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Segurança do trabalho

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Saiba o que muda com a revisão das normas regulamentadoras

As Normas Regulamentadoras, criadas em 1978, frequentemente estão passando por revisões. Desde o início do ano de 2019, essa frequência aumentou bastante. Estar atento a essas mudanças é essencial para que você atualize as práticas de sua empresa e se mantenha em dia com as exigências da legislação brasileira.

Cinco normas foram alteradas no início de 2019 — NR 1, NR 3, NR 12, NR 24 e NR 28 — enquanto a NR 2 foi revogada. Saber sobre os pontos que passaram por revisão nas normas regulamentadoras é importante para que nada seja realizado em desacordo nas empresas.

Nesse post, além das normas citadas acima, falamos um pouco sobre as alterações nas NRs 7 e 9 que aconteceram na segunda metade de 2019. Siga a leitura e entenda agora o que muda com a revisão das NRs.

NR 1 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais

A NR 1 trata das disposições gerais, ou seja, das orientações acerca do que são essas diretrizes e como colocá-las em prática. As principais alterações nessa norma foram:

  • micro e pequenas empresas foram dispensadas de elaborar o PPRA e o PCMSO quando realizam atividades que não oferecem riscos químicos, físicos ou biológicos aos trabalhadores;
  • para cargos que exigem treinamentos específicos (como em casos de trabalhos em espaços confinados ou em altura), não existe mais a necessidade de que o trabalhador realize cursos todas as vezes que trocar de empresa. Essas capacitações têm, agora, validade de 2 anos.

O Programa de Gerenciamento de Riscos, que fazia parte da NR9, também passou a fazer parte da NR1, no novo pacote de mudanças realizado.

NR 2 – Inspeção Prévia

A NR 2 abordava a necessidade de uma inspeção prévia que deveria ser feita antes de uma nova empresa iniciar suas atividades. Com a revogação dessa norma, não há mais essa necessidade.

NR 3 – Embargo ou Interdição

A NR 3 discorre sobre o embargo ou a interdição das atividades de determinada empresa, o que acontece quando há um risco grave ou iminente para os trabalhadores. Com a revisão, foi criada uma matriz de riscos, na qual é possível identificar, de forma objetiva, quando essa situação acontece, determinando o índice de risco a partir do qual as atividades devem ser interrompidas.

NR 7 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional

A NR 7 estabelece diretrizes sobre o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO). A principal das alterações realizadas diz respeito aos exames médicos solicitados.

A partir de agora, somente podem ser solicitados testes que estejam relacionados à função exercida pelo colaborador. Dessa forma, não é necessário realizar audiometria em um funcionário que não é exposto ao ruído, por exemplo. Tais mudanças farão com que as empresas tenham menos gastos com a realização de exames.

NR 9 – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos

Com parte da redação da NR 9 tendo passado para a NR 1, essa norma passou a tratar de forma específica sobre a exposição dos trabalhadores a agentes ambientais.

Assim, o texto mostra como proceder no caso de os funcionários serem expostos à poeira, radiação, calor, produtos químicos, ruídos, entre outros agentes. Também demonstra como identificar essas situações.

NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos

A NR 12 trata sobre a segurança no trabalho em máquinas e equipamentos. As principais alterações foram:

  • dispensa a necessidade de novas alterações para máquinas que têm certificado do Inmetro;
  • certificações como a da ABNT ou de padrões internacionais passam a valer como uma garantia de que o equipamento está em boas condições de segurança para os trabalhadores;
  • as empresas foram dispensadas de manter um inventário de todas as máquinas e equipamentos utilizados por elas;
  • os itens que se referem à ergonomia foram retirados, sendo que esse assunto é tratado apenas na NR 17, a partir das revisões.

NR 24 – Condições Sanitárias e de Conforto no Local de Trabalho

Esta norma estabelece as condições mínimas de higiene e de conforto a serem observadas pelas organizações. As principais mudanças da NR 24 dizem respeito à inclusão de três novos anexos, referentes às categorias de:

  • trabalhadores de shoppings centers;
  • trabalhadores externos prestando serviços;
  • trabalhadores em transporte público rodoviário coletivo urbano de passageiros em atividade externa.

