grande velocidade em produtos que são mais estáveis e que, nessas reações, há liberação de calor e aumento de pressão. A NR 19 envolve uma série de condições para que os riscos de fabricação dos explosivos sejam minimizados dentro das circunstâncias possíveis.

A organização deve ter autorização do exército para produzir esse tipo de artigo e o terreno de produção deve obedecer a especificações diversas. É essencial contar com dispositivos para combate a incêndios e os colaboradores devem ser instruídos adequadamente sobre como se portar nesses ambientes. Dessa forma, a NR 19 apresenta uma série de regulamentações para que os profissionais estejam protegidos de riscos e acidentes.

NR 20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis

Relativa à extração, transporte, armazenamento e manipulação de materiais inflamáveis e combustíveis, a NR 20 determina, por exemplo, as questões de segurança na construção, gestão e desativação de postos de combustível, além de exigir treinamento de segurança de acordo com as funções exercidas pelo funcionário.

NR 21 – Trabalho a céu aberto

A NR 21 reúne recomendações para qualquer modalidade de trabalho a céu aberto, incluindo o meio rural, o agronegócio e outras profissões que envolvam atividades ao ar livre. É necessário considerar que esses contextos envolvem exposição para diversos tipos de agente, como sol forte, chuva, vento, condições climáticas intensas, poeira e agentes danosos liberados no ar.

A normatização estabelece que o espaço deve ser planejado para oferecer proteção aos profissionais. Além disso, em casos em que haja alojamentos, é essencial que esses locais sejam construídos com conforto e condições adequadas para o descanso. A empresa deve fornecer roupas e dispositivos para amenizar impactos em caso de exposição a agentes físicos.

NR 23 – Proteção contra incêndios

A NR 23 é aplicada a todos os ambientes de trabalho em relação à proteção contra os incêndios. Os edifícios devem ser desenvolvidos com locais apropriados para retirada ágil de pessoal em caso de fogo. Além disso, devem incluir equipamentos de combate a incêndio. Deve haver um número adequado de colaboradores que saibam manejar esses dispositivos. Ou seja, é essencial oferecer treinamentos para que a equipe tenha acesso a treinamentos sobre o tema.

NR 24 – Condições de higiene e conforto no local de trabalho

A NR 24 aborda as condições de higiene e conforto para que os colaboradores tenham dignidade no trabalho. Isso significa acomodações sanitárias, limpezas, estrutura adequada para a circulação e ergonomia. A proposta é evitar condições desfavoráveis para a produtividade e também estabelecer um ambiente sem riscos de adoecimentos ocupacionais e contaminações.

É importante destacar que a qualidade é essencial, mas que as quantidades também são avaliadas. É imprescindível que haja um número adequado de banheiros e acomodações, de acordo com a quantidade de profissionais em exercício.

NR 32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde

Como os estabelecimentos de saúde apresentam inúmeros riscos (objetos perfurantes e cortantes, exposição a doenças infectocontagiosas, manipulação de materiais insalubres, radiações etc), a NR 32 estabelece diretrizes para identificação e classificação dos riscos existentes nesses locais, bem como para elaboração dos respectivos PPRA e PCMSO.

Desse modo, a referida norma dispõe sobre as medidas que devem ser adotadas para garantir a segurança e saúde do trabalhador e de todos aqueles que desempenham atividades de assistência e promoção à saúde de modo geral.

NR 33 – Espaços Confinados

A NR 33 define os espaços confinados — que não são projetados para a ocupação humana, possuem entraves ao livre tráfego e ventilação anormalmente pequenas (como galerias subterrâneas, tubulações, digestores, silos, etc) — e determina as medidas de segurança relacionadas a eles, como máscaras de oxigênio, plano de evacuação, etc.

NR 35 – Trabalhos em Altura

Apresentando um dos maiores riscos de acidente, o trabalho em altura necessita de uma norma regulamentadora específica para promover a segurança. Por isso, a NR 35 estabelece diretrizes acerca de treinamento, aptidão psicológica e física, planejamento de proteção e equipamentos necessários ao desempenho das atividades em alturas.

Essas normas regulamentadoras fazem parte dos direitos dos trabalhadores brasileiros, ajudando a preservar a integridade física e psicológica enquanto exercem suas funções e para além delas. A empresa que não cumpre com as NRs pode sofrer penalizações graves mediante fiscalização, denúncia ou processo judicial.

