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Segurança do trabalho

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Qual a relação entre higiene e segurança do trabalho?

Muitas pessoas ainda acreditam que cuidar da higiene no local de trabalho significa simplesmente mantê-lo limpo, disponibilizar esterilizadores para as mãos etc. Todavia, os objetivos vão muito além: higiene e segurança do trabalho caminham juntas para proporcionar o melhor local de trabalho possível.

A primeira coisa que você precisa saber é que higiene ocupacional, de trabalho e industrial são nomenclaturas diferentes, mas têm o mesmo significado. Todas tratam da segurança das pessoas que possam estar expostas a agentes biológicos, ruídos e radiação, entre outros fatores.

Preparado para se aprofundar nesse assunto? Então, continue a leitura! A seguir, esclareceremos as principais dúvidas que os empresários e profissionais da área têm sobre o tema.

Higiene e segurança do trabalho têm o mesmo objetivo?

Um dos maiores objetivos das empresas é prevenir acidentes e garantir a saúde e a segurança dos colaboradores, a fim de preservar a força de trabalho. Algumas das ferramentas utilizadas para tanto são as normas de higiene ocupacional e de segurança do trabalho — é aí que as duas atividades começam a fazer sentido juntas.

Prezar pela higiene do trabalho vai muito além de manter um ambiente limpo ou utilizar álcool. A higiene ocupacional faz parte da ciência de segurança e medicina do trabalho. Seu objetivo é garantir que a integridade dos colaboradores seja mantida mesmo quando estiverem expostos a ambientes perigosos ou insalubres. Isso inclui gases tóxicos, ruídos prejudiciais ao ouvido, ambiente estressante etc.

Em resumo, a higiene do trabalho atua como medida preventiva, detectando, avaliando e controlando fatores que possam causar doenças, prejuízos à saúde física ou mental e desconforto para os trabalhadores. Dessa forma, assegura-se que a saúde ocupacional e a segurança do trabalho estejam sendo endereçadas e tratadas.

Qual é a diferença entre segurança do trabalho e higiene do trabalho?

A segurança e a saúde dos empregados em uma empresa devem ser consideradas duas das principais bases de manutenção da força trabalhadora. Sendo assim, há uma relação muito próxima entre as atividades de segurança do trabalho e higiene. Para a Organização Mundial de Saúde, uma pessoa em bom estado de saúde precisa estar com o físico, mental e social sem o comprometimento de alguma doença ou enfermidade.

Preservar o trabalhador de riscos à saúde, além de manter sua integridade física e mental durante o expediente, é um procedimento regido pela higiene do trabalho. Por isso, a higiene e segurança do trabalho são práticas interligadas, que agem diretamente na produtividade e no desempenho dos colaboradores de uma empresa.

A segurança do trabalhador, por sua vez, é um aglomerado de técnicas focadas em educação, Psicologia e Medicina para a prevenção de acidentes. Com elas, torna-se possível eliminar ou diminuir muito as inseguranças no ambiente de trabalho, estimulando os funcionários a fazerem uso como uma prática de prevenção.

Quais são as formas de atuação da higiene ocupacional?

De acordo com a ACGIH (Conferência Americana de Higienistas Industriais Governamentais, em português), a higiene de trabalho é dividida em três etapas.

  • Reconhecimento: nessa fase, o objetivo é procurar no ambiente de trabalho a existência de agentes que possam prejudicar a saúde dos trabalhadores. Para tanto, é preciso que todas as etapas de uma atividade realizada no local sejam apresentadas no momento da avaliação.
  • Avaliação: testes qualitativos e quantitativos são realizados a fim de detectar o perfil dos agentes físicos, químicos e biológicos presentes no ambiente. Trata-se do momento de coletar dados e detectar contaminantes.
  • Controle: com os resultados da avaliação em mãos, procuram-se medidas que eliminem ou minimizem o risco oferecido.

As ações adotadas podem:

  • ter relação com o processo (isolamento de áreas tóxicas e substituição de produtos químicos);
  • ser administrativas (investimento em treinamentos, redução de tempo de exposição do trabalhador);
  • estar relacionadas com os funcionários (aquisição de Equipamentos de Proteção Individual e Equipamentos de Proteção Coletiva).

Como a higiene de trabalho impacta a vida do trabalhador?

Os trabalhadores, principalmente do ambiente industrial, são os mais impactados pela exposição aos riscos oferecidos no local de trabalho. Máquinas ruidosas, temperaturas agressivas e até mesmo a radiação são alguns dos agentes que podem trazer sérios problemas à saúde.

Com a implantação das medidas de higiene ocupacional, são criadas algumas normas internas que visam proteger o colaborador e permitir que determinadas tarefas sejam executadas. As radiações, por exemplo, são todas classificadas e testadas para garantir que a exposição não afete a saúde ou que os EPIs realmente impeçam o contato com o corpo humano.

Vale lembrar que a eficiência de uma medida de prevenção depende principalmente da análise e do entendimento dos fatores de risco. Por isso, listaremos a seguir os grupos de ameaças para a saúde e a segurança dos trabalhadores.

A quais fatores de risco os trabalhadores estão expostos?

No dia a dia profissional, os colaboradores estão expostos a diferentes tipos de riscos — que podem ser físicos, químicos, biológicos, ergonômicos, psicossociais e mecânicos. Explicaremos sobre cada um deles abaixo!

Riscos físicos

São consideradas promotoras de risco físico as mais variadas formas de energia às quais estão expostos os trabalhadores. Entre elas, vale destacar as seguintes:

  • ruídos;
  • temperaturas extremas de calor e frio;
  • pressão atmosférica fora do normal;
  • umidade;
  • radiações ionizantes e não ionizantes;
  • vibração.

Riscos químicos

Os agentes de risco químico podem ser substâncias, compostos ou produtos capazes de atingir o organismo pelas vias respiratórias, na forma de poeiras, gases, fumos, neblinas ou vapores. Adicionalmente, eles podem causar impacto por meio da exposição ou do toque com o corpo.

Riscos biológicos

São agentes de risco biológico as bactérias, os vírus, os parasitas e os fungos, entre outros. Os acidentes estão quase sempre ligados a trabalhos em hospitais, laboratórios, na pecuária e na agricultura.

Riscos ergonômicos

Trata-se daqueles problemas que podem interferir nas características físicas do trabalhador. É gerado um desconforto na utilização de máquinas e equipamentos ou com o mobiliário inadequado, provocando posturas e posições incorretas, capazes de causar problemas à saúde. São considerados riscos ergonômicos os ambientes adaptados com más condições de ventilação, iluminação e comodidade para os trabalhadores.

Riscos psicossociais

Considerados os maiores desafios para a área de segurança do trabalho, o estresse e os riscos psicossociais são responsáveis por 50% das faltas ao expediente. Por decorrerem da gestão e administração, incluem: turnos em período noturno, ritmo de trabalho excessivo, monotonia, altas exigências de produtividade e autoritarismo nas relações de trabalho.