NR 28 – Fiscalização e Penalidades

A NR 28 está relacionada à fiscalização das empresas e às penalidades a serem aplicadas caso as diretrizes não sejam cumpridas. A alteração dessa norma se refere à redução do número de situações nas quais as empresas podem ser multadas, caindo de 6,4 mil multas diferentes para 4 mil.

Essas foram as alterações já realizadas a partir da revisão das normas regulamentadoras. Porém, outras mudanças podem ocorrer. Dessa maneira, é essencial que você se mantenha sempre atualizado sobre o assunto, de forma a manter sua empresa em dia com a legislação trabalhista brasileira.

Extra: a importância de contar com uma consultoria para entender a revisão das NRs

A revisão das NRs causou mudanças profundas na forma como são desenvolvidas algumas atividades nas empresas. Por isso, é uma boa ideia contar com uma consultoria especializada em saúde ocupacional, segurança do trabalho e meio ambiente. A seguir, observe alguns benefícios que o seu negócio pode ter ao apostar em uma parceria nessa área.

Redução de custos

Ao contar com uma assessoria especializada, a sua empresa terá à disposição um time de especialistas que sabe tudo sobre a revisão das NRs. Isso evita gastos oriundos de multas pelo fato de as normas não serem executadas corretamente ou por falta de conhecimento.

Com a consultoria, também é possível evitar ações trabalhistas decorrentes da falta de aplicação correta das normas nas atividades da empresa.

Ganhos de imagem

Além do fato de se evitar custos, ganha-se com imagem. Isso porque a empresa vai ser bem-vista pelos colaboradores, e isso é muito interessante para qualquer negócio.

A companhia transmitirá a ideia de que se preocupa com seus funcionários, e isso é essencial no momento de atrair bons profissionais para os processos seletivos da organização e mantê-los.

Diminuição do absenteísmo

As empresas que conhecem bem a revisão das NRs relacionadas à saúde ocupacional realizam tudo conforme prevê a legislação. Nisso se inclui a realização de exames periódicos, por exemplo, como também a gestão dos indicadores da saúde dos colaboradores.

Ao realizar esses exames e essas análises, possíveis problemas de saúde dos colaboradores são prontamente identificados e potenciais problemas podem ser evidenciados. Isso faz com que as pessoas possam iniciar tratamentos o mais breve possível, antes que uma doença se agrave, como também sinalizar a necessidade de medidas preventivas que, se implementadas, podem evitar problemas futuros, por exemplo. Logo, há a redução do absenteísmo por conta de problemas relacionados à saúde.

Redução da sinistralidade dos planos de saúde

Seguindo a mesma linha de raciocínio, de que os colaboradores se cuidarão mais e terão uma saúde bem melhor, eles também precisarão fazer menos procedimentos complexos, como cirurgias e internações.

De tal modo, é possível dizer que o investimento em uma consultoria na área de saúde ocupacional ajuda a reduzir a sinistralidade do plano de saúde empresarial e por conseguinte os índices de reajuste desses mesmos planos. Afinal, esse valor é calculado levando-se em conta os valores gastos para atender as necessidades dos colaboradores, ou seja, se o plano é muito utilizado o reajuste é maior do que se o plano é pouco utilizado.

Gostou de saber mais sobre a revisão das NRs e a importância de contar com uma consultoria especializada? Se você está interessado no assunto, que tal entrar em contato diretamente conosco e saber como podemos ajudá-lo? Para isso, clique aqui.

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21 normas regulamentadoras de segurança do trabalho e sua importância

Você já ouviu falar nas normas regulamentadoras (NRs), não é mesmo? Mas sabe o que propõe cada uma delas? Conhece quais devem ser aplicadas na sua empresa? Qual a importância de observá-las? Se não, está na hora de entender mais sobre o assunto.

​As NRs podem ser definidas como um conjunto de normas técnicas que estabelece medidas e procedimentos que devem ser observados pela empresa e seus colaboradores para garantir a segurança no ambiente de trabalho e, consequentemente, o bem-estar, saúde e integridade física dos trabalhadores.