Independente da atividade desenvolvida pelo colaborador, se ela o submete a algum tipo de risco, é fundamental que o empregador forneça o treinamento adequado ao desempenho da atividade de forma segura. Conforme previsto nas normas regulamentadoras, os treinamentos devem levar em consideração os riscos inerentes à atividade e, por isso mesmo, ser ministrados por profissional habilitado em segurança do trabalho.

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Panorama rápido sobre a saúde ocupacional no Brasil

Garantir a saúde dos trabalhadores da empresa é uma obrigação de todos, o que inclui o próprio colaborador, o proprietário da empresa e, também, órgãos municipais, estaduais e federais. Isso exige uma série de estratégias, como a realização de exames periódicos, inclusão de atividades de bem-estar na empresa, controle de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho dentro do ambiente organizacional, entre outras.

Esses cuidados são necessários para garantir a saúde ocupacional dos trabalhadores brasileiros. Porém, antes de tudo, é importante que você entenda um pouco do panorama dessa questão no Brasil. Afinal, a perspectiva nacional é um reflexo daquilo que a maioria das empresas do país faz em relação à saúde de seus colaboradores.

Quer saber como está a saúde ocupacional no Brasil? Então, continue a leitura e veja um panorama rápido da situação!

A questão dos acidentes de trabalho

Quando se fala em acidentes de trabalho, o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking mundial. Ou seja, é um dos países com maiores índices de acidentes laborais.

Isso não é uma grande surpresa quando você descobre que, segundo o Observatório de Segurança e Saúde do Trabalho, um acidente acontece a cada 49 segundos, o que totaliza mais de 5 milhões de notificações de acidentes desde 2012 até hoje. Além disso, já foram quase 20 mil mortes registradas devido a acidentes de trabalho desde 2012.

Essa é uma situação extremamente grave, principalmente para os trabalhadores, que colocam as suas vidas e a sua integridade física em risco todos os dias.

As doenças ocupacionais

Outra questão que deve ser observada em relação à saúde ocupacional no Brasil é a incidência de doenças ocupacionais, ou seja, problemas, tanto físicos quanto mentais, que têm relação com a atividade realizada pelo trabalhador.

Em relação às doenças físicas, há indícios de que elas vêm aumentando com o passar do tempo. Segundo o SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), a cada ano há um aumento de 24% no número de notificações.

As doenças ocupacionais estão no terceiro lugar em relação ao número de notificações, sendo superadas apenas pela exposição a material biológico e a acidentes graves ou fatais. Nesse aspecto, LER/DORT (Lesão por Esforço Repetitivo) ocupa primeiro lugar, com mais de 70% das notificações sendo referentes a essa doença.

É importante destacar que as notificações relacionadas ao câncer também têm crescido, com uma taxa de cerca de 40% ao ano.

Transtornos mentais relacionados ao trabalho

Os transtornos mentais relacionados ao trabalho também merecem destaque nesse panorama. Isso porque esse tipo de doença ocupacional, que impacta diretamente a vida profissional e, também, a pessoal dos trabalhadores, está em amplo crescimento.

Nesse aspecto, os transtornos mais comuns, responsáveis por quase 50% das notificações, são relacionados ao estresse grave ou a problemas de adaptação. Eles são seguidos pelos episódios depressivos, que ocupam quase 1/4 dos casos relatados, e pelos transtornos de ansiedade, com 17% das notificações.

A subnotificação como problema

Por fim, é importante esclarecer que, apesar dos números alarmantes em relação à saúde ocupacional no Brasil, ainda há o problema da subnotificação. Isso significa que muitos transtornos e doenças, principalmente de ordem psicológica, não são diagnosticados como tendo relação com o trabalho, apesar de isso acontecer. Além disso, algumas organizações burlam a legislação brasileira e não notificam doenças diagnosticadas ou acidentes de trabalho ocorridos em seu ambiente.

Portanto, se os números são alarmantes, eles poderiam ser piores caso fossem registradas todas as ocorrências. É aí que entra a atuação da sua empresa! Para mudar esse quadro, é essencial que as organizações tomem consciência sobre a relevância desse tema e busquem práticas adequadas de saúde e segurança no trabalho para proteger os seus trabalhadores.

Isso inclui a conscientização do time mas, também, dos gestores e donos das empresas, que precisam revisar as suas culturas organizacionais para evitar o adoecimento dos seus colaboradores e melhorar o cenário da saúde ocupacional no Brasil.

Gostou do artigo? Então aproveite para compartilhar o post nas suas redes sociais e alerte os seus amigos e colegas sobre a importância do cuidado com a saúde ocupacional!

