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Avaliação ergonômica do trabalho: o que é e qual a sua finalidade?

O ambiente de trabalho é cercado dos mais diversos fatores, como o local onde os funcionários operam, equipamentos, postura na execução de tarefas e outros mais. Para levantar e analisar os efeitos que esses fatores causam no colaborador, a avaliação ergonômica do trabalho pode ser muito útil.

Uma avaliação desse tipo analisa fatores que vão muito além dos físicos. Ela também auxilia na verificação de pontos que influenciam em nossa área psicológica e visa aprimorar a adaptação entre o funcionário e o local em que ele trabalha.

Quer saber mais sobre a importância desse tema para empresas e trabalhadores? Confira!

O que é avaliação ergonômica do trabalho?

A avaliação ergonômica do trabalho — AET, é, atualmente, exigida pela legislação trabalhista e tem prática prevista pela Norma Regulamentadora 17, também chamada de NR17. Ela atua, especialmente, como um levantamento preventivo dos riscos que o trabalhador está exposto. Alguns exemplos de riscos que podem ser identificados por ela incluem:

  • ferramentas inadequadas em tamanho ou formato;
  • má postura;
  • falta de ventilação no espaço de trabalho;
  • iluminação insuficiente e muito mais.

Como é possível perceber, não só fatores físicos são afetados ao colocar colaboradores para trabalhar sob tais condições. É por isso que se torna possível dizer que esta avaliação também se propõe a proteger a integridade psicológica do trabalhador por meio de prevenção.

Qual a finalidade do laudo ergonômico?

A AET tem como finalidade mapear os chamados “riscos ergonômicos”, cujos exemplos foram citados acima. Ela gera um laudo, ou seja, um documento que lista todas as análises feitas em relação ao espaço investigado. Com ele em mãos, são criadas estratégias para minimizar as chances de ocorrência de acidentes, promovendo diversos benefícios e qualidade de vida não apenas para os colaboradores, mas também para as empresas.

Benefícios para as empresas

Por meio das ações executadas nas empresas para mitigar ou minimizar riscos ergonômicos, os colaboradores se tornam mais eficientes, trabalham com maior conforto, realizam suas tarefas diárias com mais entusiasmo, diminui a probabilidade de doenças ocupacionais, absenteísmo e, consequentemente, aprimoram os resultados da corporação.

Como é feita a análise ergonômica?

A análise ergonômica é feita por meio de um convívio frequente com o ambiente de trabalho em questão. Durante a jornada de trabalho, serão colhidos registros relacionados a organização no trabalho, descarga de materiais, condições do ambiente, mobiliário e muito mais. Será gerado, então, um laudo, que mapeará os pontos citados e os riscos relacionados a eles — seguindo metodologias específicas da área.

Qual a importância da avaliação?

É por meio da avaliação ergonômica do trabalho que a qualidade das funções executadas pelos colaboradores pode ser garantida, bem como melhorias na produtividade, redução de faltas, maior organização no ambiente, engajamento e segurança. Ela também evita problemas com a lei e processos trabalhistas, o que influi positivamente na imagem das empresas que buscam aprimorar seus processos após a execução da AET.

Quem pode elaborar o documento?

O documento em questão deve ser elaborado por um especialista em ergonomia. Você pode contar com a consultoria da Safe para garantir soluções personalizadas, sustentáveis e qualificadas em termos de avaliação ergonômica em sua empresa — além de outros serviços relacionados ao tema.

Afinal, é somente por meio de informações relevantes e atualizadas que será possível encontrar as melhores soluções para os problemas apontados no laudo da AET e para reduzir o número de acidentes de trabalho, otimizar a produtividade, valorizar sua marca e promover responsabilidade social.

Se você gostou de ter contato cm o tema avaliação ergonômica do trabalho, aproveite para saber mais sobre a Norma Regulamentadora 17 e garanta ainda mais conhecimento sobre a legislação trabalhista, alinhando estes conhecimentos à consultoria da Safe!

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Quais cuidados devem ser tomados por empresas que atuam no setor de óleo e gás?

As empresas que atuam no setor de óleo e gás estão em um mercado que pode ser muito lucrativo. Ao mesmo tempo, é necessário seguir uma rigorosa legislação, o que previne acidentes no trabalho e grandes impactos ambientais.

Quando os problemas acontecem, as empresas precisam arcar com valores de indenizações e multas, muitas vezes bastante expressivos. Por isso, é fundamental saber o que fazer para evitar que essas situações aconteçam. Neste texto, você verá qual a importância de investir na segurança dos trabalhadores e o que pode ser feito nesse sentido.

Quer saber mais? Então, continue a leitura!

