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Entenda como desenvolver a cultura de segurança do trabalho na empresa

Quando você lê o termo cultura de segurança do trabalho o que vem à sua cabeça? Se você imagina diversas regras para manipular maquinário pesado, está certo, mas se pensa em palestras para toda a equipe sobre conscientização, segurança e bons hábitos no ambiente profissional, acertou também.

Vale saber que, quando falamos de cultura, seja de segurança no trabalho ou qualquer outro assunto, o termo se justifica em algo que a empresa inteira acredita, persegue e pratica. Isso quer dizer que tal postura (determinada pelos gestores, líderes ou especialistas ligados à organização) deve estar em todos os colaboradores de todos setores da organização.

Sabendo de tudo isso, já podemos partir para algumas dicas de implementação. Você está preparado? Então vamos lá!

Qual é a importância da cultura de segurança do trabalho?

Você certamente já presenciou ou ouviu falar sobre algum caso de acidente de trabalho. Muitas vezes esses infortúnios provocam danos sérios e irreversíveis ao colaborador, o que causa grande prejuízo tanto para o trabalhador quanto para a instituição.

Dessa forma, implementar ações que possam prever tais acidentes e diminuir os riscos na rotina de trabalho é sinônimo de garantia de benefícios e vantagens, como:

  • menores prejuízos;
  • diminuição de incidentes prejudiciais;
  • retenção de talentos;
  • melhora dos resultados
  • aumento da confiança dos colaboradores sobre a instituição;
  • valorização da marca e melhoria da imagem institucional, entre outros.

Como implementar a cultura de segurança na empresa?

Agora que você já sabe o que é cultura de segurança do trabalho e quais são os benefícios da implementação, já deve ter compreendido que essa mudança não está categorizada como “prioridades da organização” e sim como “valores da empresa”. Perceba: ações prioritárias podem mudar frequentemente, mas os valores são mais perenes, quase que imutáveis.

Sendo assim, quer conhecer as melhores e mais eficientes ações para desenvolver esse ativo? Sim, se bem implementada, a “Cultura da Empresa” passa a ser um ativo de altíssimo valor para a organização. Confira agora as sugestões que preparamos!

Envolver todos os colaboradores da empresa

Retornando ao ponto da introdução deste material, para que determinadas ações se encaixem no rótulo de desenvolvimento da cultura da empresa é extremamente necessário que todos que estejam ligados à organização compartilhem do mesmo entendimento e acreditem no que é necessário para vivenciar e espalhar essa cultura.

Uma boa maneira de garantir que os colaboradores se envolvam é abrir espaço para que opinem e auxiliem no processo de criação de regras de segurança. Isso provoca um sentimento de “pertencimento”, ou seja, algo que o colaborador ajudou a criar. É dele também. Além disso, você pode responsabilizar todos, esclarecendo que qualquer um da empresa poderá ser cobrado a assumir uma postura segura (desde o presidente até o colaborador mais simples).

Manter a abordagem racional

Quando o assunto é mudança de postura sobre segurança no trabalho, o ideal é que a abordagem de conscientização seja racional e matemática. Geralmente, palestras e discursos que apelam para o lado emocional (falando de família ou comentando sobre o valor da vida) são importantes, mas não são suficientes e não raras vezes não surtem os resultados esperados.

Por isso, para evitar acidentes e danos, o ideal é que, em momentos de conscientização, a liderança apresente dados, fotografias, detalhes e números aos colaboradores para, então, definir processos simples e viáveis para serem aplicados na rotina de serviço.

Garantir o comprometimento da liderança

Todos os processos da empresa precisam estar cercados da filosofia de diminuir riscos e isso também tem a ver com a responsabilidade social. As grandes empresas do mundo tem oferecido bons exemplos sobre resultados sustentáveis dentro da organização.

O compromisso dos líderes da sua empresa deve ser notado através da presença em eventos sobre o assunto, postura receptiva sobre as mudanças e, é claro, motivar os funcionários a assumirem a mesma conduta.

Agora você já está pronto para desenvolver a cultura de segurança do trabalho na sua empresa. Arregace as mangas e solicite o apoio de todos os colaboradores envolvidos na organização, como você pôde perceber, isso é muito importante!

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Segurança comportamental: o que é, como funciona e qual a sua importância?

Não há dúvida sobre os impactos negativos proporcionados pelos riscos e acidentes de trabalho, tanto para a empresa quanto para os colaboradores. Por esse motivo, é importante implementar estratégias eficientes como forma de promover a saúde, bem-estar e segurança no ambiente laboral e, dessa forma, evitar que esses problemas ocorram. Para isso, trabalhar a segurança comportamental pode ser uma ótima ideia.

Elaboramos este conteúdo para explicar do que se trata esse conceito, seus objetivos, pilares e vantagens. Acompanhe!

O que é segurança comportamental?

Trata-se de uma ferramenta na qual técnicas e planejamentos são reunidos com a finalidade de minimizar os riscos de acidentes focando nas atitudes e nos comportamentos dos indivíduos. Nesse caso, são adotados procedimentos, métodos de conscientização e alterações de comportamento de todo o time, para que objetivos e resultados positivos no ambiente laboral sejam alcançados.

É importante que a segurança comportamental esteja aliada à utilização adequada dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e cumprimento às exigências das Normas Regulamentadores de segurança do trabalho.

Quais são os principais objetivos da segurança comportamental?

Entre os principais objetivos da segurança comportamental, podemos apontar:

  • comunicação – discutir os conceitos e exercitar ferramentas para a adoção de práticas de desenvolvimento comportamental;
  • desenvolvimento – aprimorar a visão estratégica dos membros do time quanto à função dos líderes e dos responsáveis pela gestão de segurança na organização;
  • melhoria contínua – identificar os motivos de desvios que colaboram para a ocorrência de perdas nas companhias. Por exemplo, acidentes pessoais e ambientais;
  • treinamento – orientar e ressaltar a importância da promoção da cultura de segurança no local de trabalho;
  • conscientização – direcionar o trabalhador a entender os perigos e riscos das atividades exercidas, além de entender sobre certas ações que podem gerar um acidente de trabalho;
  • cultura – vivenciar o gerenciamento de segurança em todos os processos da empresa.

Quais são os pilares da segurança comportamental?

É importante que um plano de segurança comportamental efetivo seja constituído por alguns pilares, são eles:

  • análise: com o intuito de encontrar os aspectos sistêmicos que geram ações inseguras e para possibilitar que as regras de melhoria sejam eficientes;
  • feedback: para identificar e avaliar o comportamento seguro e compreender os porquês da ocorrência de ações de risco;
  • gestores: para liderar as práticas a serem aplicadas, apoiar e direcionar os processos e procedimentos;
  • propriedade: para estimular a participação de toda a equipe e criar o comprometimento com o aperfeiçoamento frequente;
  • sensibilidade: para elevar o entendimento e minimizar a resistência e falta de adaptação.

Quais são os benefícios da segurança comportamental?

A segurança comportamental pode proporcionar diversos benefícios para a organização e sua equipe de colaboradores. Veja a seguir quais são:

  • proatividade do time;
  • satisfação dos colaboradores;
  • atitudes mais assertivas;
  • engajamento e envolvimento de toda a equipe em relação às questões sobre segurança do trabalho;
  • ambiente laboral mais saudável e produtivo;
  • estabelecimento da cultura de segurança no trabalho;
  • maior atenção aos riscos e processos executados de maneira inadequada.