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Confira 7 tendências sustentáveis no setor de construção civil

Após várias décadas de desenvolvimento da sociedade nas áreas da indústria e da tecnologia, vários setores do mercado (como o de construção civil) passaram a ter uma constante preocupação em relação ao meio ambiente, e por meio disso se iniciou uma busca por tendências sustentáveis.

A atenção que trouxeram para essas tendências não poderia ter vindo em momento melhor. É inegável que por anos a nossa sociedade não se mostrou muito consciente dos impactos na natureza que o desenvolvimento das cidades causava, mas isso se tornou diferente de uns anos para cá, onde agora muitas corporações buscam ações que não agridam a natureza.

O setor de construção civil com tendências sustentáveis é um assunto inovador, pois além de trazer novas tecnologias, materiais e maneiras de construir causando menor impacto para o meio ambiente, também são de grande relevância para as pessoas e a economia. Por isso, essa é uma área que deve estar em constante transformação, pois uma construção sustentável faz toda diferença perante a sociedade.

Pensando nisso, preparamos este artigo com 7 tendências sustentáveis no setor de construção civil para que você fique por dentro do assunto e veja a importância de aderir a essa ideia. Acompanhe!

1 – Retrofit de construções antigas

O retrofit é um termo inglês que basicamente significa modernizar construções antigas, sendo uma espécie de obra de baixo custo, já que não precisa ser iniciada do zero. Esse é um processo de atualização de uma construção que pode estar fora dos padrões atuais, buscando reformar o ambiente com formas e tecnologias mais atuais sem que sua identidade arquitetônica seja modificada.

É uma espécie de construção sustentável, pois além de visar a reparação de um local já deteriorado, busca fazer um planejamento otimizado e mais econômico, como o sistema hidráulico e elétrico, por exemplo.

2 – Automação

O uso de sistemas automatizados numa construção permite uma melhoria tanto no processo de construção, quanto após sua conclusão. Com isso, diminui alguns recursos utilizados na edificação, como consumo de água, energia elétrica, entre outros. Controle de acesso e de elevadores por aplicativo também é um exemplo bem atual de automação utilizado.

3 – Material pré-fabricado

Pode causar bastante impacto no tempo da construção, por isso, é interessante adotar a pré-fabricação de estruturas e de etapas inteiras da obra, já que haverá uma maior agilidade durante todo o processo, menos desperdício e consequentemente uma otimização maior do uso de materiais.

Além disso, outra vantagem são as suas estruturas móveis, que podem fazer com que uma casa modular possa ser transferida para um novo local, tendo menor custo do que uma nova construção.

 4 – Casas modulares

Uma espécie de construção não convencional que trata de construções projetadas em fábricas fazendo estruturas como módulos habitacionais, e podem ser instaladas nos lugares que mais lhe favorecem.

São construções flexíveis, que podem ser montadas e desmontadas com facilidade, layout sujeito a personalização a gosto do cliente, acabamento refinado e costumam ser bastante procuradas para fins de domicílio, mas também para fins comerciais por sua rentabilidade.

5 – Projetos em containers

Vem crescendo cada vez mais a atenção e os projetos desse tipo em nosso país. Isso porque os projetos em containers, assim como as casas modulares, são construções não convencionais.

Seu diferencial é que seus projetos podem ser totalmente personalizados para o que melhor for do seu agrado e necessidade, além de possuir isolamento acústico e térmico, podendo ser instalado em diversos lugares independentemente se a região for mais quente ou mais fria. Além disso, também pode ser utilizado para fins comerciais ou para fazer residências, banheiros e anexos.

6 – Valorização da luz natural

É uma das práticas mais comuns quando se fala em construções sustentáveis. Lugares que valorizam não só a iluminação como também promovem uma ventilação a fim de proporcionar um local mais fresco e arejado conseguem ser mais atrativos para as pessoas.

Aqui no Brasil é uma tendência bastante apreciada. Por ser um país tropical, também acaba sendo de uma ajuda considerável na diminuição do consumo de energia elétrica para as luzes e ar-condicionado.

7 – Materiais ecológicos

Uma grande tendência também é o uso de materiais ecológicos para as construções e materiais de reaproveitamento. Hoje em dia, muitas empresas de construção procuram criar materiais que não causem tanto impacto no meio ambiente e que ainda tenham boa qualidade, como biomateriais, madeira de demolição, aditivos de concreto menos prejudiciais, entre outros.

Em relação aos materiais reaproveitados, muitos testes comprovam que o reaproveitamento de alguns minérios ou materiais já sem uso é uma opção mais sustentável para sua construção, além de ser um substituto para a extração de produtos naturais. Muitos desses materiais ecológicos já são encontrados no mercado por preços acessíveis e até mais baratos que alguns materiais sem nenhuma responsabilidade ambiental.

