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Auditoria de primeira parte: o que é e qual a sua importância? Entenda aqui

Existem alguns tipos de auditoria, cada uma com a sua importância em particular. A auditoria de primeira parte é, muitas vezes, a mais negligenciada pelas empresas, as quais acreditam que não é importante ou necessária. No entanto, é ela que dá a segurança para que a organização receba um auditor externo.

Você conhece esse tipo de verificação organizacional? Quer saber como fazer, inclusive, na área de saúde e segurança do trabalho e qual é a sua importância? Então, continue a leitura e tire suas dúvidas.

O que é auditoria de primeira parte?

A auditoria de primeira parte — ou, interna — é uma tarefa de verificação de possíveis não-conformidades, isto é, de atividades que possam estar ocorrendo de maneira incorreta ou ineficaz. Esse procedimento requer cuidado e atenção, então pode durar por mais de um dia, a depender da quantidade de processos envolvidos na empresa.

Após isso, os setores conseguem fazer os planos de ações para implementar as mudanças e a otimização dos procedimentos necessários, o que possibilita a melhoria nos resultados a serem obtidos pela equipe, tendo em vista o maior alinhamento.

Como deve ser feita?

Ela precisa ser feita por um profissional que entenda bem de cada processo da empresa e com a maior imparcialidade possível. Por isso, muitas organizações contratam um profissional externo ao seu quadro de funcionários. No entanto, pode ser realizado também por um colaborador, como o gestor de qualidade, por exemplo.

Há inúmeras formas de se executar uma auditoria interna ou de primeira parte. Vamos oferecer aqui uma sugestão simples de etapas necessárias para termos sucesso.

  • Definição dos objetivos da auditoria: por que será realizada, que processos serão verificados e que resultados são esperados;
  • Estabelecer um cronograma e um plano de execução: quando será verificado cada processo, que ferramentas serão necessárias e que requisitos serão avaliados;
  • Transparência: auditoria é uma ferramenta de aprendizado e crescimento e não de punição, logo deixe a equipe a par de tudo que será feito;
  • Verifique se não há pendências de auditorias anteriores: não conformidades, planos de ações, melhorias e recomendações;
  • Procure não utilizar checklists genéricos: quanto mais específicos e dedicados aos processos que serão auditados, mais e melhor resultado ele trará;
  • Capriche no relatório: ele deve ter alguns pontos básicos como quais políticas, processos e procedimentos foram auditados, quais não conformidades foram encontradas, o plano de ações sugerido e as áreas que devem ser priorizadas.

Um dos pontos principais da auditoria é o checklist. O auditor deve ter em mãos os requisitos que precisam ser cumpridos por cada processo, o que pode ser esquematizado em forma de listas de verificação ou questionamentos, para ser mais objetivo. Por exemplo:

  • os colaboradores conhecem as normas de Saúde e Segurança do Trabalho (SST)? — fazer perguntas específicas sobre o tema para três funcionários escolhidos aleatoriamente;
  • o mapa de risco está disponível para todos? — identificar se os gestores deixaram em local visível e de fácil acesso;
  • os EPI’s foram entregues? Existem registros? — verificar se os colaboradores estão fazendo o uso e se há documentos de recebimento assinados por eles.

Após responder a todos os questionamentos e encontrar as evidências — registros que auxiliam nas conclusões — o auditor vai identificar as não-conformidades e redigir um relatório com as modificações e planos de ações necessários.

Para que o ciclo se complete, é importante que haja uma prática de verificação e acompanhamento pós auditoria para garantir que as ações estão sendo realizadas e que os benefícios e resultados estão sendo alcançados.

Qual é a sua importância?

Preparação para auditoria externa

No que diz respeito à área contábil, o art. 3º, da lei 11.638 define a obrigatoriedade da auditoria independente externa por auditor registrado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), para as sociedades que tiverem, no exercício social anterior, ativo total superior a 240 milhões de reais ou receita bruta anual superior a 300 milhões. Além disso, a auditoria externa também é utilizada por empresas que desejam a certificação, como a ISO, por exemplo. A de primeira parte deve ocorrer antes dessa, como forma de preparar a organização para a visita do auditor externo.

Otimização dos procedimentos

Ainda que não sejam feitas auditorias externas, é importante fazer a interna, ao menos, anualmente como parte das atividades de verificação ou acompanhamento dos processos. Isso garante a identificação de erros nos processos ou, até mesmo, de possíveis não conformidades. Assim, é possível ter maior efetividade nas tarefas, o que possibilita mais produtividade e melhores resultados.

Aplicação de normas

Para que uma empresa possa funcionar de maneira correta e eficaz, é preciso que existam normas e políticas internas. A auditoria revela o quanto elas estão sendo seguidas e identifica possíveis não conformidades, o que pode evitar maiores problemas futuros, em decorrência do não seguimento das políticas instituídas.

A auditoria de primeira parte é imprescindível para qualquer organização, principalmente para aquelas que desejam alguma certificação ou renovar as que já têm. Sem dúvidas, o gestor vai ter maior segurança na tomada de decisões e confiança nas atividades realizadas pela equipe.

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Conheça alguns tipos de substâncias perigosas no trabalho. 

A presença de riscos em um ambiente de trabalho demanda do empregador a adoção de uma série de medidas preventivas, as quais sobretudo visam garantir a saúde e o conforto do colaborador. Quando se trata ainda da existência de substâncias perigosas no local de trabalho, essas ações preventivas de segurança precisam, mais do que nunca, ser consideradas.

Isso porque, quando não são devidamente avaliadas, a manipulação e presença de elementos perigosos podem implicar graves consequências para a saúde dos colaboradores, principalmente quando o nível de exposição é classificado como alto.

