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Segurança do trabalho

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Entenda como desenvolver a cultura de segurança do trabalho na empresa

Quando você lê o termo cultura de segurança do trabalho o que vem à sua cabeça? Se você imagina diversas regras para manipular maquinário pesado, está certo, mas se pensa em palestras para toda a equipe sobre conscientização, segurança e bons hábitos no ambiente profissional, acertou também.

Vale saber que, quando falamos de cultura, seja de segurança no trabalho ou qualquer outro assunto, o termo se justifica em algo que a empresa inteira acredita, persegue e pratica. Isso quer dizer que tal postura (determinada pelos gestores, líderes ou especialistas ligados à organização) deve estar em todos os colaboradores de todos setores da organização.

Sabendo de tudo isso, já podemos partir para algumas dicas de implementação. Você está preparado? Então vamos lá!

Qual é a importância da cultura de segurança do trabalho?

Você certamente já presenciou ou ouviu falar sobre algum caso de acidente de trabalho. Muitas vezes esses infortúnios provocam danos sérios e irreversíveis ao colaborador, o que causa grande prejuízo tanto para o trabalhador quanto para a instituição.

Dessa forma, implementar ações que possam prever tais acidentes e diminuir os riscos na rotina de trabalho é sinônimo de garantia de benefícios e vantagens, como:

  • menores prejuízos;
  • diminuição de incidentes prejudiciais;
  • retenção de talentos;
  • melhora dos resultados
  • aumento da confiança dos colaboradores sobre a instituição;
  • valorização da marca e melhoria da imagem institucional, entre outros.

Como implementar a cultura de segurança na empresa?

Agora que você já sabe o que é cultura de segurança do trabalho e quais são os benefícios da implementação, já deve ter compreendido que essa mudança não está categorizada como “prioridades da organização” e sim como “valores da empresa”. Perceba: ações prioritárias podem mudar frequentemente, mas os valores são mais perenes, quase que imutáveis.

Sendo assim, quer conhecer as melhores e mais eficientes ações para desenvolver esse ativo? Sim, se bem implementada, a “Cultura da Empresa” passa a ser um ativo de altíssimo valor para a organização. Confira agora as sugestões que preparamos!

Envolver todos os colaboradores da empresa

Retornando ao ponto da introdução deste material, para que determinadas ações se encaixem no rótulo de desenvolvimento da cultura da empresa é extremamente necessário que todos que estejam ligados à organização compartilhem do mesmo entendimento e acreditem no que é necessário para vivenciar e espalhar essa cultura.

Uma boa maneira de garantir que os colaboradores se envolvam é abrir espaço para que opinem e auxiliem no processo de criação de regras de segurança. Isso provoca um sentimento de “pertencimento”, ou seja, algo que o colaborador ajudou a criar. É dele também. Além disso, você pode responsabilizar todos, esclarecendo que qualquer um da empresa poderá ser cobrado a assumir uma postura segura (desde o presidente até o colaborador mais simples).

Manter a abordagem racional

Quando o assunto é mudança de postura sobre segurança no trabalho, o ideal é que a abordagem de conscientização seja racional e matemática. Geralmente, palestras e discursos que apelam para o lado emocional (falando de família ou comentando sobre o valor da vida) são importantes, mas não são suficientes e não raras vezes não surtem os resultados esperados.

Por isso, para evitar acidentes e danos, o ideal é que, em momentos de conscientização, a liderança apresente dados, fotografias, detalhes e números aos colaboradores para, então, definir processos simples e viáveis para serem aplicados na rotina de serviço.

Garantir o comprometimento da liderança

Todos os processos da empresa precisam estar cercados da filosofia de diminuir riscos e isso também tem a ver com a responsabilidade social. As grandes empresas do mundo tem oferecido bons exemplos sobre resultados sustentáveis dentro da organização.

O compromisso dos líderes da sua empresa deve ser notado através da presença em eventos sobre o assunto, postura receptiva sobre as mudanças e, é claro, motivar os funcionários a assumirem a mesma conduta.

Agora você já está pronto para desenvolver a cultura de segurança do trabalho na sua empresa. Arregace as mangas e solicite o apoio de todos os colaboradores envolvidos na organização, como você pôde perceber, isso é muito importante!

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Segurança comportamental: o que é, como funciona e qual a sua importância?

Não há dúvida sobre os impactos negativos proporcionados pelos riscos e acidentes de trabalho, tanto para a empresa quanto para os colaboradores. Por esse motivo, é importante implementar estratégias eficientes como forma de promover a saúde, bem-estar e segurança no ambiente laboral e, dessa forma, evitar que esses problemas ocorram. Para isso, trabalhar a segurança comportamental pode ser uma ótima ideia.

Elaboramos este conteúdo para explicar do que se trata esse conceito, seus objetivos, pilares e vantagens. Acompanhe!

O que é segurança comportamental?

Trata-se de uma ferramenta na qual técnicas e planejamentos são reunidos com a finalidade de minimizar os riscos de acidentes focando nas atitudes e nos comportamentos dos indivíduos. Nesse caso, são adotados procedimentos, métodos de conscientização e alterações de comportamento de todo o time, para que objetivos e resultados positivos no ambiente laboral sejam alcançados.

É importante que a segurança comportamental esteja aliada à utilização adequada dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e cumprimento às exigências das Normas Regulamentadores de segurança do trabalho.

Quais são os principais objetivos da segurança comportamental?

Entre os principais objetivos da segurança comportamental, podemos apontar:

  • comunicação – discutir os conceitos e exercitar ferramentas para a adoção de práticas de desenvolvimento comportamental;
  • desenvolvimento – aprimorar a visão estratégica dos membros do time quanto à função dos líderes e dos responsáveis pela gestão de segurança na organização;
  • melhoria contínua – identificar os motivos de desvios que colaboram para a ocorrência de perdas nas companhias. Por exemplo, acidentes pessoais e ambientais;
  • treinamento – orientar e ressaltar a importância da promoção da cultura de segurança no local de trabalho;
  • conscientização – direcionar o trabalhador a entender os perigos e riscos das atividades exercidas, além de entender sobre certas ações que podem gerar um acidente de trabalho;
  • cultura – vivenciar o gerenciamento de segurança em todos os processos da empresa.

Quais são os pilares da segurança comportamental?

É importante que um plano de segurança comportamental efetivo seja constituído por alguns pilares, são eles:

  • análise: com o intuito de encontrar os aspectos sistêmicos que geram ações inseguras e para possibilitar que as regras de melhoria sejam eficientes;
  • feedback: para identificar e avaliar o comportamento seguro e compreender os porquês da ocorrência de ações de risco;
  • gestores: para liderar as práticas a serem aplicadas, apoiar e direcionar os processos e procedimentos;
  • propriedade: para estimular a participação de toda a equipe e criar o comprometimento com o aperfeiçoamento frequente;
  • sensibilidade: para elevar o entendimento e minimizar a resistência e falta de adaptação.

Quais são os benefícios da segurança comportamental?

A segurança comportamental pode proporcionar diversos benefícios para a organização e sua equipe de colaboradores. Veja a seguir quais são:

  • proatividade do time;
  • satisfação dos colaboradores;
  • atitudes mais assertivas;
  • engajamento e envolvimento de toda a equipe em relação às questões sobre segurança do trabalho;
  • ambiente laboral mais saudável e produtivo;
  • estabelecimento da cultura de segurança no trabalho;
  • maior atenção aos riscos e processos executados de maneira inadequada.

Agora que você já sabe o que é segurança comportamental, seus principais pontos e benefícios, uma boa dica é implementá-la na empresa e fazer com que o ambiente laboral seja um local seguro e com menos riscos de acidentes.

Achou este conteúdo interessante? Então, aproveite para curtir nossa página no Facebook e acompanhar nossas publicações sobre temas variados!

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PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos): aprenda como fazer um

Manter a segurança da equipe colaboradora deve ser um dos principais objetivos de um gestor, justamente porque isso está diretamente ligado à sua função como líder mas também aos resultados da empresa. Reconhecendo isso, a pergunta da vez é: você sabe o que é um PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)?

Trata-se de um programa bastante conhecido no mundo da segurança do trabalho por ser uma estratégia importante e que viabiliza resultados expressivos. Neste post, esclareceremos as principais dúvidas sobre o assunto. Ficou curioso? Então, continue lendo e atinja um nível de segurança maior na sua empresa!

O que é PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)?

É importante que você entenda do que se trata a estratégia para que, logo à frente, determinemos como colocá-la em prática. Por isso, vale a pena compreender que o PGR é uma série de práticas que busca prevenir acidentes de trabalho que podem afetar os funcionários, a empresa, como também, o meio ambiente e a sociedade em geral.