Qual a importância de investir na segurança dos trabalhadores

Os colaboradores que trabalham no segmento de óleo e gás estão expostos a vários riscos que podem colocar a saúde em perigo e contaminar o meio ambiente. Se você acha que isso é muito, saiba que as empresas também podem ser impactadas tanto na área operacional como no aspecto financeiro por essa falta de cuidado.

Os problemas dos profissionais podem ser causados por intoxicação, devido a gases como hidrocarbonetos e gás sulfídrico. Com isso, é possível gerar asfixia, narcose e irritação.

Além disso, ao transportar os produtos, é possível ter emissão de gases e vapores, podendo acontecer vazamentos, incêndios e explosões. Quem trabalha com refino também está exposto ao enxofre, hidrocarbonetos e outros gases. Na distribuição, as pessoas podem sofrer com dermatites quando entram em contato com lubrificantes ou desengordurantes de combustíveis.

No meio ambiente, os impactos também são bem visíveis. Em 2019, por exemplo, parte dos litorais do norte e nordeste sofreu com vazamento de óleo. Na ocasião, a fauna e flora marinhas foram prejudicadas, o que também impactou o dia a dia das pessoas que trabalham com turismo.

Quando a empresa responsável é encontrada, ela deve arcar com os prejuízos, o que pode diminuir o potencial da instituição ou até mesmo inviabilizar os negócios, além de afetar negativamente a imagem da mesma.

Quais medidas podem ser realizadas

Veja agora algumas medidas que devem ser realizadas para que a empresa seja mais eficiente sem deixar a segurança de lado. Importante ressaltar que as medidas mais eficazes são as tomadas a título de “prevenção”, e para isso a análise dos processos e dos indicadores é de suma importância. Além disso, podemos citar:

Utilização de EPIs de qualidade

Diversas funções na indústria de petróleo e gás precisam dos equipamentos de proteção individual. O intuito é obedecer às orientações de segurança e à legislação vigente.

Alguns itens, como soluções respiratórias, máscaras de solda e materiais refletivos, ajudam a dar mais segurança aos colaboradores, já que eles podem passar por condições desafiadoras. Quando os EPIs são ignorados ou utilizados de maneira inadequada, a possibilidade de que acidentes aconteçam é maior.

Treinamento eficaz

Todos os colaboradores precisam entender quais são os benefícios da utilização dos EPIs e a importância de seguir todas as orientações repassadas. Eles devem compreender que as regras proporcionam mais segurança ao trabalho, evitando que acidentes aconteçam.

Planejamento eficiente

Uma empresa que realmente deseja diminuir os gastos com indenizações e multas, além de trazer mais segurança para os colaboradores, precisa ter um planejamento eficiente, contando com as melhores práticas para evitar que os problemas ocorram. Ainda, ela também deve ter um plano claro para lidar com possíveis acidentes.

Por fim, destacamos que, para evitar ter problemas com a legislação de óleo e gás, é fundamental contar com a ajuda de uma empresa especializada. Ela se torna responsável por auxiliar sua instituição em todas as etapas necessárias. Com isso, os gestores ficam mais seguros de que todas as medidas necessárias serão tomadas.

Agora que você viu como é importante cuidar da saúde do trabalhador e minimizar o impacto ambiental, entre em contato conosco e veja como podemos ajudar sua empresa a conseguir resultados com mais sustentabilidade e segurança!

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O que é o levantamento técnico de caracterização de periculosidade?

Algumas atividades de trabalho, mesmo com todos os cuidados, ainda oferecem riscos à vida dos trabalhadores. Esse é o caso de quem trabalha em contato com energia elétrica ou materiais explosivos ou para serviços em altura.

Essas atividades são consideradas como perigosas, se enquadrando no conceito de periculosidade. Existem leis e regulamentos relacionados ao trabalho nessas condições, exigindo que a empresa realize alguns processos para proteger o trabalhador e evitar acidentes. Entre eles está o levantamento técnico de caracterização de periculosidade.

Quer saber mais sobre isso? Então, continue a leitura e descubra!

Afinal, o que é periculosidade e quais são as leis que a regulamentam?

Periculosidade é uma característica presente em alguns ambientes e situações de trabalho que se refere ao risco de acidentes e adoecimentos por parte dos colaboradores que realizam as atividades.

Para entender melhor esse conceito, imagine um segurança de uma agência bancária. Ele está em uma situação de periculosidade uma vez que existe o risco constante de violência física ou até mesmo morte, caso o banco seja vítima da ação de assaltantes. Porém, esse é um risco que pode ou não se concretizar, mas não há como eliminá-lo por completo.

A periculosidade é regulamentada por alguns artigos da CLT, como o de número 193 e o 195. Essa característica também é o tema principal da NR nº 16.

O que é o levantamento técnico de caracterização de periculosidade?

O índice de periculosidade de uma atividade depende do contexto no qual ela está inserida e das características do ambiente de trabalho. É aí que o levantamento técnico de caracterização de periculosidade entra como uma exigência.