Mas você já sabe quais são as principais substâncias perigosas em um ambiente ocupacional e como controlar os seus riscos?

Gases

A grande preocupação quando a substância se encontra em seu estado gasoso é em relação à sua possibilidade de ser invisível e inodora, o que, aparentemente, dá a falsa impressão de estar tudo bem. Entretanto, há gases que, mesmo não sendo perceptíveis por nós, representam risco de morte em elevada exposição, como é o caso do monóxido de carbono C0 (gerado principalmente pela queima incompleta de combustíveis fósseis).

Além disso, há gases que são perigosos, mesmo quando o colaborador não é exposto por longos períodos, oferecendo, assim, riscos de queimaduras (como a amônia), asfixia e intoxicação (gás cloreto, por exemplo).

Líquidos

Mesmo em um estado físico que nos permite notá-las, as substâncias perigosas líquidas também podem gerar graves danos à saúde quando são manipuladas/estocadas de forma errada.

Um ótimo exemplo de líquidos perigosos são os combustíveis de origem fóssil (querosene, diesel e gasolina), já que eles são altamente inflamáveis e elevam as chances de ocorrer um incêndio ou acidentes de trabalho que envolvam fogo.

Além desses líquidos, podemos destacar também como substâncias líquidas perigosas: álcool, acetileno, benzeno, etanol e nitrogênio industrial.

Sólidos

Por fim, ao contrário do que muitas pessoas pensam, não são apenas os gases e os líquidos os responsáveis por tornar um ambiente de trabalho perigoso, há também exemplos de elementos no estado sólido.

Desse modo, se uma empresa tem ambientes de trabalho onde há estoque ou a manipulação por parte dos colaboradores de elementos como lâmpadas, baterias, pilhas, remédios vencidos e materiais fabricados em amianto, é imprescindível adotar medidas que visam ao controle dos riscos ocupacionais.

Há um outro grupo de substâncias normalmente esquecidas ou negligenciadas que são as “poeiras explosivas” que são formadas por micropartículas de materiais que originalmente em condições normais não são inflamáveis como farinha, açúcar, madeira e metais. Se essas micropartículas estiverem dispersas em um ambiente confinado com oxigênio e houver exposição a uma fonte de calor, há uma grande probabilidade delas inflamarem e dependendo da concentração, provocarem uma explosão. Essa é uma das causas de explosões e incêndios em silos que armazenam grãos.

Medidas preventivas

Não importa em qual estado físico a matéria se encontra, se ela representa algum tipo de risco à saúde do colaborador, é obrigação da empresa:

Sendo assim, notamos que, ao identificar a presença de substâncias perigosas no trabalho, é essencial a providência imediata das medidas preventivas, as quais visam aumentar a segurança ocupacional e garantir a saúde e conforto dos colaboradores. Com isso, também cumprem-se as normas vigentes e melhoram-se as condições de trabalho para todos.

A leitura do conteúdo acima foi interessante para você? Então, leia agora tudo sobre os Riscos Ergonômicos e aprenda mais sobre segurança do trabalho!

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QSMS-RS: o que é, qual sua importância e quais são as certificações?

Acidentes e incidentes de trabalho podem ocorrer em qualquer tempo e em qualquer empresa. Minimizar as possibilidades é o principal objetivo do sistema integrado de gestão QSMS-RS.

Sua adoção vem ganhando cada vez mais força, tornando-se presente nas empresas de sucesso, em especial pela integração que promove entre os setores que envolve. Mas, afinal, o que é QSMS-RS?

Continue a leitura e descubra ainda qual a sua importância para as organizações.

O que é QSMS-RS?

QSMS-RS é a sigla para o sistema de gestão que integra as áreas de Qualidade, Saúde Ocupacional, Meio Ambiente, Segurança do Trabalho e Responsabilidade Social na condução de uma empresa. O resultado dessa integração é a transformação do ambiente de trabalho tornando-o mais produtivo, seguro e saudável.

Além disso, o sistema incorpora um aspecto essencial na condução das organizações modernas: a ética. Assim, seu componente de responsabilidade social completa a abordagem holística com que a gestão QSMS-RS opera, constituindo para a empresa uma grande vantagem competitiva.

Qual a sua importância para as empresas?

Integrar setores tão vitais para uma organização qualifica seus produtos e serviços, gera segurança e garante a sustentabilidade do negócio. Desse modo, a adoção de uma gestão fundamentada no sistema QSMS-RS promove o aprimoramento e o crescimento da empresa, especialmente pela força da integração dos setores que envolve.

A gestão integrada do sistema QSMS-RS tem especial importância para as empresas cuja natureza das atividades apresenta riscos de acidentes e incidentes laborais. Nesse sentido, os ganhos obtidos podem ser assim relacionados:

Quais as certificações envolvidas?

A certificação da empresa varia principalmente em razão do segmento em que atua. Apesar disso, existem normas que se aplicam de maneira geral às certificações QSMS-RS, como mostramos a seguir.

ISO 9001: Sistema de Gestão da Qualidade

A certificação ISO 9001 é a norma certificadora mais conhecida em todo o mundo, sendo adotada por praticamente todas as empresas de sucesso. Seu intuito é promover a implantação de um sistema de gestão que busca a otimização dos processos.

Nesse sentido, é uma forma de aprimoramento e de correção de processos ineficientes da empresa, além de garantir a documentação da cultura organizacional. Sua presença reflete a segurança e a confiança que o mercado espera.

ISO 14001: Sistema de Gestão Ambiental

As orientações para certificação ISO 14001 auxiliam a empresa a se tornar mais sustentável. Assim, aspectos relacionados com compras e estocagem até desenvolvimento de produtos e distribuição são aprimorados a fim de reduzirem seus respectivos impactos sobre o meio ambiente.