O objetivo do PGR é mapear e gerenciar os possíveis riscos de acidentes e de suas fontes, como as biológicas, ergonômicas, físicas e químicas — durante a execução dos serviços. Assim, um programa bem constituído visa estabelecer estratégias para prevenir os possíveis incidentes e criar protocolos para minimizar os danos de qualquer ocorrência.

Saiba quem é obrigado a fazer

Existe uma obrigação pré-determinada em adotar o PGR ligada às empresas mineradoras ou que oferecem alto risco aos colaboradores, mas vale ressaltar que qualquer gestão deveria se preocupar com essa implementação. Ainda, é necessário considerar que até ambientes inofensivos, como os escritórios, podem provocar acidentes de trabalho.

Como o PGR deve ser feito?

Agora que você já entende a importância de mapear e gerenciar riscos no ambiente profissional, deve querer saber como colocar a estratégia do PGR em prática. Pensando nisso, preparamos um passo a passo para você ter uma noção maior do que deve ser feito. Vamos lá!

Identifique os fatores de risco

Reconhecer o que pode causar dano ao trabalhador, à empresa ou ao meio ambiente é o primeiro passo. Portanto, identifique quais são as possíveis causas de acidentes, distingua as fontes de perigo — como máquinas, materiais e locais — e compreenda quais seriam os efeitos de tal eventualidade.

Resolva os pontos de perigo

Depois de perceber quais são os pontos que podem causar danos, a gestão deve partir para a prática da eliminação dos riscos. Nesse sentido, é possível utilizar a hierarquia de controles, proposta pela NIOSH (The National Institute for Occupational Safety and Health). Baseado nisso, acompanhe a lista de possíveis soluções, que segue a ordem de maior para menor efetividade:

  • elimine o risco;
  • substitua o risco;
  • isole os colaboradores do risco;
  • mude o método de trabalho;
  • proteja a equipe com EPIs.

Além de seguir a lista, a organização deve priorizar também a conscientização dos trabalhadores, proporcionando treinamentos sobre o assunto.

Acompanhe as medidas de controle

Agora que a sua empresa já protegeu os colaboradores, é hora de acompanhar as medidas tomadas e medir a efetividade das ações. É válido reforçar que o PGR não é uma ação estática, por isso, a instituição deve se atualizar constantemente, propiciando o acesso às novas tecnologias, implementando boas práticas de serviço etc.

Falando em atualizações, houve uma mudança no PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos). Desde dezembro de 2019, o programa recebe outro nome. Agora ele é GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais). Mas o objetivo desse programa se mantém: as organizações e empregadores devem identificar e atuar na prevenção de riscos ao trabalhador.

Já deu para perceber que esse é um assunto extremamente importante. Logo, você precisa saber mais sobre ele: continue o seu processo de aquisição de conhecimento e leia o nosso conteúdo que define o que é a gestão de riscos!

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O que são os riscos biológicos e como preveni-los? Descubra aqui!

Você já ouviu falar de riscos biológicos? Esse é um assunto de interesse de qualquer gestor ou colaborador principalmente das áreas da saúde, agricultura ou mineração. A SAFE também se preocupa com a segurança da sua equipe, por isso, vamos conversar sobre tais riscos neste post.

Entender do que se trata e descobrir como proteger os trabalhadores é essencial para desenvolver medidas de segurança eficazes. Que tal iniciar agora essa jornada de informação e conhecimento? Acompanhe a leitura e entenda mais sobre os riscos biológicos!

Entendendo mais sobre os riscos ambientais: o que são riscos físicos e químicos?

É possível que, quando você pense em riscos ocupacionais, logo venha à cabeça as imagens de acidentes com equipamentos ou algo relacionado à ergonomia do colaborador. Por isso é necessário entender do que estamos falando quando a pauta é “riscos ocupacionais ambientais”.

Nessa categoria está, além dos riscos biológicos, os riscos físicos e químicos. Você sabe o que cada um deles significa? Veja uma rápida definição desses riscos que, caso se transformem em acidentes, podem afetar os seus colaboradores:

  • riscos químicos: qualquer substância, produto ou composto que possa ingressar no organismo do trabalhador pelas vias respiratórias, pele ou por meio de ingestão;
  • riscos físicos: qualquer exposição de energia que possa danificar ou prejudicar o colaborador (ruído, calor, pressão, frio, umidade etc.).

O que são riscos biológicos?

Se você deseja entender o que é um risco biológico é necessário reconhecer o que são os microrganismos. Esses indivíduos são categorizados como microscópicos ou ultramicroscópicos e denominam o grupo das bactérias, cianofíceas, fungos, protozoários e vírus.

Sabendo disso, é fácil definir os riscos biológicos que podem afetar os colaboradores da sua organização: entram nessa categoria qualquer um dos microrganismos que possa afetar a saúde ou integridade de uma pessoa. Independentemente do nível da ameaça (leve, moderada ou grave) ou da forma de acesso (direta ou indireta).

Como prevenir a sua equipe dos riscos biológicos?

Agora que você já sabe o que são os riscos biológicos que podem afetar a sua equipe, vamos citar algumas práticas recomendadas para proteger os trabalhadores ligados à sua organização. Veja agora!

Higienização das mãos

Nessa onda de COVID-19, há muitas campanhas circulando sobre o poder da higienização das mãos. Vale saber que esse é o ponto mais estratégico e eficaz para diminuir os casos de contaminação biológica, seja pelo coronavírus ou qualquer outro risco (outro vírus, bactérias, protozoários etc.).

Correto descarte de resíduos

Principalmente em ambientes hospitalares ou laboratoriais, é necessário que haja um grande cuidado com o manejo de resíduos ou instrumentos infectados (luvas, seringas com agulhas, misturas com fluidos contaminados etc.). Instruir os trabalhadores para que haja o descarte adequado deve ser também uma preocupação dos gestores da instituição.

Utilização de EPIs

Segundo a Portaria nº 3.214/78, é obrigação do empregador disponibilizar gratuitamente os equipamentos de proteção individual (EPIs) aos trabalhadores. Veja a lista de EPIs básicos ligados à proteção aos riscos biológicos:

  • máscara;
  • avental;
  • luva;
  • óculos;
  • sapatos fechados.

A quantidade de riscos biológicos que estamos expostos é enorme, mas ao implementar as boas práticas apresentados neste material, os trabalhadores do seu negócio estarão bem mais protegidos de qualquer tipo de contaminação. Outra boa forma de manter tais situações sob controle, é contar com uma empresa especializada em gestão de riscos.

A SAFE trabalha nesse setor e está constantemente viabilizando novas soluções para garantir a integridade física dos colaboradores. Ficou interessado? Então entre em contato com a nossa equipe e descubra como podemos ajudar!

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Conheça 20 das principais siglas da segurança do trabalho e saúde ocupacional

A segurança do trabalho é um conjunto de ações e medidas adotadas com o intuito de minimizar a ocorrência de acidentes e doenças ocupacionais, proporcionando proteção e integridade ao trabalhador no ambiente laboral.

Ela atua de diversas formas dentro da empresa, sempre buscando adequar o ambiente ocupacional ao colaborador. Para isso, são elaboradas ações administrativas, médicas e técnicas.

Conheça, neste post, importantes siglas da segurança do trabalho e saúde ocupacional e entenda como elas funcionam na prática. Boa leitura!

Entenda por que é relevante conhecer as siglas de segurança do trabalho

Quando falamos de segurança do trabalho, não estamos nos referindo apenas às leis e normas que regulamentam a forma como as companhias trabalham. Estamos também tratando de meios para que a sua empresa gere mais qualidade de vida aos trabalhadores e tenha um desenvolvimento propício.

Isso reflete em maior comprometimento dos colaboradores e estabelecimento de uma relação de confiança entre as partes. Por isso, conhecer todos os termos dessa área é tão relevante para os empresários.

Ao conhecer as siglas sobre a segurança do trabalho, evita-se a falta de entendimento ao ser abordado por um assunto que envolva alguma delas. Também é possível evitar a falta de compreensão sobre o que fazer na empresa, de modo que tudo seja realizado em conformidade com as normas, livrando a companhia de multas.

20 siglas de segurança do trabalho que você precisa conhecer

A seguir, apresentaremos algumas das principais siglas presentes na legislação e em textos sobre a segurança do trabalho. Confira!

1. NRs (Normas Regulamentadoras)

Trata-se de uma série de regulamentos e requisitos relacionados à segurança e à medicina do trabalho. As NRs são obrigatórias para empresas privadas e públicas, bem como para órgãos governamentais que empreguem profissionais regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

No ano de 1978, graças à Portaria nº 3.214, foram aprovadas 28 normas. Porém, atualmente, há 37 NRs aprovadas e sancionadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

2. CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes)

A CIPA trata-se de uma comissão paritária, formada por representantes dos colaboradores (eleitos por voto secreto) e dos empregadores (nomeados pelo empregador), que atua na promoção da saúde e da segurança de todas as pessoas que trabalham e circulam nas dependências da empresa.