Riscos mecânicos

Ligados à falta de segurança e organização no ambiente, podem causar dano à integridade física das pessoas. Tais riscos são encontrados na:

  • falta de proteção das máquinas;
  • organização e limpeza do ambiente;
  • sinalização;
  • rotulagem de produtos e outros que levam a acidentes do trabalho.

Qual é a legislação que regulamenta a higiene e a segurança do trabalho?

No que se refere à legislação que regulamenta a higiene e a segurança do trabalho, existem as chamadas Normas Regulamentadoras, que são regidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Ao todo, 37 normativas devem ser cumpridas pelas empresas, sendo que algumas se enquadram em todos os segmentos e outras são específicas para determinados ramos de atuação.

As normas que estão em vigência na atualidade são as seguintes:

  • NR 1 – Disposições Gerais;
  • NR 2 – Inspeção Prévia;
  • NR 3 – Embargo ou Interdição;
  • NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho;
  • NR 5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes;
  • NR 6 – Equipamentos de Proteção Individual (EPI);
  • NR 7 – Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO);
  • NR 7 – Nota Técnica;
  • NR 8 – Edificações;
  • NR 9 – Programas de Prevenção de Riscos Ambientais;
  • NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
  • NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais;
  • NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
  • NR 13 – Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulações;
  • NR 14 – Fornos;
  • NR 15 – Atividades e Operações Insalubres;
  • NR 16 – Atividades e Operações Perigosas;
  • NR 17 – Ergonomia;
  • NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção;
  • NR 19 – Explosivos;
  • NR 20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis;
  • NR 21 – Trabalho a Céu Aberto;
  • NR 22 – Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração;
  • NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
  • NR 24 – Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho;
  • NR 25 – Resíduos Industriais;
  • NR 26 – Sinalização de Segurança;
  • NR 27 – Revogada pela Portaria GM nº 262, 29052008 Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho no MTB;
  • NR 28 – Fiscalização e Penalidades;
  • NR 29 – Segurança e Saúde no Trabalho Portuário;
  • NR 30 – Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário;
  • NR 31 – Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária Silvicultura, Exploração Florestal e Aqüicultura;
  • NR 32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde;
  • NR 33 – Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados;
  • NR 34 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval;
  • NR 35 – Trabalho em Altura;
  • NR 36 – Segurança e Saúde no Trabalho em Empresas de Abate e Processamento de Carnes e Derivados
  • NR 37 – Segurança e Saúde em Plataformas de Petróleo

Quais são os prejuízos para a empresa que não investe nessa área?

Quando uma empresa não investe em higiene e segurança do trabalho, seus colaboradores correm o risco de sofrer acidentes ou desenvolver doenças. Como resultado, é preciso que se afastem de suas atividades.

Além disso, se as normas anteriormente citadas não forem cumpridas, a empresa pode ter que pagar multas altas. Portanto, vale mais a pena fazer o investimento! Depois que você entendeu o que é e quais são as aplicações da segurança do trabalhador, além de suas implicações na higiene, percebeu como as duas áreas se complementam?

Para que a segurança do trabalho seja atendida em sua plenitude, medidas de higiene devem ser adotadas. Assim, será possível minimizar o número de contágios e, por outro lado, reduzir as faltas e aumentar a produtividade da empresa.

As organizações precisam compreender que a higiene no trabalho é um suporte para o crescimento, pois trabalhadores saudáveis são mais produtivos. Quando a empresa entende as diferenças entre higiene e segurança do trabalho, contratando profissionais específicos para atender a essas demandas, o trabalhador pode exercer suas funções da melhor maneira possível.

Quer otimizar os resultados da sua empresa? Então, saiba mais sobre os custos dos acidentes de trabalho para as companhias!

Gostaria de saber mais sobre a SAFE, então visite nosso site no endereço www.safesst.com.br. Se quiser entrar em contato diretamente conosco, clique aqui.

O que é SSO e qual a sua importância para as empresas?

No ano de 2017, foram registrados quase 550 mil acidentes de trabalho no Brasil. Apesar da diminuição da quantidade em comparação com os anos de 2015 e 2016 — que registraram 622 mil e 586 mil acidentes respectivamente —, ainda é um número extremamente alto, fazendo com que o país ocupe a quarta posição mundial em relação a esse problema. Isso mostra a importância de saber o que é SSO.

Reverter esse quadro e possibilitar a redução do número de acidentes de trabalho é uma tarefa que envolve todos os ramos da sociedade, incluindo trabalhadores, governo e empresas. E o seu negócio não pode ficar de fora dessa responsabilidade, sendo essencial que você implemente estratégias e práticas nessa direção.

A SSO é uma área da gestão empresarial responsável pela prevenção de acidentes de trabalho, promovendo saúde e segurança no ambiente organizacional. Quer saber mais sobre isso e entender os benefícios de incorporá-la à sua empresa? Então continue a leitura e descubra!

O que é SSO?

SSO é a sigla para Saúde e Segurança Ocupacional. Ela consiste em uma série de ações e estratégias adotadas no ambiente da empresa para promover a saúde e a segurança dos seus profissionais.

O que a legislação diz sobre a SSO?

A SSO é tratada nas Normas Regulamentadoras, as famosas NRs. São elas que mostram as diretrizes para cada um dos aspectos relacionados à saúde e segurança do trabalho, indicando boas práticas e obrigações das empresas para a proteção dos trabalhadores.

Existem NRs sobre trabalho em ambientes fechados, trabalho em altura, prevenção contra incêndio, utilização de produtos tóxicos, entre outros aspectos.

Quais são os benefícios de contar com um setor especializado em SSO?

Existem diversos benefícios em contar com um setor especializado em SSO na sua empresa. Entre eles:

  • melhoria da condição de saúde da equipe;
  • identificação dos riscos do ambiente de trabalho;
  • prevenção de acidentes, gerando redução das ocorrências e diminuição dos custos;
  • ambiente de trabalho mais seguro e com melhor clima organizacional;
  • aumento da satisfação do time com a empresa como um todo, proporcionando aumento da produtividade.

Além desses benefícios, investir em SSO é mais do que uma necessidade para a empresa, sendo considerada como uma obrigação. Isso porque cuidar da saúde e da segurança do seu time faz parte das suas responsabilidades como empregador.

A adoção da SSO também pode ser considerada um diferencial para a sua empresa, atraindo talentos para o time. Por fim, o investimento em saúde e segurança ocupacional evita prejuízos relacionados a acidentes de trabalho e doenças ocupacionais, uma vez que reduz o índice de ambos os problemas na empresa.

Saber o que é SSO e investir nessa área é extremamente importante tanto para sua equipe quanto para a empresa como um todo. Além de prevenir uma série de problemas, essa prática ainda gera grandes benefícios para a organização, aumentando, inclusive, a produtividade do time e, consequentemente, os resultados e lucros do negócio, além de fortalecer a imagem da empresa.