Benefícios da construção sustentável

A adoção dessas tendências sustentáveis pode trazer diversos benefícios, como:

Diminuição do custo

Talvez o investimento inicial seja mais alto do que seria em uma construção normal por não se tratar de uma construção convencional. Mas, ao longo do tempo o investimento fará efeito quando os gastos fixos forem reduzidos e também possíveis manutenções não serão tão necessárias pela utilização de materiais mais resistentes e de boa qualidade.

Economia de recursos naturais

Há uma utilização menor de recursos naturais quando é feita uma construção que tenha como um dos seus focos a sustentabilidade, como os materiais ecológicos e uso da luz solar.

Preservação do meio ambiente

Reduzir o consumo de água e energia elétrica, otimização de materiais e uso de produtos que menos afetam a natureza são medidas que, quando tomadas, ajudam na preservação do meio ambiente.

Ainda há algumas outras tendências que podem ser adotadas, como os famosos telhados e paredes verdes, o reaproveitamento de água da chuva, gestão de resíduos, entre outros. Também pode ser uma alternativa bastante vantajosa a adoção de algum tipo de energia renovável, como painéis de energia solar ou geradores eólicos ou, até, uma solução híbrida utilizando ambas as tecnologias de forma complementar.

As tendências sustentáveis de hoje são de extrema importância para o nosso planeta e por consequência para a nossa sociedade, pois sem essa preocupação, o nosso ecossistema, já, profundamente afetado, pode entrar em colapso.

A fauna e flora da Terra são diretamente impactadas pelo desenvolvimento humano, e é dever da humanidade tratar do planeta de maneira consciente antes que haja danos irreparáveis que afetarão as nossas vidas. Uma sociedade com tendências sustentáveis poderá caminhar para um progresso mais limpo e garantir uma vida saudável para as gerações futuras.

E você, gostou do nosso artigo? Então, certamente também vai gostar de conhecer 4 tendências de tecnologia para a Segurança do Trabalho e se manter atualizado com as inovações este setor. Boa leitura!

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Acidentes de Trabalho – Entenda como o Steve conseguiu reduzi-los na sua empresa

Steve*, apesar de exercer o cargo de diretor em uma empresa e ser responsável pela segurança do trabalho do ambiente laboral, não dava a devida importância para a gestão de riscos e tampouco para a ação de prover e garantir a saúde e o bem-estar dos colaboradores, como também não contava com o auxílio de uma empresa especializada para o auxiliar nessa função. Com isso, começou a identificar um aumento relevante no número de acidentes de trabalho ocorridos na companhia.

Para endereçar esse problema, iniciou a busca de maneiras para preveni-los e, dessa forma, evitar problemas judiciais, danos físicos e psicológicos aos integrantes da equipe, prejuízos financeiros e má reputação da instituição perante o mercado, conhecendo, então, a SAFE e seus serviços.

Entenda melhor a jornada de Steve na promoção de um controle de riscos e garantia da segurança do trabalho eficiente!

Identificando as principais causas de acidentes de trabalho

Antes de iniciar um projeto eficaz de prevenção de riscos, foi necessário que Steve detectasse os principais motivos de acidentes na empresa. Durante uma análise, foram encontrados diversos pontos. Entre eles podemos destacar:

  • ausência de conhecimento de como os equipamentos funcionam;
  • não utilização do Equipamento de Proteção Individual (EPI);
  • falta de entendimento em relação à segurança no trabalho;
  • irregularidades sobre as leis trabalhistas por parte da companhia;
  • máquinas antigas e obsoletas;
  • ausência de fiscalização no ambiente laboral;
  • imprudência por parte dos funcionários;
  • excesso de horas trabalhadas, entre outros.

Conhecendo a SAFE e as soluções oferecidas

Depois de identificar as causas que geravam os acidentes de trabalho, Steve concluiu que a melhor opção era contar com o auxílio de uma empresa especializada.

Então, escolheu a SAFE para ajudar nesse processo, por ter expertise em gestão de riscos, consultoria e assessoria em saúde ocupacional, segurança do trabalho e meio ambiente, e que propõe por meio de orientações multidisciplinares, personalizadas e sustentáveis as melhores ações para atender as demandas de seus clientes.

