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QSMS-RS: o que é, qual sua importância e quais são as certificações?

Acidentes e incidentes de trabalho podem ocorrer em qualquer tempo e em qualquer empresa. Minimizar as possibilidades é o principal objetivo do sistema integrado de gestão QSMS-RS.

Sua adoção vem ganhando cada vez mais força, tornando-se presente nas empresas de sucesso, em especial pela integração que promove entre os setores que envolve. Mas, afinal, o que é QSMS-RS?

Continue a leitura e descubra ainda qual a sua importância para as organizações.

O que é QSMS-RS?

QSMS-RS é a sigla para o sistema de gestão que integra as áreas de Qualidade, Saúde Ocupacional, Meio Ambiente, Segurança do Trabalho e Responsabilidade Social na condução de uma empresa. O resultado dessa integração é a transformação do ambiente de trabalho tornando-o mais produtivo, seguro e saudável.

Além disso, o sistema incorpora um aspecto essencial na condução das organizações modernas: a ética. Assim, seu componente de responsabilidade social completa a abordagem holística com que a gestão QSMS-RS opera, constituindo para a empresa uma grande vantagem competitiva.

Qual a sua importância para as empresas?

Integrar setores tão vitais para uma organização qualifica seus produtos e serviços, gera segurança e garante a sustentabilidade do negócio. Desse modo, a adoção de uma gestão fundamentada no sistema QSMS-RS promove o aprimoramento e o crescimento da empresa, especialmente pela força da integração dos setores que envolve.

A gestão integrada do sistema QSMS-RS tem especial importância para as empresas cuja natureza das atividades apresenta riscos de acidentes e incidentes laborais. Nesse sentido, os ganhos obtidos podem ser assim relacionados:

Quais as certificações envolvidas?

A certificação da empresa varia principalmente em razão do segmento em que atua. Apesar disso, existem normas que se aplicam de maneira geral às certificações QSMS-RS, como mostramos a seguir.

ISO 9001: Sistema de Gestão da Qualidade

A certificação ISO 9001 é a norma certificadora mais conhecida em todo o mundo, sendo adotada por praticamente todas as empresas de sucesso. Seu intuito é promover a implantação de um sistema de gestão que busca a otimização dos processos.

Nesse sentido, é uma forma de aprimoramento e de correção de processos ineficientes da empresa, além de garantir a documentação da cultura organizacional. Sua presença reflete a segurança e a confiança que o mercado espera.

ISO 14001: Sistema de Gestão Ambiental

As orientações para certificação ISO 14001 auxiliam a empresa a se tornar mais sustentável. Assim, aspectos relacionados com compras e estocagem até desenvolvimento de produtos e distribuição são aprimorados a fim de reduzirem seus respectivos impactos sobre o meio ambiente.

Uma empresa certificada por essa norma demonstra preocupação com a sustentabilidade de sua atuação. Desse modo, aprimora o seu desempenho em qualquer processo desde a produção até a logística reversa de seus produtos já disponibilizados no mercado.

ISO 45001: Sistema de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional

Essa é a norma certificadora que trata diretamente das questões de Saúde e Segurança do Trabalho (SST) ocorrentes na empresa. A ISO 45001 orienta o gerenciamento de riscos identificados, a fim de promover a prevenção de acidentes e o surgimento de lesões resultantes das atividades laborais.

O objetivo final é a garantia de um ambiente de trabalho mais seguro e mais saudável para todos os colaboradores. Assim, com foco no reforço da necessidade de ações preventivas, sua implantação deve alcançar todos os níveis da organização para haver sustentabilidade.

Como se vê, QSMS-RS permeia todas as atividades da empresa, facilita a gestão dos setores que alcança e qualifica a organização com grande vantagem competitiva.

Entre em contato conosco e saiba como transformar sua empresa em um ambiente seguro e saudável.

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Como aplicar os 5s na segurança do trabalho? Entenda aqui

O programa 5s na segurança do trabalho não é uma novidade. O modelo apresenta diversos benefícios para o ambiente corporativo, além de garantir a ordem produtiva por meio de uma metodologia consistente e de fácil assimilação. Entre as vantagens que a aplicação traz, podemos citar:

  • local organizado, itens bem distribuídos e limpeza;
  • maior produtividade e qualidade no desempenho;
  • maior engajamento dos colaboradores;
  • naturalização de ações preventivas que evitam acidentes e incidentes.

Sendo assim, é muito importante que quem cuida do setor de Segurança de Trabalho conheça a metodologia, a fim de aplicar e colher os melhores resultados possíveis. Que tal se inteirar sobre o assunto? Continue lendo e veja sobre o que o método fala e como ele se aplica à Segurança do Trabalho!

Programa 5s na segurança do trabalho

A metodologia japonesa 5s é uma ferramenta da boa gestão, cujos “s” derivam de expressões norteadores para cada pilar do método:

  • seiri (sobre eficiência nos processos);
  • seiton (sobre ordem na produção);
  • seiso (sobre limpeza, saúde e bem-estar);
  • seiketsu (sobre as políticas internas);
  • shitsuke (sobre o compromisso com o cumprimento do sistema).

Ao organizar um ambiente e desenvolver essa cultura coletiva — de boa utilização, boa distribuição, limpeza, entendimento das normas, disciplina na aplicação dos protocolos etc. —, o local se torna mais seguro e harmonioso, de forma que o bem-estar impera e os resultados logo aparecem. Vejamos a seguir um pouco mais sobre cada aspecto!

Senso de utilização

O senso de utilização (seiri) rege um ambiente de trabalho enxuto. Em outras palavras, é sobre como os recursos são disponibilizados e utilizados. É importante pensar na eficiência dos processos, não apenas focando em seu resultado final, mas em como os recursos são aproveitados durante a conquista desse resultado.

Sendo assim, é fundamental ficar de olho nos procedimentos e materiais, de maneira que tudo que é excesso, acúmulo ou dispensável seja eliminado. Nesse contexto, o que não é útil está apenas atrapalhando. Otimize o fluxo de trabalho passando um “pente fino” nos ambientes e mapeando procedimentos para eliminar gargalos operacionais.

Senso de organização

O senso de organização (seiton) fala sobre a parte física do ambiente de trabalho, ou seja, é sobre organizar o ambiente em aspectos como: a mobília, o layout do local, a distribuição de maquinário etc. O arranjo físico faz diferença em como as pessoas se relacionam com o ambiente.

Sendo assim, é essencial contar com uma organização que favoreça o fluxo de trabalho e o bem-estar coletivo. Se você não opera no dia a dia, é importantíssimo fazer um levantamento do que pode ser melhorado a partir da visão de quem usa o espaço constantemente. Pesquise e aplique melhorias.

Senso de limpeza

O senso de limpeza (seiso) é sobre a higienização correta do ambiente; no entanto, dando um passo a mais nesse pensamento, é também sobre conscientizar todos os que se utilizam do espaço acerca da importância de colaborar ativamente na manutenção da limpeza.