Ele é um processo que deve ser realizado na empresa de forma a identificar o grau de perigo de cada uma das atividades dos colaboradores. Ao final, é gerado um laudo que aponta as conclusões desse levantamento.

Quem pode realizar o levantamento técnico de caracterização de periculosidade?

Segundo o artigo 195 da CLT, apenas o médico ou engenheiro do trabalho, devidamente registrado e capacitado, é que pode realizar o levantamento técnico de caracterização de periculosidade. São esses profissionais que irão identificar o grau de risco de cada uma das atividades da empresa e, a partir disso, gerar o laudo.

Quem pode solicitar um levantamento técnico de periculosidade?

Realizar um levantamento técnico de periculosidade para caracterizar ou descartar o perigo nas atividades da empresa é uma responsabilidade do empregador. Porém, o sindicato da categoria profissional e o Ministério do Trabalho também podem solicitar uma perícia nesse aspecto, caso seja necessário.

Para que serve o levantamento técnico de periculosidade?

O levantamento técnico de periculosidade é extremamente importante, tanto para a empresa quanto para os colaboradores. Isso porque, caso haja perigo em determinada atividade, o empregador é obrigado a pagar um adicional — chamado de adicional de periculosidade — aos funcionários que exercem essa função. Ele deve corresponder a 30% do salário do colaborador.

Caso esse adicional não seja pago, a empresa pode ter sérios problemas com a justiça do trabalho. Dessa forma, o levantamento técnico é uma maneira de garantir que os trabalhadores recebam o seu direito ou, até mesmo, descartar qualquer tipo de periculosidade do ambiente da empresa.

Portanto, como você percebeu, o levantamento técnico de periculosidade ajuda a identificar situações que oferecem risco aos colaboradores e, ainda, garante que você cumpra com todas as suas obrigações legais. Portanto, comece agora mesmo a buscar profissionais capacitados para realizar esse processo dentro da sua empresa!

Aproveite para ler nosso próximo artigo e entenda mais sobre o assunto! Nele, você descobrirá qual a diferença entre periculosidade e insalubridade.

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Segurança e saúde no agronegócio: saiba mais sobre a NR 31

O agronegócio é um dos setores mais importantes da economia brasileira, uma vez que emprega, aproximadamente, 18 milhões de trabalhadores, ou seja, cerca de 20% dos profissionais no país. Mas assim como em qualquer outra atividade laboral, esses trabalhadores estão sujeitos a riscos.

É aí que entra a saúde e segurança no agronegócio, como uma questão central para quem atua no setor. Os riscos vão desde acidentes com máquinas e equipamentos utilizados na agroindústria, passando pelo risco químico devido à manipulação de agrotóxicos e, até mesmo, psicológicos, relacionados à organização do trabalho e estresse.

A Norma Regulamentadora que se refere ao trabalho nesse setor é a NR 31. Continue a leitura deste post e entenda mais sobre o que essa legislação propõe!

O que é a NR 31

Trata-se da norma que dita as regras de saúde e segurança que devem ser aplicadas no trabalho da agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura. Ainda, inclui tanto os cuidados relacionados aos trabalhadores quanto aspectos de preservação do meio ambiente.

Os principais elementos da NR 31

Por ser uma norma que se refere à uma área muito diversificada, a NR 31 tem uma série de elementos que devem ser seguidos pelos empregadores no agronegócio. Os principais são:

  • as diretrizes para o trabalho com o uso de agrotóxicos e produtos semelhantes;
  • regulamentação sobre o descarte de materiais e resíduos, reduzindo o impacto que o agronegócio gera no ambiente;
  • elementos relacionados à ergonomia para o trabalhador rural;
  • procedimentos de segurança para trabalhadores que operam máquinas e equipamentos;
  • diretrizes para o transporte de cargas, inclusive, de trabalhadores no meio rural;
  • procedimentos para os trabalhadores que precisam lidar com animais no ambiente de trabalho;
  • disposições sobre a proteção de trabalhadores em relação à exposição ao clima;
  • determinação dos EPIs que devem ser utilizados pelos trabalhadores rurais.

As obrigações do empregador rural

Além dessas e outras diretrizes, a NR 31 também traz as obrigações de um empregador rural em relação aos trabalhadores e ao ambiente de trabalho. Confira quais são as principais:

  • ser responsável por avaliar os riscos e condições de trabalho no seu ambiente e, a partir disso, adotar medidas de prevenção e de proteção dos trabalhadores;
  • promover melhorias de forma a prover ótimas condições de saúde e segurança para o time;
  • analisar causas de acidentes e doenças de modo a evitar que eles ocorram novamente;
  • instruir os colaboradores sobre os procedimentos que eles devem adotar para assegurar a própria segurança;
  • fornecer todos os EPIs necessários para salvaguardar a saúde e a segurança da equipe.