Para o sucesso dessa estratégia, uma consultoria técnica em SSO pode ser a sua maior aliada. Quer saber o por quê? Leia o nosso próximo artigo e descubra agora mesmo!

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Saiba quais são as normas de segurança do trabalho em mineração!

O trabalho de extração de minerais representa uma importante atividade econômica no Brasil, empregando milhares de pessoas em todo o território nacional — em 2017 foram cerca de 180 mil empregos diretos. Esses trabalhadores estão expostos aos diversos riscos presentes nas minas, por isso a sua proteção precisa de uma atenção especial.

Neste post vamos apresentar algumas das principais normas de segurança do trabalho em mineração e como elas podem ser aplicadas na sua empresa. Também vamos explicar sobre a recente tragédia ocorrida na cidade mineira de Brumadinho, caso que gerou comoção mundial. Acompanhe nos tópicos a seguir!

Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração

A Norma Regulamentadora nº 22 (NR-22) tem por objetivo padronizar os preceitos organizacionais do ambiente de trabalho, fornecendo, assim, uma referência que ajuda as empresas a se planejarem para cumprir as medidas de segurança. Ela é aplicável às minerações subterrâneas, minerações a céu aberto, garimpos, beneficiamento mineral e pesquisa mineral.

Essa regulamentação engloba diversos aspectos que são de responsabilidade da empresa. No documento da NR-22, podemos encontrar que o mínimo exigido se relaciona aos seguintes tópicos:

  • riscos físicos, químicos e biológicos;
  • atmosferas com risco de explosão;
  • deficiências dos níveis de oxigênio;
  • ventilação;
  • proteção respiratória, de acordo com a Instrução Normativa n.º 1, de 11/04/94, da Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho;
  • investigação e análise de acidentes do trabalho;
  • ergonomia e organização do trabalho;
  • eventuais riscos resultantes do trabalho em altura, em profundidade e em espaços de confinamento;
  • riscos resultantes do uso de eletricidade, máquinas, equipamentos, veículos e trabalhos manuais;
  • equipamentos de proteção individual de uso obrigatório, observando-se no mínimo o constante na Norma Regulamentadora n.º 6;
  • estabilidade do maciço;
  • plano de emergência e outros resultantes de modificações e introduções de novas tecnologias.

Todos esses pontos acima fazem parte do que a norma chama de PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos). Além dele — que para essa atividade tem uma importância muito grande —, existem algumas outras, como a CIPAMIN (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes na Mineração), que tem um capítulo especial na NR-22 pois apresenta características específicas atreladas à atividade de mineração.

No entanto, não são apenas as empresas que precisam cumprir regras, mas também os seus colaboradores. Cabe aos funcionários dessas organizações zelar pela sua própria saúde e integridade, bem como a de seus colegas. Para isso, devem cumprir todas as regulamentações que dizem respeito à segurança do trabalho em mineração.

Também é uma responsabilidade do funcionário comunicar imediatamente os seus superiores sempre que verificar uma situação que considerar ser de risco ou então ver que algum colega não está desempenhando as tarefas como solicitado, de modo que isso possa se tornar um risco iminente para todos.

Equipamentos e medidas de segurança

É muito importante que os profissionais façam uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) que protegem dos possíveis danos causados por estilhaços e pedras, ruídos, poeira e até deslizamentos de terra que podem ocorrer nas minas.

Entre os EPIs que se destacam estão:

  • máscaras respiratórias;
  • protetores auriculares;
  • óculos de proteção;
  • máscaras para solda e capacetes;
  • calçados e luvas de segurança.

Além disso, para contribuir com a segurança do trabalho em mineração, são necessárias outras medidas, como:

  • uso de cinto de segurança acoplado ao cabo salva-vidas;
  • posicionamento do maquinário e outros equipamentos de trabalho a fim de que a distância seja suficiente para circulação;
  • monitoramento da qualidade do ar;
  • realização das atividades sob a supervisão dos profissionais capacitados.

Sinalização em locais de risco

Outra importante medida de segurança é a sinalização. Ela deve ser utilizada em vias de circulação de pessoas, de acesso às minas e em locais de risco de queda.

As tubulações e os depósitos de substâncias tóxicas e inflamáveis devem ser devidamente sinalizados. Ela também é necessária para indicar detonações ou processos de lixiviação dentro da mina.

Além disso, é preciso que os sinais sonoros sejam acionados quando houver detonação dentro da mina ou movimentação de equipamentos. Em ambos os casos, os trabalhos devem ser interrompidos previamente para proteger os trabalhadores de possíveis acidentes.

Aprendendo com exemplos: o caso Brumadinho

De acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT), a recente tragédia de Brumadinho foi uma grave violação às normas de segurança do trabalho em mineração, uma vez que, se as medidas cabíveis tivessem sido tomadas, ela poderia ter sido evitada.

O procurador-geral Ronaldo Fleury, de acordo com a Confederação Nacional do Ramo Químico, comentou que “essa tragédia demonstra a precariedade das condições de trabalho” que existiam no local.

Essa não é a primeira vez que um acidente com vítimas fatais envolvendo barragens de rejeitos da mineração acontece em nosso país. Em 2016, outra barragem rompeu, na cidade de Mariana – MG, deixando muitas pessoas mortas e outras com graves sequelas físicas, morais e sociais.

As duas últimas alterações/atualizações que aconteceram na NR 22, no final de 2018 e em abril de 2019 foram reflexos diretos das tragédias que aconteceram em Mariana e Brumadinho.

Esses exemplos servem para que possamos refletir sobre como a segurança do trabalho em mineração não pode ser negligenciada, uma vez que as consequências podem ser devastadoras.

As barragens, como a de Brumadinho, têm a função de armazenar os rejeitos e substâncias químicas provenientes do beneficiamento do minério e evitar que invadam os mananciais e contaminem o solo.

Para prevenir que novos desastres como esse aconteçam, é imprescindível que as empresas na área tenham conhecimento aprofundado sobre a segurança do trabalho em mineração. Apenas assim é possível tomar todas as medidas para que os trabalhadores da área de mineração tenham condições de executar o seu trabalho com qualidade e segurança, mantendo a sua saúde e integridade física no decorrer dos processos.

É essencial que todas as medidas da Norma Regulamentadora 22 sejam seguidas à risca, bem como sejam criados programas de conscientização não só para os colaboradores, mas também para os moradores das comunidades onde existem barragens. Todos precisam saber como proceder caso algum acidente aconteça.

Já no quesito ambiental, de acordo com Carlos Portugal Gouvêa, professor de Direito da USP e doutor pela Universidade de Harvard, além de todas as medidas preventivas, uma boa alternativa complementar seria que as empresas investissem em seguros para que as áreas devastadas por esse tipo de acidente fossem prontamente recuperadas, bem como as famílias prejudicadas devidamente indenizadas.