É função da segurança do trabalho incentivar e cultivar essa mentalidade entre todos. Além disso, manutenção e limpeza pesada também precisam ser fiscalizadas: ventiladores, ar-condicionado, dedetização, enfim: elimine os riscos!

Senso de normalização

O senso de normalização (seiketsu) é uma das partes mais importantes da segurança do trabalho: a adequação aos regimentos, leis e normas para o bom desempenho da equipe e saúde de todos no trabalho.

Sendo assim, mantenha-se sempre atualizado e busque frequentemente a melhoria. Supervisione o time operacional, incentive o uso dos equipamentos de segurança, acione manutenções preventivas, invista em palestras etc.

Senso de disciplina

O senso de disciplina (shitsuke) tem muito a ver com a normalização; eles se complementam. Uma vez que você adéqua tudo às normas e deixa o ambiente limpo e organizado, é muito importante incentivar a equipe a seguir os procedimentos propostos.

Para isso, crie programas de reconhecimento. O diálogo aberto também é fundamental. As pessoas precisam entender como é o programa 5s na segurança do trabalho e quais mudanças são fruto de sua implementação. Concluindo, a mudança deve ser real: explique, incentive, reconheça, corrija, mensure, analise, comunique e mostre os resultados.

Não se esqueça também de se manter sempre por dentro de orientações como esses: curta nossa página no Facebook e acompanhe os melhores tópicos!

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Gestão de riscos e compliance: qual a relação entre eles?

Você sabe qual a relação entre gestão de riscos e compliance? Compliance passou a ser um termo utilizado com frequência, devido a sua relação com a implantação de métodos de combate à corrupção. Porém, não é tão conhecida como deveria em toda sua abrangência, principalmente com relação à gestão de riscos. Entretanto, compliance, em seu conceito mais amplo, está mais ligada a implementação de boas práticas de gestão.

Por esse motivo, é que reflete na utilização de procedimentos mais responsáveis e éticos que, como consequência, acabam com ações corruptas e reduzem os riscos do negócio. Além disso, compliance pode ser também utilizada na gestão dos fornecedores e em todas as atividades da empresa.

Mas você sabe qual a relação entre gestão de riscos e compliance? Confira!

Adequação às leis

Na segurança do trabalho compliance significa cumprir e manter a aderência aos requisitos legais trabalhistas, se adequando aos regulamentos, às leis e princípios, a fim de prevenir acontecimentos prejudiciais aos funcionários e terceiros, propriedade material da organização, a comunidade, bem como evitar punições como multas e condenações no judiciário.

Segurança do trabalho

Para que as empresas “estejam em Compliance”, devem desenvolver políticas, programas e metodologias que atuem de forma direta na identificação de riscos e perigos dos processos, assim como gerenciar os riscos do negócio, riscos ambientais e práticas de gestão atreladas aos requisitos legais.

Para tal é primordial que os profissionais em saúde e segurança do trabalho, utilizem esses conceitos essenciais em programas corporativos, programas de governança, legislações trabalhista e previdenciária, gestão de segurança do trabalho, normas ISO e/ou equivalentes, cultura organizacional, indicadores de SST, entre outros.

Além disso, devem utilizar valores organizacionais, percepção de riscos da atividade, de processos e projetos, ética corporativa, ações preventivas na segurança do trabalho com base em legislações e na gestão de pessoas. Tudo isso colabora para uma gestão de riscos mais eficaz na empresa.

Prevenção de riscos

O principal pilar de um programa de compliance é a prevenção, em que a organização deve agir com o intuito de diminuir a probabilidade de que erros ocorram. E ela pode ser realizada de muitas formas como fortalecer a comunicação, intensificar treinamentos, estabelecer e implementar políticas e estabelecer controles, por exemplo.

As ações de compliance juntamente com as de gestão de riscos otimizam as estratégias de gestão, preveem futuros problemas e, geralmente, colaboram para integrar setores da empresa, visto que ambas as atividades atuam a partir de uma perspectiva abrangente.

Elaboração de código de conduta

Outras práticas de compliance que ajudam muito na gestão de riscos da empresa, baseiam-se na criação de um código de conduta comportamental, determinando os padrões de condutas impostos pela empresa, assim como os que são considerados intoleráveis, além de previsão de sanções e penalidades em caso de descumprimento da política interna da organização.

Por fim, a gestão de riscos e compliance formam pilares essenciais para uma boa imagem e reputação do negócio, além de estimular comportamentos mais profissionais e éticos. Essas boas práticas fazem com que a empresa fique menos suscetível a imprevistos decorrentes de desvios comportamentais. É muito importante contratar uma empresa especializada em gestão de riscos, como a SAFE.

Ela é uma empresa de gestão de riscos, assessoria e consultoria em saúde ocupacional, segurança do trabalho e meio ambiente, que oferece por meio de soluções multidisciplinares, customizadas, especializadas e sustentáveis atender às necessidades de cada empresa.

Tirou suas dúvidas sobre a relação entre gestão de risco e compliance? Entre em contato conosco e saiba como podemos te ajudar!

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e-Social e Segurança do Trabalho: a sua empresa está preparada?

A Saúde e Segurança do Trabalho (SST) é mais que um investimento para a sua empresa: esse assunto também é cercado de regulamentações e obrigações legislativas, dada a relevância do tema à saúde de todo o Brasil. Nesse contexto, é fundamental saber se a SST no e-Social de sua organização está adequada.

O Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, mais conhecido como e-Social, foi criado pelo Governo Federal. Para seu preenchimento, várias são as informações solicitadas, porém, na prática, não houve mudança nas leis em geral, contudo, e-Social e segurança do trabalho estão intimamente ligados, pois o sistema contribui para fiscalizar se as leis e regulamentações estão realmente sendo seguidas pelas empresas.

Por fim, é importante cadastrar todos os dados solicitados para evitar sanções e multas. Continue lendo este post e saiba se a sua empresa está em conformidade com todas as exigências dessa obrigação fiscal.

O que é o e-Social e como funciona em uma empresa?

Trata-se de um sistema implementado pelo Governo Federal para simplificar e facilitar o gerenciamento das informações ligadas aos trabalhadores. O e-Social ajuda a diminuir os custos no setor de contabilidade das empresas, além de contribuir para que os processos sejam mais rápidos.

De tempos em tempos, as empresas deverão enviar ao governo os dados solicitados, somente por meio do e-Social. O registro das informações em questão já vinha sendo realizado, porém, de outras maneiras, como fisicamente no papel, por exemplo.

Quais são os impactos do e-Social na saúde e na segurança do trabalho?

As leis sobre Segurança e Saúde Ocupacional não foram modificadas. Mas a padronização dos registros vai contribuir para que as informações disponibilizadas, em relação à saúde e à segurança do trabalho, sejam utilizadas de uma maneira mais eficiente. Assim, é possível confirmar de forma rápida e fácil se as empresas estão, de fato, cumprindo a legislação.