Como vimos, a NR 31 é a principal norma que trata sobre a saúde e segurança do trabalho no agronegócio. Assim, tanto colaboradores quanto empregadores precisam conhecer suas disposições de modo a evitar acidentes, doenças e, até mesmo, dar suporte para que a indústria atue de forma coerente com o que é exigido pela legislação, evitando maiores problemas com órgãos governamentais.

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Qual a relação entre segurança do trabalho e a sustentabilidade?

Durante anos a sociedade se baseou em um modelo de desenvolvimento o qual não levava em consideração os impactos causados ao meio ambiente e na saúde e conforto dos trabalhadores. Desse modo, por se tratar de um tema extremamente importante, até porque nos afeta diretamente, segurança do trabalho e sustentabilidade são assuntos que precisam ser cada vez mais debatidos e esclarecidos na sociedade e nas empresas.

Por esse motivo, preparamos um conteúdo abordando o conceito de sustentabilidade, o atual panorama da segurança do trabalho e de que forma esses contextos se relacionam. Acompanhe!

Sustentabilidade

Cabe destacar, inicialmente, que o assunto sustentabilidade começou a ser discutido pela sociedade em meados da década de 70, na Primeira Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, na Suécia.

Dessa forma, a sustentabilidade nada mais é do que um conjunto de medidas que visam atender às necessidades da geração atual sem comprometer a qualidade de vida e o desenvolvimento das futuras gerações.

Importante ressaltar, que sustentabilidade vai muito além da causa ecológica, pois além do meio ambiente, ela trata de aspectos sociais e econômicos.

Segurança do trabalho

O Brasil, infelizmente, é um dos países que mais registram ocorrências de acidentes de trabalho, figurando a quarta colocação no ranking mundial. Desse modo, anualmente milhares de colaboradores sofrem com a falta de segurança nos ambientes ocupacionais e acabam sendo vitimados devido à perda do controle dos riscos.

Considerando esse cenário, percebemos facilmente o quão importante e valioso é a promoção de medidas preventivas que garantem a saúde e o conforto humano no trabalho, como:

  • utilização de Equipamentos de Proteção Individual – EPI e Equipamentos de Proteção Coletiva – EPC;
  • investimento no setor de Segurança do Trabalho;
  • criação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA;
  • conscientização dos colaboradores por meio de uma cultura interna de segurança do trabalho;
  • realização correta da análise e do mapeamento de risco;
  • atenção ao cumprimento das normas regulamentadoras específicas para a área de atuação da empresa, (essencialmente as que se relacionam com os ambientes insalubres e a descrição de EPIs).

A segurança do trabalho e a sustentabilidade

Engana-se quem acha que as práticas de sustentabilidade refletem apenas em benefícios para o meio ambiente e a natureza. O bem-estar humano e a qualidade de vida da sociedade também colhem os frutos.

Nesse contexto, como a segurança do trabalho tem o intuito de preservar a saúde humana e proteger o trabalhador contra os riscos ocupacionais, ela, junto à sustentabilidade, também impacta no bem-estar social, proporcionando cada vez mais o desempenho de tarefas com qualidade, segurança e conforto.

Portanto, agora que você já sabe como a segurança do trabalho e a sustentabilidade se relacionam, fica mais simples de perceber o quão importante é uma empresa investir em ambientes ocupacionais seguros e práticas de produção/desenvolvimento classificadas como sustentáveis. Vale ressaltar ainda que essas medidas jamais devem ser encaradas como uma despesa, mas sim como um investimento, o qual seguramente nos dará retorno.

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Entenda qual é a relação entre segurança do trabalho e psicologia!

A segurança ocupacional é fundamental para que a organização possa avançar com sucesso em sua trajetória. Prover as melhores condições de trabalho possíveis para colaboradores e criar uma cultura de prevenção na empresa contribui para o sucesso corporativo e para a qualidade de vida do time. Nesse cenário, há uma importante relação entre segurança do trabalho e psicologia.

Compreender que a subjetividade e o trabalho são articulados em uma rede complexa e que promover a segurança também passa por isso é essencial para criar boas estratégias de proteção da equipe.

Pensando nisso, preparamos este conteúdo especial, com informações sobre a relação entre segurança do trabalho e psicologia. Ficou interessado? Continue acompanhando para aprender mais sobre o tema!

Qual a importância da saúde mental e do bem-estar psicológico para os colaboradores?

A saúde mental dos colaboradores é essencial para que eles tenham um bom desempenho no trabalho. Muitos podem pensar que atividades operacionais e que não são intelectuais são completamente separadas do subjetivo, mas isso é um equívoco. É impossível eliminar o fator humano do ato laboral. Na verdade, o que é preciso fazer é saber administrar essa variável tão complexa.