A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes é instituída pela NR 5. Essa regulamentação determina que todas as organizações com uma equipe de mais de 20 profissionais devem ter a CIPA, independentemente do nível de risco que a empresa ofereça ao trabalhador.

Os negócios que apresentam menos de 20 funcionários precisam designar um responsável para cumprir os critérios devidos da CIPA, o que abrange também a CLT.

Obrigações da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

Além de elaborar e acompanhar ações efetivas para garantir condições seguras de trabalho, uma das principais tarefas da CIPA é promover a Semana Interna de Prevenção de Acidentes (SIPAT), além de realizar treinamentos a fim de conscientizar e orientar os colaboradores em relação à prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. Ainda, deve difundir e atualizar toda a organização sobre mudanças referentes aos assuntos segurança laboral e saúde ocupacional.

3. AET (Análise Ergonômica do Trabalho)

A AET permite observar, identificar, rastrear e avaliar corretamente os procedimentos e equipamentos utilizados pelos colaboradores no local de trabalho.

Para isso, são analisados os riscos ergonômicos existentes nos diversos equipamentos e máquinas, na realização das tarefas e na maneira como elas são executadas. Também se avalia o ambiente laboral em si, averiguando os níveis de ruído, temperatura, luminosidade e outros aspectos que podem prejudicar ou até causar doenças nos colaboradores.

Vale citar que a Análise Ergonômica do Trabalho faz parte da NR 17 do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), que define critérios para a adequação das obrigações laborais às qualidades psicofisiológicas dos funcionários. Dessa forma, proporciona mais conforto, segurança e desempenho eficiente das atividades.

4. EPI (Equipamento de Proteção Individual)

Estabelecido pela NR 6, EPI é todo produto ou acessório de uso individual que tem como função tentar garantir a proteção contra acidentes capazes de impactar a segurança e a saúde do colaborador no ambiente de trabalho. Conheça, abaixo, os tipos de EPIs mais comuns nas empresas:

  • capacete;
  • óculos;
  • luvas;
  • mangas;
  • protetor facial;
  • protetor auricular;
  • respirador;
  • calçados;
  • macacão;
  • avental;
  • proteção do tronco;
  • cinturão, entre outros.

5. EPC (Equipamento de Proteção Coletiva)

EPCs podem ser itens fixos ou móveis, inseridos no ambiente de trabalho para a segurança coletiva de toda a organização. Entre os principais equipamentos, estão:

  • cones;
  • fitas e placas de sinalização;
  • plataformas;
  • linhas de vida;
  • alarmes;
  • dispositivos de bloqueio;
  • barreiras contra radiação;
  • corrimão;
  • exaustores, entre outros.

Uma das vantagens dos Equipamentos de Proteção Coletiva é que, por serem bem posicionados, são mais eficientes e não incomodam os colaboradores. Outro aspecto importante é que os EPCs também resguardam a integridade física de terceiros presentes na empresa, como visitantes e funcionários de outros departamentos.

6. ASO (​Atestado de Saúde Ocupacional)

O Atestado de Saúde Ocupacional é um documento regulamentado pela NR 7 que serve para comprovar a aptidão ou a inaptidão de um profissional para realizar uma determinada tarefa. Ele é emitido por um médico do trabalho, logo após examinar o candidato à vaga. Os ASOs mais comuns são:

  • periódico;
  • retorno ao trabalho;
  • mudança de função;
  • admissional;
  • demissional.

São emitidas duas vias, uma para o colaborador examinado e outra que é arquivada na empresa, podendo servir para fins de auditoria/fiscalização posteriormente.

Importância do ASO

O Atestado de Saúde Ocupacional é essencial para garantir que o profissional esteja apto a executar as funções para as quais ele está sendo contratado, além de identificar possíveis enfermidades logo no início, evitando problemas crônicos.

O documento também traz uma descrição de saúde detalhada do profissional, devido aos exames periódicos, mantendo tanto a empresa quanto o funcionário cientes dos procedimentos médicos realizados, debilidades ou doenças que possam aparecer no futuro.

7. LER (Lesão por Esforço Repetitivo)

É uma espécie de disfunção que pode aparecer no sistema nervoso ou no sistema muscular e esquelético. Ela pode se originar de diversas causas relacionadas às funções desempenhadas pelo colaborador. Os exemplos mais comuns são esforços ou tarefas repetitivas, bem como posições corporais desconfortáveis por muito tempo.

8. FAP (Fator Acidentário de Prevenção)

Segundo a Secretaria de Previdência, o Fator Acidentário de Prevenção é um multiplicador, atualmente calculado por estabelecimento, que varia de 0,5000 a 2,0000, a ser aplicado sobre as alíquotas de 1%, 2% ou 3% da tarifação coletiva por subclasse econômica, incidentes sobre a folha de salários das empresas para custear aposentadorias especiais e benefícios decorrentes de acidentes de trabalho (GILRAT — Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa Decorrente dos Riscos do Ambiente de Trabalho).

O FAP surgiu por meio da Lei 10.666, de 2003, porém, em 2010, foi normalizado pelo Regulamento da Previdência Social (Decreto 7.331/2010).

O que é considerado nos cálculos do FAP

O Fator Acidentário de Prevenção varia anualmente. Seu cálculo é feito conforme o desempenho da organização nos últimos dois anos. Pela metodologia do FAP, as empresas que registrarem maior número de acidentes ou doenças ocupacionais pagam mais. Por outro lado, o FAP aumenta a bonificação das empresas que registram acidentalidade menor. No caso de nenhum evento de acidente de trabalho, a organização é bonificada com a redução de 50% da alíquota. Entre os índices utilizados pela Previdência para calcular o FAP, estão:

  • comprovativos de concessão de benefícios acidentários;
  • expectativa de vida do brasileiro;
  • informações dos colaboradores registrados no Cadastro Nacional de Informação Social (CNIS) do MPS;
  • declarações dos Comunicados de Acidentes de Trabalho (CATs).

9. PPRA (Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais)

O PPRA é uma das siglas de segurança do trabalho mais conhecidas. Ele é um programa obrigatório que faz parte da legislação trabalhista elaborada ainda na década de 90, mas hoje é regulamentado pela NR 9. O programa busca transformar o ambiente de trabalho em um espaço mais seguro para qualquer colaborador, levando em conta que os ambientes laborais podem ser muito diferentes.

Afinal, de escritórios tranquilos a indústrias em que os colaboradores devem lidar com diversos modelos de maquinário, há riscos à saúde e até mesmo à vida.

10. PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional)

A lei que trata do PCMSO foi criada no início dos anos 90. Dentro das normas regulamentadoras de saúde e segurança do trabalho, ela faz parte da NR 07, tendo como objetivo a promoção e a preservação da saúde do conjunto dos trabalhadores de uma empresa.

Será tratada como prevenção qualquer informação coletada por meio dos exames periódicos que integram o PCMSO e que mostrem a chance de risco para algum funcionário, de tal forma que a organização se envolva na saúde dos seus colaboradores, a fim de apoiá-los no caso de alguma necessidade ligada a seu estado de saúde.

11. LTCAT (Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho)

O LTCAT é um documento criado pela Previdência Social, e não pelo Ministério do Trabalho. Como o próprio nome já diz, esse é um laudo técnico muito importante que tem a finalidade de atestar se há ou não agentes nocivos presentes no ambiente de trabalho, concluindo se existe chance de uma aposentadoria especial ou não.

12. SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho)

SESMT é um grupo de profissionais (engenheiros, médicos, enfermeiros e técnicos) que fica dentro das organizações para proteger a integridade física dos funcionários. Ele foi criado devido ao aumento de acidentes que os colaboradores sofriam no local de trabalho.

Porém, ele também tem a função de alertar e dar instruções para os trabalhadores sobre o aparecimento de novas patologias e informações sobre alguma enfermidade. Também deve impedir que acidentes de trabalho menores ocorram e prejudiquem a organização.

13. PPR (Programa de Proteção Respiratória)

Algumas atividades desenvolvidas na empresa podem emitir partículas que oferecem riscos à saúde dos profissionais, caso sejam inaladas. O Programa de Proteção Respiratória trata exatamente disso. Ele nada mais é que um conjunto de procedimentos que devem ser utilizados, a fim de preservar a saúde da equipe nesse cenário.

Normalmente, os principais riscos respiratórios são partículas de elementos tóxicos ou de poeira, como carvão e fumo metálico. Assim, caso haja algum risco para a saúde do colaborador nesse aspecto, é primordial criar e implementar o PPR na organização.

14. PPAADs (Programas de Prevenção ao Abuso de Álcool e Drogas)

Esses programas são utilizados por organizações que querem evitar o consumo de substâncias psicoativas em situações profissionais, além de reconhecer e interferir de forma precoce em casos de risco. Eles também têm o objetivo de ajudar no tratamento da dependência química e levar informação aos funcionários.