O que deve constar no e-Social?

O Governo Federal estruturou uma lista contendo 45 eventos trabalhistas e previdenciários a serem informados. Dentre os que são considerados obrigatórios, 11 são próprios da área de saúde e segurança do trabalho. Veja:

  1. S-2100 – Cadastramento Inicial do Vínculo;
  2. S-2200 – Admissão;
  3. S-2260 – Comunicação de Acidente de Trabalho;
  4. S-2280 – Atestado de Saúde Ocupacional;
  5. S-2230 – Afastamento Temporário;
  6. S-2325 – Alteração do Motivo do Afastamento;
  7. S-2330 – Retorno do Afastamento;
  8. S-2340 – Estabilidade – Início;
  9. S-2345 – Estabilidade – Término;
  10. S-2360 – Condição Diferenciada de Trabalho – Início (Exposição Riscos);
  11. S-2365 – Condição Diferenciada de Trabalho – Término (Exposição Riscos).

Outras informações, referentes a determinados registros, também devem ser fornecidas, dentro de prazos específicos:

  • Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) — primeiro dia útil após o acidente;
  • Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) — até o sétimo dia do mês seguinte à emissão, independentemente do tipo de atestado (admissional, demissional, afastamento, mudança de função ou periódico);
  • Condições Ambientais de Trabalho — no caso de empresas cujos funcionários estão expostos a fatores de risco, a informação deve ser fornecida até o sétimo dia do mês subsequente ao evento ou antes do lançamento de remuneração dos funcionários.

Quais os principais documentos do SST no e-Social?

Além dos dados mencionados acima, o e-Social também requer o envio de documentos específicos sobre a SST. O objetivo é facilitar a fiscalização e garantir que as empresas estão adequadas a um patamar mínimo de qualidade no ramo. Confira, a seguir, os principais documentos de envio obrigatório.

Laudo de periculosidade

Trata-se de um documento de diagnóstico da empresa, que informa sobre possíveis agentes ou situações causadoras de acidentes de trabalho. O documento é assinado por um médico do trabalho ou um engenheiro de segurança do trabalho e, embora não necessite de uma data de validade, deve ser atualizado todos os anos no e-Social.

Ainda, dado o seu caráter global na avaliação da periculosidade, esse laudo é um dos principais documentos de SST que devem ser enviados ao e-Social.

Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)

O PPRA é um programa estabelecido e regulamentado pela Norma Regulamentadora 9. Trata-se de planejamento e implementação de intervenções que visam, especificamente, reduzir o risco à saúde dos funcionários. Alguns de seus componentes são a identificação de riscos, a antecipação de agravos e o controle dessas ameaças.

Além disso, é importante ressaltar que o programa deve ser implementado em todas as empresas, mesmo as que têm apenas um funcionário.

Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)

O PCMSO, similarmente ao PPRA, é um programa estabelecido por uma Norma Regulamentadora — nesse caso, a NR7. Seu objetivo é a implementação de um controle médico da saúde do trabalho, que envolve elementos como a realização de exames periódicos, admissionais e de mudança de função. Dada a correspondência e os fatores em comum com o PPRA, eles podem ser elaborados em conjunto.

Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho (LTCAT)

Como o próprio nome sugere, o LTCAT visa a avaliação das condições ambientais da empresa — sendo assinado, assim como o laudo de periculosidade, por um médico do trabalho ou um engenheiro de segurança do trabalho.

Seu objetivo principal é informar ao INSS sobre a insalubridade presente no ambiente de atuação, o que tem impacto direto nas condições previdenciárias dos funcionários. Além disso, da mesma maneira que o laudo de periculosidade, ele também deve ser atualizado todos os anos.

Avaliação Ergonômica do Trabalho (AET)

O risco ergonômico é especialmente importante quando falamos de SST: algumas das doenças ocupacionais mais comuns, como a hérnia de disco ou a lombalgia, têm relação direta com as condições ergonômicas do trabalho. Além disso, o risco ergonômico está presente em diversos ambientes, desde o home office e a atuação administrativa até as atividades em chão de fábrica.

Por esse motivo, o risco ergonômico tem um laudo específico para a sua análise e é realizado, preferencialmente, por um ergonomista, que avalia as condições rotineiras do trabalho e os riscos aos quais os profissionais estão expostos. Nesse documento, também não há data de validade, mas é recomendado que o laudo seja atualizado a cada mudança no perfil de trabalho dos funcionários.

Quando o e-Social será implantado?

O e-social já é obrigatório desde janeiro de 2018 (vide tabela do novo cronograma das fases de implantação) e dentre os itens que precisam ser inseridos no sistema, estão:

  • registro do empregador e tabelas;
  • informações sobre os trabalhadores e sua ligação com as empresas (eventos não periódicos);
  • folha de pagamento;
  • modificação da GFIP (Guia de Informações à Previdência Social);
  • informações sobre segurança e saúde do trabalhador.

Logo, fica clara a necessidade das empresas se adequarem ao e-Social urgentemente, pois aquelas que não seguirem os procedimentos referentes ao envio das informações estarão sujeitas a multas e penalidades. Um meio eficaz de evitar possíveis complicações, é contar com a ajuda de um especialista na área.

Por fim, é válido ressaltar a importância de cadastrar todas as informações solicitadas pelo governo. Esse registro vai possibilitar um controle efetivo da situação do funcionário no que diz respeito ao SST no e-Social.

Gostou do post? Então, que tal compartilhar o conteúdo nas suas redes sociais para que mais gestores saibam da importância de se preparar?

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Indicadores de segurança do trabalho: entenda como usar na empresa!

Um dos principais desafios das empresas é diminuir os riscos de acidentes e doenças aos seus funcionários, proporcionando saúde, bem-estar e produtividade à equipe. Para que os objetivos possam ser alcançados, é importante que o setor responsável fique atento aos indicadores de segurança do trabalho.

Isso porque, esses números vão além de descobrir a quantidade de acidentes, já que, por meio deles, é possível mensurar pontos relevantes sobre o programa de segurança implementado, identificar os aspectos que estão dando certo e aqueles que precisam ser aprimorados, alinhar as ações com os valores da organização, entre outros.

Pensando nisso, neste post, explicaremos um pouco mais sobre alguns desses índices e por que devem ser acompanhados. Confira!

Taxa de gravidade (TG)

Trata-se de um indicador que tem a finalidade de avaliar os acidentes ocorridos na companhia. Assim, o seu uso é importante no momento de elaborar medidas preventivas de segurança do trabalho em uma certa área da empresa.

Ainda, essa taxa é caracterizada pelo tempo perdido, mensurado em dias, devido aos acidentes de trabalho registrados na instituição. Quanto mais grave for o acidente, mais tempo o colaborador ficará inativo e portanto, mais perdas para ele e para a companhia.