Cabe ressaltar que grande parte das Normas Regulamentadoras foi editada em 1978, focalizando o que está colocado no artigo 200, da Consolidação das Lei Trabalhistas (CLT). Ele atribui ao Ministério do Trabalho a competência para editar disposições complementares às normas contidas na CLT, para garantir a segurança e saúde do colaborador.

Vale lembrar que, no decorrer dos anos, as NRs passaram por várias alterações, e nos últimos dois anos muitas delas estão sofrendo revisões profundas, com vistas à adequação de suas disposições às mudanças ocorridas no desempenho das atividades laborais. Para evitar transtornos, é importante ficar atento às disposições normativas e obrigações da empresa. Por isso, preparamos este artigo sobre 21 normas regulamentadoras que você precisa conhecer. Confira!

NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT)

A NR 4 trata sobre a implementação do SESMT. Ele consiste em um órgão formado por profissionais da saúde ocupacional e segurança do trabalho que tem a função de prevenir acidentes e criar o planejamento de segurança da empresa. Os profissionais que devem fazer parte do SESMT são o engenheiro de segurança do trabalho, médico do trabalho, enfermeiro do trabalho, técnico de segurança do trabalho e técnico em enfermagem do trabalho.

É essencial compreender que o SESMT não é obrigatório para todas as corporações. As corporações que realizam atividades cujo risco é de graus 1, 2 ou 3 e/ou possuem poucos funcionários (até 500 se o grau de risco for 1 ou 2 e até 100 para grau de risco 3), não têm a obrigatoriedade de constituir esse órgão internamente, ou seja, elas podem contar com esse serviço no ambiente externo.

O SESMT é um elemento-chave para a prevenção de acidentes e para a diminuição de riscos, pois age na implementação das demais normas regulamentadoras. Os profissionais desse órgão devem trabalhar para identificar e eliminar os riscos existentes no ambiente de trabalho, devendo, inclusive, acompanhar a instalação de quaisquer máquinas e equipamentos no local em que o colaborador desempenha suas funções, sempre tendo como objetivo garantir a saúde e segurança dos trabalhadores.

NR 5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA)

Outro órgão que precisa estar presente nas empresas para a proteção da saúde e segurança dos trabalhadores é a CIPA. Ela é uma comissão constituída por representantes tanto do empregador quanto dos empregados, lembrando que a sua atuação deve ser conjunta com o SESMT.

Instituída pela NR 5, dentre outras atribuições, a CIPA tem a função de viabilizar e organizar diálogo sobre a segurança e saúde no trabalho no âmbito interno da empresa. Para isso, ela organiza os diversos interesses dentro da organização, possibilitando que todos consigam planejar, propor, informar, fiscalizar e fazer cumprir as NRs e acordos laborais adjacentes.

É importante destacar que quem elege os representantes dos colaboradores são eles próprios durante uma assembléia. Já os representantes do empregador devem ser escolhidos por ele. Independente de quem represente, todos os membros da CIPA têm a obrigatoriedade de passar por um treinamento em segurança do trabalho.

Assim como o SESMT, a constituição da CIPA não é uma obrigação de todas as empresas. Caso o quadro de funcionários seja inferior a 20 e/ou o risco das atividades desempenhadas pelos colaboradores seja considerado baixo, em regra, a CIPA não será obrigatória. No entanto, nesse caso, um funcionário treinado deve ser designado para cumprir as funções que seriam desempenhadas pela referida comissão.

NR 6 – Equipamentos de Proteção Individual (EPI)

Os EPIs são todos os produtos ou dispositivos de uso individual que têm como finalidade proteger o colaborador dos riscos presentes no local de trabalho, visando garantir a segurança e integridade física de cada funcionário durante o desempenho das suas atividades laborais.

Existem diversos tipos de EPI. Alguns exemplos são os cintos de segurança, roupas, botas de segurança, luvas, óculos, protetores auditivos, capacetes e máscaras respiratórias. A questão que define qual equipamento deve ser utilizado pelo colaborador é o risco inerente à atividade que ele desempenha. Logo, o EPI varia de acordo com a atividade, devendo o dispositivo ideal ser indicado por profissional habilitado em segurança do trabalho.