O colaborador precisa de qualidade de vida e de boas condições físicas e psíquicas para ter um bom rendimento. Com bem-estar, ele consegue se concentrar melhor, age de forma mais consciente e lida de maneira efetiva e equilibrada com as dificuldades e as frustrações que são parte do cotidiano da atividade.

Possibilidade de erros existe em inúmeros contextos organizacionais. A saúde mental ocupacional aumenta as chances de evitar as falhas humanas. Os riscos não são eliminados completamente, mas, certamente, a possibilidade de acidentes diminui com um time bem-disposto, consciente de suas potencialidades e limites, empenhado e agindo com maturidade e equilíbrio.

Aspectos psicológicos que podem causar acidentes de trabalho

Percepção: o mundo é para as pessoas aquilo que elas percebem e não necessariamente a realidade como nós vemos.

Fadiga mental: saturação da percepção por exposição contínua e demorada a estímulos repetitivos que tendem a provocar respostas automáticas e podem ter como consequência um acidente.

Fadiga mental + fadiga física: potencialização do risco de acidentes.

Qual a relação entre segurança do trabalho e psicologia?

A segurança do trabalho caminha com a psicologia, construindo possibilidades para a proteção e a conscientização dos colaboradores. O psicólogo ocupacional tem um importante papel na organização. Ele atua na disseminação de conhecimentos sobre segurança, promovendo capacitações para a assimilação do saber sobre a saúde no trabalho.

Além disso, esse profissional realiza o suporte à saúde mental na empresa, atuando na identificação de doenças associadas à atividade. Diversos quadros, como depressão, estresse e ingestão excessiva de álcool, podem estar associados a dificuldades enfrentadas na realidade laboral. O psicólogo auxilia na identificação do problema e no encaminhamento adequado, para que o funcionário possa recuperar a saúde, ter mais qualidade de vida e restaurar a capacidade produtiva.

Quais são os benefícios que a aplicação da psicologia traz para a empresa?

A aplicação da psicologia na segurança do trabalho traz grandes benefícios para a empresa. Afinal, o custo subjetivo de um acidente de trabalho é um clima de insegurança e desconfiança, o que gera aumento de conflitos e prejuízos no clima organizacional.

Outro setor que pode contribuir muito é a área de Recursos Humanos, principalmente no processo de seleção, onde, com as ferramentas apropriadas, pode identificar com razoável grau de certeza, características psicológicas que podem causar acidentes em determinadas funções.

Quando se investe em segurança do trabalho e psicologia, os colaboradores tornam-se mais conscientes dos cuidados a serem tomados e também se sentem resguardados pelas políticas empresariais. O time percebe que tem com quem contar. Isso favorece o clima organizacional, estimula melhores relacionamentos e promove o engajamento dos profissionais.

Ademais, segurança do trabalho é investimento, com retornos qualitativos e quantitativos. Um time consciente, com maturidade e bem resguardado, produz mais e com qualidade.

Essas áreas, juntas, desenvolvem ações para melhorar o clima organizacional, promovem o encaminhamento adequado para problemas de saúde mental e ajudam na socialização do conhecimento sobre as posturas seguras nas atividades. O resultado disso é a geração de um ciclo virtuoso de cuidado e produtividade, com aumento dos rendimentos e diminuição de custos com políticas remediadoras.

Como vimos, a segurança do trabalho e a psicologia caminham em conjunto para a promoção da segurança e da conscientização dos profissionais. Assim, elas são fundamentais para a melhoria da qualidade de vida e para o cuidado com as questões de saúde mental ocupacional.

Mais uma vez, destacamos que o apoio de um psicólogo ocupacional na empresa é essencial para que os processos caminhem com sucesso e a equipe tenha o apoio e a conscientização necessários para um bom trabalho.

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Saiba o que muda com a revisão das normas regulamentadoras

As Normas Regulamentadoras, criadas em 1978, frequentemente estão passando por revisões e desde o início do ano de 2019, essa frequência aumentou bastante. Estar atento a essas mudanças é essencial para que você atualize as práticas de sua empresa e se mantenha em dia com as exigências da legislação brasileira.

Cinco normas foram alteradas no início de 2019 — NR 1, NR 3, NR 12, NR 24 e NR 28 — enquanto a NR 2 foi revogada. Entenda agora o que muda com a revisão das normas regulamentadoras.

NR 1

A NR 1 trata das disposições gerais, ou seja, orientações acerca do que são e como colocar em prática essas diretrizes. As principais alterações nessa norma foram:

  • micro e pequenas empresas foram dispensadas de elaborar a PPRA e PCMSO quando realizam atividades que não oferecem riscos químicos, físicos ou biológicos aos trabalhadores;
  • para cargos que exigem treinamentos específicos (como em casos de trabalho em espaço confinado ou em altura), não existe mais a necessidade de que o trabalhador realize cursos todas as vezes que trocar de empresa. Essas capacitações têm, agora, validade de 2 anos.