De uma forma numérica, a Taxa de Gravidade (TG) é calculada da seguinte forma:

TG = (TC x 1.000.000)/HR

Onde TC (Tempo Computado) são os dias perdidos com os acidentes e HR significa as horas de exposição, ou seja, o somatório de horas trabalhadas por todos os funcionários durante um mês.

Taxa de frequência de acidente (TF)

É um dos indicadores mais utilizados para calcular a eficácia das ações de segurança no ambiente de trabalho, sendo possível identificar o número de dias sem ocorrências.

Mas para gerar melhores resultados, é importante conciliar esse tipo de índice reativo — quando o acidente já aconteceu — com valores proativos — que são mensurados para evitar acidentes e demais riscos.

Podemos calcular de forma objetiva a Taxa de Frequência da seguinte forma:

TF = (N x 1.000.000)/HR

Onde N exprime o número de acidentados.

Quantidade de “incidentes ou quase acidentes”

Esse é um ponto que muitas vezes é negligenciado e pode ser um grande aliado na prevenção de acidentes. Um “incidente ou quase acidente”, é um evento que não se transformou em acidente por acaso, ou seja, teve quase todas as condições de ser um acidente, mas por algum motivo, que deve ser também analisado, ele não aconteceu.

Um exemplo simples dessa situação, é se um colaborador está caminhando e tropeça em uma falha do piso do chão da fábrica. Ele volta a se equilibrar e não cai. Isso não vai ser contabilizado como um acidente, porque não aconteceu, mas há uma grande probabilidade de que se ele ou outra pessoa tropeçar nessa mesma falha o acidente ocorra.

Isso pode acontecer várias vezes no processo e por não ser observado e contabilizado, não são tomadas medidas preventivas. É uma fonte riquíssima de informações para a tomada de ações preventivas.

Lembre-se que as medidas preventivas sempre serão mais baratas e mais eficazes do que as corretivas.

Quantidade de encontros da CIPA

Quando a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, conhecida como CIPA, não realiza reuniões ou elabora treinamentos, as situações que eram riscos aos colaboradores da organização não são discutidas e alinhadas aos objetivos da empresa.

Dessa forma, além de deixar o ambiente laboral em condições de ser penalizado pelos órgãos fiscalizadores, a instituição também perde em medidas preventivas, devido à falta de ação da CIPA.

Quantidade de EPIs calculados por mês/ano

Geralmente, as companhias são as responsáveis pelo fornecimento dos EPIs aos seus colaboradores. Quando a equipe não é bem treinada, é possível que a empresa tenha que comprar mais equipamentos do que o necessário, causando desperdícios e gastos elevados.

Logo, esse é um número relevante para averiguar se os funcionários estão utilizando os dispositivos de segurança de maneira correta.

Número de inspeções executadas

Trata-se de inspeções que têm o intuito de fiscalizar se os equipamentos de proteção individual e coletivos são utilizados da forma adequada.

Logo, verificam se existe irregularidades de acordo com a lei, quais os riscos de acidentes encontrados, se as máquinas e ferramentas de trabalho estão com a manutenção em dia e funcionando corretamente etc.

Tempo médio para solução de riscos e intercorrências

É um indicador que tem a finalidade de averiguar quanto tempo é gasto, em média, para resolver algum problema que pode causar risco à segurança e bem-estar dos colaboradores — a contar da hora em que eles são apontados pela primeira vez.

Então, caso algum funcionário relate, por exemplo, o mau funcionamento de um equipamento, quanto tempo seria gasto para que isso fosse verificado e solucionado?

Volume de manutenções preventivas projetadas realizadas

As manutenções preventivas são fundamentais para as estratégias de segurança do trabalho da organização, já que, um aparelho sem manutenção pode apresentar problemas com mais frequência ou, até mesmo, gerar acidentes.

Quantidade de treinamentos realizados

Os treinamentos são imprescindíveis para a promoção da saúde, bem-estar e segurança no local de trabalho. Assim, a quantidade realizada representa o nível de cuidado da gestão para com seus colaboradores.

Ao avaliar esse indicador, é possível perceber a necessidade de novas capacitações, treinamento e reciclagens para o time. A relevância desse índice aumenta quando as informações são cruzadas com o número de acidentes registrados.

Agora que você conhece os principais indicadores de segurança do trabalho e a importância de cada um deles, o ideal é contar com o auxílio de profissionais qualificado para realizar uma gestão de risco eficiente na empresa e, assim, aplicá-los de forma a proporcionar os melhores resultados.

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Entenda como desenvolver a cultura de segurança do trabalho na empresa

Quando você lê o termo cultura de segurança do trabalho o que vem à sua cabeça? Se você imagina diversas regras para manipular maquinário pesado, está certo, mas se pensa em palestras para toda a equipe sobre conscientização, segurança e bons hábitos no ambiente profissional, acertou também.

Vale saber que, quando falamos de cultura, seja de segurança no trabalho ou qualquer outro assunto, o termo se justifica em algo que a empresa inteira acredita, persegue e pratica. Isso quer dizer que tal postura (determinada pelos gestores, líderes ou especialistas ligados à organização) deve estar em todos os colaboradores de todos setores da organização.

Sabendo de tudo isso, já podemos partir para algumas dicas de implementação. Você está preparado? Então vamos lá!

Qual é a importância da cultura de segurança do trabalho?

Você certamente já presenciou ou ouviu falar sobre algum caso de acidente de trabalho. Muitas vezes esses infortúnios provocam danos sérios e irreversíveis ao colaborador, o que causa grande prejuízo tanto para o trabalhador quanto para a instituição.

Dessa forma, implementar ações que possam prever tais acidentes e diminuir os riscos na rotina de trabalho é sinônimo de garantia de benefícios e vantagens, como:

  • menores prejuízos;
  • diminuição de incidentes prejudiciais;
  • retenção de talentos;
  • melhora dos resultados
  • aumento da confiança dos colaboradores sobre a instituição;
  • valorização da marca e melhoria da imagem institucional, entre outros.

Como implementar a cultura de segurança na empresa?

Agora que você já sabe o que é cultura de segurança do trabalho e quais são os benefícios da implementação, já deve ter compreendido que essa mudança não está categorizada como “prioridades da organização” e sim como “valores da empresa”. Perceba: ações prioritárias podem mudar frequentemente, mas os valores são mais perenes, quase que imutáveis.

Sendo assim, quer conhecer as melhores e mais eficientes ações para desenvolver esse ativo? Sim, se bem implementada, a “Cultura da Empresa” passa a ser um ativo de altíssimo valor para a organização. Confira agora as sugestões que preparamos!

Envolver todos os colaboradores da empresa

Retornando ao ponto da introdução deste material, para que determinadas ações se encaixem no rótulo de desenvolvimento da cultura da empresa é extremamente necessário que todos que estejam ligados à organização compartilhem do mesmo entendimento e acreditem no que é necessário para vivenciar e espalhar essa cultura.