Cabe ressaltar que todas as disposições relativas ao fornecimento e uso dos equipamentos de proteção individual estão previstas na NR 6. Dentre elas, cabe ressaltar que a empresa tem a obrigatoriedade de adquirir e fornecer ao colaborador os equipamentos de proteção necessários para a atividade. Além disso, também incube ao empregador exigir o uso dos equipamentos e treinar os funcionários da empresa para utilizá-los corretamente.

NR 7 – Programa de Controle Médico de Saúde Operacional (PCMSO)

Outro órgão que integra todas as estratégias de saúde e segurança do trabalho é o PCMSO. Ele consiste em um programa que especifica os caminhos que devem ser tomados para a preservação da saúde dos trabalhadores de uma empresa. Suas diretrizes são dadas pela NR 7.

O programa é implementado de acordo com os riscos à saúde relacionados ao trabalho em questão. Seus focos são:

  • prevenção, incluindo o fornecimento de equipamentos de proteção individual e treinamento, por exemplo;
  • rastreamento de possíveis agravos à saúde gerados pelo trabalho;
  • diagnóstico de riscos existentes no ambiente de trabalho.

Um dos pontos importantes que constam no PCMSO é a obrigatoriedade do Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) para que um trabalhador possa exercer uma função. Ele tem como finalidade atestar a aptidão ou a inaptidão psicofísica de um profissional para determinado ofício, bem como demonstrar as condições de saúde dos trabalhadores antes da admissão na empresa.

Dessa forma, o ASO deve ser feito antes do início do trabalho nos casos de admissão, mudança de função (com alteração de riscos) e retorno ao trabalho, ou antes do desligamento em situações de demissão. Ele também deve ser repetido periodicamente, ou seja, ainda que não haja a interrupção do trabalho. Vale lembrar que os exames são custeados pela empresa.

NR 8 – Edificações

A NR 8 foca na segurança do trabalho em edificações. No canteiro de obras, há um grande número de dispositivos e ferramentas que podem resultar em riscos para os colaboradores. Além disso, há condições que, em excesso, podem provocar doenças, como a longa exposição ao sol e ao ruído. Em algumas passagens, há também o risco de acidentes.

Assim, a NR 8 estabelece diversas regulamentações para tornar o ambiente mais seguro e com as proteções necessárias com relação a agentes externos. O chão, por exemplo, precisa ser liso, sem fatores que prejudicam a circulação. Locais escorregadios devem ter material antiderrapante. Todos os sistemas devem ser formatados de acordo com as normas técnicas.

NR 9 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)

A NR 9 prevê a formulação de um PPRA, listando e classificando os riscos presentes no ambiente de trabalho. Essa norma propõe formas de diminuição e, sempre que possível, de neutralização desses riscos.

NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade

Essa norma dispõe sobre as medidas de segurança exigidas para os trabalhos desempenhados em instalações elétricas e com eletricidade. Dentre suas inúmeras disposições, está a obrigatoriedade de treinamento direcionado à segurança e prevenção de acidentes para todos os funcionários que atuam na área.

NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais

A NR 11 diz respeito às normas de segurança na instalação e operação de guindastes, máquinas transportadoras e elevadores. Ela envolve os parâmetros materiais e espaciais e inclui também a manipulação dos equipamentos.

Há o estabelecimento de peso máximo que um colaborador pode carregar individualmente. Nesse contexto, ela se relaciona com a norma reguladora 17, que será explicada em breve.

NR 12 – Segurança do Trabalho em Máquinas e Equipamentos

De maneira sucinta, pode-se dizer que a NR 12 prevê mecanismos de segurança no maquinário e nos equipamentos a serem utilizados pelo trabalhador, como botões de pane e de emergência ao alcance do operador (ou operadores, se for mais de um) e exige a qualidade e a manutenção desses equipamentos.

NR 15 – Atividades e Operações Insalubres

A NR 15 classifica as atividades e operações insalubres (nocivas acima do limite de tolerância) e trata da prevenção, acompanhamento e restrição de seus malefícios. A norma ainda determina as porcentagens adicionais relacionadas ao contato com ambientes e materiais insalubres.