NR 2

A NR 2 abordava a necessidade de uma inspeção prévia que deveria ser feita antes de uma nova empresa iniciar suas atividades. Com a revogação dessa norma, não há mais essa necessidade.

NR 3

A NR 3 discorre sobre o embargo ou interdição das atividades de determinada empresa, o que acontece quando há um risco grave ou iminente para os trabalhadores. Com a revisão, foi criada uma matriz de riscos na qual é possível identificar, de forma objetiva, quando essa situação acontece, determinando o índice de risco a partir do qual as atividades devem ser interrompidas.

NR 12

A NR 12 trata sobre a segurança do trabalho em máquinas e equipamentos. As principais alterações foram:

  • dispensa a necessidade de novas alterações para máquinas que têm certificado do Inmetro;
  • certificações como a da ABNT ou de padrões internacionais passam a valer como uma garantia de que o equipamento está em boas condições de segurança para os trabalhadores;
  • as empresas foram dispensadas de manter um inventário de todas as máquinas e equipamentos utilizados por elas;
  • os itens que se referem à ergonomia foram retirados, sendo que esse assunto é tratado apenas na NR 17 a partir das revisões.

NR 24

A NR 24 mudou, inclusive, o nome. Antes chamada de Condições Sanitárias e de Conforto no Local de Trabalho, essa norma passou a ser chamada de Condições de Higiene e de Conforto no Local de Trabalho. As principais mudanças foram a inclusão de três novos anexos, referentes às categorias de:

  • trabalhadores de shoppings centers;
  • trabalhadores externos prestando serviço;
  • trabalhadores em transporte público rodoviário coletivo urbano de passageiros em atividade externa.

NR 28

A NR 28 está relacionada à fiscalização das empresas e penalidades a serem aplicadas caso as diretrizes não sejam cumpridas. A alteração dessa norma se refere à redução no número de situações nas quais as empresas podem ser multadas, caindo de 6,4 mil multas diferentes para 4 mil.

Essas foram as alterações já realizadas a partir da revisão das normas regulamentadores. Porém, ainda existem 11 NRs disponíveis para consulta pública que serão alteradas ainda em 2019. Dessa forma, é essencial que você se mantenha sempre atualizado sobre o assunto de forma a manter sua empresa em dia com a legislação trabalhista brasileira.

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O que é NR 17? Entenda agora como se aplica e seus principais pontos!

Você já ouviu falar das NRs (sigla para Normas Regulamentadoras)? Elas são diretrizes que regulamentam as boas práticas das empresas em relação à saúde e segurança dos trabalhadores de uma organização. Cada NR trata sobre determinada situação de trabalho ou elemento do contexto que deve ser cuidado para evitar acidentes e doenças ocupacionais.

É essencial que você entenda e siga as NRs dentro da empresa, de forma a garantir a integridade física e mental dos colaboradores do negócio. Além disso, quando você segue as NRs de forma correta, evita processos e problemas com a legislação.

Entre as 37 NRs publicadas, uma delas trata sobre a ergonomia, a NR 17. Descubra agora o que é NR 17 e como aplicar essa norma!

O que é a ergonomia?

A ergonomia é uma área da ciência que estuda a interação do ser humano com os equipamentos de trabalho que ele utiliza — o que inclui máquinas, computadores, mesa, cadeira, entre outros. Isso porque a forma como os trabalhadores interagem com esses equipamentos pode influenciar a saúde e a condição física do time.

Quais são as diretrizes da NR 17?

A NR 17 traz uma série de diretrizes sobre a relação entre o trabalhador e os materiais e equipamentos com os quais ele trabalha. Entenda agora quais são os principais:

Transporte de cargas

Existem trabalhadores que ocupam posições relacionadas ao transporte manual de cargas, sejam elas eventuais ou frequentes. Por ser uma atividade diretamente ligada à força do profissional, é importante que você esteja atento ao peso da carga, postura e forma de transportá-la, condição física e, inclusive, peso do trabalhador que a transportará, de forma a evitar acidentes e lesões.

Mobílias e equipamentos de trabalho

A NR 17 também traz diretrizes sobre a melhor forma de planejar e organizar a mobília do ambiente de trabalho, como mesas e cadeiras, posição dos computadores e mouses, bancadas, entre outros.

Nesse aspecto, é importante que você esteja atento à posição na qual o trabalhador executa as suas atividades e planeje a altura dos móveis de acordo com a altura do trabalhador. As cadeiras e mesas precisam ser confortáveis e adaptáveis ao corpo de cada um. Os equipamentos eletrônicos, como computadores, também precisam ser posicionados de forma adequada e a iluminação precisa ser ideal para evitar problemas de visão.