Agora que você já sabe o que é segurança comportamental, seus principais pontos e benefícios, uma boa dica é implementá-la na empresa e fazer com que o ambiente laboral seja um local seguro e com menos riscos de acidentes.

Achou este conteúdo interessante? Então, aproveite para curtir nossa página no Facebook e acompanhar nossas publicações sobre temas variados!

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PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos): aprenda como fazer um

Manter a segurança da equipe colaboradora deve ser um dos principais objetivos de um gestor, justamente porque isso está diretamente ligado à sua função como líder mas também aos resultados da empresa. Reconhecendo isso, a pergunta da vez é: você sabe o que é um PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)?

Trata-se de um programa bastante conhecido no mundo da segurança do trabalho por ser uma estratégia importante e que viabiliza resultados expressivos. Neste post, esclareceremos as principais dúvidas sobre o assunto. Ficou curioso? Então, continue lendo e atinja um nível de segurança maior na sua empresa!

O que é PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)?

É importante que você entenda do que se trata a estratégia para que, logo à frente, determinemos como colocá-la em prática. Por isso, vale a pena compreender que o PGR é uma série de práticas que busca prevenir acidentes de trabalho que podem afetar os funcionários, a empresa, como também, o meio ambiente e a sociedade em geral.

O objetivo do PGR é mapear e gerenciar os possíveis riscos de acidentes e de suas fontes, como as biológicas, ergonômicas, físicas e químicas — durante a execução dos serviços. Assim, um programa bem constituído visa estabelecer estratégias para prevenir os possíveis incidentes e criar protocolos para minimizar os danos de qualquer ocorrência.

Saiba quem é obrigado a fazer

Existe uma obrigação pré-determinada em adotar o PGR ligada às empresas mineradoras ou que oferecem alto risco aos colaboradores, mas vale ressaltar que qualquer gestão deveria se preocupar com essa implementação. Ainda, é necessário considerar que até ambientes inofensivos, como os escritórios, podem provocar acidentes de trabalho.

Como o PGR deve ser feito?

Agora que você já entende a importância de mapear e gerenciar riscos no ambiente profissional, deve querer saber como colocar a estratégia do PGR em prática. Pensando nisso, preparamos um passo a passo para você ter uma noção maior do que deve ser feito. Vamos lá!

Identifique os fatores de risco

Reconhecer o que pode causar dano ao trabalhador, à empresa ou ao meio ambiente é o primeiro passo. Portanto, identifique quais são as possíveis causas de acidentes, distingua as fontes de perigo — como máquinas, materiais e locais — e compreenda quais seriam os efeitos de tal eventualidade.

Resolva os pontos de perigo

Depois de perceber quais são os pontos que podem causar danos, a gestão deve partir para a prática da eliminação dos riscos. Nesse sentido, é possível utilizar a hierarquia de controles, proposta pela NIOSH (The National Institute for Occupational Safety and Health). Baseado nisso, acompanhe a lista de possíveis soluções, que segue a ordem de maior para menor efetividade:

  • elimine o risco;
  • substitua o risco;
  • isole os colaboradores do risco;
  • mude o método de trabalho;
  • proteja a equipe com EPIs.

Além de seguir a lista, a organização deve priorizar também a conscientização dos trabalhadores, proporcionando treinamentos sobre o assunto.

Acompanhe as medidas de controle

Agora que a sua empresa já protegeu os colaboradores, é hora de acompanhar as medidas tomadas e medir a efetividade das ações. É válido reforçar que o PGR não é uma ação estática, por isso, a instituição deve se atualizar constantemente, propiciando o acesso às novas tecnologias, implementando boas práticas de serviço etc.

Falando em atualizações, houve uma mudança no PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos). Desde dezembro de 2019, o programa recebe outro nome. Agora ele é GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais). Mas o objetivo desse programa se mantém: as organizações e empregadores devem identificar e atuar na prevenção de riscos ao trabalhador.

Já deu para perceber que esse é um assunto extremamente importante. Logo, você precisa saber mais sobre ele: continue o seu processo de aquisição de conhecimento e leia o nosso conteúdo que define o que é a gestão de riscos!

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Saiba quais são os riscos e limites da exposição ocupacional

É um consenso no meio corporativo que todo trabalho carrega consigo riscos: seja num canteiro de obras, num escritório ou mesmo em home office, os trabalhadores estão constantemente sujeitos à exposição ocupacional. Por isso, a gestão de riscos e a segurança do trabalho andam sempre de mãos dadas.

Neste texto, explicaremos quais os principais problemas de saúde que podem surgir da exposição ocupacional. Falaremos também como você pode se antecipar a esses perigos e tomar precauções para minimizar suas chances de ocorrência. Continue lendo para saber mais.

O que são doenças ocupacionais?

Conceituamos como doença ocupacional todo agravo de saúde associado ao ofício ou às condições de trabalho. Em termos legais, o trabalhador que desenvolve uma doença ocupacional tem os mesmos direitos que um que sofre um acidente de trabalho; daí a importância de controlar sua exposição e adotar normas de segurança adequadas.

Quais os principais riscos da exposição ocupacional?

Embora saibamos que todo trabalho tem riscos, existem diferentes graus e modalidades de perigo. Na maioria dos casos, as doenças ocupacionais variam conforme a profissão e a carga horária do trabalhador. A seguir, destacamos algumas das principais doenças que podem surgir por exposição ocupacional.

Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho

Reconhecidos pela sigla DORT, esses distúrbios ocorrem devido a condições inadequadas de trabalho como má postura e carga horária excessiva. Os principais sintomas são dores nas costas ou nas articulações, que surgem devido a inadequações no ambiente de trabalho. Também entram nessa categoria as LER (Lesões por Esforço Repetitivo), que estão associadas a movimentos recorrentes.

Câncer

A predisposição ao câncer por razões ocupacionais está frequentemente associada à exposição aos chamados “agentes carcinogênicos”. Um exemplo, que entra em destaque na mídia com frequência, é visto em trabalhadores da zona rural, que têm contato com agrotóxicos danosos à saúde. Outros casos são de trabalhadores que trabalham com radiação e na construção civil — expostos, por exemplo, ao arsênico e ao amianto.

Deficiência auditiva

Não são apenas agentes químicos ou ionizantes que entram na categoria da exposição ocupacional. Exposição ao ruído também pode trazer problemas à saúde relacionados ao trabalho, levando à surdez ocupacional.

Exemplos de indivíduos sujeitos a essa doença são operários de construção civil e trabalhadores de salões de beleza. A boa notícia é que a exposição pode ser facilmente controlada com o uso de abafadores ou protetores auriculares.

Asma ocupacional

A asma também é uma preocupação da segurança do trabalho, especialmente se há produção de pó ou resíduos: madeireiras, mineradoras e vidraçarias podem ter um ambiente propício à inalação de partículas que irritam os pulmões e podem levar à doença. Nesses casos, é fundamental o uso de equipamentos de proteção de vias aéreas, para minimizar o risco ocupacional.

Quais são os limites da exposição ocupacional?

Na prática, é impossível zerar completamente os riscos de exposição ocupacional. No entanto, contamos com medidas padronizadas que nos auxiliam a minimizá-los e garantir uma maior segurança do trabalho em diferentes contextos.