Consequentemente, é possível diminuir acidentes de trabalho, reduzir o custeio de saúde e otimizar a imagem da empresa no mercado, desenvolvendo e implementando um PPAAD.

15. RAT (Risco Ambiental do Trabalho)

Essa é a nova denominação para o SAT (Seguro Acidente do Trabalho). É um tipo de contribuição previdenciária que o empregador paga para cobrir os custos da Previdência com colaboradores vítimas de doenças ocupacionais ou acidentes de trabalho. O seu intuito é onerar mais e empresa que explora atividades de maior risco à integridade física e à saúde do colaborador.

O RAT é uma medida de justiça tributária: deverá também contribuir com uma alíquota maior, para custear o pagamento desses benefícios, o empregador que mais onera a Previdência Social pela concessão de aposentadoria por invalidez, auxílio-doença e aposentadoria especial.

16. PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)

O PGR é um programa que tem como finalidade principal a identificação e a análise das atividades da companhia, para evitar que aconteçam acidentes ambientais.

Para isso, o dia a dia empresarial é monitorado e, dessa forma, consegue-se prevenir os acidentes que poderiam causar danos aos colaboradores, à população em geral e à natureza.

17. PCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho)

Regulamentado pela NR 18, o PCMAT é um programa que estabelece alguns procedimentos para que sejam tomadas medidas preventivas e de controle no meio ambiente de trabalho.

Trata-se de um programa que é exclusivo da indústria da construção civil.

18. SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho)

Já citada anteriormente, a SIPAT é uma semana em que a empresa se dedica a fazer eventos para a prevenção de acidentes de trabalho.

São convidados palestrantes das mais diversas áreas, como médicos, especialistas em segurança do trabalho, engenheiros, entre outros, para ministrar aulas e atividades educativas com os trabalhadores.

19. PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário)

O PPP nada mais é do que um formulário, cujos campos precisam ser preenchidos com informações sobre os colaboradores.

Entre as informações que fazem parte do formulário, temos os itens aos quais o colaborador está exposto ao realizar o seu trabalho, como agentes químicos.

20. APR (Análise Preliminar de Risco)

Essencialmente, a APR consiste em um estudo prévio e detalhado acerca das etapas de realização de determinada atividade ou de um processo, com vista à identificação de eventuais riscos envolvidos no trabalho e das medidas mais adequadas para prevenção de acidentes.

Como a APR tem finalidade preventiva, ela deve ser realizada no início de um projeto de uma nova tarefa ou na implementação de um processo, sobretudo nas atividades em que as normas regulamentadoras estabelecem sua obrigatoriedade — por exemplo, nos trabalhos em alturas, em espaços confinados, em instalações e serviços de eletricidade, na construção civil, nos trabalhos com inflamáveis, máquinas e equipamentos etc.

Esperamos que as siglas da segurança do trabalho e saúde ocupacional mencionadas ao longo deste post tenham ajudado a esclarecer um pouco mais sobre a importância do assunto para a sua empresa!

Lembre-se de que, para entender melhor sobre o assunto e saber como lidar com a segurança do trabalho sem cometer erros, é interessante que você conte com auxílio profissional. Nós, da SAFE, somos especialistas no assunto e prestamos serviços de gestão de riscos, consultoria e assessoria em saúde ocupacional, segurança do trabalho e meio ambiente.

Chegamos ao fim deste conteúdo! Agora que você conhece algumas das principais siglas de segurança do trabalho, entre em contato diretamente conosco e conheça os nossos serviços. Se você quiser saber mais sobre a SAFE, visite nosso site no endereço www.safesst.com.br.

Qual a relação entre segurança do trabalho e a sustentabilidade?

Entre as principais finalidades da segurança do trabalho está a promoção de uma cultura empresarial que foque na saúde e integridade física dos funcionários. Assim, é importante que a sustentabilidade esteja alinhada com as práticas a serem implementadas, já que isso pode trazer grandes efeitos.

Durante anos, a sociedade se baseou em um modelo de desenvolvimento que não levava em consideração os impactos causados ao meio ambiente, à saúde e ao conforto dos trabalhadores. Contudo, por se tratar de um tema extremamente importante, até porque nos afeta diretamente, segurança do trabalho e sustentabilidade são assuntos que precisam ser cada vez mais debatidos e esclarecidos entre as pessoas e as empresas.

Por esse motivo, preparamos um conteúdo abordando o conceito de sustentabilidade, o atual panorama da segurança do trabalho e de que forma esses contextos se relacionam. Acompanhe!

O que é sustentabilidade?

Cabe destacar, inicialmente, que o assunto sustentabilidade começou a ser discutido pela sociedade em meados da década de 70, na Primeira Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, na Suécia.

A sustentabilidade nada mais é do que um conjunto de medidas que visam atender às necessidades da geração atual sem comprometer a qualidade de vida e o desenvolvimento das futuras gerações.

Importante ressaltar que a sustentabilidade vai muito além da causa ecológica, pois, além do meio ambiente, ela trata de aspectos sociais e econômicos.

Qual a importância da segurança do trabalho?

O Brasil, infelizmente, é um dos países que mais registram ocorrências de acidentes de trabalho, figurando na quarta colocação no ranking mundial. Desse modo, anualmente, milhares de colaboradores sofrem com a falta de segurança nos ambientes ocupacionais e acabam sendo vitimados devido à perda do controle dos riscos.

Considerando esse cenário, percebemos facilmente o quão importante e valioso é a promoção de medidas preventivas que visam a garantia da saúde e do conforto humano no trabalho, como:

  • utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs);
  • investimento no setor de Segurança do Trabalho;
  • criação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA);
  • conscientização dos colaboradores por meio de uma cultura interna de segurança do trabalho;
  • realização correta da análise e do mapeamento dos riscos;
  • atenção ao cumprimento das normas regulamentadoras específicas para a área de atuação da empresa (essencialmente as que se relacionam aos ambientes insalubres e à descrição de EPIs), entre outros.

Como as duas áreas se relacionam?

Engana-se quem acha que as práticas de sustentabilidade refletem apenas em benefícios para o meio ambiente e a natureza. O bem-estar humano e a qualidade de vida da sociedade também colhem os frutos.

Nesse contexto, como a segurança do trabalho tem o intuito de preservar a saúde humana e proteger o trabalhador contra os riscos ocupacionais, ela, com a sustentabilidade, também impacta o bem-estar social, proporcionando cada vez mais o desempenho de tarefas com qualidade, segurança e conforto.

Ao promover a qualidade de vida da equipe, as companhias impactam não somente a produtividade e seus resultados, mas também a vida dos funcionários, que se tornam mais motivados, o que auxilia na construção de uma sociedade sustentável, capaz de administrar os problemas gerados pelo crescimento econômico.

Quais os benefícios da segurança do trabalho e da sustentabilidade?

Entre os principais benefícios dessas ações, podemos citar:

  • prevenção de acidentes: tendo em vista que a conscientização consegue diminuir muito os riscos de que os funcionários se acidentem no ambiente laboral. Por exemplo, ao manipularem produtos químicos que possam afetar sua saúde;
  • valorização da imagem da empresa: tendo em vista que essa preocupação com os colaboradores de uma forma mais ampla e por conseguinte, sustentável, vai proporcionar uma imagem positiva no mercado;
  • motivação e engajamento da equipe: os funcionários conseguem visualizar a importância que a empresa dá ao seu time e ao ambiente externo, o que faz com que eles se sintam mais motivados e produtivos.

Como precisa ser um plano que alinhe segurança do trabalho e sustentabilidade?

Essa não é uma tarefa simples, já que o programa precisa gerar boas condições para a equipe. Entre as práticas que podem ser implementadas, destacamos:

  • desenvolver e ministrar, de forma constante e periódica, treinamentos que atualizem os colaboradores sobre as políticas, práticas e processos da organização;
  • disponibilizar e orientar sobre o uso adequado dos EPIs;
  • desenvolver boas medidas que assegurem a prevenção de doenças laborais;
  • promover campanhas de prevenção de acidentes;
  • incentivar a boa alimentação e a prática de exercícios físicos;
  • oferecer acompanhamento psicológico, entre outras estratégias.
  • fazer o pagamento de insalubridade e periculosidade de acordo com as atividades desenvolvidas por cada empregado e os requisitos presentes em lei.

Como realizar um plano eficiente?