Uma empresa certificada por essa norma demonstra preocupação com a sustentabilidade de sua atuação. Desse modo, aprimora o seu desempenho em qualquer processo desde a produção até a logística reversa de seus produtos já disponibilizados no mercado.

ISO 45001: Sistema de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional

Essa é a norma certificadora que trata diretamente das questões de Saúde e Segurança do Trabalho (SST) ocorrentes na empresa. A ISO 45001 orienta o gerenciamento de riscos identificados, a fim de promover a prevenção de acidentes e o surgimento de lesões resultantes das atividades laborais.

O objetivo final é a garantia de um ambiente de trabalho mais seguro e mais saudável para todos os colaboradores. Assim, com foco no reforço da necessidade de ações preventivas, sua implantação deve alcançar todos os níveis da organização para haver sustentabilidade.

Como se vê, QSMS-RS permeia todas as atividades da empresa, facilita a gestão dos setores que alcança e qualifica a organização com grande vantagem competitiva.

Entre em contato conosco e saiba como transformar sua empresa em um ambiente seguro e saudável.

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Como aplicar os 5s na segurança do trabalho? Entenda aqui

O programa 5s na segurança do trabalho não é uma novidade. O modelo apresenta diversos benefícios para o ambiente corporativo, além de garantir a ordem produtiva por meio de uma metodologia consistente e de fácil assimilação. Entre as vantagens que a aplicação traz, podemos citar:

  • local organizado, itens bem distribuídos e limpeza;
  • maior produtividade e qualidade no desempenho;
  • maior engajamento dos colaboradores;
  • naturalização de ações preventivas que evitam acidentes e incidentes.

Sendo assim, é muito importante que quem cuida do setor de Segurança de Trabalho conheça a metodologia, a fim de aplicar e colher os melhores resultados possíveis. Que tal se inteirar sobre o assunto? Continue lendo e veja sobre o que o método fala e como ele se aplica à Segurança do Trabalho!

Programa 5s na segurança do trabalho

A metodologia japonesa 5s é uma ferramenta da boa gestão, cujos “s” derivam de expressões norteadores para cada pilar do método:

  • seiri (sobre eficiência nos processos);
  • seiton (sobre ordem na produção);
  • seiso (sobre limpeza, saúde e bem-estar);
  • seiketsu (sobre as políticas internas);
  • shitsuke (sobre o compromisso com o cumprimento do sistema).

Ao organizar um ambiente e desenvolver essa cultura coletiva — de boa utilização, boa distribuição, limpeza, entendimento das normas, disciplina na aplicação dos protocolos etc. —, o local se torna mais seguro e harmonioso, de forma que o bem-estar impera e os resultados logo aparecem. Vejamos a seguir um pouco mais sobre cada aspecto!

Senso de utilização

O senso de utilização (seiri) rege um ambiente de trabalho enxuto. Em outras palavras, é sobre como os recursos são disponibilizados e utilizados. É importante pensar na eficiência dos processos, não apenas focando em seu resultado final, mas em como os recursos são aproveitados durante a conquista desse resultado.

Sendo assim, é fundamental ficar de olho nos procedimentos e materiais, de maneira que tudo que é excesso, acúmulo ou dispensável seja eliminado. Nesse contexto, o que não é útil está apenas atrapalhando. Otimize o fluxo de trabalho passando um “pente fino” nos ambientes e mapeando procedimentos para eliminar gargalos operacionais.

Senso de organização

O senso de organização (seiton) fala sobre a parte física do ambiente de trabalho, ou seja, é sobre organizar o ambiente em aspectos como: a mobília, o layout do local, a distribuição de maquinário etc. O arranjo físico faz diferença em como as pessoas se relacionam com o ambiente.

Sendo assim, é essencial contar com uma organização que favoreça o fluxo de trabalho e o bem-estar coletivo. Se você não opera no dia a dia, é importantíssimo fazer um levantamento do que pode ser melhorado a partir da visão de quem usa o espaço constantemente. Pesquise e aplique melhorias.

Senso de limpeza

O senso de limpeza (seiso) é sobre a higienização correta do ambiente; no entanto, dando um passo a mais nesse pensamento, é também sobre conscientizar todos os que se utilizam do espaço acerca da importância de colaborar ativamente na manutenção da limpeza.

É função da segurança do trabalho incentivar e cultivar essa mentalidade entre todos. Além disso, manutenção e limpeza pesada também precisam ser fiscalizadas: ventiladores, ar-condicionado, dedetização, enfim: elimine os riscos!

Senso de normalização

O senso de normalização (seiketsu) é uma das partes mais importantes da segurança do trabalho: a adequação aos regimentos, leis e normas para o bom desempenho da equipe e saúde de todos no trabalho.

Sendo assim, mantenha-se sempre atualizado e busque frequentemente a melhoria. Supervisione o time operacional, incentive o uso dos equipamentos de segurança, acione manutenções preventivas, invista em palestras etc.

Senso de disciplina

O senso de disciplina (shitsuke) tem muito a ver com a normalização; eles se complementam. Uma vez que você adéqua tudo às normas e deixa o ambiente limpo e organizado, é muito importante incentivar a equipe a seguir os procedimentos propostos.

Para isso, crie programas de reconhecimento. O diálogo aberto também é fundamental. As pessoas precisam entender como é o programa 5s na segurança do trabalho e quais mudanças são fruto de sua implementação. Concluindo, a mudança deve ser real: explique, incentive, reconheça, corrija, mensure, analise, comunique e mostre os resultados.