Para isso, é importante ficar atento às Normas Regulamentadoras para a área de atuação da sua empresa, em especial à NR15, que trata de “Atividades em ambientes insalubres” e que contém em seus anexos os níveis de tolerância para a exposição aos agentes químicos, físicos e biológicos. Além de garantirem um ambiente de trabalho mais seguro, as NRs também resguardam a companhia em casos de processos judiciais por possíveis adoecimentos. Além disso, auditorias internas e externas frequentemente se embasam nelas para certificar a segurança da empresa.

A exposição ocupacional é um risco inerente ao trabalho, presente em todas as empresas. Felizmente, contamos com métodos padronizados e cientificamente comprovados para minimizar essa exposição e garantir a segurança dos funcionários. Se adequar a essas normas é fundamental para se manter dentro da lei e comandar seus serviços com segurança.

Se você também se preocupa com a exposição ocupacional, uma análise preliminar de risco é o primeiro passo para garantir a sua segurança. Saiba mais sobre ela e previna-se contra esse problema!

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O que são os riscos biológicos e como preveni-los? Descubra aqui!

Você já ouviu falar de riscos biológicos? Esse é um assunto de interesse de qualquer gestor ou colaborador principalmente das áreas da saúde, agricultura ou mineração. A SAFE também se preocupa com a segurança da sua equipe, por isso, vamos conversar sobre tais riscos neste post.

Entender do que se trata e descobrir como proteger os trabalhadores é essencial para desenvolver medidas de segurança eficazes. Que tal iniciar agora essa jornada de informação e conhecimento? Acompanhe a leitura e entenda mais sobre os riscos biológicos!

Entendendo mais sobre os riscos ambientais: o que são riscos físicos e químicos?

É possível que, quando você pense em riscos ocupacionais, logo venha à cabeça as imagens de acidentes com equipamentos ou algo relacionado à ergonomia do colaborador. Por isso é necessário entender do que estamos falando quando a pauta é “riscos ocupacionais ambientais”.

Nessa categoria está, além dos riscos biológicos, os riscos físicos e químicos. Você sabe o que cada um deles significa? Veja uma rápida definição desses riscos que, caso se transformem em acidentes, podem afetar os seus colaboradores:

  • riscos químicos: qualquer substância, produto ou composto que possa ingressar no organismo do trabalhador pelas vias respiratórias, pele ou por meio de ingestão;
  • riscos físicos: qualquer exposição de energia que possa danificar ou prejudicar o colaborador (ruído, calor, pressão, frio, umidade etc.).

O que são riscos biológicos?

Se você deseja entender o que é um risco biológico é necessário reconhecer o que são os microrganismos. Esses indivíduos são categorizados como microscópicos ou ultramicroscópicos e denominam o grupo das bactérias, cianofíceas, fungos, protozoários e vírus.

Sabendo disso, é fácil definir os riscos biológicos que podem afetar os colaboradores da sua organização: entram nessa categoria qualquer um dos microrganismos que possa afetar a saúde ou integridade de uma pessoa. Independentemente do nível da ameaça (leve, moderada ou grave) ou da forma de acesso (direta ou indireta).

Como prevenir a sua equipe dos riscos biológicos?

Agora que você já sabe o que são os riscos biológicos que podem afetar a sua equipe, vamos citar algumas práticas recomendadas para proteger os trabalhadores ligados à sua organização. Veja agora!

Higienização das mãos

Nessa onda de COVID-19, há muitas campanhas circulando sobre o poder da higienização das mãos. Vale saber que esse é o ponto mais estratégico e eficaz para diminuir os casos de contaminação biológica, seja pelo coronavírus ou qualquer outro risco (outro vírus, bactérias, protozoários etc.).

Correto descarte de resíduos

Principalmente em ambientes hospitalares ou laboratoriais, é necessário que haja um grande cuidado com o manejo de resíduos ou instrumentos infectados (luvas, seringas com agulhas, misturas com fluidos contaminados etc.). Instruir os trabalhadores para que haja o descarte adequado deve ser também uma preocupação dos gestores da instituição.

Utilização de EPIs

Segundo a Portaria nº 3.214/78, é obrigação do empregador disponibilizar gratuitamente os equipamentos de proteção individual (EPIs) aos trabalhadores. Veja a lista de EPIs básicos ligados à proteção aos riscos biológicos:

  • máscara;
  • avental;
  • luva;
  • óculos;
  • sapatos fechados.

A quantidade de riscos biológicos que estamos expostos é enorme, mas ao implementar as boas práticas apresentados neste material, os trabalhadores do seu negócio estarão bem mais protegidos de qualquer tipo de contaminação. Outra boa forma de manter tais situações sob controle, é contar com uma empresa especializada em gestão de riscos.

A SAFE trabalha nesse setor e está constantemente viabilizando novas soluções para garantir a integridade física dos colaboradores. Ficou interessado? Então entre em contato com a nossa equipe e descubra como podemos ajudar!

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Entenda o papel da segurança e saúde no trabalho na pandemia

Segurança e saúde no trabalho são tendências não só no ramo corporativo e em instituições públicas, mas também em toda a sociedade. O bem-estar e a qualidade de vida do colaborador são cada vez mais relevantes, inclusive, para o seu desempenho, afetando diretamente sua satisfação com o ambiente laboral.

Além de interferirem no clima organizacional e na produtividade, esses temas ganharam novas perspectivas com a pandemia da COVID-19 e a necessidade de distanciamento social para reduzir o contágio.

Continue a leitura e entenda como proteger seus colaboradores e promover o bem-estar deles nesse momento tão delicado. Há sérios desafios, enfrentados em escala global, que requerem a atenção de gestores do mundo todo.

A importância da segurança e saúde no trabalho em tempos de coronavírus

Embora lojas, fábricas, centros de distribuição e escritórios tenham se esvaziado parcial ou totalmente, segurança e saúde no trabalho são agora mais do que nunca um dos principais focos de atuação das organizações da iniciativa pública e privada.

Por isso, os governos federal, estadual e municipal, além dos conselhos de saúde, já emitiram posicionamento orientando os gestores. As disposições envolvem a suspensão de exames ocupacionais e de treinamentos periódicos obrigatórios por NRs durante o período de calamidade pública, o que implica na necessidade de maior atenção e cuidado com a saúde ocupacional e a prevenção de acidentes. Sem falar da necessidade de interrupção de eventos corporativos.

Segurança e saúde no trabalho são importantes não apenas para manter a equipe saudável e protegida do coronavírus enquanto há o distanciamento social. Sua promoção também dita o ritmo pelo qual o funcionamento de lojas, fábricas, centros de distribuição e escritórios voltará ao normal e o impacto econômico nesses empreendimentos.

Como promover segurança e saúde no ambiente de trabalho

Boas práticas têm sido adotadas em todo o Brasil, tais como a implementação da telemedicina gratuita para os colaboradores, a fim de evitar o deslocamento à unidade de saúde e eventual exposição desnecessária à COVID-19.

É importante ressaltar que no parecer n. 8/2020 do processo consulta n. 12/2020 de 21 de maio de 2020, do CFM (Conselho Federal de Medicina), fica claro que “é vedado realizar exames médicos ocupacionais com recursos de telemedicina sem proceder o exame clínico direto no trabalhador”.

Na sequência, elencamos outras medidas das empresas nesse contexto de pandemia.

Cuidados especiais com os idosos e pessoas com comorbidades

Quem está no grupo de risco requer atenção especial. Sendo assim, é cabível afastar essas pessoas do ambiente de trabalho para que elas não fiquem em contato direto com possíveis transmissores, uma vez que as consequências desse contágio podem ser muito mais graves.