Existem alguns fatores que devem ser observados no momento da elaboração de um bom plano. Conheça alguns deles:

  • identifique os erros: quando uma atividade é executada de forma diversa do esperado, o funcionário pode se expor a certos riscos desnecessários. Então, é preciso montar uma orientação sobre como proceder com eficácia;
  • faça uma boa gestão dos riscos: entender e mapear os riscos que ocorrem em cada função desempenhada dentro da empresa simplifica a reestruturação dos processos e a procura por novas maneiras de execução;
  • analise a gravidade do perigo da atividade: entender qual é o nível de gravidade de cada atividade ou situação de risco também é necessário para implementar medidas realmente eficazes;
  • avalie e entenda a exposição: verifique qual é o período em que o colaborador fica exposto às situações que geram ameaças;
  • analise as probabilidades de ocorrência de um acidente: averigue de forma minuciosa as chances do acidente gerar sequelas nocivas à saúde e ao meio ambiente, considerando todos os pontos anteriormente apontados.

Após compreender todos os aspectos, é necessário ter em mente que cada organização deve construir seu próprio plano de segurança do trabalho e sustentabilidade, conforme o seu desenvolvimento no mercado, atividades exercidas e seus principais riscos.

Por esse motivo, o ideal é contar com a ajuda de uma empresa especializada em gestão de riscos, que presta consultoria, assessoria, treinamento e assistência técnica pericial em saúde ocupacional, segurança do trabalho e meio ambiente, como a SAFE.

Por meio de experiência no assunto e uma equipe altamente qualificada, é possível usufruir de vários benefícios importantes para os resultados do negócio.

Portanto, agora que você já sabe como a segurança do trabalho e a sustentabilidade se relacionam, fica mais simples perceber como é importante uma empresa investir em ambientes ocupacionais seguros e práticas de produção/desenvolvimento classificadas como sustentáveis. Vale ressaltar ainda que essas medidas jamais devem ser encaradas como uma despesa, mas sim como um investimento, que seguramente dará retorno.

Se você quiser saber mais sobre a SAFE, visite nosso site no endereço www.safesst.com.br e entenda como é possível ajudar seu negócio a promover um ambiente de trabalho seguro. Caso queira entrar em contato diretamente conosco, clique aqui.

Programa de Retorno ao Trabalho durante e após a pandemia da COVID-19

Estamos sendo inundados com informações, algumas pertinentes e muito importantes, outras mais oportunistas e sem muita credibilidade com relação ao coronavírus, à COVID-19, como se comportar, novas práticas e hábitos, distanciamento social, uso de máscaras, luvas, higienização mais frequente e mais eficaz, enfim, muitas alterações no nosso dia-a-dia enquanto ficamos em casa.

Mas e na hora de retornarmos ao nosso trabalho? O que precisamos fazer para nos prevenirmos, mas também respeitarmos nosso colega preservando nossa saúde e a dele? E você, como empresário, o que deve promover em sua empresa para tentar garantir essa segurança para seus colaboradores?

Se tiver interesse nesse assunto e quiser saber como estruturar um programa para o retorno ao trabalho durante a após a pandemia, continue a leitura.

Comunicação

Muitas empresas têm essa área bem estruturada, outras nem tanto e algumas dedicam pouco ou nenhum tempo e esforço para esse assunto.

Em virtude dessa situação ser inédita para muitos e ser muito nova e dinâmica, é de crucial importância que seja estabelecido um canal bidirecional específico para o assunto com informações atualizadas.

Por ser bidirecional, deve, também, prover um suporte para quem tem dúvidas ou necessite de informações mais específicas, ou seja, o processo de Comunicação deve ser estabelecido ou revisado dentro da organização.

Compromissos e responsabilidades

Normalmente as organizações dedicam tempo e esforço para estabelecer e documentar claramente as responsabilidades dos colaboradores no que diz respeito aos processos operacionais e os compromissos com os resultados a serem obtidos como produto desses processos.

No caso do Programa de Retorno ao Trabalho o que estamos querendo estabelecer, documentar e divulgar são os compromissos de cada colaborador com a preservação da vida, com a sua segurança e com a sua saúde e de seu colega e as responsabilidades de cada papel dentro da empresa pois só com o engajamento de todos essa difícil situação será superada.

Protocolos

Normalmente para realizar nossas atividades profissionais rotineiras, seguimos processos e procedimentos operacionais. Aqui, quando falamos em protocolos, estamos adicionando outros cuidados e procedimentos visando a prevenção e a não contaminação. Entendemos que existam a princípio 3 tipos de protocolos, quais sejam:

  • Protocolo Interno: que visa práticas a serem adicionadas para as atividades internas, ou seja, entre colaboradores da organização dentro do estabelecimento da empresa;
  • Protocolo Externo: é constituído de medidas a serem observadas e seguidas em atividades externas tais como vendas, entregas, entre outros. Como boa prática, também podemos colocar nesse item orientações sobre atitudes, hábitos e comportamentos que o colaborador deve ter na sua vida pessoal para se prevenir e proteger sua família com relação à contaminação;
  • Protocolo Misto: quando a atividade coloca frente a frente pessoas da organização e pessoas de fora da mesma (atendimento ao público, contato com terceiros, fornecedores, etc).

Esses protocolos englobam procedimentos e práticas que abrangem medidas coletivas e individuais, cuidados com a higiene pessoal e do ambiente de trabalho (mesas, cadeiras, máquinas e equipamentos, entre outros), distanciamento mínimo entre os colaboradores, uso adequado de EPIs e EPCs, procedimentos a serem seguidos em caso de suspeita de contaminação, etc.

Treinamento

Como falamos no início desse post, a comunicação é um fator de crucial importância na estratégia de superação dessa pandemia.

Por esse motivo, o treinamento também assume um papel importantíssimo, pois além de disseminar informações operacionais, que englobam o uso de EPIs e EPCs, por exemplo, que foram bastante modificadas em virtude da situação, para possibilitar ao colaborador exercer suas atividades com a maior segurança possível, também é responsável por atualizar e repassar conhecimento sobre o desenrolar da pandemia.

Acompanhamento

Para que possamos extrair o melhor benefício possível das alterações realizadas nos processos, é importantíssimo que realizemos periodicamente o acompanhamento dos resultados oriundos dessas alterações.

Para isso é importante o estabelecimento de indicadores, de metas para os mesmos, forma e periodicidade de coleta de dados, análise e, se necessário, implementação de correções para que os objetivos sejam alcançados.

Feito isso, entendemos que teremos um programa eficaz e devidamente gerenciado, objetivando a segurança e a saúde dos colaboradores e um retorno ao trabalho tranquilo e saudável.

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Saiba o que muda com a revisão das normas regulamentadoras

As Normas Regulamentadoras, criadas em 1978, frequentemente estão passando por revisões. Desde o início do ano de 2019, essa frequência aumentou bastante. Estar atento a essas mudanças é essencial para que você atualize as práticas de sua empresa e se mantenha em dia com as exigências da legislação brasileira.

Cinco normas foram alteradas no início de 2019 — NR 1, NR 3, NR 12, NR 24 e NR 28 — enquanto a NR 2 foi revogada. Saber sobre os pontos que passaram por revisão nas normas regulamentadoras é importante para que nada seja realizado em desacordo nas empresas.

Nesse post, além das normas citadas acima, falamos um pouco sobre as alterações nas NRs 7 e 9 que aconteceram na segunda metade de 2019. Siga a leitura e entenda agora o que muda com a revisão das NRs.

NR 1 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais

A NR 1 trata das disposições gerais, ou seja, das orientações acerca do que são essas diretrizes e como colocá-las em prática. As principais alterações nessa norma foram:

  • micro e pequenas empresas foram dispensadas de elaborar o PPRA e o PCMSO quando realizam atividades que não oferecem riscos químicos, físicos ou biológicos aos trabalhadores;
  • para cargos que exigem treinamentos específicos (como em casos de trabalhos em espaços confinados ou em altura), não existe mais a necessidade de que o trabalhador realize cursos todas as vezes que trocar de empresa. Essas capacitações têm, agora, validade de 2 anos.

O Programa de Gerenciamento de Riscos, que fazia parte da NR9, também passou a fazer parte da NR1, no novo pacote de mudanças realizado.

NR 2 – Inspeção Prévia

A NR 2 abordava a necessidade de uma inspeção prévia que deveria ser feita antes de uma nova empresa iniciar suas atividades. Com a revogação dessa norma, não há mais essa necessidade.

NR 3 – Embargo ou Interdição

A NR 3 discorre sobre o embargo ou a interdição das atividades de determinada empresa, o que acontece quando há um risco grave ou iminente para os trabalhadores. Com a revisão, foi criada uma matriz de riscos, na qual é possível identificar, de forma objetiva, quando essa situação acontece, determinando o índice de risco a partir do qual as atividades devem ser interrompidas.

NR 7 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional

A NR 7 estabelece diretrizes sobre o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO). A principal das alterações realizadas diz respeito aos exames médicos solicitados.

A partir de agora, somente podem ser solicitados testes que estejam relacionados à função exercida pelo colaborador. Dessa forma, não é necessário realizar audiometria em um funcionário que não é exposto ao ruído, por exemplo. Tais mudanças farão com que as empresas tenham menos gastos com a realização de exames.