Uma boa maneira de garantir que os colaboradores se envolvam é abrir espaço para que opinem e auxiliem no processo de criação de regras de segurança. Isso provoca um sentimento de “pertencimento”, ou seja, algo que o colaborador ajudou a criar. É dele também. Além disso, você pode responsabilizar todos, esclarecendo que qualquer um da empresa poderá ser cobrado a assumir uma postura segura (desde o presidente até o colaborador mais simples).

Manter a abordagem racional

Quando o assunto é mudança de postura sobre segurança no trabalho, o ideal é que a abordagem de conscientização seja racional e matemática. Geralmente, palestras e discursos que apelam para o lado emocional (falando de família ou comentando sobre o valor da vida) são importantes, mas não são suficientes e não raras vezes não surtem os resultados esperados.

Por isso, para evitar acidentes e danos, o ideal é que, em momentos de conscientização, a liderança apresente dados, fotografias, detalhes e números aos colaboradores para, então, definir processos simples e viáveis para serem aplicados na rotina de serviço.

Garantir o comprometimento da liderança

Todos os processos da empresa precisam estar cercados da filosofia de diminuir riscos e isso também tem a ver com a responsabilidade social. As grandes empresas do mundo tem oferecido bons exemplos sobre resultados sustentáveis dentro da organização.

O compromisso dos líderes da sua empresa deve ser notado através da presença em eventos sobre o assunto, postura receptiva sobre as mudanças e, é claro, motivar os funcionários a assumirem a mesma conduta.

Agora você já está pronto para desenvolver a cultura de segurança do trabalho na sua empresa. Arregace as mangas e solicite o apoio de todos os colaboradores envolvidos na organização, como você pôde perceber, isso é muito importante!

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Segurança comportamental: o que é, como funciona e qual a sua importância?

Não há dúvida sobre os impactos negativos proporcionados pelos riscos e acidentes de trabalho, tanto para a empresa quanto para os colaboradores. Por esse motivo, é importante implementar estratégias eficientes como forma de promover a saúde, bem-estar e segurança no ambiente laboral e, dessa forma, evitar que esses problemas ocorram. Para isso, trabalhar a segurança comportamental pode ser uma ótima ideia.

Elaboramos este conteúdo para explicar do que se trata esse conceito, seus objetivos, pilares e vantagens. Acompanhe!

O que é segurança comportamental?

Trata-se de uma ferramenta na qual técnicas e planejamentos são reunidos com a finalidade de minimizar os riscos de acidentes focando nas atitudes e nos comportamentos dos indivíduos. Nesse caso, são adotados procedimentos, métodos de conscientização e alterações de comportamento de todo o time, para que objetivos e resultados positivos no ambiente laboral sejam alcançados.

É importante que a segurança comportamental esteja aliada à utilização adequada dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e cumprimento às exigências das Normas Regulamentadores de segurança do trabalho.

Quais são os principais objetivos da segurança comportamental?

Entre os principais objetivos da segurança comportamental, podemos apontar:

  • comunicação – discutir os conceitos e exercitar ferramentas para a adoção de práticas de desenvolvimento comportamental;
  • desenvolvimento – aprimorar a visão estratégica dos membros do time quanto à função dos líderes e dos responsáveis pela gestão de segurança na organização;
  • melhoria contínua – identificar os motivos de desvios que colaboram para a ocorrência de perdas nas companhias. Por exemplo, acidentes pessoais e ambientais;
  • treinamento – orientar e ressaltar a importância da promoção da cultura de segurança no local de trabalho;
  • conscientização – direcionar o trabalhador a entender os perigos e riscos das atividades exercidas, além de entender sobre certas ações que podem gerar um acidente de trabalho;
  • cultura – vivenciar o gerenciamento de segurança em todos os processos da empresa.

Quais são os pilares da segurança comportamental?

É importante que um plano de segurança comportamental efetivo seja constituído por alguns pilares, são eles:

  • análise: com o intuito de encontrar os aspectos sistêmicos que geram ações inseguras e para possibilitar que as regras de melhoria sejam eficientes;
  • feedback: para identificar e avaliar o comportamento seguro e compreender os porquês da ocorrência de ações de risco;
  • gestores: para liderar as práticas a serem aplicadas, apoiar e direcionar os processos e procedimentos;
  • propriedade: para estimular a participação de toda a equipe e criar o comprometimento com o aperfeiçoamento frequente;
  • sensibilidade: para elevar o entendimento e minimizar a resistência e falta de adaptação.

Quais são os benefícios da segurança comportamental?

A segurança comportamental pode proporcionar diversos benefícios para a organização e sua equipe de colaboradores. Veja a seguir quais são:

  • proatividade do time;
  • satisfação dos colaboradores;
  • atitudes mais assertivas;
  • engajamento e envolvimento de toda a equipe em relação às questões sobre segurança do trabalho;
  • ambiente laboral mais saudável e produtivo;
  • estabelecimento da cultura de segurança no trabalho;
  • maior atenção aos riscos e processos executados de maneira inadequada.

Agora que você já sabe o que é segurança comportamental, seus principais pontos e benefícios, uma boa dica é implementá-la na empresa e fazer com que o ambiente laboral seja um local seguro e com menos riscos de acidentes.

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PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos): aprenda como fazer um

Manter a segurança da equipe colaboradora deve ser um dos principais objetivos de um gestor, justamente porque isso está diretamente ligado à sua função como líder mas também aos resultados da empresa. Reconhecendo isso, a pergunta da vez é: você sabe o que é um PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)?

Trata-se de um programa bastante conhecido no mundo da segurança do trabalho por ser uma estratégia importante e que viabiliza resultados expressivos. Neste post, esclareceremos as principais dúvidas sobre o assunto. Ficou curioso? Então, continue lendo e atinja um nível de segurança maior na sua empresa!

O que é PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)?

É importante que você entenda do que se trata a estratégia para que, logo à frente, determinemos como colocá-la em prática. Por isso, vale a pena compreender que o PGR é uma série de práticas que busca prevenir acidentes de trabalho que podem afetar os funcionários, a empresa, como também, o meio ambiente e a sociedade em geral.

O objetivo do PGR é mapear e gerenciar os possíveis riscos de acidentes e de suas fontes, como as biológicas, ergonômicas, físicas e químicas — durante a execução dos serviços. Assim, um programa bem constituído visa estabelecer estratégias para prevenir os possíveis incidentes e criar protocolos para minimizar os danos de qualquer ocorrência.

Saiba quem é obrigado a fazer

Existe uma obrigação pré-determinada em adotar o PGR ligada às empresas mineradoras ou que oferecem alto risco aos colaboradores, mas vale ressaltar que qualquer gestão deveria se preocupar com essa implementação. Ainda, é necessário considerar que até ambientes inofensivos, como os escritórios, podem provocar acidentes de trabalho.

Como o PGR deve ser feito?

Agora que você já entende a importância de mapear e gerenciar riscos no ambiente profissional, deve querer saber como colocar a estratégia do PGR em prática. Pensando nisso, preparamos um passo a passo para você ter uma noção maior do que deve ser feito. Vamos lá!