Reduzir as chances de contaminação viabilizando o “home office“, por exemplo, é uma ótima forma de manter esses funcionários ativos e produtivos, mesmo fora do escritório. Por isso, é necessário revisar os exames admissionais/periódicos e levantar quem tem comorbidade, para estabelecer e implementar um procedimento especial para esses colaboradores.

Criação de comitês específicos para o momento de crise

Planos de contingenciamento e o estabelecimento de protocolos especiais são necessários em momentos críticos, como o de pandemia da COVID-19, a fim de mitigar riscos e manter a segurança e saúde no trabalho. Logo é uma boa medida criar grupos com finalidades específicas, com funções como analisar as diretrizes do governo e dos conselhos de saúde para implementar ações pontuais.

Um comitê analisando dados para a reabertura de loja e outro regendo e monitorando por vídeo a utilização dos EPIs nos centros de distribuição, por exemplo. Ainda, é possível formar equipes para avaliação de viagens corporativas em tempos de crise, forma de evitar deslocamentos desnecessários e gerir com inteligência as finanças do negócio.

Higienização e descontaminação das áreas

Criar procedimentos desse tipo é essencial em momento de pandemia com um vírus se espalhando vertiginosamente no mundo todo. O uso de álcool em gel e máscara, entre outros elementos, virou questão de segurança e sua importância precisa ser recorrentemente reafirmada para serem inseridos na rotina dos colaboradores.

A norma técnica do Ministério do Trabalho no cenário da pandemia

O MTE (Ministério do Trabalho) publicou disposição classificando o grau de risco à exposição à COVID-19 de algumas profissões — informações que norteiam como os empregadores devem agir de modo a promover a segurança e saúde no trabalho. Confira um quadro geral sobre essas categorias:

  • risco muito alto de exposição: médicos, enfermeiros e dentistas;
  • risco alto de exposição: fornecedores de insumos de saúde, motoristas de ambulância e quem prepara corpos para enterro ou cremação;
  • risco mediano de exposição: pessoas em contatos com grandes grupos (em escolas e grandes lojas de varejo);
  • risco baixo de exposição: profissionais em contato mínimo com o público.

Por fim, mantenha-se atualizado sobre as resoluções do governo e dos conselhos de saúde para adotar as melhores práticas de segurança e saúde no trabalho na sua empresa. Além de promover bem-estar e qualidade de vida, sua ação evita gastos com licenças e afastamentos, uso inteligente dos recursos que faz a diferença nesse momento de crise.

Gostou do assunto? Então, não deixe de conferir nosso post sobre a preparação adequada do local de trabalho nesse contexto de coronavírus.

A criação de protocolos eficazes e seguros para endereçar esse momento não é algo simples e é extremamente importante. Nós da SAFE, sabemos como fazer isso. Temos o conhecimento, os profissionais e a experiência necessária. Caso você tenha interesse entre em contato conosco. Para isso basta clicar aqui.

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Entenda o que é PCMSO e sua importância

Toda empresa deve zelar pela saúde e pelo bem-estar dos seus colaboradores, de modo que eles tenham a melhor proteção possível contra os riscos relacionados à atividade laboral que desempenham. Para que isso ocorra, a organização precisa cumprir as normas estabelecidas pelo Ministério do Trabalho.

Uma dessas normas estabelece a obrigatoriedade da implementação do PCMSO. Trata-se de uma medida adotada com o intuito de monitorar a saúde dos funcionários e propiciar qualidade de vida no ambiente laboral.

Pensando nisso, elaboramos este post para você entender o que é o PCMSO e como ele é importante para a saúde dos colaboradores. Boa leitura!

O que é o PCMSO e quais são os seus benefícios?

O Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) tornou-se obrigatório pela Norma Regulamentadora NR 7, do Ministério do Trabalho e do Emprego, a partir de 1978.

Esse programa é importante para as empresas porque torna possível o monitoramento da saúde dos trabalhadores. Devido à obrigatoriedade do cumprimento de procedimentos e do uso de equipamentos de proteção, é possível, por exemplo, prevenir o surgimento de doenças que podem causar invalidez por ocasião das atividades exercidas.

Além disso, é possível acompanhar eventuais danos ou patologias já existentes e detectar riscos de doenças devido a uma predisposição do indivíduo, principalmente em relação ao trabalho.

Para os funcionários, essa é mais uma proteção à sua saúde e um amparo legal. Com isso, o trabalhador sabe que os riscos laborais são avaliados e minimizados pelo fornecimento de equipamentos de segurança e pelas melhorias em processos oriundas das análises periódicas a partir dos dados extraídos do monitoramento que fazem parte dos relatórios periódicos. Entre os principais benefícios do PCMSO estão:

É importante ressaltar que a NR 7 sofreu uma grande alteração, sendo que o novo texto passará a vigorar em março de 2021. Todas as modificações realizadas foram pensadas com o intuito de alinhar as exigências ao foco principal da norma , que é a saúde ocupacional dos funcionários, por exemplo:

  • atualização do quadro I que versa sobre os padrões para acompanhamento biológico e exposição de agentes químicos;
  • outros exames complementares, além dos já definidos na lei podem ser realizados.

Por este motivo, é preciso estar atento às principais mudanças , já que poderão fazer parte de uma nova publicação no futuro.

Como esse programa funciona?

Depois de entender o que é o PCMSO, é preciso saber como ele funciona. O programa torna obrigatório a realização de exames médicos que serão coordenados por profissionais especializados em Medicina do Trabalho.

Entre os exames obrigatórios estabelecidos pela NR7 estão:

  • exame admissional, para novas contratações;
  • exames periódicos, que dependem do tipo de atividade;
  • exames de retorno ao trabalho, para funcionários que estavam em período de licença;
  • exame de mudança de função;
  • exame demissional.

Cabe ao empregador garantir que o PCMSO seja implementado de forma eficaz, além de custear todos os procedimentos aos quais os trabalhadores tenham que ser submetidos.

Além disso, ele precisa indicar um médico do trabalho para ser o coordenador do programa, seja ele membro da empresa ou não. Caso não haja um especialista na localidade, o empregador deverá indicar um médico de outra especialidade para coordenar o PCMSO.

A partir de quantos colaboradores é necessário ter o PCMSO?

Todos os empregadores que possuem funcionários contratados devem elaborar o PCMSO, tendo em vista essa ser uma responsabilidade obrigatória, e não facultativa, já que na NR 7 não há nenhuma disposição que limita a quantia de colaboradores para que a prática se torne uma obrigatoriedade.

Por que levá-lo em consideração?

A corporação deve, de acordo com o estabelecido, apresentar um relatório anual do PCMSO com informações sobre o número de exames realizados e a natureza deles, de acordo com os setores da empresa. Esse documento é elaborado pelo coordenador do programa.

É preciso tomar cuidado para que todas as exigências do PCMSO sejam realizadas nos prazos estabelecidos, evitando a ocorrência de passivos trabalhistas em decorrência da irresponsabilidade com a saúde dos funcionários.

O PCMSO é muito importante para, de forma prévia, identificar e rastrear qualquer situação que possa afetar a saúde da equipe de trabalho, gerar uma facilidade maior na detecção de possíveis danos, além de dar todo o suporte necessário ao médico do trabalho na tomada de decisões

Como aplicar o PCMSO na empresa?