Condições do ambiente de trabalho

É preciso estar atento também à temperatura do ambiente de trabalho, níveis de iluminação e ruído e, até mesmo, correntes de ar que circulam no local. Tudo isso garante a saúde do colaborador a longo prazo e esses elementos precisam estar adequados ao que é previso na NR 17.

Organização do trabalho

Quando se fala em ergonomia, poucas pessoas pensam na organização do trabalho. Contudo, ela é um dos elementos centrais para garantir a saúde e a segurança dos trabalhadores em qualquer tipo de atividade que realizam.

As condições de trabalho incluem normas de produção, metas, tempo para a realização de cada uma das atividades, nível de autonomia do colaborador, ritmo de trabalho e conteúdo da tarefa. Tudo isso deve estar adequado de forma a evitar problemas físicos e, inclusive, psicológicos, causados devido a uma organização insalubre de trabalho ou sobrecarga do trabalhador.

É imprescindível saber o que é NR 17, já que ela se aplica a todas as atividades de trabalho. Por tratar da ergonomia, ou seja, relação dos trabalhadores com o ambiente e equipamentos de trabalho, ela é essencial para que você garanta a saúde dos colaboradores e integridade física e mental da sua equipe ao longo do tempo.

Agora, aproveite para descobrir como o ambiente de trabalho influencia na produtividade do seu negócio.

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Descubra o que é NR 30 e os principais pontos da norma!

Existem algumas profissões que exigem normas de saúde e segurança muito específicas, uma vez que as condições de trabalho e atividades realizadas por esses trabalhadores também são bastante particulares. Esse é o caso de quem trabalha a bordo de embarcações e plataformas – os chamados trabalhadores aquaviários.

A Norma Regulamentadora que dá as diretrizes específicas para esse tipo de trabalho é a NR 30. É ela que determina as boas práticas para o trabalho nessas condições, sendo essencial para empresas e colaboradores que atuam em embarcações  artesanais, comerciais e industriais de pesca, plataformas e embarcações para o trabalho submerso.

Quer saber quais são os principais pontos da NR 30? Então continue a leitura e descubra!

Responsabilidade dos armadores

Armador é o nome dado à pessoa (que pode ser física ou jurídica) responsável pela embarcação, que contrata os trabalhadores aquaviários. Dessa forma, a NR 30 determina quais são as responsabilidades do armador em relação à saúde e segurança dos trabalhadores.

Em primeiro lugar, ele precisa conhecer a Norma e repassar as suas diretrizes e boas práticas a todos os colaboradores. Além disso, é ele que arca com os custos relacionados à saúde e segurança do trabalho – ou seja, à implementação do PCMSO – e controla os indicadores e as estatísticas relacionadas a esses processos.

Responsabilidade dos trabalhadores

Os trabalhadores também têm responsabilidades na NR 30, que incluem o cumprimento de todas as definições relacionadas à saúde e segurança do trabalho e o uso correto de EPIs e EPCs, assim como outros equipamentos e estruturas relacionados à proteção do time. Eles ainda devem informar à equipe responsável, caso identifiquem qualquer tipo de problemas ou falha relacionado à saúde e segurança do trabalho na embarcação.

Grupo de Segurança e Saúde no Trabalho a Bordo das Embarcações – GSSTB

Um ponto central da NR 30 é a criação do GSSTB (Grupo de Segurança e Saúde no Trabalho a Bordo). Ele é obrigatório para todas as embarcações com, no mínimo, 100 de arqueação bruta (AB) — indicador relacionado ao volume da embarcação, calculado da seguinte forma:

AB = K1 x V

V = volume total da embarcação em m³

K1 = um valor entre 0,22 e 0,32, dependente do tamanho do navio e calculado da seguinte forma:

K1 = 0,2 + 0,02 log10 V

Esse grupo deve contar com o apoio e suporte de serviços especializados em Saúde e Segurança do trabalho e deve ser formado por:

  • encarregado da segurança;
  • chefe de máquinas;
  • representante da seção de convés;
  • responsável pela seção de saúde, se existente;
  • representante da guarnição de máquinas.

Além disso, o GSSTB deve ser liderado pelo comandante da embarcação, e outros membros da tripulação podem ser convidados a participar sempre que necessário. O objetivo desse grupo é manter as boas práticas de saúde e segurança do trabalho, engajando todos os tripulantes nessa tarefa. Além disso, ele pode realizar atividades e processos para melhorar o bem-estar na embarcação e investigar a causa de acidentes, sugerindo mudanças.

A NR 30 é uma Norma Regulamentadora essencial para qualquer empresa que atue no setor aquaviário, devendo ser seguida por todos os trabalhadores de embarcação e plataformas, assim como pelos armadores. Dessa forma, além de preservar a saúde e integridade física da tripulação, também é possível evitar problemas legais e processos judiciais, garantindo as boas condições de trabalho.