Segundo o especialista, em artigo que escreveu para o jornal Estadão, essa prática já é adotada no Japão e em outros países, que são exemplos no que se refere à segurança do trabalho em mineração.

Agora você já tem alguma informação sobre as principais normas de segurança do trabalho em mineração e como utilizá-las para melhorar o ambiente para os seus funcionários, cuidando para que acidentes não prejudiquem o andamento do trabalho. Lembre-se de que o cumprimento da NR-22 é imprescindível para o sucesso do seu empreendimento!

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Você sabe o que é NR 15, seu conceito e seus principais objetivos?

Na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) estão incluídos vários instrumentos que têm como objetivo resguardar empregados e empregadores durante a jornada de trabalho. Entre esses instrumentos está a definição do conceito de insalubridade no ambiente de trabalho. Além da CLT, outro importante instrumento que regula atividades nesses locais é a NR 15. Mas afinal, você sabe o que é NR 15 e quais aspectos ela aborda?

Com o intuito de deixar essa questão mais esclarecida, fizemos este artigo especialmente para você. Falaremos do que a NR 15 trata e quais as situações mais comuns de insalubridade. Também, abordaremos o objetivo da norma e, por fim, destacaremos a importância das empresas de gestão de riscos especializadas no assunto. Confira!

O que é NR 15?

A Norma Regulamentadora 15 descreve as operações, atividades e agentes insalubres presentes nas atividades laborais. Aborda também os limites de tolerância e o valor do adicional de insalubridade, de acordo com os seus níveis em cada ambiente de trabalho e atividade.

Dentre as principais atividades insalubres, podemos destacar:

  • as que envolvem o manuseio de agentes biológicos, agentes químicos, poeiras minerais;
  • as realizadas em ambientes que estejam submetidos ao frio, forte calor, umidade, vibração, ruído de impacto, ruído contínuo ou intermitente, dentre outros.

Por sua vez, a incidência de solicitações de adicional de insalubridade não para de crescer. Segundo os boletins estatísticos do Fórum de Campinas – TRT 15ª Região, no período de 2010, 2011 e 2012, 6% dos processos recebidos tratavam de pedidos referentes ao adicional.

Quais são os principais objetivos da NR 15?

Limites de tolerância para as situações de insalubridade

Um dos principais objetivos da NR 15 é o de determinar os níveis de tolerância de insalubridade que cada ambiente pode ter. A fiscalização acontece por meio de agentes do Ministério do Trabalho, que podem interditar o ambiente até que a situação seja solucionada.

Garantia da segurança do trabalhador

Com os instrumentos contidos na legislação, busca-se em primeiro lugar a garantia da segurança do trabalhador com a regulamentação da NR 15. Locais insalubres tendem a apresentar sérios riscos à saúde do colaborador, por isso, medidas paliativas e adicionais relacionadas à insalubridade têm como objetivo mitigar e compensar esses efeitos nocivos, respectivamente.

Redução de risco

A redução de riscos do ambiente insalubre se dá tanto pela diminuição da carga horária trabalhada nesses locais ou dedicada a essas atividades — não sendo permitida a execução de horas extras —, quanto pela obrigatoriedade da disponibilidade de Equipamento de Proteção Individual (EPI), dentre outras ações presentes da NR 15.

Aumento da proteção

Com a adoção de medidas como a distribuição dos EPIs, funcionários e empregadores ficam mais seguros — os funcionários, por terem sua saúde preservada, e os empregadores, por se precaverem de queda de produtividade, multas da Justiça do Trabalho, dentre outros efeitos indesejados relacionados à insalubridade.

Melhora da produtividade

Engana-se quem pensa que a NR 15 está preocupada apenas com a questão da segurança. Embora esse seja o seu principal objetivo, a norma também apresenta preocupação quanto à produtividade, aliando-a com a segurança e enxergando uma como essencial para a existência da outra.

Quais são as principais situações de insalubridade consideradas?

Como vimos, dentre os principais objetivos da NR 15 está a caracterização das situações de insalubridade e os limites a que cada condição laboral pode submeter o colaborador. Desse modo, é possível avaliar a realidade corrente, mensurar o agente de insalubridade e considerar os limites definidos.

Com esse fim, devem ser considerados — inclusive para que se possa avaliar o direito à percepção do adicional por insalubridade — os limites definidos para cada condição insalubre. Acompanhe!

Exposição a agentes químicos

Para avaliar a insalubridade em razão da exposição a produtos químicos, a NR 15 considera 2 grupos de agentes químicos: aqueles para os quais há um limite de tolerância acima do qual considera-se insalubre e os que dependem de uma avaliação por inspeção realizada no local de trabalho.

1. Agentes químicos com limite de tolerância

Esse é o maior grupo, com cerca de 2 centenas de produtos químicos componentes de uma tabela. Essa apresentação tabular relaciona o agente com sua concentração, o limite de tolerância e o grau de insalubridade a ser considerado.

2. Agentes químicos dependentes de inspeção

Para esse grupo, não há tabela, mas a relação dos agentes químicos. Entre eles, podemos ressaltar:

  • arsênico;
  • carvão;
  • chumbo;
  • cromo;
  • fósforo;
  • hidrocarbonetos e outros compostos de carbono;
  • mercúrio;
  • silicatos;
  • substâncias cancerígenas;
  • operações diversas com 15 outras substâncias relacionadas na norma.

Exposição a agentes biológicos

A NR 15 considera insalubridade de grau máximo e de grau médio com referência à exposição a agentes biológicos que relaciona. Destacam-se as principais.

Grau máximo

Trabalho ou operações em contato permanente com:

  • pacientes em isolamento por doenças infecto-contagiosas e seus objetos de uso;
  • partes do corpo e dejeções de animais com doenças infecto-contagiosas;
  • esgotos e seu ambiente;
  • lixo urbano.

Grau médio

Trabalho ou operações em contato permanente com pacientes, animais ou material contaminado:

  • hospitais e serviços congêneres;
  • hospitais veterinários e serviços congêneres;
  • laboratórios (de análises clínicas e histopatologia, assim como de produção de soros e vacinas com animais);
  • cemitérios;
  • estábulos.

Exposição ao calor

A exposição ao calor, qualquer que seja a situação de trabalho, resulta em sobrecarga térmica para o colaborador. Como resultado, há risco à saúde e a necessidade de avaliação das condições para fins de controle e eliminação ou minimização do risco.

As condições da exposição ao calor no ambiente de trabalho são avaliadas por meio do Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo (IBUTG). Para sua medição, que deve ser realizada no local de trabalho, são utilizados os seguintes aparelhos:

  • termômetro de bulbo úmido natural;
  • termômetro de globo;
  • termômetro de mercúrio comum.

Exposição a ruído de impacto

O ruído de impacto é aquele que se caracteriza por apresentar elevada intensidade, porém com duração reduzida. Em resumo, é um som alto, mas durante um tempo pequeno — por exemplo, o disparo de uma arma ou as marteladas de um bate-estacas.