Identifique os fatores de risco

Reconhecer o que pode causar dano ao trabalhador, à empresa ou ao meio ambiente é o primeiro passo. Portanto, identifique quais são as possíveis causas de acidentes, distingua as fontes de perigo — como máquinas, materiais e locais — e compreenda quais seriam os efeitos de tal eventualidade.

Resolva os pontos de perigo

Depois de perceber quais são os pontos que podem causar danos, a gestão deve partir para a prática da eliminação dos riscos. Nesse sentido, é possível utilizar a hierarquia de controles, proposta pela NIOSH (The National Institute for Occupational Safety and Health). Baseado nisso, acompanhe a lista de possíveis soluções, que segue a ordem de maior para menor efetividade:

  • elimine o risco;
  • substitua o risco;
  • isole os colaboradores do risco;
  • mude o método de trabalho;
  • proteja a equipe com EPIs.

Além de seguir a lista, a organização deve priorizar também a conscientização dos trabalhadores, proporcionando treinamentos sobre o assunto.

Acompanhe as medidas de controle

Agora que a sua empresa já protegeu os colaboradores, é hora de acompanhar as medidas tomadas e medir a efetividade das ações. É válido reforçar que o PGR não é uma ação estática, por isso, a instituição deve se atualizar constantemente, propiciando o acesso às novas tecnologias, implementando boas práticas de serviço etc.

Falando em atualizações, houve uma mudança no PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos). Desde dezembro de 2019, o programa recebe outro nome. Agora ele é GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais). Mas o objetivo desse programa se mantém: as organizações e empregadores devem identificar e atuar na prevenção de riscos ao trabalhador.

Já deu para perceber que esse é um assunto extremamente importante. Logo, você precisa saber mais sobre ele: continue o seu processo de aquisição de conhecimento e leia o nosso conteúdo que define o que é a gestão de riscos!

Se quiser saber mais sobre a SAFE, visite nosso site no endereço www.safesst.com.br. Caso queira entrar em contato diretamente conosco, clique aqui.

O que são os riscos biológicos e como preveni-los? Descubra aqui!

Você já ouviu falar de riscos biológicos? Esse é um assunto de interesse de qualquer gestor ou colaborador principalmente das áreas da saúde, agricultura ou mineração. A SAFE também se preocupa com a segurança da sua equipe, por isso, vamos conversar sobre tais riscos neste post.

Entender do que se trata e descobrir como proteger os trabalhadores é essencial para desenvolver medidas de segurança eficazes. Que tal iniciar agora essa jornada de informação e conhecimento? Acompanhe a leitura e entenda mais sobre os riscos biológicos!

Entendendo mais sobre os riscos ambientais: o que são riscos físicos e químicos?

É possível que, quando você pense em riscos ocupacionais, logo venha à cabeça as imagens de acidentes com equipamentos ou algo relacionado à ergonomia do colaborador. Por isso é necessário entender do que estamos falando quando a pauta é “riscos ocupacionais ambientais”.

Nessa categoria está, além dos riscos biológicos, os riscos físicos e químicos. Você sabe o que cada um deles significa? Veja uma rápida definição desses riscos que, caso se transformem em acidentes, podem afetar os seus colaboradores:

  • riscos químicos: qualquer substância, produto ou composto que possa ingressar no organismo do trabalhador pelas vias respiratórias, pele ou por meio de ingestão;
  • riscos físicos: qualquer exposição de energia que possa danificar ou prejudicar o colaborador (ruído, calor, pressão, frio, umidade etc.).

O que são riscos biológicos?

Se você deseja entender o que é um risco biológico é necessário reconhecer o que são os microrganismos. Esses indivíduos são categorizados como microscópicos ou ultramicroscópicos e denominam o grupo das bactérias, cianofíceas, fungos, protozoários e vírus.

Sabendo disso, é fácil definir os riscos biológicos que podem afetar os colaboradores da sua organização: entram nessa categoria qualquer um dos microrganismos que possa afetar a saúde ou integridade de uma pessoa. Independentemente do nível da ameaça (leve, moderada ou grave) ou da forma de acesso (direta ou indireta).

Como prevenir a sua equipe dos riscos biológicos?

Agora que você já sabe o que são os riscos biológicos que podem afetar a sua equipe, vamos citar algumas práticas recomendadas para proteger os trabalhadores ligados à sua organização. Veja agora!

Higienização das mãos

Nessa onda de COVID-19, há muitas campanhas circulando sobre o poder da higienização das mãos. Vale saber que esse é o ponto mais estratégico e eficaz para diminuir os casos de contaminação biológica, seja pelo coronavírus ou qualquer outro risco (outro vírus, bactérias, protozoários etc.).

Correto descarte de resíduos

Principalmente em ambientes hospitalares ou laboratoriais, é necessário que haja um grande cuidado com o manejo de resíduos ou instrumentos infectados (luvas, seringas com agulhas, misturas com fluidos contaminados etc.). Instruir os trabalhadores para que haja o descarte adequado deve ser também uma preocupação dos gestores da instituição.

Utilização de EPIs

Segundo a Portaria nº 3.214/78, é obrigação do empregador disponibilizar gratuitamente os equipamentos de proteção individual (EPIs) aos trabalhadores. Veja a lista de EPIs básicos ligados à proteção aos riscos biológicos:

  • máscara;
  • avental;
  • luva;
  • óculos;
  • sapatos fechados.

A quantidade de riscos biológicos que estamos expostos é enorme, mas ao implementar as boas práticas apresentados neste material, os trabalhadores do seu negócio estarão bem mais protegidos de qualquer tipo de contaminação. Outra boa forma de manter tais situações sob controle, é contar com uma empresa especializada em gestão de riscos.

A SAFE trabalha nesse setor e está constantemente viabilizando novas soluções para garantir a integridade física dos colaboradores. Ficou interessado? Então entre em contato com a nossa equipe e descubra como podemos ajudar!

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Conheça 20 das principais siglas da segurança do trabalho e saúde ocupacional

A segurança do trabalho é um conjunto de ações e medidas adotadas com o intuito de minimizar a ocorrência de acidentes e doenças ocupacionais, proporcionando proteção e integridade ao trabalhador no ambiente laboral.

Ela atua de diversas formas dentro da empresa, sempre buscando adequar o ambiente ocupacional ao colaborador. Para isso, são elaboradas ações administrativas, médicas e técnicas.

Conheça, neste post, importantes siglas da segurança do trabalho e saúde ocupacional e entenda como elas funcionam na prática. Boa leitura!

Entenda por que é relevante conhecer as siglas de segurança do trabalho

Quando falamos de segurança do trabalho, não estamos nos referindo apenas às leis e normas que regulamentam a forma como as companhias trabalham. Estamos também tratando de meios para que a sua empresa gere mais qualidade de vida aos trabalhadores e tenha um desenvolvimento propício.