NR 9 – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos

Com parte da redação da NR 9 tendo passado para a NR 1, essa norma passou a tratar de forma específica sobre a exposição dos trabalhadores a agentes ambientais.

Assim, o texto mostra como proceder no caso de os funcionários serem expostos à poeira, radiação, calor, produtos químicos, ruídos, entre outros agentes. Também demonstra como identificar essas situações.

NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos

A NR 12 trata sobre a segurança no trabalho em máquinas e equipamentos. As principais alterações foram:

  • dispensa a necessidade de novas alterações para máquinas que têm certificado do Inmetro;
  • certificações como a da ABNT ou de padrões internacionais passam a valer como uma garantia de que o equipamento está em boas condições de segurança para os trabalhadores;
  • as empresas foram dispensadas de manter um inventário de todas as máquinas e equipamentos utilizados por elas;
  • os itens que se referem à ergonomia foram retirados, sendo que esse assunto é tratado apenas na NR 17, a partir das revisões.

NR 24 – Condições Sanitárias e de Conforto no Local de Trabalho

Esta norma estabelece as condições mínimas de higiene e de conforto a serem observadas pelas organizações. As principais mudanças da NR 24 dizem respeito à inclusão de três novos anexos, referentes às categorias de:

  • trabalhadores de shoppings centers;
  • trabalhadores externos prestando serviços;
  • trabalhadores em transporte público rodoviário coletivo urbano de passageiros em atividade externa.

NR 28 – Fiscalização e Penalidades

A NR 28 está relacionada à fiscalização das empresas e às penalidades a serem aplicadas caso as diretrizes não sejam cumpridas. A alteração dessa norma se refere à redução do número de situações nas quais as empresas podem ser multadas, caindo de 6,4 mil multas diferentes para 4 mil.

Essas foram as alterações já realizadas a partir da revisão das normas regulamentadoras. Porém, outras mudanças podem ocorrer. Dessa maneira, é essencial que você se mantenha sempre atualizado sobre o assunto, de forma a manter sua empresa em dia com a legislação trabalhista brasileira.

Extra: a importância de contar com uma consultoria para entender a revisão das NRs

A revisão das NRs causou mudanças profundas na forma como são desenvolvidas algumas atividades nas empresas. Por isso, é uma boa ideia contar com uma consultoria especializada em saúde ocupacional, segurança do trabalho e meio ambiente. A seguir, observe alguns benefícios que o seu negócio pode ter ao apostar em uma parceria nessa área.

Redução de custos

Ao contar com uma assessoria especializada, a sua empresa terá à disposição um time de especialistas que sabe tudo sobre a revisão das NRs. Isso evita gastos oriundos de multas pelo fato de as normas não serem executadas corretamente ou por falta de conhecimento.

Com a consultoria, também é possível evitar ações trabalhistas decorrentes da falta de aplicação correta das normas nas atividades da empresa.

Ganhos de imagem

Além do fato de se evitar custos, ganha-se com imagem. Isso porque a empresa vai ser bem-vista pelos colaboradores, e isso é muito interessante para qualquer negócio.

A companhia transmitirá a ideia de que se preocupa com seus funcionários, e isso é essencial no momento de atrair bons profissionais para os processos seletivos da organização e mantê-los.

Diminuição do absenteísmo

As empresas que conhecem bem a revisão das NRs relacionadas à saúde ocupacional realizam tudo conforme prevê a legislação. Nisso se inclui a realização de exames periódicos, por exemplo, como também a gestão dos indicadores da saúde dos colaboradores.

Ao realizar esses exames e essas análises, possíveis problemas de saúde dos colaboradores são prontamente identificados e potenciais problemas podem ser evidenciados. Isso faz com que as pessoas possam iniciar tratamentos o mais breve possível, antes que uma doença se agrave, como também sinalizar a necessidade de medidas preventivas que, se implementadas, podem evitar problemas futuros, por exemplo. Logo, há a redução do absenteísmo por conta de problemas relacionados à saúde.

Redução da sinistralidade dos planos de saúde

Seguindo a mesma linha de raciocínio, de que os colaboradores se cuidarão mais e terão uma saúde bem melhor, eles também precisarão fazer menos procedimentos complexos, como cirurgias e internações.

De tal modo, é possível dizer que o investimento em uma consultoria na área de saúde ocupacional ajuda a reduzir a sinistralidade do plano de saúde empresarial e por conseguinte os índices de reajuste desses mesmos planos. Afinal, esse valor é calculado levando-se em conta os valores gastos para atender as necessidades dos colaboradores, ou seja, se o plano é muito utilizado o reajuste é maior do que se o plano é pouco utilizado.

Gostou de saber mais sobre a revisão das NRs e a importância de contar com uma consultoria especializada? Se você está interessado no assunto, que tal entrar em contato diretamente conosco e saber como podemos ajudá-lo? Para isso, clique aqui.

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21 normas regulamentadoras de segurança do trabalho e sua importância

Você já ouviu falar nas normas regulamentadoras (NRs), não é mesmo? Mas sabe o que propõe cada uma delas? Conhece quais devem ser aplicadas na sua empresa? Qual a importância de observá-las? Se não, está na hora de entender mais sobre o assunto.

​As NRs podem ser definidas como um conjunto de normas técnicas que estabelece medidas e procedimentos que devem ser observados pela empresa e seus colaboradores para garantir a segurança no ambiente de trabalho e, consequentemente, o bem-estar, saúde e integridade física dos trabalhadores.

Cabe ressaltar que grande parte das Normas Regulamentadoras foi editada em 1978, focalizando o que está colocado no artigo 200, da Consolidação das Lei Trabalhistas (CLT). Ele atribui ao Ministério do Trabalho a competência para editar disposições complementares às normas contidas na CLT, para garantir a segurança e saúde do colaborador.

Vale lembrar que, no decorrer dos anos, as NRs passaram por várias alterações, e nos últimos dois anos muitas delas estão sofrendo revisões profundas, com vistas à adequação de suas disposições às mudanças ocorridas no desempenho das atividades laborais. Para evitar transtornos, é importante ficar atento às disposições normativas e obrigações da empresa. Por isso, preparamos este artigo sobre 21 normas regulamentadoras que você precisa conhecer. Confira!

NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT)

A NR 4 trata sobre a implementação do SESMT. Ele consiste em um órgão formado por profissionais da saúde ocupacional e segurança do trabalho que tem a função de prevenir acidentes e criar o planejamento de segurança da empresa. Os profissionais que devem fazer parte do SESMT são o engenheiro de segurança do trabalho, médico do trabalho, enfermeiro do trabalho, técnico de segurança do trabalho e técnico em enfermagem do trabalho.

É essencial compreender que o SESMT não é obrigatório para todas as corporações. As corporações que realizam atividades cujo risco é de graus 1, 2 ou 3 e/ou possuem poucos funcionários (até 500 se o grau de risco for 1 ou 2 e até 100 para grau de risco 3), não têm a obrigatoriedade de constituir esse órgão internamente, ou seja, elas podem contar com esse serviço no ambiente externo.

O SESMT é um elemento-chave para a prevenção de acidentes e para a diminuição de riscos, pois age na implementação das demais normas regulamentadoras. Os profissionais desse órgão devem trabalhar para identificar e eliminar os riscos existentes no ambiente de trabalho, devendo, inclusive, acompanhar a instalação de quaisquer máquinas e equipamentos no local em que o colaborador desempenha suas funções, sempre tendo como objetivo garantir a saúde e segurança dos trabalhadores.

NR 5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA)

Outro órgão que precisa estar presente nas empresas para a proteção da saúde e segurança dos trabalhadores é a CIPA. Ela é uma comissão constituída por representantes tanto do empregador quanto dos empregados, lembrando que a sua atuação deve ser conjunta com o SESMT.

Instituída pela NR 5, dentre outras atribuições, a CIPA tem a função de viabilizar e organizar diálogo sobre a segurança e saúde no trabalho no âmbito interno da empresa. Para isso, ela organiza os diversos interesses dentro da organização, possibilitando que todos consigam planejar, propor, informar, fiscalizar e fazer cumprir as NRs e acordos laborais adjacentes.

É importante destacar que quem elege os representantes dos colaboradores são eles próprios durante uma assembléia. Já os representantes do empregador devem ser escolhidos por ele. Independente de quem represente, todos os membros da CIPA têm a obrigatoriedade de passar por um treinamento em segurança do trabalho.

Assim como o SESMT, a constituição da CIPA não é uma obrigação de todas as empresas. Caso o quadro de funcionários seja inferior a 20 e/ou o risco das atividades desempenhadas pelos colaboradores seja considerado baixo, em regra, a CIPA não será obrigatória. No entanto, nesse caso, um funcionário treinado deve ser designado para cumprir as funções que seriam desempenhadas pela referida comissão.