Além disso, é uma empresa preparada física e tecnicamente para ajudar e colaborar com as organizações nessa tarefa tão primordial, qualificar pessoas e desenvolver os melhores trabalhadores. Entre os serviços oferecidos estão:

  • sistemas de gestão;
  • treinamentos de saúde ocupacional, segurança do trabalho e meio ambiente;
  • consultoria técnica;
  • gestão do sistema de saúde ocupacional entre outros.

Ações implementadas para reduzir o número de acidentes

A colaboração da SAFE foi fundamental para que Steve conseguisse elaborar as melhores práticas dentro da empresa, adotando a prevenção como a principal estratégia para evitar os riscos de acidentes de trabalho. Para isso, ele implementou diversas medidas.

Análise dos riscos

Foram considerados os seguintes fatores:

  • condições do ambiente de trabalho;
  • materiais e equipamentos utilizados para o desenvolvimento das atividades;
  • maneira como o trabalho é estruturado (processo/procedimentos);
  • laudo ergonômico, entre outros.

A finalidade foi identificar as condições que favorecem a ocorrência de acidentes de trabalho, executar o acompanhamento das mesmas e elaborar as alterações necessárias para promover qualidade de vida aos profissionais e aprimorar o ciclo produtivo.

Sinalização das áreas de perigo

O objetivo de Steve, nesse caso, foi apontar os locais perigosos para conhecimento de todos, por exemplo:

  • piso molhado ou escorregadio;
  • locais muito fechados;
  • presença de buracos;
  • exposição de fios e demais.

As saídas de emergências também devem estar em locais de fácil acesso e as sinalizações devem ser simples, lógicas e de fácil interpretação por todos.

Fiscalização do uso de EPIs

Além de fornecer e incentivar o uso de EPIs, Steve chegou à conclusão de que era preciso fiscalizar efetivamente o uso desses equipamentos, além de averiguar se estão próprios para uso e dentro do prazo de validade, detectando o momento de trocá-los ou comprar itens novos.

Treinamento dos funcionários

Outra estratégia importante para o combate os riscos de acidentes no local de trabalho promovida foi o oferecimento de treinamentos aos colaboradores antes de exercerem suas funções e reciclagem/atualização durante o tempo que permaneceram na empresa. O intuito é preparar os trabalhadores para trabalhar adequadamente, principalmente em funções que envolvam riscos maiores.

Esse treinamento deve contemplar o uso correto de EPIs, utilização das medidas de segurança, uso de kits de primeiros socorros entre outros.

Cuidado com a ergonomia

Um ambiente de trabalho ergonômico deve propiciar segurança e conforto para que os funcionários trabalhem. Isso possibilita um local saudável para que o time execute suas funções e possa se sentir motivado e produtivo.

Promoção da saúde e qualidade de vida

Com todas as informações obtidas por meio de ajuda qualificada, Steve também entendeu a importância de estar adequado às normas regulamentadoras. Nesse caso, a NR 17 versa a respeito da adaptação das condições de trabalho aos fatores psicofisiológicos dos trabalhares, com o objetivo de gerar segurança e conforto para os profissionais.

Esse é o motivo de considerar práticas que elevam o bem-estar coletivo para prevenir problemas, tendo em vista que indivíduos que passam por momentos de estresse, doenças, ansiedade e cansaço estão mais perto de descuidar e sofrer algum acidente de trabalho ou desenvolver doenças ocupacionais. Entre as medidas promovidas na empresa, podemos apontar:

  • ginástica laboral;
  • grupos de cuidados para hipertensão, diabetes, doenças crônicas, obesidade, entre outros;
  • massagens;
  • reeducação alimentar;
  • palestras de educação em saúde.

Monitoramento constante

Além de implementar todas essas medidas de prevenção aos riscos, é importante ter certeza de que todas elas estão sendo cumpridas minuciosamente para alcançar os resultados esperados. Caso contrário, é necessário realizar as devidas advertências ou aplicar as punições previstas, bem como criar uma política para a recompensa dos funcionários mais compromissados com a prevenção aos riscos de acidentes de trabalho.

Enfim, o aumento do número de acidentes de trabalho foi crucial para fazer com que Steve desse uma atenção maior ao bem-estar, qualidade de vida e proteção dos trabalhadores da empresa. A implementação de práticas eficientes só foi possível com o auxílio de uma empresa especializada como a SAFE, suas soluções oferecidas e a busca por estratégias de prevenção, criando uma empresa mais compromissada com as normas de segurança e bem vista no mercado por se preocupar com a saúde de sua equipe.

Se você também deseja ter uma empresa que garanta a segurança dos colaboradores, tornando-os mais saudáveis, engajados e produtivos, entre em contato com a gente e veja como podemos ajudar!