NR 16 – Atividades e Operações Perigosas

Essa norma define as atividades e operações perigosas como sendo as que envolvem exposição a explosivos, produtos inflamáveis, radiações ionizantes, eletricidade e violência física (ambiente vulnerável, segurança pessoal e patrimonial). Normatiza o adicional de periculosidade para esses profissionais.

NR 17 – Ergonomia

A NR 17 determina a obrigação do empregador de proporcionar um ambiente e equipamento de trabalho que favoreça o bem-estar e a saúde psicológica e física do profissional. A regra também diz respeito às doenças do trabalho causadas por situações como movimentos repetitivos, postura inadequada, excesso de esforço físico e iluminação insuficiente, entre outras.

NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção

Com diversas atividades insalubres e perigosas envolvidas na indústria da construção, a NR 18 cria diretrizes para minimizar os riscos que se apresentam nesses ambientes de trabalho. Ela regulamenta o planejamento de segurança e gestão de riscos nas obras e determina os seus responsáveis.

NR 19 – Explosivos

Os materiais explosivos são aqueles que, a partir de um desencadeador, se decompõem em grande velocidade em produtos que são mais estáveis e que, nessas reações, há liberação de calor e aumento de pressão. A NR 19 envolve uma série de condições para que os riscos de fabricação dos explosivos sejam minimizados dentro das circunstâncias possíveis.

A organização deve ter autorização do exército para produzir esse tipo de artigo e o terreno de produção deve obedecer a especificações diversas. É essencial contar com dispositivos para combate a incêndios e os colaboradores devem ser instruídos adequadamente sobre como se portar nesses ambientes. Dessa forma, a NR 19 apresenta uma série de regulamentações para que os profissionais estejam protegidos de riscos e acidentes.

NR 20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis

Relativa à extração, transporte, armazenamento e manipulação de materiais inflamáveis e combustíveis, a NR 20 determina, por exemplo, as questões de segurança na construção, gestão e desativação de postos de combustível, além de exigir treinamento de segurança de acordo com as funções exercidas pelo funcionário.

NR 21 – Trabalho a céu aberto

A NR 21 reúne recomendações para qualquer modalidade de trabalho a céu aberto, incluindo o meio rural, o agronegócio e outras profissões que envolvam atividades ao ar livre. É necessário considerar que esses contextos envolvem exposição para diversos tipos de agente, como sol forte, chuva, vento, condições climáticas intensas, poeira e agentes danosos liberados no ar.

A normatização estabelece que o espaço deve ser planejado para oferecer proteção aos profissionais. Além disso, em casos em que haja alojamentos, é essencial que esses locais sejam construídos com conforto e condições adequadas para o descanso. A empresa deve fornecer roupas e dispositivos para amenizar impactos em caso de exposição a agentes físicos.

NR 23 – Proteção contra incêndios

A NR 23 é aplicada a todos os ambientes de trabalho em relação à proteção contra os incêndios. Os edifícios devem ser desenvolvidos com locais apropriados para retirada ágil de pessoal em caso de fogo. Além disso, devem incluir equipamentos de combate a incêndio. Deve haver um número adequado de colaboradores que saibam manejar esses dispositivos. Ou seja, é essencial oferecer treinamentos para que a equipe tenha acesso a treinamentos sobre o tema.

NR 24 – Condições de higiene e conforto no local de trabalho

A NR 24 aborda as condições de higiene e conforto para que os colaboradores tenham dignidade no trabalho. Isso significa acomodações sanitárias, limpezas, estrutura adequada para a circulação e ergonomia. A proposta é evitar condições desfavoráveis para a produtividade e também estabelecer um ambiente sem riscos de adoecimentos ocupacionais e contaminações.

É importante destacar que a qualidade é essencial, mas que as quantidades também são avaliadas. É imprescindível que haja um número adequado de banheiros e acomodações, de acordo com a quantidade de profissionais em exercício.