A NR 15 considera que o tempo de duração do ruído de impacto é inferior a 1 segundo. Do mesmo modo, o intervalo entre duas ou mais ocorrências deve ser maior que 1 segundo. Por sua vez, a norma determina que a intensidade do som deve ser avaliada em decibéis (dB). Nesse caso, o limite de tolerância para ruído de impacto será de 130 dB.

Para avaliação da intensidade e do intervalo, o medidor de nível de pressão sonora deve operar no circuito linear e circuito de resposta para impacto. As leituras devem ser tomadas próximas ao ouvido do trabalhador.

Exposição a vibrações

A NR 15 considera insalubre a exposição do trabalhador a vibrações localizadas ou de corpo inteiro, sem a proteção adequada. Para esse fim, a caracterização da insalubridade deverá contar com laudo de perícia realizada no local.

A perícia deverá ser conduzida com base nos limites de tolerância definidos pela Organização Internacional para a Normalização (ISO). Havendo constatação, a insalubridade será considerada de grau médio.

Qual a importância de contratar uma empresa especializada em gestão de riscos?

Embora seja possível aprender sobre as principais diretrizes e recomendações da NR 15, aplicá-la de forma adequada a cada realidade fica muito facilitada com a consultoria de uma empresa especializada, que conheça as regras do jogo e as jurisprudências mais recentes.

A SAFE, por exemplo, é uma empresa de gestão de riscos especializada na NR 15 e conta com diversos trabalhos nessa área.

Sendo assim, saber o que é NR 15, quais são seus principais objetivos e instrumentos é importante, mas não substitui a necessidade da contratação de uma empresa especializada no assunto. Lembre-se, o barato pode sair caro e é melhor prevenir do que remediar. Procure sempre por um profissional especializado!

Se gostou do post, entre em contato conosco e saiba tudo o que você precisa sobre saúde e segurança do trabalho.

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Entenda mais sobre a NR 03 – Embargo ou Interdição

As Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho tratam das questões de saúde e segurança do trabalho. Dentre essas normas, ressalta-se a NR 03 — Embargo ou Interdição.

É preciso atenção da empresa para as situações de risco iminente e que podem surgir da forma como as atividades são realizadas ou das condições em que os trabalhadores as executam. Avaliações periódicas podem evitar a ocorrência de embargo ou interdição, que trariam sérios prejuízos para os negócios.

Continue a leitura e entenda mais sobre a NR 03.

Âmbito da NR 03

Na legislação trabalhista existem alguns conceitos que são essenciais para se entender a razão de ser de algumas normas. Assim, por exemplo, embargo, interdição e risco iminente são os termos e expressões que fundamentam a NR 03.

Embargo

O embargo só se aplica às obras e constitui a paralisação das atividades por determinação da fiscalização. Pode ser total, paralisando toda a obra, ou parcial, envolvendo apenas uma parte.

Interdição

A interdição também constitui uma paralisação que pode ser total ou parcial. No entanto, não se limita a uma atividade, sendo aplicada a um estabelecimento, setor de serviço, máquina ou equipamento.

Condição de risco iminente

Qualquer condição ou situação de trabalho que a qualquer momento possa provocar um acidente ou uma doença com sérias consequências para o trabalhador é considerada como de risco iminente. Assim, por exemplo, um trabalho que apresente risco de amputação da mão ou até risco de morte será assim caracterizado.

Condições que oferecem risco de acidente do trabalho

De modo geral, as situações de risco no trabalho podem resultar de 3 tipos diferentes de origem: o ambiente laboral, o fator pessoal e o ato inseguro.

Ambiente laboral

As situações oriundas do ambiente de trabalho quase sempre podem ser identificadas com uma vistoria ou avaliação local. As principais podem ser assim elencadas:

  • espaço insuficiente para a atividade;
  • instalações perigosas (degraus e rampas, empilhamentos, localização inadequada);
  • indisponibilidade de Equipamento de Proteção Individual (EPI) na empresa;
  • Equipamento de Proteção Coletiva (EPC) inadequado ou inexistente.

Fator pessoal

O fator pessoal de insegurança está relacionado a um determinado indivíduo. Os mais comuns são:

  • falta de capacitação suficiente para a atividade desenvolvida;
  • falta de experiência na atividade;
  • desajustamento físico ocasionado por alguma deficiência pessoal;
  • desajustamento mental ou emocional (comportamento agressivo, impulsividade, alcoolismo).

Ato inseguro

O ato inseguro ocorre quando o trabalhador realiza uma atividade contrariando algum preceito de segurança. Pode ser por ação ou por omissão.

O ato inseguro por ação é quando o colaborador faz algo que não deveria fazer. E o ato inseguro por omissão é quando deixa de fazer ou tomar um cuidado que deveria tomar.

Condições que oferecem risco de doenças relacionadas ao trabalho

As condições laborais que podem provocar doenças se referem à atividade propriamente ou às condições do ambiente de trabalho. Dentre as mais comuns, podem ser relacionadas:

  • exercício prolongado e repetitivo de determinado movimento (LER);
  • postura inadequada e continuada durante o trabalho (DORT);
  • presença de poeiras como as de algodão, borracha e madeira, dentre outras (asma ocupacional);
  • exposição a agentes nocivos como graxas ou óleos lubrificantes (dermatose ocupacional);
  • exposição prolongada a ruídos intensos (surdez temporária ou definitiva);
  • inalação contínua de agentes causadores de lesões pulmonares (antracnose pulmonar).

Dessa forma, as diversas situações de trabalho vistas, quando caracterizarem uma situação de  risco iminente poderão dar causa ao embargo ou à interdição, conforme previsão da NR 03. É importante que a empresa avalie periodicamente todas as variáveis que criam situações de risco de modo a evitar que ocorram com gravidade capaz de paralisar o negócio.

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Como funciona a gestão de saúde e segurança para motociclistas?

Toda empresa tem a responsabilidade de prezar pela saúde e segurança dos profissionais que fazem parte do negócio. Pensando nisso, por que os motociclistas ficariam de fora desses programas?

O motociclista trabalha em uma situação de risco, afinal, ele precisa enfrentar o perigo e estresse do trânsito de uma grande cidade. Dessa forma, é importante implementar um programa de gestão de saúde e segurança para motociclista, cuidando da integridade física e bem-estar desses profissionais.

Quer saber o que é e como funciona esse programa? Continue a leitura e descubra agora!

O que é um programa de gestão de saúde e segurança?

A gestão de saúde e segurança consiste em uma série de estratégias adotadas para cuidar da integridade física e mental dos profissionais durante a realização das suas atividades. Dessa forma, ela inclui uma série de ações, como os exames ocupacionais, treinamentos de segurança, uso de EPIs, entre outras.