Entre as principais estratégias para que o PCMSO seja implementado de forma eficiente estão:

  • propiciar a análise do ambiente de trabalho por um médico especializado, que averigue as condições de ventilação, ergonomia, iluminação, temperatura, exposição a riscos etc;
  • caso algum risco prejudicial à saúde dos funcionários seja detectado, o médico precisa orientar sobre as condutas necessárias para gerar melhorias;
  • elaborar treinamentos e palestras relacionadas à saúde e prevenção de riscos, com a finalidade de estimular a conscientização de toda equipe, o uso de equipamentos de proteção de segurança individual e coletiva e ações importantes em situações de emergências;
  • motivar os colaboradores para que os procedimentos de segurança sejam seguidos à risca.

É necessário ter algum documento para corroborar a existência do PCMSO?

Para comprovar a implementação do PCMSO é preciso elaborar um documento com base nos riscos à saúde e segurança dos empregados e a descrição de todas as exigências do programa. É importante ressaltar que sua emissão deve ser realizada todos os anos, estabelecendo o prazo de vigor e a elaboração das próprias diretrizes da empresa.

Apesar de o documento ter o prazo de validade de 1 ano, a NR 7 determina o prazo adequado de armazenamento do documento, que é o tempo mínimo de 20 anos após o desligamento do colaborador.

Quais são as consequências para o empregador que não cria o PCMSO?

Como já foi dito, o PCMSO é obrigatório para todos os empregadores, independentemente do número de funcionários contratados na organização.

Quando o empregador não elabora o PCMSO conforme exigem as normas, a companhia fica sujeita à autuação do Ministério do Trabalho e Emprego. A multa é estipulada pela NR 28, em unidades fiscais de referência (Ufir), que varia de acordo com o número de trabalhadores, além da reincidência.

Além disso, a instituição também pode ser cobrada no âmbito judicial, tendo em vista que ações podem ser ajuizadas por empregados que tenham desenvolvido algum tipo de doença ocupacional. Dessa forma, caso a relação entre as atividades exercidas no trabalho e a doença ocupacional sejam comprovadas, ou no acontecimento de algum acidente, o empresário e demais responsáveis também podem ser responsabilizados na esfera criminal, dependendo do tipo de situação.

Saber o que é o PCMSO é muito importante para que as empresas operem dentro da legalidade e se destaquem no mercado pela sua preocupação com os funcionários. Por isso, invista em conhecer todas as exigências do programa, implementá-lo de forma eficiente e contar com profissionais capacitados para orientações sobres as ações e estratégias.

Conseguiu esclarecer suas dúvidas sobre o assunto? Então, aproveite para compartilhar este artigo agora mesmo em suas redes sociais e, dessa forma, ajudar sua rede de contatos a entender um pouco mais sobre o tema!

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Qual a relação entre a indústria 4.0 e o meio ambiente?

Uma das maiores preocupações da sociedade é o uso consciente dos recursos naturais, principalmente nas empresas que agora têm foco também no desenvolvimento sustentável. Esse conceito tem aumentado com o avanço da quarta revolução industrial, em que a indústria 4.0 e o meio ambiente precisam caminhar na mesma direção.

A indústria 4.0 tem como objetivo o uso do sistemas de informatização e mecatrônica para modernizar ainda mais os processos produtivos. Com a inovação e ambientes inteligentes, além de se adequar às necessidades dos clientes, progressivamente atende os princípios da sustentabilidade.

Quer saber como tudo isso acontece? Então, continue lendo e entenda o conceito de indústria 4.0 e sua relação com o meio ambiente.

Qual o conceito da indústria 4.0?

O conceito de indústria 4.0 ou quarta revolução industrial surgiu na Alemanha e se caracteriza por um conjunto de inovações tecnológicas criadas para permitir a fusão do mundo digital, físico e biológico. O intuito é gerar melhores resultados para as empresas e facilitar os processos industriais.

Na indústria 4.0 pessoas, sistemas e máquinas estão melhor integrados, possibilitando um processo de produção muito mais ágil e inteligente, ao mesmo tempo, ele é sustentável e econômico. Assim a empresa consegue produzir mais com um custo menor e mantendo a qualidade.

Qual a relação entre a indústria 4.0 e o meio ambiente?

Devido à indústria 4.0 fazer o uso de inovações e recursos tecnológicos, é necessário que as empresas tenham uma política sustentável.

Desse modo, há uma relação direta com os efeitos e impactos dos processos industriais no meio ambiente e em toda a cadeia produtiva, especialmente pelo fato de que a implementação de novas tecnologias auxilia na redução de desperdícios e na otimização do uso dos recursos naturais.

Por meio de Big Data, por exemplo, analisamos um grande volume de informações e, com isso, é possível desenvolver soluções e avanços com maior impacto e benefício. É dessa forma que construímos cidades inteligentes, e esse mesmo princípio pode ser adotado na indústria para que ela se torne mais sustentável.

Já a Internet das Coisas (IoT) conecta máquinas e equipamentos a uma rede, sendo controlados por um sistema. Além de promover a economia de energia e recursos, é possível associar à inteligência artificial para que a máquina tome decisões e encontre as melhores soluções para endereçar problemas e otimizar processos.

Em conjunto com o Big Data e a IoT, podemos desenvolver o Sistema Cibernético-Físico (CPS), que conecta as operações físicas às infraestruturas de comunicação e computação, com foco na rede contendo vários dispositivos.

Esses e outros recursos tornam os ambientes de manufatura auto-ajustáveis e flexíveis, para atender a demanda de produtos cada vez mais customizados. Porém, promove a economia de recursos e o melhor aproveitamento deles, atuando com sustentabilidade.

Quais são as soluções sustentáveis na indústria 4.0?

O acompanhamento dos dados gerados pelos sistemas fabris a partir de sensores instalados, possibilita monitorar todo o processo produtivo. A partir da análise desses dados, direcionamos para a melhor tomada de decisão. Alguns benefícios dessas práticas são:

  • redução de custos;
  • diagnóstico em tempo real;
  • design mais inteligente;
  • integração e otimização dos processos;
  • flexibilização da produção.

Como a indústria 4.0 pode impactar a gestão de resíduos das empresas?

A indústria 4.0 e o meio ambiente trabalham em conjunto, uma vez que o surgimento da organização inteligente impacta de forma direta a gestão de resíduos.

Esse novo conceito minimiza a produção de resíduos sólidos, recicla as sobras e usa de maneira racional as matérias-primas, adotando cada vez mais os princípios da sustentabilidade para atingir o alto desempenho.

Quais os benefícios que a indústria 4.0 pode trazer para as empresas?

Além de as indústrias se tornarem mais produtivas e competitivas, as inovações trazem diversos benefícios em relação aos impactos ambientais, como:

  • economia de energia;
  • conservação ambiental;
  • redução do uso de matéria-prima;
  • produção com sustentabilidade;
  • fim do desperdício;
  • reciclagem de resíduos.

As empresas brasileiras que se adaptam à indústria 4.0 e implementam estratégias tendem a impulsionar o aparecimento e avanço de fábricas inteligentes e sustentáveis. Um dos exemplos é a montadora Volkswagen, que se aperfeiçoou ao aderir a esse conceito.

A Volkswagen, inaugurou na fábrica de São Bernardo do Campo, SP, um laboratório de inteligência virtual, tendo como foco os processos produtivos. Assim, o desenvolvimento de protótipos veiculares tornou-se mais eficiente.