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Você sabe o que é HAZOP? Aprenda como funciona essa metodologia!

A segurança do trabalho e a operabilidade de um empreendimento são fundamentais para proporcionar processos regulares e com risco reduzido. Há metodologias difundidas nos meios industriais que podem ser aplicadas em diversos âmbitos para promover uma produção de qualidade e com procedimentos mais seguros. É o caso do HAZOP, desenvolvido pela Imperial Chemical Industries LTD, em 1960, no Reino Unido.

Se você não sabe o que é HAZOP e como esse método pode ajudar a sua corporação, este conteúdo especial é para você! Reunimos informações sobre o assunto para você ser apresentado ao tema. Ficou interessado? Continue acompanhando para entender mais sobre o assunto!

O que é HAZOP?

O termo HAZOP significa Hazard and Operability Study, que em português quer dizer Estudo de Perigos e Operabilidade. É uma metodologia qualitativa que tem o papel de identificar riscos associados ao processo produtivo. A proposta é a realização de uma investigação detalhada sobre as partes componentes do processo como um todo, identificando as variações do padrão idealizado e buscando detectar problemas que afetam os resultados e a qualidade.

Você pode se perguntar como HAZOP e APR (Análise Preliminar de Riscos) se relacionam? Vamos falar sobre isso em outro post, mas podemos dizer que são metodologias complementares que podem e eventualmente devem ser utilizadas conjuntamente pois trabalham em momentos diferentes e de forma diferente no processo.

No HAZOP, após a identificação dos riscos, causas e efeitos possíveis de problemas, são realizadas medidas para prover a correção e a prevenção dessas ameaças. Além disso, ele foca em dois pontos:

  • riscos: associados à segurança e integridade dos colaboradores, sistemas e meio ambiente;
  • problemas de operabilidade: que comprometem a produção.

Por que o HAZOP é importante?

O HAZOP é fundamental para a organização, porque ele permite identificar previamente os cenários com maior probabilidade a falhas. Assim, é possível prover a correção a tempo, antes que algo indesejado aconteça.

Os desvios do padrão projetado comprometem as variáveis envolvidas, o que afeta a qualidade e o rendimento. Além disso, determinados tipos de acidente podem ter consequências irreversíveis. Com o HAZOP, você pode ter um maior controle de todo o processo, investindo na prevenção.

Nesse contexto, destacamos também que essa metodologia permite reduzir custos, já que os erros são identificados de forma precoce e corrigidos com agilidade. Com isso, a empresa potencializa processos e evita que ocorrências danosas à segurança e operabilidade venham a se manifestar.

Outra vantagem do Estudo de Perigos e Operabilidade é que ele cria condições para que a organização fique protegida e resguardada. Isso é benéfico juridicamente, garantindo uma melhor imagem diante das entidades de fiscalização e do público atendido pela corporação.

Como o HAZOP funciona?

O Estudo de Perigos e Operabilidade começa com o uso de um mapa do processo em fluxograma, selecionando um segmento do fluxo completo, chamado nó. Em seguida, a equipe seleciona as variáveis físicas que estão envolvidas no procedimento. Essas variáveis são mensuradas e registradas em planilhas combinadas com palavras-guia que orientam se o indicador está em acordo ou em desacordo com o padrão projetado.

Com as combinações, a equipe analisa cada nó para determinar os seguintes itens:

  • as causas;
  • as efeitos;
  • a forma de detecção do problema;
  • quais são as providências cabíveis;
  • quem é o responsável pela tarefa.

É necessário avaliar se as salvaguardas conseguem fazer a contenção de consequências danosas.

Como implementar essa metodologia na empresa?

Para implementar o HAZOP na empresa, o primeiro passo é montar uma equipe multidisciplinar de 6 a 8 membros. Em seguida, os colaboradores devem avaliar todo o sistema de trabalho, conhecendo os processos globais e identificando as variáveis no fluxo de procedimentos.

A partir desse momento, é necessário pensar em quais são os possíveis desvios envolvidos com as variáveis, considerando os efeitos isolados e todos os outros elementos que podem ser afetados. Isso permite ver quando há probabilidade do risco acontecer, o que deverá gerar ações preventivas.

O HAZOP é uma metodologia para avaliar os riscos e a operabilidade de uma organização, sendo um processo efetivo, realizado por equipe multidisciplinar e capacitada na área. Essa ferramenta é essencial para a segurança do trabalho corporativa, contribuindo para a um melhor fluxo de trabalho e para a saúde e segurança ocupacional.

E então, gostou de aprender o que é HAZOP e como ele funciona? Aproveite e nos siga nas redes sociais! Estamos no Facebook, Twitter e Linkedin!

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