Não se esqueça também de se manter sempre por dentro de orientações como esses: curta nossa página no Facebook e acompanhe os melhores tópicos!

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Gestão de riscos e compliance: qual a relação entre eles?

Você sabe qual a relação entre gestão de riscos e compliance? Compliance passou a ser um termo utilizado com frequência, devido a sua relação com a implantação de métodos de combate à corrupção. Porém, não é tão conhecida como deveria em toda sua abrangência, principalmente com relação à gestão de riscos. Entretanto, compliance, em seu conceito mais amplo, está mais ligada a implementação de boas práticas de gestão.

Por esse motivo, é que reflete na utilização de procedimentos mais responsáveis e éticos que, como consequência, acabam com ações corruptas e reduzem os riscos do negócio. Além disso, compliance pode ser também utilizada na gestão dos fornecedores e em todas as atividades da empresa.

Mas você sabe qual a relação entre gestão de riscos e compliance? Confira!

Adequação às leis

Na segurança do trabalho compliance significa cumprir e manter a aderência aos requisitos legais trabalhistas, se adequando aos regulamentos, às leis e princípios, a fim de prevenir acontecimentos prejudiciais aos funcionários e terceiros, propriedade material da organização, a comunidade, bem como evitar punições como multas e condenações no judiciário.

Segurança do trabalho

Para que as empresas “estejam em Compliance”, devem desenvolver políticas, programas e metodologias que atuem de forma direta na identificação de riscos e perigos dos processos, assim como gerenciar os riscos do negócio, riscos ambientais e práticas de gestão atreladas aos requisitos legais.

Para tal é primordial que os profissionais em saúde e segurança do trabalho, utilizem esses conceitos essenciais em programas corporativos, programas de governança, legislações trabalhista e previdenciária, gestão de segurança do trabalho, normas ISO e/ou equivalentes, cultura organizacional, indicadores de SST, entre outros.

Além disso, devem utilizar valores organizacionais, percepção de riscos da atividade, de processos e projetos, ética corporativa, ações preventivas na segurança do trabalho com base em legislações e na gestão de pessoas. Tudo isso colabora para uma gestão de riscos mais eficaz na empresa.

Prevenção de riscos

O principal pilar de um programa de compliance é a prevenção, em que a organização deve agir com o intuito de diminuir a probabilidade de que erros ocorram. E ela pode ser realizada de muitas formas como fortalecer a comunicação, intensificar treinamentos, estabelecer e implementar políticas e estabelecer controles, por exemplo.

As ações de compliance juntamente com as de gestão de riscos otimizam as estratégias de gestão, preveem futuros problemas e, geralmente, colaboram para integrar setores da empresa, visto que ambas as atividades atuam a partir de uma perspectiva abrangente.

Elaboração de código de conduta

Outras práticas de compliance que ajudam muito na gestão de riscos da empresa, baseiam-se na criação de um código de conduta comportamental, determinando os padrões de condutas impostos pela empresa, assim como os que são considerados intoleráveis, além de previsão de sanções e penalidades em caso de descumprimento da política interna da organização.

Por fim, a gestão de riscos e compliance formam pilares essenciais para uma boa imagem e reputação do negócio, além de estimular comportamentos mais profissionais e éticos. Essas boas práticas fazem com que a empresa fique menos suscetível a imprevistos decorrentes de desvios comportamentais. É muito importante contratar uma empresa especializada em gestão de riscos, como a SAFE.

Ela é uma empresa de gestão de riscos, assessoria e consultoria em saúde ocupacional, segurança do trabalho e meio ambiente, que oferece por meio de soluções multidisciplinares, customizadas, especializadas e sustentáveis atender às necessidades de cada empresa.

Tirou suas dúvidas sobre a relação entre gestão de risco e compliance? Entre em contato conosco e saiba como podemos te ajudar!

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e-Social e Segurança do Trabalho: a sua empresa está preparada?

A Saúde e Segurança do Trabalho (SST) é mais que um investimento para a sua empresa: esse assunto também é cercado de regulamentações e obrigações legislativas, dada a relevância do tema à saúde de todo o Brasil. Nesse contexto, é fundamental saber se a SST no e-Social de sua organização está adequada.

O Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, mais conhecido como e-Social, foi criado pelo Governo Federal. Para seu preenchimento, várias são as informações solicitadas, porém, na prática, não houve mudança nas leis em geral, contudo, e-Social e segurança do trabalho estão intimamente ligados, pois o sistema contribui para fiscalizar se as leis e regulamentações estão realmente sendo seguidas pelas empresas.

Por fim, é importante cadastrar todos os dados solicitados para evitar sanções e multas. Continue lendo este post e saiba se a sua empresa está em conformidade com todas as exigências dessa obrigação fiscal.

O que é o e-Social e como funciona em uma empresa?

Trata-se de um sistema implementado pelo Governo Federal para simplificar e facilitar o gerenciamento das informações ligadas aos trabalhadores. O e-Social ajuda a diminuir os custos no setor de contabilidade das empresas, além de contribuir para que os processos sejam mais rápidos.

De tempos em tempos, as empresas deverão enviar ao governo os dados solicitados, somente por meio do e-Social. O registro das informações em questão já vinha sendo realizado, porém, de outras maneiras, como fisicamente no papel, por exemplo.

Quais são os impactos do e-Social na saúde e na segurança do trabalho?

As leis sobre Segurança e Saúde Ocupacional não foram modificadas. Mas a padronização dos registros vai contribuir para que as informações disponibilizadas, em relação à saúde e à segurança do trabalho, sejam utilizadas de uma maneira mais eficiente. Assim, é possível confirmar de forma rápida e fácil se as empresas estão, de fato, cumprindo a legislação.