NR 6 – Equipamentos de Proteção Individual (EPI)

Os EPIs são todos os produtos ou dispositivos de uso individual que têm como finalidade proteger o colaborador dos riscos presentes no local de trabalho, visando garantir a segurança e integridade física de cada funcionário durante o desempenho das suas atividades laborais.

Existem diversos tipos de EPI. Alguns exemplos são os cintos de segurança, roupas, botas de segurança, luvas, óculos, protetores auditivos, capacetes e máscaras respiratórias. A questão que define qual equipamento deve ser utilizado pelo colaborador é o risco inerente à atividade que ele desempenha. Logo, o EPI varia de acordo com a atividade, devendo o dispositivo ideal ser indicado por profissional habilitado em segurança do trabalho.

Cabe ressaltar que todas as disposições relativas ao fornecimento e uso dos equipamentos de proteção individual estão previstas na NR 6. Dentre elas, cabe ressaltar que a empresa tem a obrigatoriedade de adquirir e fornecer ao colaborador os equipamentos de proteção necessários para a atividade. Além disso, também incube ao empregador exigir o uso dos equipamentos e treinar os funcionários da empresa para utilizá-los corretamente.

NR 7 – Programa de Controle Médico de Saúde Operacional (PCMSO)

Outro órgão que integra todas as estratégias de saúde e segurança do trabalho é o PCMSO. Ele consiste em um programa que especifica os caminhos que devem ser tomados para a preservação da saúde dos trabalhadores de uma empresa. Suas diretrizes são dadas pela NR 7.

O programa é implementado de acordo com os riscos à saúde relacionados ao trabalho em questão. Seus focos são:

  • prevenção, incluindo o fornecimento de equipamentos de proteção individual e treinamento, por exemplo;
  • rastreamento de possíveis agravos à saúde gerados pelo trabalho;
  • diagnóstico de riscos existentes no ambiente de trabalho.

Um dos pontos importantes que constam no PCMSO é a obrigatoriedade do Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) para que um trabalhador possa exercer uma função. Ele tem como finalidade atestar a aptidão ou a inaptidão psicofísica de um profissional para determinado ofício, bem como demonstrar as condições de saúde dos trabalhadores antes da admissão na empresa.

Dessa forma, o ASO deve ser feito antes do início do trabalho nos casos de admissão, mudança de função (com alteração de riscos) e retorno ao trabalho, ou antes do desligamento em situações de demissão. Ele também deve ser repetido periodicamente, ou seja, ainda que não haja a interrupção do trabalho. Vale lembrar que os exames são custeados pela empresa.

NR 8 – Edificações

A NR 8 foca na segurança do trabalho em edificações. No canteiro de obras, há um grande número de dispositivos e ferramentas que podem resultar em riscos para os colaboradores. Além disso, há condições que, em excesso, podem provocar doenças, como a longa exposição ao sol e ao ruído. Em algumas passagens, há também o risco de acidentes.

Assim, a NR 8 estabelece diversas regulamentações para tornar o ambiente mais seguro e com as proteções necessárias com relação a agentes externos. O chão, por exemplo, precisa ser liso, sem fatores que prejudicam a circulação. Locais escorregadios devem ter material antiderrapante. Todos os sistemas devem ser formatados de acordo com as normas técnicas.

NR 9 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)

A NR 9 prevê a formulação de um PPRA, listando e classificando os riscos presentes no ambiente de trabalho. Essa norma propõe formas de diminuição e, sempre que possível, de neutralização desses riscos.

NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade

Essa norma dispõe sobre as medidas de segurança exigidas para os trabalhos desempenhados em instalações elétricas e com eletricidade. Dentre suas inúmeras disposições, está a obrigatoriedade de treinamento direcionado à segurança e prevenção de acidentes para todos os funcionários que atuam na área.

NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais

A NR 11 diz respeito às normas de segurança na instalação e operação de guindastes, máquinas transportadoras e elevadores. Ela envolve os parâmetros materiais e espaciais e inclui também a manipulação dos equipamentos.

Há o estabelecimento de peso máximo que um colaborador pode carregar individualmente. Nesse contexto, ela se relaciona com a norma reguladora 17, que será explicada em breve.

NR 12 – Segurança do Trabalho em Máquinas e Equipamentos

De maneira sucinta, pode-se dizer que a NR 12 prevê mecanismos de segurança no maquinário e nos equipamentos a serem utilizados pelo trabalhador, como botões de pane e de emergência ao alcance do operador (ou operadores, se for mais de um) e exige a qualidade e a manutenção desses equipamentos.

NR 15 – Atividades e Operações Insalubres

A NR 15 classifica as atividades e operações insalubres (nocivas acima do limite de tolerância) e trata da prevenção, acompanhamento e restrição de seus malefícios. A norma ainda determina as porcentagens adicionais relacionadas ao contato com ambientes e materiais insalubres.

NR 16 – Atividades e Operações Perigosas

Essa norma define as atividades e operações perigosas como sendo as que envolvem exposição a explosivos, produtos inflamáveis, radiações ionizantes, eletricidade e violência física (ambiente vulnerável, segurança pessoal e patrimonial). Normatiza o adicional de periculosidade para esses profissionais.

NR 17 – Ergonomia

A NR 17 determina a obrigação do empregador de proporcionar um ambiente e equipamento de trabalho que favoreça o bem-estar e a saúde psicológica e física do profissional. A regra também diz respeito às doenças do trabalho causadas por situações como movimentos repetitivos, postura inadequada, excesso de esforço físico e iluminação insuficiente, entre outras.

NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção

Com diversas atividades insalubres e perigosas envolvidas na indústria da construção, a NR 18 cria diretrizes para minimizar os riscos que se apresentam nesses ambientes de trabalho. Ela regulamenta o planejamento de segurança e gestão de riscos nas obras e determina os seus responsáveis.

NR 19 – Explosivos

Os materiais explosivos são aqueles que, a partir de um desencadeador, se decompõem em grande velocidade em produtos que são mais estáveis e que, nessas reações, há liberação de calor e aumento de pressão. A NR 19 envolve uma série de condições para que os riscos de fabricação dos explosivos sejam minimizados dentro das circunstâncias possíveis.

A organização deve ter autorização do exército para produzir esse tipo de artigo e o terreno de produção deve obedecer a especificações diversas. É essencial contar com dispositivos para combate a incêndios e os colaboradores devem ser instruídos adequadamente sobre como se portar nesses ambientes. Dessa forma, a NR 19 apresenta uma série de regulamentações para que os profissionais estejam protegidos de riscos e acidentes.

NR 20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis

Relativa à extração, transporte, armazenamento e manipulação de materiais inflamáveis e combustíveis, a NR 20 determina, por exemplo, as questões de segurança na construção, gestão e desativação de postos de combustível, além de exigir treinamento de segurança de acordo com as funções exercidas pelo funcionário.

NR 21 – Trabalho a céu aberto

A NR 21 reúne recomendações para qualquer modalidade de trabalho a céu aberto, incluindo o meio rural, o agronegócio e outras profissões que envolvam atividades ao ar livre. É necessário considerar que esses contextos envolvem exposição para diversos tipos de agente, como sol forte, chuva, vento, condições climáticas intensas, poeira e agentes danosos liberados no ar.

A normatização estabelece que o espaço deve ser planejado para oferecer proteção aos profissionais. Além disso, em casos em que haja alojamentos, é essencial que esses locais sejam construídos com conforto e condições adequadas para o descanso. A empresa deve fornecer roupas e dispositivos para amenizar impactos em caso de exposição a agentes físicos.

NR 23 – Proteção contra incêndios

A NR 23 é aplicada a todos os ambientes de trabalho em relação à proteção contra os incêndios. Os edifícios devem ser desenvolvidos com locais apropriados para retirada ágil de pessoal em caso de fogo. Além disso, devem incluir equipamentos de combate a incêndio. Deve haver um número adequado de colaboradores que saibam manejar esses dispositivos. Ou seja, é essencial oferecer treinamentos para que a equipe tenha acesso a treinamentos sobre o tema.

NR 24 – Condições de higiene e conforto no local de trabalho

A NR 24 aborda as condições de higiene e conforto para que os colaboradores tenham dignidade no trabalho. Isso significa acomodações sanitárias, limpezas, estrutura adequada para a circulação e ergonomia. A proposta é evitar condições desfavoráveis para a produtividade e também estabelecer um ambiente sem riscos de adoecimentos ocupacionais e contaminações.

É importante destacar que a qualidade é essencial, mas que as quantidades também são avaliadas. É imprescindível que haja um número adequado de banheiros e acomodações, de acordo com a quantidade de profissionais em exercício.

NR 32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde

Como os estabelecimentos de saúde apresentam inúmeros riscos (objetos perfurantes e cortantes, exposição a doenças infectocontagiosas, manipulação de materiais insalubres, radiações etc), a NR 32 estabelece diretrizes para identificação e classificação dos riscos existentes nesses locais, bem como para elaboração dos respectivos PPRA e PCMSO.