Isso reflete em maior comprometimento dos colaboradores e estabelecimento de uma relação de confiança entre as partes. Por isso, conhecer todos os termos dessa área é tão relevante para os empresários.

Ao conhecer as siglas sobre a segurança do trabalho, evita-se a falta de entendimento ao ser abordado por um assunto que envolva alguma delas. Também é possível evitar a falta de compreensão sobre o que fazer na empresa, de modo que tudo seja realizado em conformidade com as normas, livrando a companhia de multas.

20 siglas de segurança do trabalho que você precisa conhecer

A seguir, apresentaremos algumas das principais siglas presentes na legislação e em textos sobre a segurança do trabalho. Confira!

1. NRs (Normas Regulamentadoras)

Trata-se de uma série de regulamentos e requisitos relacionados à segurança e à medicina do trabalho. As NRs são obrigatórias para empresas privadas e públicas, bem como para órgãos governamentais que empreguem profissionais regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

No ano de 1978, graças à Portaria nº 3.214, foram aprovadas 28 normas. Porém, atualmente, há 37 NRs aprovadas e sancionadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

2. CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes)

A CIPA trata-se de uma comissão paritária, formada por representantes dos colaboradores (eleitos por voto secreto) e dos empregadores (nomeados pelo empregador), que atua na promoção da saúde e da segurança de todas as pessoas que trabalham e circulam nas dependências da empresa.

A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes é instituída pela NR 5. Essa regulamentação determina que todas as organizações com uma equipe de mais de 20 profissionais devem ter a CIPA, independentemente do nível de risco que a empresa ofereça ao trabalhador.

Os negócios que apresentam menos de 20 funcionários precisam designar um responsável para cumprir os critérios devidos da CIPA, o que abrange também a CLT.

Obrigações da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

Além de elaborar e acompanhar ações efetivas para garantir condições seguras de trabalho, uma das principais tarefas da CIPA é promover a Semana Interna de Prevenção de Acidentes (SIPAT), além de realizar treinamentos a fim de conscientizar e orientar os colaboradores em relação à prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. Ainda, deve difundir e atualizar toda a organização sobre mudanças referentes aos assuntos segurança laboral e saúde ocupacional.

3. AET (Análise Ergonômica do Trabalho)

A AET permite observar, identificar, rastrear e avaliar corretamente os procedimentos e equipamentos utilizados pelos colaboradores no local de trabalho.

Para isso, são analisados os riscos ergonômicos existentes nos diversos equipamentos e máquinas, na realização das tarefas e na maneira como elas são executadas. Também se avalia o ambiente laboral em si, averiguando os níveis de ruído, temperatura, luminosidade e outros aspectos que podem prejudicar ou até causar doenças nos colaboradores.

Vale citar que a Análise Ergonômica do Trabalho faz parte da NR 17 do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), que define critérios para a adequação das obrigações laborais às qualidades psicofisiológicas dos funcionários. Dessa forma, proporciona mais conforto, segurança e desempenho eficiente das atividades.

4. EPI (Equipamento de Proteção Individual)

Estabelecido pela NR 6, EPI é todo produto ou acessório de uso individual que tem como função tentar garantir a proteção contra acidentes capazes de impactar a segurança e a saúde do colaborador no ambiente de trabalho. Conheça, abaixo, os tipos de EPIs mais comuns nas empresas:

  • capacete;
  • óculos;
  • luvas;
  • mangas;
  • protetor facial;
  • protetor auricular;
  • respirador;
  • calçados;
  • macacão;
  • avental;
  • proteção do tronco;
  • cinturão, entre outros.

5. EPC (Equipamento de Proteção Coletiva)

EPCs podem ser itens fixos ou móveis, inseridos no ambiente de trabalho para a segurança coletiva de toda a organização. Entre os principais equipamentos, estão:

  • cones;
  • fitas e placas de sinalização;
  • plataformas;
  • linhas de vida;
  • alarmes;
  • dispositivos de bloqueio;
  • barreiras contra radiação;
  • corrimão;
  • exaustores, entre outros.

Uma das vantagens dos Equipamentos de Proteção Coletiva é que, por serem bem posicionados, são mais eficientes e não incomodam os colaboradores. Outro aspecto importante é que os EPCs também resguardam a integridade física de terceiros presentes na empresa, como visitantes e funcionários de outros departamentos.

6. ASO (​Atestado de Saúde Ocupacional)

O Atestado de Saúde Ocupacional é um documento regulamentado pela NR 7 que serve para comprovar a aptidão ou a inaptidão de um profissional para realizar uma determinada tarefa. Ele é emitido por um médico do trabalho, logo após examinar o candidato à vaga. Os ASOs mais comuns são:

  • periódico;
  • retorno ao trabalho;
  • mudança de função;
  • admissional;
  • demissional.

São emitidas duas vias, uma para o colaborador examinado e outra que é arquivada na empresa, podendo servir para fins de auditoria/fiscalização posteriormente.

Importância do ASO

O Atestado de Saúde Ocupacional é essencial para garantir que o profissional esteja apto a executar as funções para as quais ele está sendo contratado, além de identificar possíveis enfermidades logo no início, evitando problemas crônicos.

O documento também traz uma descrição de saúde detalhada do profissional, devido aos exames periódicos, mantendo tanto a empresa quanto o funcionário cientes dos procedimentos médicos realizados, debilidades ou doenças que possam aparecer no futuro.

7. LER (Lesão por Esforço Repetitivo)

É uma espécie de disfunção que pode aparecer no sistema nervoso ou no sistema muscular e esquelético. Ela pode se originar de diversas causas relacionadas às funções desempenhadas pelo colaborador. Os exemplos mais comuns são esforços ou tarefas repetitivas, bem como posições corporais desconfortáveis por muito tempo.

8. FAP (Fator Acidentário de Prevenção)

Segundo a Secretaria de Previdência, o Fator Acidentário de Prevenção é um multiplicador, atualmente calculado por estabelecimento, que varia de 0,5000 a 2,0000, a ser aplicado sobre as alíquotas de 1%, 2% ou 3% da tarifação coletiva por subclasse econômica, incidentes sobre a folha de salários das empresas para custear aposentadorias especiais e benefícios decorrentes de acidentes de trabalho (GILRAT — Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa Decorrente dos Riscos do Ambiente de Trabalho).

O FAP surgiu por meio da Lei 10.666, de 2003, porém, em 2010, foi normalizado pelo Regulamento da Previdência Social (Decreto 7.331/2010).

O que é considerado nos cálculos do FAP

O Fator Acidentário de Prevenção varia anualmente. Seu cálculo é feito conforme o desempenho da organização nos últimos dois anos. Pela metodologia do FAP, as empresas que registrarem maior número de acidentes ou doenças ocupacionais pagam mais. Por outro lado, o FAP aumenta a bonificação das empresas que registram acidentalidade menor. No caso de nenhum evento de acidente de trabalho, a organização é bonificada com a redução de 50% da alíquota. Entre os índices utilizados pela Previdência para calcular o FAP, estão:

  • comprovativos de concessão de benefícios acidentários;
  • expectativa de vida do brasileiro;
  • informações dos colaboradores registrados no Cadastro Nacional de Informação Social (CNIS) do MPS;
  • declarações dos Comunicados de Acidentes de Trabalho (CATs).