O que deve constar no e-Social?

O Governo Federal estruturou uma lista contendo 45 eventos trabalhistas e previdenciários a serem informados. Dentre os que são considerados obrigatórios, 11 são próprios da área de saúde e segurança do trabalho. Veja:

  1. S-2100 – Cadastramento Inicial do Vínculo;
  2. S-2200 – Admissão;
  3. S-2260 – Comunicação de Acidente de Trabalho;
  4. S-2280 – Atestado de Saúde Ocupacional;
  5. S-2230 – Afastamento Temporário;
  6. S-2325 – Alteração do Motivo do Afastamento;
  7. S-2330 – Retorno do Afastamento;
  8. S-2340 – Estabilidade – Início;
  9. S-2345 – Estabilidade – Término;
  10. S-2360 – Condição Diferenciada de Trabalho – Início (Exposição Riscos);
  11. S-2365 – Condição Diferenciada de Trabalho – Término (Exposição Riscos).

Outras informações, referentes a determinados registros, também devem ser fornecidas, dentro de prazos específicos:

  • Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) — primeiro dia útil após o acidente;
  • Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) — até o sétimo dia do mês seguinte à emissão, independentemente do tipo de atestado (admissional, demissional, afastamento, mudança de função ou periódico);
  • Condições Ambientais de Trabalho — no caso de empresas cujos funcionários estão expostos a fatores de risco, a informação deve ser fornecida até o sétimo dia do mês subsequente ao evento ou antes do lançamento de remuneração dos funcionários.

Quais os principais documentos do SST no e-Social?

Além dos dados mencionados acima, o e-Social também requer o envio de documentos específicos sobre a SST. O objetivo é facilitar a fiscalização e garantir que as empresas estão adequadas a um patamar mínimo de qualidade no ramo. Confira, a seguir, os principais documentos de envio obrigatório.

Laudo de periculosidade

Trata-se de um documento de diagnóstico da empresa, que informa sobre possíveis agentes ou situações causadoras de acidentes de trabalho. O documento é assinado por um médico do trabalho ou um engenheiro de segurança do trabalho e, embora não necessite de uma data de validade, deve ser atualizado todos os anos no e-Social.

Ainda, dado o seu caráter global na avaliação da periculosidade, esse laudo é um dos principais documentos de SST que devem ser enviados ao e-Social.

Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)

O PPRA é um programa estabelecido e regulamentado pela Norma Regulamentadora 9. Trata-se de planejamento e implementação de intervenções que visam, especificamente, reduzir o risco à saúde dos funcionários. Alguns de seus componentes são a identificação de riscos, a antecipação de agravos e o controle dessas ameaças.

Além disso, é importante ressaltar que o programa deve ser implementado em todas as empresas, mesmo as que têm apenas um funcionário.

Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)

O PCMSO, similarmente ao PPRA, é um programa estabelecido por uma Norma Regulamentadora — nesse caso, a NR7. Seu objetivo é a implementação de um controle médico da saúde do trabalho, que envolve elementos como a realização de exames periódicos, admissionais e de mudança de função. Dada a correspondência e os fatores em comum com o PPRA, eles podem ser elaborados em conjunto.

Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho (LTCAT)

Como o próprio nome sugere, o LTCAT visa a avaliação das condições ambientais da empresa — sendo assinado, assim como o laudo de periculosidade, por um médico do trabalho ou um engenheiro de segurança do trabalho.

Seu objetivo principal é informar ao INSS sobre a insalubridade presente no ambiente de atuação, o que tem impacto direto nas condições previdenciárias dos funcionários. Além disso, da mesma maneira que o laudo de periculosidade, ele também deve ser atualizado todos os anos.

Avaliação Ergonômica do Trabalho (AET)

O risco ergonômico é especialmente importante quando falamos de SST: algumas das doenças ocupacionais mais comuns, como a hérnia de disco ou a lombalgia, têm relação direta com as condições ergonômicas do trabalho. Além disso, o risco ergonômico está presente em diversos ambientes, desde o home office e a atuação administrativa até as atividades em chão de fábrica.

Por esse motivo, o risco ergonômico tem um laudo específico para a sua análise e é realizado, preferencialmente, por um ergonomista, que avalia as condições rotineiras do trabalho e os riscos aos quais os profissionais estão expostos. Nesse documento, também não há data de validade, mas é recomendado que o laudo seja atualizado a cada mudança no perfil de trabalho dos funcionários.

Quando o e-Social será implantado?

O e-social já é obrigatório desde janeiro de 2018 (vide tabela do novo cronograma das fases de implantação) e dentre os itens que precisam ser inseridos no sistema, estão:

  • registro do empregador e tabelas;
  • informações sobre os trabalhadores e sua ligação com as empresas (eventos não periódicos);
  • folha de pagamento;
  • modificação da GFIP (Guia de Informações à Previdência Social);
  • informações sobre segurança e saúde do trabalhador.

Logo, fica clara a necessidade das empresas se adequarem ao e-Social urgentemente, pois aquelas que não seguirem os procedimentos referentes ao envio das informações estarão sujeitas a multas e penalidades. Um meio eficaz de evitar possíveis complicações, é contar com a ajuda de um especialista na área.

Por fim, é válido ressaltar a importância de cadastrar todas as informações solicitadas pelo governo. Esse registro vai possibilitar um controle efetivo da situação do funcionário no que diz respeito ao SST no e-Social.

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Indicadores de segurança do trabalho: entenda como usar na empresa!

Um dos principais desafios das empresas é diminuir os riscos de acidentes e doenças aos seus funcionários, proporcionando saúde, bem-estar e produtividade à equipe. Para que os objetivos possam ser alcançados, é importante que o setor responsável fique atento aos indicadores de segurança do trabalho.