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* O personagem do conteúdo trata-se de uma figura meramente fictícia e ilustrativa.

Abril Verde: conheça a campanha que promove a saúde e a segurança do trabalho

O Abril Verde se tornou uma data muito importante para aqueles que se preocupam com a segurança do trabalho. Afinal, é um mês que busca sensibilizar a todos para a reflexão e elaboração de métodos de prevenção contra as doenças e os acidentes originários da execução das funções no trabalho.

A finalidade dessa data é proporcionar um tempo para que pensemos no bem-estar e em melhores condições laborais para os trabalhadores. Quer entender melhor como funciona o Abril Verde? Então, continue a leitura!

O que é o Abril Verde?

Trata-se de um programa com participação espontânea da população, criado com o intuito de elaborar uma nova cultura de redução e eliminação de acidentes no trabalho e doenças ocupacionais.

O movimento é caracterizado no calendário nacional com o laço da cor verde, que corresponde à Segurança no Trabalho. Por isso, o mês de abril deve ser celebrado como a data específica para aprimorar as relações e a proteção de todos os membros no ambiente laboral.

Como o movimento surgiu?

A Organização Internacional do Trabalho estabeleceu, em 28 de abril de 2003, o Dia Mundial da Segurança e Saúde do Trabalho, devido a um acidente grave que aconteceu em Virgínia, Estados Unidos, em 1969, provocando a morte de 78 funcionários.

Com isso, o Brasil começou a utilizar, em 2005, o mesmo dia para sinalizar o Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças Ocupacionais, por meio da Lei nº 11.121/2005. Além disso, há o dia 7 de abril, que representa o Dia Mundial da Saúde.

Por esse motivo, o mês de abril é ideal para refletirmos a respeito dos cuidados com o bem-estar, a saúde e a qualidade de vida de todos os trabalhadores. Ademais, é necessário analisar por que é importante para empresas e governos investir na segurança e na prevenção de acidentes.

Quais são os objetivos do Abril Verde?

Entre as principais finalidades do programa, estão:

  • mensurar os riscos;
  • engajar a sociedade;
  • conscientizar a população a respeito da saúde e segurança no trabalho;
  • estimular a cultura de prevenção;
  • analisar os indivíduos dentro e fora do local de trabalho;
  • refletir sobre a responsabilidade de empresas e gestores;
  • promover ações.

Qual é a importância do movimento?

Os dados disponibilizados em 2014 foram de, em media, 700 mil acidentes no ambiente laboral no país, gerando mais de 2.700 mortes e 250 mil afastamentos superiores a 15 dias. Dessa forma, é dever dos empresários e gestores conscientizar a equipe e engajá-la em relação aos objetivos do Abril Verde.

Quais estratégias podem ser implementadas pelas empresas no Abril Verde?

Ações estratégicas podem ser adotadas por qualquer companhia, independentemente do seu porte ou orçamento, já que existem diversas alternativas, por exemplo:

  • palestras;
  • debates;
  • seminários;
  • campanhas publicitárias;
  • mobilizações sociais;
  • treinamento dos funcionários sobre prevenção de acidentes e doenças.

Conseguiu entender a importância do Abril Verde? Como vimos, esse é um programa essencial para a elaboração de práticas que têm a finalidade de engajar e orientar a respeito do que deve ser feito para a promoção do bem-estar, tranquilidade e segurança dos empregados. Portanto, não deve ser deixado de lado.

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O que avaliar ao escolher uma empresa de Segurança do Trabalho em Porto Alegre?

Você já pensou em contratar uma empresa que ofereça treinamentos de segurança do trabalho em Porto Alegre? Investir em medidas de proteção é fundamental para atender à legislação trabalhista e prevenir acidentes de trabalho que trazem diversos prejuízos para os empregados e para o seu negócio.

Nesse cenário, os treinamentos se tornam essenciais para que a empresa e os empregados entendam os riscos existentes e as melhores práticas para reduzir os acidentes de trabalho, aumentando a segurança no ambiente.

Por isso mesmo, é fundamental ter o suporte de uma empresa especializada. Com conhecimento técnico e experiência na área, elas ofertam treinamentos completos para a empresa. Quer saber como escolher a parceria ideal? Continue a leitura e veja o que avaliar nesse momento!

Qualificação da equipe

O primeiro ponto a ser observado é a qualificação da equipe disponibilizada pela empresa. Os profissionais devem ser especializados em saúde e segurança do trabalho, com conhecimento e experiência na implementação das medidas previstas na lei, assim como as especificações técnicas referentes aos diferentes ramos de negócio.