NR 32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde

Como os estabelecimentos de saúde apresentam inúmeros riscos (objetos perfurantes e cortantes, exposição a doenças infectocontagiosas, manipulação de materiais insalubres, radiações etc), a NR 32 estabelece diretrizes para identificação e classificação dos riscos existentes nesses locais, bem como para elaboração dos respectivos PPRA e PCMSO.

Desse modo, a referida norma dispõe sobre as medidas que devem ser adotadas para garantir a segurança e saúde do trabalhador e de todos aqueles que desempenham atividades de assistência e promoção à saúde de modo geral.

NR 33 – Espaços Confinados

A NR 33 define os espaços confinados — que não são projetados para a ocupação humana, possuem entraves ao livre tráfego e ventilação anormalmente pequenas (como galerias subterrâneas, tubulações, digestores, silos, etc) — e determina as medidas de segurança relacionadas a eles, como máscaras de oxigênio, plano de evacuação, etc.

NR 35 – Trabalhos em Altura

Apresentando um dos maiores riscos de acidente, o trabalho em altura necessita de uma norma regulamentadora específica para promover a segurança. Por isso, a NR 35 estabelece diretrizes acerca de treinamento, aptidão psicológica e física, planejamento de proteção e equipamentos necessários ao desempenho das atividades em alturas.

Essas normas regulamentadoras fazem parte dos direitos dos trabalhadores brasileiros, ajudando a preservar a integridade física e psicológica enquanto exercem suas funções e para além delas. A empresa que não cumpre com as NRs pode sofrer penalizações graves mediante fiscalização, denúncia ou processo judicial.

Independente da atividade desenvolvida pelo colaborador, se ela o submete a algum tipo de risco, é fundamental que o empregador forneça o treinamento adequado ao desempenho da atividade de forma segura. Conforme previsto nas normas regulamentadoras, os treinamentos devem levar em consideração os riscos inerentes à atividade e, por isso mesmo, ser ministrados por profissional habilitado em segurança do trabalho.

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Acidentes de Trabalho – Entenda como o Steve conseguiu reduzi-los na sua empresa

Steve*, apesar de exercer o cargo de diretor em uma empresa e ser responsável pela segurança do trabalho do ambiente laboral, não dava a devida importância para a gestão de riscos e tampouco para a ação de prover e garantir a saúde e o bem-estar dos colaboradores, como também não contava com o auxílio de uma empresa especializada para o auxiliar nessa função. Com isso, começou a identificar um aumento relevante no número de acidentes de trabalho ocorridos na companhia.

Para endereçar esse problema, iniciou a busca de maneiras para preveni-los e, dessa forma, evitar problemas judiciais, danos físicos e psicológicos aos integrantes da equipe, prejuízos financeiros e má reputação da instituição perante o mercado, conhecendo, então, a SAFE e seus serviços.

Entenda melhor a jornada de Steve na promoção de um controle de riscos e garantia da segurança do trabalho eficiente!

Identificando as principais causas de acidentes de trabalho

Antes de iniciar um projeto eficaz de prevenção de riscos, foi necessário que Steve detectasse os principais motivos de acidentes na empresa. Durante uma análise, foram encontrados diversos pontos. Entre eles podemos destacar:

  • ausência de conhecimento de como os equipamentos funcionam;
  • não utilização do Equipamento de Proteção Individual (EPI);
  • falta de entendimento em relação à segurança no trabalho;
  • irregularidades sobre as leis trabalhistas por parte da companhia;
  • máquinas antigas e obsoletas;
  • ausência de fiscalização no ambiente laboral;
  • imprudência por parte dos funcionários;
  • excesso de horas trabalhadas, entre outros.

Conhecendo a SAFE e as soluções oferecidas

Depois de identificar as causas que geravam os acidentes de trabalho, Steve concluiu que a melhor opção era contar com o auxílio de uma empresa especializada.

Então, escolheu a SAFE para ajudar nesse processo, por ter expertise em gestão de riscos, consultoria e assessoria em saúde ocupacional, segurança do trabalho e meio ambiente, e que propõe por meio de orientações multidisciplinares, personalizadas e sustentáveis as melhores ações para atender as demandas de seus clientes.