Isso porque, esses números vão além de descobrir a quantidade de acidentes, já que, por meio deles, é possível mensurar pontos relevantes sobre o programa de segurança implementado, identificar os aspectos que estão dando certo e aqueles que precisam ser aprimorados, alinhar as ações com os valores da organização, entre outros.

Pensando nisso, neste post, explicaremos um pouco mais sobre alguns desses índices e por que devem ser acompanhados. Confira!

Taxa de gravidade (TG)

Trata-se de um indicador que tem a finalidade de avaliar os acidentes ocorridos na companhia. Assim, o seu uso é importante no momento de elaborar medidas preventivas de segurança do trabalho em uma certa área da empresa.

Ainda, essa taxa é caracterizada pelo tempo perdido, mensurado em dias, devido aos acidentes de trabalho registrados na instituição. Quanto mais grave for o acidente, mais tempo o colaborador ficará inativo e portanto, mais perdas para ele e para a companhia.

De uma forma numérica, a Taxa de Gravidade (TG) é calculada da seguinte forma:

TG = (TC x 1.000.000)/HR

Onde TC (Tempo Computado) são os dias perdidos com os acidentes e HR significa as horas de exposição, ou seja, o somatório de horas trabalhadas por todos os funcionários durante um mês.

Taxa de frequência de acidente (TF)

É um dos indicadores mais utilizados para calcular a eficácia das ações de segurança no ambiente de trabalho, sendo possível identificar o número de dias sem ocorrências.

Mas para gerar melhores resultados, é importante conciliar esse tipo de índice reativo — quando o acidente já aconteceu — com valores proativos — que são mensurados para evitar acidentes e demais riscos.

Podemos calcular de forma objetiva a Taxa de Frequência da seguinte forma:

TF = (N x 1.000.000)/HR

Onde N exprime o número de acidentados.

Quantidade de “incidentes ou quase acidentes”

Esse é um ponto que muitas vezes é negligenciado e pode ser um grande aliado na prevenção de acidentes. Um “incidente ou quase acidente”, é um evento que não se transformou em acidente por acaso, ou seja, teve quase todas as condições de ser um acidente, mas por algum motivo, que deve ser também analisado, ele não aconteceu.

Um exemplo simples dessa situação, é se um colaborador está caminhando e tropeça em uma falha do piso do chão da fábrica. Ele volta a se equilibrar e não cai. Isso não vai ser contabilizado como um acidente, porque não aconteceu, mas há uma grande probabilidade de que se ele ou outra pessoa tropeçar nessa mesma falha o acidente ocorra.

Isso pode acontecer várias vezes no processo e por não ser observado e contabilizado, não são tomadas medidas preventivas. É uma fonte riquíssima de informações para a tomada de ações preventivas.

Lembre-se que as medidas preventivas sempre serão mais baratas e mais eficazes do que as corretivas.

Quantidade de encontros da CIPA

Quando a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, conhecida como CIPA, não realiza reuniões ou elabora treinamentos, as situações que eram riscos aos colaboradores da organização não são discutidas e alinhadas aos objetivos da empresa.

Dessa forma, além de deixar o ambiente laboral em condições de ser penalizado pelos órgãos fiscalizadores, a instituição também perde em medidas preventivas, devido à falta de ação da CIPA.

Quantidade de EPIs calculados por mês/ano

Geralmente, as companhias são as responsáveis pelo fornecimento dos EPIs aos seus colaboradores. Quando a equipe não é bem treinada, é possível que a empresa tenha que comprar mais equipamentos do que o necessário, causando desperdícios e gastos elevados.

Logo, esse é um número relevante para averiguar se os funcionários estão utilizando os dispositivos de segurança de maneira correta.

Número de inspeções executadas

Trata-se de inspeções que têm o intuito de fiscalizar se os equipamentos de proteção individual e coletivos são utilizados da forma adequada.

Logo, verificam se existe irregularidades de acordo com a lei, quais os riscos de acidentes encontrados, se as máquinas e ferramentas de trabalho estão com a manutenção em dia e funcionando corretamente etc.

Tempo médio para solução de riscos e intercorrências

É um indicador que tem a finalidade de averiguar quanto tempo é gasto, em média, para resolver algum problema que pode causar risco à segurança e bem-estar dos colaboradores — a contar da hora em que eles são apontados pela primeira vez.

Então, caso algum funcionário relate, por exemplo, o mau funcionamento de um equipamento, quanto tempo seria gasto para que isso fosse verificado e solucionado?

Volume de manutenções preventivas projetadas realizadas

As manutenções preventivas são fundamentais para as estratégias de segurança do trabalho da organização, já que, um aparelho sem manutenção pode apresentar problemas com mais frequência ou, até mesmo, gerar acidentes.

Quantidade de treinamentos realizados

Os treinamentos são imprescindíveis para a promoção da saúde, bem-estar e segurança no local de trabalho. Assim, a quantidade realizada representa o nível de cuidado da gestão para com seus colaboradores.

Ao avaliar esse indicador, é possível perceber a necessidade de novas capacitações, treinamento e reciclagens para o time. A relevância desse índice aumenta quando as informações são cruzadas com o número de acidentes registrados.

Agora que você conhece os principais indicadores de segurança do trabalho e a importância de cada um deles, o ideal é contar com o auxílio de profissionais qualificado para realizar uma gestão de risco eficiente na empresa e, assim, aplicá-los de forma a proporcionar os melhores resultados.