Além disso, é importante que a equipe tenha conhecimentos nas diferentes áreas envolvidas na segurança do trabalho, como riscos ambientais, controle médico, gerenciamento de resíduos e outras medidas que podem ser implementadas pela empresa.

Tempo de experiência da empresa

Verifique há quanto tempo a empresa atua na área e como é a sua experiência no mercado. Nesse momento, também é necessário pesquisar a opinião de outros clientes e os cases de sucesso para entender como é o serviço prestado.

O tempo de atuação tem relação com a prática da equipe e, consequentemente, com o conhecimento que será repassado nas capacitações. Isso acontece porque a experiência dos profissionais complementa a teoria, aumentando a qualidade dos treinamentos ofertados e facilitando a identificação das medidas de segurança mais importantes para o seu negócio.

Serviços ofertados

Ao procurar um treinamento de segurança do trabalho em Porto Alegre, verifique quais são os serviços ofertados, além da lista das capacitações disponíveis. Isso demonstrará a expertise da empresa e outras possibilidades para o seu negócio.

Como existem outras medidas que devem ser adotadas pelas empresas para cumprir a legislação e aumentar a proteção de seus empregados, vale a pena contar com uma parceria que tenha condições de suprir essas necessidades.

Infraestrutura oferecida

Outro ponto que deve ser avaliado é a infraestrutura da empresa. Veja como é o ambiente de trabalho, os locais onde são ofertados os treinamentos e a disponibilidade de atendimento da equipe, para ter certeza de que eles têm a capacidade necessária para prestar o serviço proposto.

Se for possível, faça uma visita às instalações e aproveite a oportunidade para conversar sobre os objetivos da sua empresa com essa contratação e alinhar as expectativas. Dessa forma, é possível discutir as medidas disponíveis e encontrar as soluções mais adequadas para o seu negócio.

Observando todos esses fatores, a sua empresa terá mais facilidade para encontrar a melhor opção de parceria para oferecer treinamentos de segurança do trabalho em Porto Alegre.

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Doenças ocupacionais: o que é preciso saber sobre o tema?

O Brasil é o quarto país com maior índice de acidentes de trabalho. Além disso, as doenças ocupacionais também se destacam como um grande problema para a saúde pública nacional e para as empresas e trabalhadores. É por isso que saúde e segurança do trabalho são elementos tão importantes para qualquer organização, afinal, é papel de todos combater essa grave situação.

Tratando especificamente das doenças ocupacionais, é importante lembrar que elas podem ser tanto físicas quanto psicológicas. Isso porque estresse, sobrecarga, insegurança e outros elementos relacionados à organização do trabalho podem desencadear problemas mentais que afetam a vida dos trabalhadores.

Inclusive, esse tipo de transtorno está crescendo em quantidade de notificações no país, devendo ser analisado juntamente com as doenças físicas. Quer saber mais sobre doenças ocupacionais e como preveni-las na sua empresa? Então, continue a leitura e descubra!

O que são doenças ocupacionais

As doenças ocupacionais são definidas como qualquer tipo de transtorno ou problema, de ordem física ou mental, que acomete os trabalhadores. Além disso, é importante lembrar que existe uma causalidade entre a atividade realizada dentro da empresa e a doença apresentada.

Assim, elas podem ser divididas em dois principais tipos:

  • doenças profissionais: causadas pela atividade realizada pelo colaborador, como movimentos repetitivos ou exposição a agentes tóxicos, por exemplo;
  • doenças do trabalho: causadas pela situação na qual o trabalho é realizado ou organizado nas atividades da empresa, como sobrecarga, ruídos excessivos, problemas de relacionamento, entre outros.

As principais doenças ocupacionais no Brasil

Para atuar na prevenção de doenças ocupacionais é essencial que você entenda que transtornos são esses que podem acometer os seus colaboradores. Confira!

LER/DORT

Apesar de serem doenças diferentes, a LER (Lesão por Esforço Repetitivo) e a DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) estão intimamente relacionadas.

A LER é um tipo de lesão causada pela repetição de determinado movimento diversas vezes ao longo da jornada de trabalho. Ela ficou bastante conhecida por acometer muitos trabalhadores que utilizam computador para realizar as suas atividades, principalmente os funcionários de bancos. Nesse caso, há comprometimento das articulações e músculos do punho e braços, o que causa dor intensa e limitação de movimentos.