Todas as categorias profissionais podem ser incluídas nesses programas, inclusive a dos motociclistas. Nesse aspecto, em 2014 foi aprovada uma lei que classifica essa atividade como perigosa. Além disso, em 2003 foi lançada a Resolução nº 356, que indica quais são os requisitos mínimos de segurança exigidos dos motociclistas.

Como esse programa funciona para os motociclistas?

Como você pode perceber, a gestão de saúde e segurança do trabalho deve ser estendida para os motociclistas, mas você sabe como funciona esse programa na prática? Diversos equipamentos são exigidos para minimizar os riscos dessa atividade, como:

  • capacete;
  • dispositivo de proteção para pernas e motor;
  • aparador de linha;
  • colete de segurança;

Porém, a gestão da saúde e segurança do trabalho desses profissionais vai além dos equipamentos utilizados. É importante também implementar outros programas de proteção, como treinamentos relacionados à direção preventiva e segurança na atividade de motociclista, assim como programas de identificação e gestão dos riscos da atividade realizada.

Como implementar a gestão de saúde e segurança para motociclistas?

É importante que você entenda qual a melhor forma de implementar um programa de saúde e segurança para motociclistas na sua empresa. Confira agora algumas dicas!

Capacite a equipe

Encontre treinamentos relacionados à segurança do trabalho e à condução correta de veículos desse tipo. A partir disso, atualize os conhecimentos dos motociclistas ministrando esse tipo de capacitação para toda a equipe.

Identifique os riscos

Realize uma inspeção e identifique todos os riscos aos quais os motociclistas estão submetidos. Para isso, converse com a equipe e entenda quais são os principais tipos de acidentes e consequências de cada um deles.

Crie planos de ação

Crie planos de ação para eliminar e neutralizar esses riscos. Eles podem estar relacionados à equipamentos de segurança, prazos exigidos para entregas, organização do trabalho, carga horária dos motociclistas ou equipamentos de proteção a serem utilizados.

Conte com uma consultoria especializada

Existem empresas extremamente capacitadas para auxiliar na gestão de saúde e segurança oferecendo, inclusive, programas de gestão de saúde e segurança específicos para motociclistas. Portanto, conte com uma consultoria como aliada, para que sejam adotadas as melhores estratégias para proteger a sua equipe.

Cuidar da saúde e segurança no trabalho de toda a sua equipe, inclusive dos motociclistas, traz uma série de benefícios para a empresa. Além disso, é um compromisso legal e ético da organização com os profissionais que fazem parte dela. Portanto, inicie agora a gestão de saúde e segurança para motociclistas no seu negócio!

Aproveite para entrar em contato com a SAFE e descubra todas as soluções que temos para oferecer.

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Assinatura digital em documentos de SST? Entenda aqui!

A legislação referente à saúde e segurança do trabalho muda com bastante frequência. Entender essas mudanças é essencial para garantir que a sua empresa esteja sempre em conformidade com a lei, garantindo a integridade física da sua equipe e evitando problemas e multas para o negócio. Nesse contexto, uma mudança importante foi aprovada recentemente com relação aos documentos de SST.

Em abril de 2019 foi aprovada uma portaria que exige a assinatura digital em documentos de Saúde e Segurança do Trabalho. Quer sabe o que isso significa e os benefícios dessa mudança? Continue a leitura e descubra!

Afinal, o que é a assinatura digital?

Quando você digitaliza um documento, ele perde a validade legal, uma vez que abre portas para que seja modificado. Porém, em uma era cada vez mais virtual, como manter a validade dos documentos nesse meio?

É aí que entra a assinatura digital. Ela é uma autenticação da sua assinatura no formato digital, mantendo a validade dos documentos que a contém. Para obter esse recurso é necessário solicitar um certificado digital, que liga a sua assinatura a você.

Quais são os benefícios da assinatura digital?

A assinatura digital traz uma série de benefícios. Em primeiro lugar, é possível assinar documentos de maneira totalmente virtual, sem a necessidade de imprimir, digitalizar e autenticar. Ou seja, quando você coloca a sua assinatura digital em um documento, ele é válido legalmente.

Além disso, gera agilidade para a sua empresa, que pode criar documentos de SST de forma rápida para disponibilizá-los aos órgãos fiscalizadores. Por fim, a assinatura digital garante a segurança de que o documento é válido e não será alterado.

O que diz a nova portaria sobre os documentos de SST?

Foi criada, em 11 de abril de 2019, a portaria nº 211. Ela traz alterações em relação aos documentos de SST, permitindo a assinatura digital para a validade deles.

Segundo essa alteração, a assinatura digital será obrigatória para todos os documentos de SST. Isso inclui PCMSO, PPRA, PGR, PCMAT, ASO, AET, entre outros. Os documentos gerados antes da portaria continuam válidos, mas os gerados a partir de agora podem conter a assinatura digital.

Os documentos previstos neste artigo já assinados digitalmente no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil serão considerados válidos nos termos desta Portaria.

O arquivo eletrônico que contém os documentos mencionados neste artigo deve ser apresentado no formato “Portable Document Format” – PDF de qualidade padrão “PDF/A-1”, descrito na ABNT NBR ISO 19005-1, devendo o empregador mantê-lo à disposição para apresentação à Inspeção do Trabalho.

Existe um prazo para que ela seja obrigatória para as empresas. No caso de microempresas e MEI, a obrigatoriedade só será exigida em 5 anos. Já para empresas de pequeno porte, esse prazo é de 3 anos, enquanto para as demais organizações, ele é de 2 anos. Todos os prazos são contados a partir da publicação da portaria, ou seja, a partir de 11 de abril de 2019.

O que muda com a nova legislação?

Você pode estar se questionando: o que efetivamente muda com a nova legislação?

A grande transformação aqui é a forma como você produz e armazena os documentos de SST do seu negócio. Isso significa que, se antes poderia organizá-los em arquivos físicos, agora todo o processo deve ser digital.

Os documentos de SST precisam ser gerados de maneira virtual com a assinatura digital e armazenados em formato de PDF. Você pode imprimi-los após gerar o documento, porém a versão digital deve ser armazenada.

Isso não significa que você deve trocar todos os documentos agora, mas a renovação dos que estão para vencer a partir da data da portaria (11 de abril de 2019) pode ser feita dessa forma.

Estar sempre atento às mudanças da legislação de saúde e segurança do trabalho é essencial para manter a sua empresa dentro do que é exigido pelos órgãos fiscalizadores. Portanto, procure criar já a sua assinatura digital para documentos de SST e coloque a sua empresa na direção da transformação digital na área de Saúde e Segurança do Trabalho!

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Segurança do trabalho e realidade virtual: entenda aqui essa relação

Você já ouviu falar em realidade virtual? Trata-se de uma experiência imersiva, que cria situações em um ambiente digital, que podem ser vivenciadas pelas pessoas que estão em um ambiente físico.

Além disso, existe uma relação interessante entre segurança do trabalho e realidade virtual. Com essa tecnologia, treinamentos podem se tornar mais interessantes, por exemplo. Continue lendo e entenda!