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Entenda como desenvolver a cultura de segurança do trabalho na empresa

Quando você lê o termo cultura de segurança do trabalho o que vem à sua cabeça? Se você imagina diversas regras para manipular maquinário pesado, está certo, mas se pensa em palestras para toda a equipe sobre conscientização, segurança e bons hábitos no ambiente profissional, acertou também.

Vale saber que, quando falamos de cultura, seja de segurança no trabalho ou qualquer outro assunto, o termo se justifica em algo que a empresa inteira acredita, persegue e pratica. Isso quer dizer que tal postura (determinada pelos gestores, líderes ou especialistas ligados à organização) deve estar em todos os colaboradores de todos setores da organização.

Sabendo de tudo isso, já podemos partir para algumas dicas de implementação. Você está preparado? Então vamos lá!

Qual é a importância da cultura de segurança do trabalho?

Você certamente já presenciou ou ouviu falar sobre algum caso de acidente de trabalho. Muitas vezes esses infortúnios provocam danos sérios e irreversíveis ao colaborador, o que causa grande prejuízo tanto para o trabalhador quanto para a instituição.

Dessa forma, implementar ações que possam prever tais acidentes e diminuir os riscos na rotina de trabalho é sinônimo de garantia de benefícios e vantagens, como:

  • menores prejuízos;
  • diminuição de incidentes prejudiciais;
  • retenção de talentos;
  • melhora dos resultados
  • aumento da confiança dos colaboradores sobre a instituição;
  • valorização da marca e melhoria da imagem institucional, entre outros.

Como implementar a cultura de segurança na empresa?

Agora que você já sabe o que é cultura de segurança do trabalho e quais são os benefícios da implementação, já deve ter compreendido que essa mudança não está categorizada como “prioridades da organização” e sim como “valores da empresa”. Perceba: ações prioritárias podem mudar frequentemente, mas os valores são mais perenes, quase que imutáveis.

Sendo assim, quer conhecer as melhores e mais eficientes ações para desenvolver esse ativo? Sim, se bem implementada, a “Cultura da Empresa” passa a ser um ativo de altíssimo valor para a organização. Confira agora as sugestões que preparamos!

Envolver todos os colaboradores da empresa

Retornando ao ponto da introdução deste material, para que determinadas ações se encaixem no rótulo de desenvolvimento da cultura da empresa é extremamente necessário que todos que estejam ligados à organização compartilhem do mesmo entendimento e acreditem no que é necessário para vivenciar e espalhar essa cultura.

Uma boa maneira de garantir que os colaboradores se envolvam é abrir espaço para que opinem e auxiliem no processo de criação de regras de segurança. Isso provoca um sentimento de “pertencimento”, ou seja, algo que o colaborador ajudou a criar. É dele também. Além disso, você pode responsabilizar todos, esclarecendo que qualquer um da empresa poderá ser cobrado a assumir uma postura segura (desde o presidente até o colaborador mais simples).

Manter a abordagem racional

Quando o assunto é mudança de postura sobre segurança no trabalho, o ideal é que a abordagem de conscientização seja racional e matemática. Geralmente, palestras e discursos que apelam para o lado emocional (falando de família ou comentando sobre o valor da vida) são importantes, mas não são suficientes e não raras vezes não surtem os resultados esperados.

Por isso, para evitar acidentes e danos, o ideal é que, em momentos de conscientização, a liderança apresente dados, fotografias, detalhes e números aos colaboradores para, então, definir processos simples e viáveis para serem aplicados na rotina de serviço.

Garantir o comprometimento da liderança

Todos os processos da empresa precisam estar cercados da filosofia de diminuir riscos e isso também tem a ver com a responsabilidade social. As grandes empresas do mundo tem oferecido bons exemplos sobre resultados sustentáveis dentro da organização.

O compromisso dos líderes da sua empresa deve ser notado através da presença em eventos sobre o assunto, postura receptiva sobre as mudanças e, é claro, motivar os funcionários a assumirem a mesma conduta.

Agora você já está pronto para desenvolver a cultura de segurança do trabalho na sua empresa. Arregace as mangas e solicite o apoio de todos os colaboradores envolvidos na organização, como você pôde perceber, isso é muito importante!

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Segurança comportamental: o que é, como funciona e qual a sua importância?

Não há dúvida sobre os impactos negativos proporcionados pelos riscos e acidentes de trabalho, tanto para a empresa quanto para os colaboradores. Por esse motivo, é importante implementar estratégias eficientes como forma de promover a saúde, bem-estar e segurança no ambiente laboral e, dessa forma, evitar que esses problemas ocorram. Para isso, trabalhar a segurança comportamental pode ser uma ótima ideia.

Elaboramos este conteúdo para explicar do que se trata esse conceito, seus objetivos, pilares e vantagens. Acompanhe!

O que é segurança comportamental?

Trata-se de uma ferramenta na qual técnicas e planejamentos são reunidos com a finalidade de minimizar os riscos de acidentes focando nas atitudes e nos comportamentos dos indivíduos. Nesse caso, são adotados procedimentos, métodos de conscientização e alterações de comportamento de todo o time, para que objetivos e resultados positivos no ambiente laboral sejam alcançados.

É importante que a segurança comportamental esteja aliada à utilização adequada dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e cumprimento às exigências das Normas Regulamentadores de segurança do trabalho.

Quais são os principais objetivos da segurança comportamental?