Para se aprimorar e manter no mercado, as empresas devem estar preparadas para aderir ao que está estabelecido no novo conceito industrial. Uma organização inteligente precisa automatizar processos, mas também gerenciar de maneira adequada os recursos e por conseguinte os resíduos. Com a implementação da indústria 4.0, é possível ter melhores resultados e garantir a preservação do planeta. O meio ambiente agradece.

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Conheça 20 das principais siglas da segurança do trabalho e saúde ocupacional

A segurança do trabalho é um conjunto de ações e medidas adotadas com o intuito de minimizar a ocorrência de acidentes e doenças ocupacionais, proporcionando proteção e integridade ao trabalhador no ambiente laboral.

Ela atua de diversas formas dentro da empresa, sempre buscando adequar o ambiente ocupacional ao colaborador. Para isso, são elaboradas ações administrativas, médicas e técnicas.

Conheça, neste post, importantes siglas da segurança do trabalho e saúde ocupacional e entenda como elas funcionam na prática. Boa leitura!

Entenda por que é relevante conhecer as siglas de segurança do trabalho

Quando falamos de segurança do trabalho, não estamos nos referindo apenas às leis e normas que regulamentam a forma como as companhias trabalham. Estamos também tratando de meios para que a sua empresa gere mais qualidade de vida aos trabalhadores e tenha um desenvolvimento propício.

Isso reflete em maior comprometimento dos colaboradores e estabelecimento de uma relação de confiança entre as partes. Por isso, conhecer todos os termos dessa área é tão relevante para os empresários.

Ao conhecer as siglas sobre a segurança do trabalho, evita-se a falta de entendimento ao ser abordado por um assunto que envolva alguma delas. Também é possível evitar a falta de compreensão sobre o que fazer na empresa, de modo que tudo seja realizado em conformidade com as normas, livrando a companhia de multas.

20 siglas de segurança do trabalho que você precisa conhecer

A seguir, apresentaremos algumas das principais siglas presentes na legislação e em textos sobre a segurança do trabalho. Confira!

1. NRs (Normas Regulamentadoras)

Trata-se de uma série de regulamentos e requisitos relacionados à segurança e à medicina do trabalho. As NRs são obrigatórias para empresas privadas e públicas, bem como para órgãos governamentais que empreguem profissionais regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

No ano de 1978, graças à Portaria nº 3.214, foram aprovadas 28 normas. Porém, atualmente, há 37 NRs aprovadas e sancionadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

2. CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes)

A CIPA trata-se de uma comissão paritária, formada por representantes dos colaboradores (eleitos por voto secreto) e dos empregadores (nomeados pelo empregador), que atua na promoção da saúde e da segurança de todas as pessoas que trabalham e circulam nas dependências da empresa.

A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes é instituída pela NR 5. Essa regulamentação determina que todas as organizações com uma equipe de mais de 20 profissionais devem ter a CIPA, independentemente do nível de risco que a empresa ofereça ao trabalhador.

Os negócios que apresentam menos de 20 funcionários precisam designar um responsável para cumprir os critérios devidos da CIPA, o que abrange também a CLT.

Obrigações da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

Além de elaborar e acompanhar ações efetivas para garantir condições seguras de trabalho, uma das principais tarefas da CIPA é promover a Semana Interna de Prevenção de Acidentes (SIPAT), além de realizar treinamentos a fim de conscientizar e orientar os colaboradores em relação à prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. Ainda, deve difundir e atualizar toda a organização sobre mudanças referentes aos assuntos segurança laboral e saúde ocupacional.

3. AET (Análise Ergonômica do Trabalho)

A AET permite observar, identificar, rastrear e avaliar corretamente os procedimentos e equipamentos utilizados pelos colaboradores no local de trabalho.

Para isso, são analisados os riscos ergonômicos existentes nos diversos equipamentos e máquinas, na realização das tarefas e na maneira como elas são executadas. Também se avalia o ambiente laboral em si, averiguando os níveis de ruído, temperatura, luminosidade e outros aspectos que podem prejudicar ou até causar doenças nos colaboradores.

Vale citar que a Análise Ergonômica do Trabalho faz parte da NR 17 do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), que define critérios para a adequação das obrigações laborais às qualidades psicofisiológicas dos funcionários. Dessa forma, proporciona mais conforto, segurança e desempenho eficiente das atividades.

4. EPI (Equipamento de Proteção Individual)

Estabelecido pela NR 6, EPI é todo produto ou acessório de uso individual que tem como função tentar garantir a proteção contra acidentes capazes de impactar a segurança e a saúde do colaborador no ambiente de trabalho. Conheça, abaixo, os tipos de EPIs mais comuns nas empresas:

  • capacete;
  • óculos;
  • luvas;
  • mangas;
  • protetor facial;
  • protetor auricular;
  • respirador;
  • calçados;
  • macacão;
  • avental;
  • proteção do tronco;
  • cinturão, entre outros.

5. EPC (Equipamento de Proteção Coletiva)

EPCs podem ser itens fixos ou móveis, inseridos no ambiente de trabalho para a segurança coletiva de toda a organização. Entre os principais equipamentos, estão:

  • cones;
  • fitas e placas de sinalização;
  • plataformas;
  • linhas de vida;
  • alarmes;
  • dispositivos de bloqueio;
  • barreiras contra radiação;
  • corrimão;
  • exaustores, entre outros.

Uma das vantagens dos Equipamentos de Proteção Coletiva é que, por serem bem posicionados, são mais eficientes e não incomodam os colaboradores. Outro aspecto importante é que os EPCs também resguardam a integridade física de terceiros presentes na empresa, como visitantes e funcionários de outros departamentos.

6. ASO (​Atestado de Saúde Ocupacional)

O Atestado de Saúde Ocupacional é um documento regulamentado pela NR 7 que serve para comprovar a aptidão ou a inaptidão de um profissional para realizar uma determinada tarefa. Ele é emitido por um médico do trabalho, logo após examinar o candidato à vaga. Os ASOs mais comuns são:

  • periódico;
  • retorno ao trabalho;
  • mudança de função;
  • admissional;
  • demissional.

São emitidas duas vias, uma para o colaborador examinado e outra que é arquivada na empresa, podendo servir para fins de auditoria/fiscalização posteriormente.

Importância do ASO

O Atestado de Saúde Ocupacional é essencial para garantir que o profissional esteja apto a executar as funções para as quais ele está sendo contratado, além de identificar possíveis enfermidades logo no início, evitando problemas crônicos.

O documento também traz uma descrição de saúde detalhada do profissional, devido aos exames periódicos, mantendo tanto a empresa quanto o funcionário cientes dos procedimentos médicos realizados, debilidades ou doenças que possam aparecer no futuro.

7. LER (Lesão por Esforço Repetitivo)

É uma espécie de disfunção que pode aparecer no sistema nervoso ou no sistema muscular e esquelético. Ela pode se originar de diversas causas relacionadas às funções desempenhadas pelo colaborador. Os exemplos mais comuns são esforços ou tarefas repetitivas, bem como posições corporais desconfortáveis por muito tempo.

8. FAP (Fator Acidentário de Prevenção)

Segundo a Secretaria de Previdência, o Fator Acidentário de Prevenção é um multiplicador, atualmente calculado por estabelecimento, que varia de 0,5000 a 2,0000, a ser aplicado sobre as alíquotas de 1%, 2% ou 3% da tarifação coletiva por subclasse econômica, incidentes sobre a folha de salários das empresas para custear aposentadorias especiais e benefícios decorrentes de acidentes de trabalho (GILRAT — Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa Decorrente dos Riscos do Ambiente de Trabalho).