9. PPRA (Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais)

O PPRA é uma das siglas de segurança do trabalho mais conhecidas. Ele é um programa obrigatório que faz parte da legislação trabalhista elaborada ainda na década de 90, mas hoje é regulamentado pela NR 9. O programa busca transformar o ambiente de trabalho em um espaço mais seguro para qualquer colaborador, levando em conta que os ambientes laborais podem ser muito diferentes.

Afinal, de escritórios tranquilos a indústrias em que os colaboradores devem lidar com diversos modelos de maquinário, há riscos à saúde e até mesmo à vida.

10. PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional)

A lei que trata do PCMSO foi criada no início dos anos 90. Dentro das normas regulamentadoras de saúde e segurança do trabalho, ela faz parte da NR 07, tendo como objetivo a promoção e a preservação da saúde do conjunto dos trabalhadores de uma empresa.

Será tratada como prevenção qualquer informação coletada por meio dos exames periódicos que integram o PCMSO e que mostrem a chance de risco para algum funcionário, de tal forma que a organização se envolva na saúde dos seus colaboradores, a fim de apoiá-los no caso de alguma necessidade ligada a seu estado de saúde.

11. LTCAT (Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho)

O LTCAT é um documento criado pela Previdência Social, e não pelo Ministério do Trabalho. Como o próprio nome já diz, esse é um laudo técnico muito importante que tem a finalidade de atestar se há ou não agentes nocivos presentes no ambiente de trabalho, concluindo se existe chance de uma aposentadoria especial ou não.

12. SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho)

SESMT é um grupo de profissionais (engenheiros, médicos, enfermeiros e técnicos) que fica dentro das organizações para proteger a integridade física dos funcionários. Ele foi criado devido ao aumento de acidentes que os colaboradores sofriam no local de trabalho.

Porém, ele também tem a função de alertar e dar instruções para os trabalhadores sobre o aparecimento de novas patologias e informações sobre alguma enfermidade. Também deve impedir que acidentes de trabalho menores ocorram e prejudiquem a organização.

13. PPR (Programa de Proteção Respiratória)

Algumas atividades desenvolvidas na empresa podem emitir partículas que oferecem riscos à saúde dos profissionais, caso sejam inaladas. O Programa de Proteção Respiratória trata exatamente disso. Ele nada mais é que um conjunto de procedimentos que devem ser utilizados, a fim de preservar a saúde da equipe nesse cenário.

Normalmente, os principais riscos respiratórios são partículas de elementos tóxicos ou de poeira, como carvão e fumo metálico. Assim, caso haja algum risco para a saúde do colaborador nesse aspecto, é primordial criar e implementar o PPR na organização.

14. PPAADs (Programas de Prevenção ao Abuso de Álcool e Drogas)

Esses programas são utilizados por organizações que querem evitar o consumo de substâncias psicoativas em situações profissionais, além de reconhecer e interferir de forma precoce em casos de risco. Eles também têm o objetivo de ajudar no tratamento da dependência química e levar informação aos funcionários.

Consequentemente, é possível diminuir acidentes de trabalho, reduzir o custeio de saúde e otimizar a imagem da empresa no mercado, desenvolvendo e implementando um PPAAD.

15. RAT (Risco Ambiental do Trabalho)

Essa é a nova denominação para o SAT (Seguro Acidente do Trabalho). É um tipo de contribuição previdenciária que o empregador paga para cobrir os custos da Previdência com colaboradores vítimas de doenças ocupacionais ou acidentes de trabalho. O seu intuito é onerar mais e empresa que explora atividades de maior risco à integridade física e à saúde do colaborador.

O RAT é uma medida de justiça tributária: deverá também contribuir com uma alíquota maior, para custear o pagamento desses benefícios, o empregador que mais onera a Previdência Social pela concessão de aposentadoria por invalidez, auxílio-doença e aposentadoria especial.

16. PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)

O PGR é um programa que tem como finalidade principal a identificação e a análise das atividades da companhia, para evitar que aconteçam acidentes ambientais.

Para isso, o dia a dia empresarial é monitorado e, dessa forma, consegue-se prevenir os acidentes que poderiam causar danos aos colaboradores, à população em geral e à natureza.

17. PCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho)

Regulamentado pela NR 18, o PCMAT é um programa que estabelece alguns procedimentos para que sejam tomadas medidas preventivas e de controle no meio ambiente de trabalho.

Trata-se de um programa que é exclusivo da indústria da construção civil.

18. SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho)

Já citada anteriormente, a SIPAT é uma semana em que a empresa se dedica a fazer eventos para a prevenção de acidentes de trabalho.

São convidados palestrantes das mais diversas áreas, como médicos, especialistas em segurança do trabalho, engenheiros, entre outros, para ministrar aulas e atividades educativas com os trabalhadores.

19. PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário)

O PPP nada mais é do que um formulário, cujos campos precisam ser preenchidos com informações sobre os colaboradores.

Entre as informações que fazem parte do formulário, temos os itens aos quais o colaborador está exposto ao realizar o seu trabalho, como agentes químicos.

20. APR (Análise Preliminar de Risco)

Essencialmente, a APR consiste em um estudo prévio e detalhado acerca das etapas de realização de determinada atividade ou de um processo, com vista à identificação de eventuais riscos envolvidos no trabalho e das medidas mais adequadas para prevenção de acidentes.

Como a APR tem finalidade preventiva, ela deve ser realizada no início de um projeto de uma nova tarefa ou na implementação de um processo, sobretudo nas atividades em que as normas regulamentadoras estabelecem sua obrigatoriedade — por exemplo, nos trabalhos em alturas, em espaços confinados, em instalações e serviços de eletricidade, na construção civil, nos trabalhos com inflamáveis, máquinas e equipamentos etc.

Esperamos que as siglas da segurança do trabalho e saúde ocupacional mencionadas ao longo deste post tenham ajudado a esclarecer um pouco mais sobre a importância do assunto para a sua empresa!

Lembre-se de que, para entender melhor sobre o assunto e saber como lidar com a segurança do trabalho sem cometer erros, é interessante que você conte com auxílio profissional. Nós, da SAFE, somos especialistas no assunto e prestamos serviços de gestão de riscos, consultoria e assessoria em saúde ocupacional, segurança do trabalho e meio ambiente.

Chegamos ao fim deste conteúdo! Agora que você conhece algumas das principais siglas de segurança do trabalho, entre em contato diretamente conosco e conheça os nossos serviços. Se você quiser saber mais sobre a SAFE, visite nosso site no endereço www.safesst.com.br.