Entre os principais objetivos da segurança comportamental, podemos apontar:

  • comunicação – discutir os conceitos e exercitar ferramentas para a adoção de práticas de desenvolvimento comportamental;
  • desenvolvimento – aprimorar a visão estratégica dos membros do time quanto à função dos líderes e dos responsáveis pela gestão de segurança na organização;
  • melhoria contínua – identificar os motivos de desvios que colaboram para a ocorrência de perdas nas companhias. Por exemplo, acidentes pessoais e ambientais;
  • treinamento – orientar e ressaltar a importância da promoção da cultura de segurança no local de trabalho;
  • conscientização – direcionar o trabalhador a entender os perigos e riscos das atividades exercidas, além de entender sobre certas ações que podem gerar um acidente de trabalho;
  • cultura – vivenciar o gerenciamento de segurança em todos os processos da empresa.

Quais são os pilares da segurança comportamental?

É importante que um plano de segurança comportamental efetivo seja constituído por alguns pilares, são eles:

  • análise: com o intuito de encontrar os aspectos sistêmicos que geram ações inseguras e para possibilitar que as regras de melhoria sejam eficientes;
  • feedback: para identificar e avaliar o comportamento seguro e compreender os porquês da ocorrência de ações de risco;
  • gestores: para liderar as práticas a serem aplicadas, apoiar e direcionar os processos e procedimentos;
  • propriedade: para estimular a participação de toda a equipe e criar o comprometimento com o aperfeiçoamento frequente;
  • sensibilidade: para elevar o entendimento e minimizar a resistência e falta de adaptação.

Quais são os benefícios da segurança comportamental?

A segurança comportamental pode proporcionar diversos benefícios para a organização e sua equipe de colaboradores. Veja a seguir quais são:

  • proatividade do time;
  • satisfação dos colaboradores;
  • atitudes mais assertivas;
  • engajamento e envolvimento de toda a equipe em relação às questões sobre segurança do trabalho;
  • ambiente laboral mais saudável e produtivo;
  • estabelecimento da cultura de segurança no trabalho;
  • maior atenção aos riscos e processos executados de maneira inadequada.

Agora que você já sabe o que é segurança comportamental, seus principais pontos e benefícios, uma boa dica é implementá-la na empresa e fazer com que o ambiente laboral seja um local seguro e com menos riscos de acidentes.

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PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos): aprenda como fazer um

Manter a segurança da equipe colaboradora deve ser um dos principais objetivos de um gestor, justamente porque isso está diretamente ligado à sua função como líder mas também aos resultados da empresa. Reconhecendo isso, a pergunta da vez é: você sabe o que é um PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)?

Trata-se de um programa bastante conhecido no mundo da segurança do trabalho por ser uma estratégia importante e que viabiliza resultados expressivos. Neste post, esclareceremos as principais dúvidas sobre o assunto. Ficou curioso? Então, continue lendo e atinja um nível de segurança maior na sua empresa!

O que é PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)?

É importante que você entenda do que se trata a estratégia para que, logo à frente, determinemos como colocá-la em prática. Por isso, vale a pena compreender que o PGR é uma série de práticas que busca prevenir acidentes de trabalho que podem afetar os funcionários, a empresa, como também, o meio ambiente e a sociedade em geral.

O objetivo do PGR é mapear e gerenciar os possíveis riscos de acidentes e de suas fontes, como as biológicas, ergonômicas, físicas e químicas — durante a execução dos serviços. Assim, um programa bem constituído visa estabelecer estratégias para prevenir os possíveis incidentes e criar protocolos para minimizar os danos de qualquer ocorrência.

Saiba quem é obrigado a fazer

Existe uma obrigação pré-determinada em adotar o PGR ligada às empresas mineradoras ou que oferecem alto risco aos colaboradores, mas vale ressaltar que qualquer gestão deveria se preocupar com essa implementação. Ainda, é necessário considerar que até ambientes inofensivos, como os escritórios, podem provocar acidentes de trabalho.

Como o PGR deve ser feito?

Agora que você já entende a importância de mapear e gerenciar riscos no ambiente profissional, deve querer saber como colocar a estratégia do PGR em prática. Pensando nisso, preparamos um passo a passo para você ter uma noção maior do que deve ser feito. Vamos lá!

Identifique os fatores de risco

Reconhecer o que pode causar dano ao trabalhador, à empresa ou ao meio ambiente é o primeiro passo. Portanto, identifique quais são as possíveis causas de acidentes, distingua as fontes de perigo — como máquinas, materiais e locais — e compreenda quais seriam os efeitos de tal eventualidade.

Resolva os pontos de perigo

Depois de perceber quais são os pontos que podem causar danos, a gestão deve partir para a prática da eliminação dos riscos. Nesse sentido, é possível utilizar a hierarquia de controles, proposta pela NIOSH (The National Institute for Occupational Safety and Health). Baseado nisso, acompanhe a lista de possíveis soluções, que segue a ordem de maior para menor efetividade:

  • elimine o risco;
  • substitua o risco;
  • isole os colaboradores do risco;
  • mude o método de trabalho;
  • proteja a equipe com EPIs.

Além de seguir a lista, a organização deve priorizar também a conscientização dos trabalhadores, proporcionando treinamentos sobre o assunto.

Acompanhe as medidas de controle

Agora que a sua empresa já protegeu os colaboradores, é hora de acompanhar as medidas tomadas e medir a efetividade das ações. É válido reforçar que o PGR não é uma ação estática, por isso, a instituição deve se atualizar constantemente, propiciando o acesso às novas tecnologias, implementando boas práticas de serviço etc.

Falando em atualizações, houve uma mudança no PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos). Desde dezembro de 2019, o programa recebe outro nome. Agora ele é GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais). Mas o objetivo desse programa se mantém: as organizações e empregadores devem identificar e atuar na prevenção de riscos ao trabalhador.

Já deu para perceber que esse é um assunto extremamente importante. Logo, você precisa saber mais sobre ele: continue o seu processo de aquisição de conhecimento e leia o nosso conteúdo que define o que é a gestão de riscos!

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