O FAP surgiu por meio da Lei 10.666, de 2003, porém, em 2010, foi normalizado pelo Regulamento da Previdência Social (Decreto 7.331/2010).

O que é considerado nos cálculos do FAP

O Fator Acidentário de Prevenção varia anualmente. Seu cálculo é feito conforme o desempenho da organização nos últimos dois anos. Pela metodologia do FAP, as empresas que registrarem maior número de acidentes ou doenças ocupacionais pagam mais. Por outro lado, o FAP aumenta a bonificação das empresas que registram acidentalidade menor. No caso de nenhum evento de acidente de trabalho, a organização é bonificada com a redução de 50% da alíquota. Entre os índices utilizados pela Previdência para calcular o FAP, estão:

  • comprovativos de concessão de benefícios acidentários;
  • expectativa de vida do brasileiro;
  • informações dos colaboradores registrados no Cadastro Nacional de Informação Social (CNIS) do MPS;
  • declarações dos Comunicados de Acidentes de Trabalho (CATs).

9. PPRA (Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais)

O PPRA é uma das siglas de segurança do trabalho mais conhecidas. Ele é um programa obrigatório que faz parte da legislação trabalhista elaborada ainda na década de 90, mas hoje é regulamentado pela NR 9. O programa busca transformar o ambiente de trabalho em um espaço mais seguro para qualquer colaborador, levando em conta que os ambientes laborais podem ser muito diferentes.

Afinal, de escritórios tranquilos a indústrias em que os colaboradores devem lidar com diversos modelos de maquinário, há riscos à saúde e até mesmo à vida.

10. PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional)

A lei que trata do PCMSO foi criada no início dos anos 90. Dentro das normas regulamentadoras de saúde e segurança do trabalho, ela faz parte da NR 07, tendo como objetivo a promoção e a preservação da saúde do conjunto dos trabalhadores de uma empresa.

Será tratada como prevenção qualquer informação coletada por meio dos exames periódicos que integram o PCMSO e que mostrem a chance de risco para algum funcionário, de tal forma que a organização se envolva na saúde dos seus colaboradores, a fim de apoiá-los no caso de alguma necessidade ligada a seu estado de saúde.

11. LTCAT (Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho)

O LTCAT é um documento criado pela Previdência Social, e não pelo Ministério do Trabalho. Como o próprio nome já diz, esse é um laudo técnico muito importante que tem a finalidade de atestar se há ou não agentes nocivos presentes no ambiente de trabalho, concluindo se existe chance de uma aposentadoria especial ou não.

12. SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho)

SESMT é um grupo de profissionais (engenheiros, médicos, enfermeiros e técnicos) que fica dentro das organizações para proteger a integridade física dos funcionários. Ele foi criado devido ao aumento de acidentes que os colaboradores sofriam no local de trabalho.

Porém, ele também tem a função de alertar e dar instruções para os trabalhadores sobre o aparecimento de novas patologias e informações sobre alguma enfermidade. Também deve impedir que acidentes de trabalho menores ocorram e prejudiquem a organização.

13. PPR (Programa de Proteção Respiratória)

Algumas atividades desenvolvidas na empresa podem emitir partículas que oferecem riscos à saúde dos profissionais, caso sejam inaladas. O Programa de Proteção Respiratória trata exatamente disso. Ele nada mais é que um conjunto de procedimentos que devem ser utilizados, a fim de preservar a saúde da equipe nesse cenário.

Normalmente, os principais riscos respiratórios são partículas de elementos tóxicos ou de poeira, como carvão e fumo metálico. Assim, caso haja algum risco para a saúde do colaborador nesse aspecto, é primordial criar e implementar o PPR na organização.

14. PPAADs (Programas de Prevenção ao Abuso de Álcool e Drogas)

Esses programas são utilizados por organizações que querem evitar o consumo de substâncias psicoativas em situações profissionais, além de reconhecer e interferir de forma precoce em casos de risco. Eles também têm o objetivo de ajudar no tratamento da dependência química e levar informação aos funcionários.

Consequentemente, é possível diminuir acidentes de trabalho, reduzir o custeio de saúde e otimizar a imagem da empresa no mercado, desenvolvendo e implementando um PPAAD.

15. RAT (Risco Ambiental do Trabalho)

Essa é a nova denominação para o SAT (Seguro Acidente do Trabalho). É um tipo de contribuição previdenciária que o empregador paga para cobrir os custos da Previdência com colaboradores vítimas de doenças ocupacionais ou acidentes de trabalho. O seu intuito é onerar mais e empresa que explora atividades de maior risco à integridade física e à saúde do colaborador.

O RAT é uma medida de justiça tributária: deverá também contribuir com uma alíquota maior, para custear o pagamento desses benefícios, o empregador que mais onera a Previdência Social pela concessão de aposentadoria por invalidez, auxílio-doença e aposentadoria especial.

16. PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)

O PGR é um programa que tem como finalidade principal a identificação e a análise das atividades da companhia, para evitar que aconteçam acidentes ambientais.

Para isso, o dia a dia empresarial é monitorado e, dessa forma, consegue-se prevenir os acidentes que poderiam causar danos aos colaboradores, à população em geral e à natureza.

17. PCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho)

Regulamentado pela NR 18, o PCMAT é um programa que estabelece alguns procedimentos para que sejam tomadas medidas preventivas e de controle no meio ambiente de trabalho.

Trata-se de um programa que é exclusivo da indústria da construção civil.

18. SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho)

Já citada anteriormente, a SIPAT é uma semana em que a empresa se dedica a fazer eventos para a prevenção de acidentes de trabalho.

São convidados palestrantes das mais diversas áreas, como médicos, especialistas em segurança do trabalho, engenheiros, entre outros, para ministrar aulas e atividades educativas com os trabalhadores.

19. PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário)

O PPP nada mais é do que um formulário, cujos campos precisam ser preenchidos com informações sobre os colaboradores.

Entre as informações que fazem parte do formulário, temos os itens aos quais o colaborador está exposto ao realizar o seu trabalho, como agentes químicos.

20. APR (Análise Preliminar de Risco)

Essencialmente, a APR consiste em um estudo prévio e detalhado acerca das etapas de realização de determinada atividade ou de um processo, com vista à identificação de eventuais riscos envolvidos no trabalho e das medidas mais adequadas para prevenção de acidentes.

Como a APR tem finalidade preventiva, ela deve ser realizada no início de um projeto de uma nova tarefa ou na implementação de um processo, sobretudo nas atividades em que as normas regulamentadoras estabelecem sua obrigatoriedade — por exemplo, nos trabalhos em alturas, em espaços confinados, em instalações e serviços de eletricidade, na construção civil, nos trabalhos com inflamáveis, máquinas e equipamentos etc.

Esperamos que as siglas da segurança do trabalho e saúde ocupacional mencionadas ao longo deste post tenham ajudado a esclarecer um pouco mais sobre a importância do assunto para a sua empresa!

Lembre-se de que, para entender melhor sobre o assunto e saber como lidar com a segurança do trabalho sem cometer erros, é interessante que você conte com auxílio profissional. Nós, da SAFE, somos especialistas no assunto e prestamos serviços de gestão de riscos, consultoria e assessoria em saúde ocupacional, segurança do trabalho e meio ambiente.