Afinal, o que é a realidade virtual?

O conceito de realidade virtual é bastante simples! É uma tecnologia capaz de nos levar para um ambiente virtual, permitindo que se tenha a sensação de estar fisicamente em um local que existe apenas no ciberespaço.

Na maioria dos casos, para vivenciar uma experiência de realidade virtual, é preciso utilizar equipamentos próprios para isso, como os óculos VR.

Qual é a relação entre segurança do trabalho e realidade virtual?

A realidade virtual vem sendo aplicada em diversos segmentos e um deles é a segurança do trabalho. Geralmente, a tecnologia é aplicada em treinamentos e como forma de prevenir acidentes de trabalho. Veja!

Treinamento com realidade virtual para funcionários

É cada vez mais comum as escolas e universidades utilizarem a realidade virtual para desenvolver a capacidade de alunos, que são imersos em situações que representam aquilo que vivenciarão em seu dia a dia.

O portal CanalTech mostra em uma reportagem um treinamento que simula a experiência que os astronautas tiveram quando pisaram na lua.

Trazendo essa realidade para a área da segurança do trabalho, podem ser criadas simulações de situações que podem ocorrer na empresa. Assim, os funcionários poderão treinar técnicas de primeiros socorros para aplicarem caso ocorra um acidente, por exemplo.

Vale lembrar que a realidade aumentada é um complemento para os treinamentos e não uma forma de substituí-los!

Tecnologias com o objetivo de prevenir acidentes

A realidade virtual também pode ser utilizada como um recurso para prevenir os acidentes de trabalho nas empresas. Exemplo disso pode ser visto por uma mineradora chilena, a Austral.

Segundo o portal Uol, a empresa criou um programa de realidade virtual que simula a realidade e as condições que os mineradores terão ao trabalharem em espaço confinado. A ideia é criar situações de risco de forma fictícia, para que eles aprendam a lidar com as adversidades e assim prevenir acidentes.

Quais são as principais vantagens do uso da realidade virtual na segurança do trabalho?

As vantagens do uso da realidade virtual na segurança do trabalho são diversas. Confira as principais delas, na sequência!

  • baixo custo: a produção de vídeos em 360 graus não é algo caro e o mesmo material pode ser utilizado por várias vezes;
  • bom acompanhamento: os instrutores poderão acompanhar os colaboradores e verificar se eles realmente aprenderam o que foi estudado;
  • diminuição de acidentes: com colaboradores treinados, o número de acidentes de trabalho pode diminuir consideravelmente.

Se você leu o nosso post até aqui, viu que a relação entre segurança do trabalho e realidade virtual é muito interessante para as empresas. Que tal então buscar mais informações sobre o assunto e implementar essa tecnologia na sua organização?

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Auditoria em segurança do trabalho: entenda como funciona!

Realizada de forma sistêmica e documentada, a auditoria em segurança do trabalho é um processo indispensável e que precisa ser feito por toda empresa. Ela é responsável por fazer uma avaliação completa do cumprimento das definições, das ações desenvolvidas e de seus resultados.

Por meio dela, é possível avaliar se a organização atende aos requisitos de normas regulamentadoras (NRs) e a outros critérios importantes. Esse é o principal objetivo da auditoria: verificar se a empresa executa seus processos de acordo com as normas, regulamentos e legislação pertinente à atividade exercida. Dessa forma, o estabelecimento controla os riscos aos funcionários, melhorando a segurança do ambiente de trabalho.

Quer saber mais sobre o tema? Neste artigo, separamos alguns pontos importantes sobre o assunto. Vamos conferir?

Qual é o objetivo de uma auditoria?

O objetivo de uma auditoria é obter informações, com base em evidências, sobre a confiabilidade e a eficiência do seu sistema de gestão, nesse caso, de Saúde e Segurança no Trabalho (SST).

A relevância da auditoria está, principalmente, na identificação de parâmetros fora de conformidade. Esses pontos consideram os riscos de acidentes, de desenvolvimento de doenças ocupacionais e até de danos ao meio ambiente, sendo um dever de cada organização prevenir essas situações.

Com esses dados, é possível especificar medidas para corrigir os aspectos levantados como em desacordo com as normas.

Quais as vantagens de uma auditoria?

Após entender a função específica, convém conhecer as principais vantagens obtidas. Assim, é mais fácil se convencer sobre a importância de adotar essa prática. Por isso, veja por que auditar a segurança do trabalho em seu empreendimento.

Identifica falhas de vários tipos

Ao passar o pente-fino em todas as ações do negócio, é viável encontrar o que está em desacordo com as obrigações de segurança. É possível identificar tanto os erros graves quanto os menores, mas que podem desencadear diversos problemas.

É, principalmente, um jeito de achar o que não atende aos padrões mínimos de conformidade. É uma forma de saber se ocorrem falhas no uso de EPIs ou se há riscos não previstos no mapeamento, por exemplo. Ao levantar os pontos divergentes, a gestão verifica quais são as maiores dificuldades.

Ajuda a prevenir doenças ocupacionais

Ao reconhecer e corrigir as falhas, a qualidade de vida dos colaboradores é favorecida. Se falta ergonomia no ambiente de trabalho ou cuidado com a qualidade do ar, a correção é determinante para evitar problemas recorrentes.

Uma auditoria em segurança do trabalho, portanto, auxilia na prevenção das doenças ligadas ao espaço ou à função, o que impacta o absenteísmo e os afastamentos por parte dos funcionários.

Diminui os riscos de acidentes

Do mesmo modo, a identificação dos pontos divergentes conduz à redução dos riscos de acidentes de trabalho. Como resultado, é possível criar um ambiente realmente protegido e que favoreça o desempenho de funções.

A auditoria atua para avaliar se a execução do planejamento tem sido conforme o esperado e se houve uma redução de riscos. Ao encontrar elementos em desacordo com as normas, é viável buscar novas soluções para diminuir acidentes de trabalho.

Sustenta a elaboração do plano de ações

A partir dos resultados levantados pelos auditores, dá para identificar onde estão os maiores problemas. Com essas informações, fica fácil definir as ações corretivas e preventivas. A auditoria, portanto, é essencial para garantir a criação de um plano de ações que realmente funciona.

Quando o processo deve ser executado?

Não existe um momento adequado para fazer uma auditoria em segurança do trabalho — na verdade, quanto antes, melhor. Desse jeito, tomamos conhecimento e gerenciamos os riscos e é possível ficar protegido.

Quanto à frequência de repetição, é algo que depende do volume de erros achados inicialmente e das ações implementadas. O período varia para cada empreendimento e isso é definido com os auditores, mas é importante que seja encarado como um processo e não como um fato isolado.

Quais são os principais tipos de auditoria?

Uma auditoria pode ser realizada em todos os setores de uma organização ou apenas em alguns deles — especialmente nos mais problemáticos. É importante frisar que os objetivos diferem em cada área analisada.