Já a DORT é uma lesão dos ossos e músculos, geralmente da coluna, causada por postura inadequada ou pelo fato do trabalhador ficar na mesma posição durante toda a jornada. Assim, LER e DORT podem aparecer juntas nos trabalhadores, uma vez que têm origem semelhante.

Logo, é importante lembrar também que, uma vez instalada, a doença não passa quando o trabalhador para de trabalhar, o que significa que ela pode acompanhar o profissional pelo resto da vida e, inclusive, levar à invalidez.

Depressão e ansiedade

A depressão e a ansiedade são dois transtornos mentais que podem ser desenvolvidos devido ao ambiente e à organização do trabalho dentro de uma empresa.

Enquanto a primeira está muito relacionada à tristeza, ausência de prazer nas atividades e perda de interesse, a ansiedade está mais ligada à preocupação excessiva, irritabilidade e, até mesmo, sintomas físicos, como taquicardia e sensação de morte iminente, mesmo sem nenhum estímulo aversivo.

Apesar de serem diferentes, essas duas doenças podem vir combinadas, o que intensifica os problemas que elas geram para o lado profissional e pessoal do trabalhador. Além disso, vale destacar que, mesmo quando desenvolvida devido ao ambiente de trabalho, depressão e ansiedade se estendem para outras situações da vida do trabalhador, inclusive momentos de lazer e relacionamentos com a família.

Assim, são dois transtornos extremamente graves, porém, difíceis de serem identificados e, inclusive, de se estabelecer o nexo com o trabalho, devido à complexidade dos sintomas. Além disso, são a segunda maior causa de adoecimento relacionado ao trabalho, perdendo apenas para a LER/DORT.

Estresse pós-traumático

Trata-se de um transtorno de ordem psicológica, muito comum entre profissionais que são expostos a situações de risco, como os seguranças, chamado TEPT — Transtorno de Estresse Pós-Traumático.

O TEPT é desencadeado por uma situação de risco real a que o trabalhador foi exposto ou, até mesmo, por uma ameaça. Existem registros, inclusive, de trabalhadores que desenvolveram por terem presenciado um acidente de trabalho ou escutado um determinado colega contar uma história sobre uma situação ameaçadora, sem nem ao menos ter vivenciado ou visto o caso.

Assim, as pessoas que desenvolvem TEPT têm sintomas como a revivência da situação repetidamente. Isso é mais forte do que uma simples lembrança, o que significa que o trabalhador, efetivamente, revive a passagem em sua mente diversas vezes por dia, desencadeando sofrimento psíquico e sintomas físicos, como falta de ar e taquicardia.

Dorsalgias

A dorsalgia se refere a um tipo de doença ocupacional que acomete a musculatura e a estrutura óssea das costas de trabalhadores. Ela também pode acometer as articulações e nervos ligados à coluna vertebral, causando dores de diferentes intensidades e constância.

Ainda, as atividades que causam, com maior frequência, esse tipo de problema são as relacionadas com a movimentação de cargas. É importante destacar que essa é a quinta maior causa de afastamento do trabalho por mais de 15 dias, sendo superada apenas por casos de fratura.

Dicas para prevenir doenças ocupacionais

Até aqui, vimos apenas algumas das doenças ocupacionais que podem ser desenvolvidas pelos colaboradores da sua empresa. Logo, o melhor remédio, como sempre, é a prevenção! Descubra agora algumas dicas importantes para investir nesse aspecto dentro do seu negócio:

  • faça um diagnóstico dos riscos relacionados ao trabalho dentro da empresa, tanto físicos quanto psicossociais;
  • dê assistência para que os colaboradores procurem ajuda no caso de sinais de qualquer doença ocupacional;
  • converse com a equipe para identificar pontos críticos, relacionados ao desenvolvimento de transtornos mentais no trabalho;
  • invista em programas de qualidade de vida e de saúde do trabalho;
  • revise as normas de saúde e segurança do trabalho, principalmente as NRs, garantindo o cumprimento de todas elas;
  • garanta a ergonomia no ambiente de trabalho;
  • conte com uma consultoria especializada para auxiliar nas ações a serem realizadas.

Agora você já sabe um pouco mais sobre o panorama das doenças ocupacionais no Brasil, quais são as principais e como iniciar o processo de prevenção. Para tanto, é essencial ter sempre a saúde e segurança do trabalho como prioridades dentro da empresa. Afinal, essa é uma responsabilidade e, inclusive, obrigação de qualquer organização.

Quer começar agora mesmo o seu programa de prevenção? Então, entre em contato com a SAFE e descubra como podemos ajudar você e seus trabalhadores!

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