Desse modo, a referida norma dispõe sobre as medidas que devem ser adotadas para garantir a segurança e saúde do trabalhador e de todos aqueles que desempenham atividades de assistência e promoção à saúde de modo geral.

NR 33 – Espaços Confinados

A NR 33 define os espaços confinados — que não são projetados para a ocupação humana, possuem entraves ao livre tráfego e ventilação anormalmente pequenas (como galerias subterrâneas, tubulações, digestores, silos, etc) — e determina as medidas de segurança relacionadas a eles, como máscaras de oxigênio, plano de evacuação, etc.

NR 35 – Trabalhos em Altura

Apresentando um dos maiores riscos de acidente, o trabalho em altura necessita de uma norma regulamentadora específica para promover a segurança. Por isso, a NR 35 estabelece diretrizes acerca de treinamento, aptidão psicológica e física, planejamento de proteção e equipamentos necessários ao desempenho das atividades em alturas.

Essas normas regulamentadoras fazem parte dos direitos dos trabalhadores brasileiros, ajudando a preservar a integridade física e psicológica enquanto exercem suas funções e para além delas. A empresa que não cumpre com as NRs pode sofrer penalizações graves mediante fiscalização, denúncia ou processo judicial.

Independente da atividade desenvolvida pelo colaborador, se ela o submete a algum tipo de risco, é fundamental que o empregador forneça o treinamento adequado ao desempenho da atividade de forma segura. Conforme previsto nas normas regulamentadoras, os treinamentos devem levar em consideração os riscos inerentes à atividade e, por isso mesmo, ser ministrados por profissional habilitado em segurança do trabalho.

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Se você quiser saber mais sobre a SAFE, visite nosso site acessando www.safesst.com.br. Caso queira entrar em contato diretamente conosco, clique aqui.

Acidentes de Trabalho – Entenda como o Steve conseguiu reduzi-los na sua empresa

Steve*, apesar de exercer o cargo de diretor em uma empresa e ser responsável pela segurança do trabalho do ambiente laboral, não dava a devida importância para a gestão de riscos e tampouco para a ação de prover e garantir a saúde e o bem-estar dos colaboradores, como também não contava com o auxílio de uma empresa especializada para o auxiliar nessa função. Com isso, começou a identificar um aumento relevante no número de acidentes de trabalho ocorridos na companhia.

Para endereçar esse problema, iniciou a busca de maneiras para preveni-los e, dessa forma, evitar problemas judiciais, danos físicos e psicológicos aos integrantes da equipe, prejuízos financeiros e má reputação da instituição perante o mercado, conhecendo, então, a SAFE e seus serviços.

Entenda melhor a jornada de Steve na promoção de um controle de riscos e garantia da segurança do trabalho eficiente!

Identificando as principais causas de acidentes de trabalho

Antes de iniciar um projeto eficaz de prevenção de riscos, foi necessário que Steve detectasse os principais motivos de acidentes na empresa. Durante uma análise, foram encontrados diversos pontos. Entre eles podemos destacar:

  • ausência de conhecimento de como os equipamentos funcionam;
  • não utilização do Equipamento de Proteção Individual (EPI);
  • falta de entendimento em relação à segurança no trabalho;
  • irregularidades sobre as leis trabalhistas por parte da companhia;
  • máquinas antigas e obsoletas;
  • ausência de fiscalização no ambiente laboral;
  • imprudência por parte dos funcionários;
  • excesso de horas trabalhadas, entre outros.

Conhecendo a SAFE e as soluções oferecidas

Depois de identificar as causas que geravam os acidentes de trabalho, Steve concluiu que a melhor opção era contar com o auxílio de uma empresa especializada.

Então, escolheu a SAFE para ajudar nesse processo, por ter expertise em gestão de riscos, consultoria e assessoria em saúde ocupacional, segurança do trabalho e meio ambiente, e que propõe por meio de orientações multidisciplinares, personalizadas e sustentáveis as melhores ações para atender as demandas de seus clientes.

Além disso, é uma empresa preparada física e tecnicamente para ajudar e colaborar com as organizações nessa tarefa tão primordial, qualificar pessoas e desenvolver os melhores trabalhadores. Entre os serviços oferecidos estão:

  • sistemas de gestão;
  • treinamentos de saúde ocupacional, segurança do trabalho e meio ambiente;
  • consultoria técnica;
  • gestão do sistema de saúde ocupacional entre outros.

Ações implementadas para reduzir o número de acidentes

A colaboração da SAFE foi fundamental para que Steve conseguisse elaborar as melhores práticas dentro da empresa, adotando a prevenção como a principal estratégia para evitar os riscos de acidentes de trabalho. Para isso, ele implementou diversas medidas.

Análise dos riscos

Foram considerados os seguintes fatores:

  • condições do ambiente de trabalho;
  • materiais e equipamentos utilizados para o desenvolvimento das atividades;
  • maneira como o trabalho é estruturado (processo/procedimentos);
  • laudo ergonômico, entre outros.

A finalidade foi identificar as condições que favorecem a ocorrência de acidentes de trabalho, executar o acompanhamento das mesmas e elaborar as alterações necessárias para promover qualidade de vida aos profissionais e aprimorar o ciclo produtivo.

Sinalização das áreas de perigo

O objetivo de Steve, nesse caso, foi apontar os locais perigosos para conhecimento de todos, por exemplo:

  • piso molhado ou escorregadio;
  • locais muito fechados;
  • presença de buracos;
  • exposição de fios e demais.

As saídas de emergências também devem estar em locais de fácil acesso e as sinalizações devem ser simples, lógicas e de fácil interpretação por todos.

Fiscalização do uso de EPIs

Além de fornecer e incentivar o uso de EPIs, Steve chegou à conclusão de que era preciso fiscalizar efetivamente o uso desses equipamentos, além de averiguar se estão próprios para uso e dentro do prazo de validade, detectando o momento de trocá-los ou comprar itens novos.

Treinamento dos funcionários

Outra estratégia importante para o combate os riscos de acidentes no local de trabalho promovida foi o oferecimento de treinamentos aos colaboradores antes de exercerem suas funções e reciclagem/atualização durante o tempo que permaneceram na empresa. O intuito é preparar os trabalhadores para trabalhar adequadamente, principalmente em funções que envolvam riscos maiores.

Esse treinamento deve contemplar o uso correto de EPIs, utilização das medidas de segurança, uso de kits de primeiros socorros entre outros.

Cuidado com a ergonomia

Um ambiente de trabalho ergonômico deve propiciar segurança e conforto para que os funcionários trabalhem. Isso possibilita um local saudável para que o time execute suas funções e possa se sentir motivado e produtivo.

Promoção da saúde e qualidade de vida

Com todas as informações obtidas por meio de ajuda qualificada, Steve também entendeu a importância de estar adequado às normas regulamentadoras. Nesse caso, a NR 17 versa a respeito da adaptação das condições de trabalho aos fatores psicofisiológicos dos trabalhares, com o objetivo de gerar segurança e conforto para os profissionais.

Esse é o motivo de considerar práticas que elevam o bem-estar coletivo para prevenir problemas, tendo em vista que indivíduos que passam por momentos de estresse, doenças, ansiedade e cansaço estão mais perto de descuidar e sofrer algum acidente de trabalho ou desenvolver doenças ocupacionais. Entre as medidas promovidas na empresa, podemos apontar:

  • ginástica laboral;
  • grupos de cuidados para hipertensão, diabetes, doenças crônicas, obesidade, entre outros;
  • massagens;
  • reeducação alimentar;
  • palestras de educação em saúde.

Monitoramento constante

Além de implementar todas essas medidas de prevenção aos riscos, é importante ter certeza de que todas elas estão sendo cumpridas minuciosamente para alcançar os resultados esperados. Caso contrário, é necessário realizar as devidas advertências ou aplicar as punições previstas, bem como criar uma política para a recompensa dos funcionários mais compromissados com a prevenção aos riscos de acidentes de trabalho.

Enfim, o aumento do número de acidentes de trabalho foi crucial para fazer com que Steve desse uma atenção maior ao bem-estar, qualidade de vida e proteção dos trabalhadores da empresa. A implementação de práticas eficientes só foi possível com o auxílio de uma empresa especializada como a SAFE, suas soluções oferecidas e a busca por estratégias de prevenção, criando uma empresa mais compromissada com as normas de segurança e bem vista no mercado por se preocupar com a saúde de sua equipe.

Se você também deseja ter uma empresa que garanta a segurança dos colaboradores, tornando-os mais saudáveis, engajados e produtivos, entre em contato com a gente e veja como podemos ajudar!

Caso queira saber mais sobre a SAFE, acesse o site no endereço www.safesst.com.br.

* O personagem do conteúdo trata-se de uma figura meramente fictícia e ilustrativa.