Além disso, há três diferentes tipos que podem ser executados em uma empresa. São eles:

  • auditoria de primeira parte ou interna: feito pela própria organização que deseja melhorias em desempenho e diminuição das não-conformidades em saúde e segurança do trabalho;
  • auditoria de segunda parte: realizada pela própria organização ou por uma contratada que preste os serviços;
  • auditoria de terceira parte ou externa: realizada exclusivamente por empresas independentes e acreditadas para emissão de certificados com maior relevância.

Existem outros tipos de auditorias, como as de segmento, conjuntas, combinadas, concessão, acompanhamento e renovação, que não abordaremos neste post, por terem características e objetivos bem definidos.

Como planejar e implantar uma boa auditoria?

Primeiramente, é fundamental que você elabore um plano de auditoria, elencando qual é o objetivo desse processo, assim como atividades e documentos que serão analisados.

Além disso, o escopo deve ser bem definido. Estabeleça, exatamente, quais operações serão auditadas, em qual hora e local. Também é nessa etapa que um checklist deve ser elaborado.

Em seguida, a empresa já está pronta para realizar a auditoria em segurança do trabalho, a qual deve ser feita por profissionais habilitados para avaliar os critérios definidos, como técnicos ou engenheiros, chamados de auditores.

Para maior confiabilidade das informações obtidas, os auditores não podem estar envolvidos com as operações ou processos analisados. Esses profissionais aplicam o checklist e anotam observações, além de registrar evidências por meio de entrevistas, fotos, vídeos e as próprias documentações analisadas.

Por último, ocorre a construção de um relatório que descreve as atividades que foram realizadas na auditoria e com uma lista com todas as inconformidades encontradas. Essa lista também apresenta os pontos fortes que foram visualizados, nos quais é possível investir para reduzir custos e aumentar a qualidade e produtividade da empresa.

Em suma, o processo de auditoria tem quatro etapas básicas que são: planejamento, preparação, execução e relatórios.

Como escolher a auditoria certa?

Para que a auditoria em segurança do trabalho corresponda à realidade, o melhor é ter atuação externa. Ao mesmo tempo, nem todo tipo de organização é capaz de oferecer bons resultados.

Na escolha, considere, primeiramente, a reputação da empresa. Veja o que outros clientes têm a dizer sobre a atuação da mesma e quais são as suas boas características.

Confira os serviços disponíveis. Veja se a auditoria está entre eles e, inclusive, a possibilidade de desenvolver, implementar e acompanhar um bom plano de ações. Com a centralização de tarefas, a gestão é simplificada e os resultados são otimizados.

Não se esqueça de conferir a capacidade de atuação. Ter times especializados e que oferecem exatamente o que o seu negócio precisa é determinante para que o resultado final seja o melhor possível.

Para não ter dúvidas, faça um contato inicial com a empresa e veja quais são as sugestões para as suas necessidades e como é o atendimento. Ao considerar todas essas informações, a decisão é mais assertiva.

Realizar uma auditoria em segurança do trabalho é a melhor maneira de identificar quais pontos precisam ser otimizados e quais são as oportunidades para sua empresa. Para isso, você pode contar com as vantagens de contratar uma empresa especializada nesse serviço.

Ficou interessado no processo? Entre em contato conosco e contrate o nosso serviço agora mesmo!

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Entenda o que é Análise Preliminar de Risco (APR) e como fazê-la

Conhecer os riscos existentes no local de trabalho é fundamental para a identificação das medidas que podem e devem ser tomadas a fim de evitar a ocorrência de acidentes e garantir a saúde e segurança do colaborador. Nesse cenário, a análise preliminar de risco (APR) é uma ferramenta importante, sobretudo no início de algum projeto ou processo.

Você sabe o que é APR? Qual a sua importância para prevenção de acidentes? Como ela deve ser feita? Para responder a essas e outras perguntas sobre o tema, preparamos este post para você. Confira!

O que é análise preliminar de riscos?

Essencialmente, a APR consiste em um estudo prévio e detalhado acerca das etapas de realização de determinada atividade ou de um processo, com vista à identificação de eventuais riscos envolvidos no trabalho e das medidas mais adequadas para prevenção de acidentes.

Como a APR tem finalidade preventiva, ela deve ser realizada no início de um projeto de uma nova tarefa ou na implementação de um processo, sobretudo nas atividades em que as normas regulamentadoras estabelecem sua obrigatoriedade — por exemplo, nos trabalhos em alturas, em espaços confinados, em instalações e serviços de eletricidade, na construção civil, nos trabalhos com inflamáveis, máquinas e equipamentos etc.

Qual a importância da APR para prevenção de acidentes?

O principal objetivo da APR é identificar os riscos existentes no ambiente de trabalho e, a partir disso, estabelecer quais ações devem ser adotadas para a correção de eventuais falhas e a garantia da segurança e saúde do trabalhador durante o desempenho das atividades laborais. Justamente por isso, ela é extremamente importante na prevenção de acidentes.

Além disso, a APR é importante porque ela objetiva também:

  • organizar a execução das atividades;
  • antecipar problemas futuros;
  • orientar os colaboradores acerca dos riscos e medidas de segurança;
  • criar métodos para redução de danos, nos casos da ocorrência de acidentes.

Cabe ressaltar, ainda, que a APR auxilia na elaboração de diversos programas de segurança, tais como o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) e PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional), bem como na identificação de quais equipamentos de proteção individual devem ser utilizados pelos colaboradores.

Como é feita a análise preliminar de risco?

A APR deve ser elaborada por um engenheiro ou técnico de segurança do trabalho, o qual deve contar com o auxílio de todos os colaboradores envolvidos na atividade foco do estudo, sobretudo para que nenhuma informação relevante acerca do ambiente de trabalho e seus riscos deixe de ser percebida.

Para fazer a APR, o profissional deve observar algumas etapas. Dentre elas, podemos citar:

  • obtenção de informações acerca da atividade e ambiente de trabalho;
  • identificação de perigos;
  • identificação e listagem dos riscos;
  • identificação das causas de acidentes e eventuais vulnerabilidades;
  • identificação dos trabalhadores e terceiros expostos aos riscos;
  • estimativa dos efeitos da concretização do perigo;
  • classificação dos riscos;
  • identificação e implementação de medidas para controle dos riscos.

Como você pôde perceber, a análise preliminar de riscos tem caráter preventivo. Por isso, ela traz inúmeros benefícios para a empresa. Afinal, por meio dela, é possível antever os riscos existentes no local de trabalho e identificar as medidas necessárias para a prevenção de acidentes. Ao garantir a segurança e a saúde do trabalhador, a empresa evita processos trabalhistas, autuações e, claro, fortalece a imagem da marca do mercado.

Agora que você já sabe a importância da análise preliminar de risco, descubra se a sua empresa está preparada para a nova etapa do e-Social!

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