Chegamos ao fim deste conteúdo! Agora que você conhece algumas das principais siglas de segurança do trabalho, entre em contato diretamente conosco e conheça os nossos serviços. Se você quiser saber mais sobre a SAFE, visite nosso site no endereço www.safesst.com.br.

Qual a relação entre segurança do trabalho e a sustentabilidade?

Entre as principais finalidades da segurança do trabalho está a promoção de uma cultura empresarial que foque na saúde e integridade física dos funcionários. Assim, é importante que a sustentabilidade esteja alinhada com as práticas a serem implementadas, já que isso pode trazer grandes efeitos.

Durante anos, a sociedade se baseou em um modelo de desenvolvimento que não levava em consideração os impactos causados ao meio ambiente, à saúde e ao conforto dos trabalhadores. Contudo, por se tratar de um tema extremamente importante, até porque nos afeta diretamente, segurança do trabalho e sustentabilidade são assuntos que precisam ser cada vez mais debatidos e esclarecidos entre as pessoas e as empresas.

Por esse motivo, preparamos um conteúdo abordando o conceito de sustentabilidade, o atual panorama da segurança do trabalho e de que forma esses contextos se relacionam. Acompanhe!

O que é sustentabilidade?

Cabe destacar, inicialmente, que o assunto sustentabilidade começou a ser discutido pela sociedade em meados da década de 70, na Primeira Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, na Suécia.

A sustentabilidade nada mais é do que um conjunto de medidas que visam atender às necessidades da geração atual sem comprometer a qualidade de vida e o desenvolvimento das futuras gerações.

Importante ressaltar que a sustentabilidade vai muito além da causa ecológica, pois, além do meio ambiente, ela trata de aspectos sociais e econômicos.

Qual a importância da segurança do trabalho?

O Brasil, infelizmente, é um dos países que mais registram ocorrências de acidentes de trabalho, figurando na quarta colocação no ranking mundial. Desse modo, anualmente, milhares de colaboradores sofrem com a falta de segurança nos ambientes ocupacionais e acabam sendo vitimados devido à perda do controle dos riscos.

Considerando esse cenário, percebemos facilmente o quão importante e valioso é a promoção de medidas preventivas que visam a garantia da saúde e do conforto humano no trabalho, como:

  • utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs);
  • investimento no setor de Segurança do Trabalho;
  • criação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA);
  • conscientização dos colaboradores por meio de uma cultura interna de segurança do trabalho;
  • realização correta da análise e do mapeamento dos riscos;
  • atenção ao cumprimento das normas regulamentadoras específicas para a área de atuação da empresa (essencialmente as que se relacionam aos ambientes insalubres e à descrição de EPIs), entre outros.

Como as duas áreas se relacionam?

Engana-se quem acha que as práticas de sustentabilidade refletem apenas em benefícios para o meio ambiente e a natureza. O bem-estar humano e a qualidade de vida da sociedade também colhem os frutos.

Nesse contexto, como a segurança do trabalho tem o intuito de preservar a saúde humana e proteger o trabalhador contra os riscos ocupacionais, ela, com a sustentabilidade, também impacta o bem-estar social, proporcionando cada vez mais o desempenho de tarefas com qualidade, segurança e conforto.

Ao promover a qualidade de vida da equipe, as companhias impactam não somente a produtividade e seus resultados, mas também a vida dos funcionários, que se tornam mais motivados, o que auxilia na construção de uma sociedade sustentável, capaz de administrar os problemas gerados pelo crescimento econômico.

Quais os benefícios da segurança do trabalho e da sustentabilidade?

Entre os principais benefícios dessas ações, podemos citar:

  • prevenção de acidentes: tendo em vista que a conscientização consegue diminuir muito os riscos de que os funcionários se acidentem no ambiente laboral. Por exemplo, ao manipularem produtos químicos que possam afetar sua saúde;
  • valorização da imagem da empresa: tendo em vista que essa preocupação com os colaboradores de uma forma mais ampla e por conseguinte, sustentável, vai proporcionar uma imagem positiva no mercado;
  • motivação e engajamento da equipe: os funcionários conseguem visualizar a importância que a empresa dá ao seu time e ao ambiente externo, o que faz com que eles se sintam mais motivados e produtivos.

Como precisa ser um plano que alinhe segurança do trabalho e sustentabilidade?

Essa não é uma tarefa simples, já que o programa precisa gerar boas condições para a equipe. Entre as práticas que podem ser implementadas, destacamos:

  • desenvolver e ministrar, de forma constante e periódica, treinamentos que atualizem os colaboradores sobre as políticas, práticas e processos da organização;
  • disponibilizar e orientar sobre o uso adequado dos EPIs;
  • desenvolver boas medidas que assegurem a prevenção de doenças laborais;
  • promover campanhas de prevenção de acidentes;
  • incentivar a boa alimentação e a prática de exercícios físicos;
  • oferecer acompanhamento psicológico, entre outras estratégias.
  • fazer o pagamento de insalubridade e periculosidade de acordo com as atividades desenvolvidas por cada empregado e os requisitos presentes em lei.

Como realizar um plano eficiente?

Existem alguns fatores que devem ser observados no momento da elaboração de um bom plano. Conheça alguns deles:

  • identifique os erros: quando uma atividade é executada de forma diversa do esperado, o funcionário pode se expor a certos riscos desnecessários. Então, é preciso montar uma orientação sobre como proceder com eficácia;
  • faça uma boa gestão dos riscos: entender e mapear os riscos que ocorrem em cada função desempenhada dentro da empresa simplifica a reestruturação dos processos e a procura por novas maneiras de execução;
  • analise a gravidade do perigo da atividade: entender qual é o nível de gravidade de cada atividade ou situação de risco também é necessário para implementar medidas realmente eficazes;
  • avalie e entenda a exposição: verifique qual é o período em que o colaborador fica exposto às situações que geram ameaças;
  • analise as probabilidades de ocorrência de um acidente: averigue de forma minuciosa as chances do acidente gerar sequelas nocivas à saúde e ao meio ambiente, considerando todos os pontos anteriormente apontados.

Após compreender todos os aspectos, é necessário ter em mente que cada organização deve construir seu próprio plano de segurança do trabalho e sustentabilidade, conforme o seu desenvolvimento no mercado, atividades exercidas e seus principais riscos.

Por esse motivo, o ideal é contar com a ajuda de uma empresa especializada em gestão de riscos, que presta consultoria, assessoria, treinamento e assistência técnica pericial em saúde ocupacional, segurança do trabalho e meio ambiente, como a SAFE.

Por meio de experiência no assunto e uma equipe altamente qualificada, é possível usufruir de vários benefícios importantes para os resultados do negócio.

Portanto, agora que você já sabe como a segurança do trabalho e a sustentabilidade se relacionam, fica mais simples perceber como é importante uma empresa investir em ambientes ocupacionais seguros e práticas de produção/desenvolvimento classificadas como sustentáveis. Vale ressaltar ainda que essas medidas jamais devem ser encaradas como uma despesa, mas sim como um investimento, que seguramente dará retorno.

Se você quiser saber mais sobre a SAFE, visite nosso site no endereço www.safesst.com.br e entenda como é possível ajudar seu negócio a promover um ambiente de trabalho seguro. Caso queira entrar em contato diretamente conosco, clique aqui.