Além disso, é uma empresa preparada física e tecnicamente para ajudar e colaborar com as organizações nessa tarefa tão primordial, qualificar pessoas e desenvolver os melhores trabalhadores. Entre os serviços oferecidos estão:

  • sistemas de gestão;
  • treinamentos de saúde ocupacional, segurança do trabalho e meio ambiente;
  • consultoria técnica;
  • gestão do sistema de saúde ocupacional entre outros.

Ações implementadas para reduzir o número de acidentes

A colaboração da SAFE foi fundamental para que Steve conseguisse elaborar as melhores práticas dentro da empresa, adotando a prevenção como a principal estratégia para evitar os riscos de acidentes de trabalho. Para isso, ele implementou diversas medidas.

Análise dos riscos

Foram considerados os seguintes fatores:

  • condições do ambiente de trabalho;
  • materiais e equipamentos utilizados para o desenvolvimento das atividades;
  • maneira como o trabalho é estruturado (processo/procedimentos);
  • laudo ergonômico, entre outros.

A finalidade foi identificar as condições que favorecem a ocorrência de acidentes de trabalho, executar o acompanhamento das mesmas e elaborar as alterações necessárias para promover qualidade de vida aos profissionais e aprimorar o ciclo produtivo.

Sinalização das áreas de perigo

O objetivo de Steve, nesse caso, foi apontar os locais perigosos para conhecimento de todos, por exemplo:

  • piso molhado ou escorregadio;
  • locais muito fechados;
  • presença de buracos;
  • exposição de fios e demais.

As saídas de emergências também devem estar em locais de fácil acesso e as sinalizações devem ser simples, lógicas e de fácil interpretação por todos.

Fiscalização do uso de EPIs

Além de fornecer e incentivar o uso de EPIs, Steve chegou à conclusão de que era preciso fiscalizar efetivamente o uso desses equipamentos, além de averiguar se estão próprios para uso e dentro do prazo de validade, detectando o momento de trocá-los ou comprar itens novos.

Treinamento dos funcionários

Outra estratégia importante para o combate os riscos de acidentes no local de trabalho promovida foi o oferecimento de treinamentos aos colaboradores antes de exercerem suas funções e reciclagem/atualização durante o tempo que permaneceram na empresa. O intuito é preparar os trabalhadores para trabalhar adequadamente, principalmente em funções que envolvam riscos maiores.

Esse treinamento deve contemplar o uso correto de EPIs, utilização das medidas de segurança, uso de kits de primeiros socorros entre outros.

Cuidado com a ergonomia

Um ambiente de trabalho ergonômico deve propiciar segurança e conforto para que os funcionários trabalhem. Isso possibilita um local saudável para que o time execute suas funções e possa se sentir motivado e produtivo.

Promoção da saúde e qualidade de vida

Com todas as informações obtidas por meio de ajuda qualificada, Steve também entendeu a importância de estar adequado às normas regulamentadoras. Nesse caso, a NR 17 versa a respeito da adaptação das condições de trabalho aos fatores psicofisiológicos dos trabalhares, com o objetivo de gerar segurança e conforto para os profissionais.

Esse é o motivo de considerar práticas que elevam o bem-estar coletivo para prevenir problemas, tendo em vista que indivíduos que passam por momentos de estresse, doenças, ansiedade e cansaço estão mais perto de descuidar e sofrer algum acidente de trabalho ou desenvolver doenças ocupacionais. Entre as medidas promovidas na empresa, podemos apontar:

  • ginástica laboral;
  • grupos de cuidados para hipertensão, diabetes, doenças crônicas, obesidade, entre outros;
  • massagens;
  • reeducação alimentar;
  • palestras de educação em saúde.

Monitoramento constante

Além de implementar todas essas medidas de prevenção aos riscos, é importante ter certeza de que todas elas estão sendo cumpridas minuciosamente para alcançar os resultados esperados. Caso contrário, é necessário realizar as devidas advertências ou aplicar as punições previstas, bem como criar uma política para a recompensa dos funcionários mais compromissados com a prevenção aos riscos de acidentes de trabalho.

Enfim, o aumento do número de acidentes de trabalho foi crucial para fazer com que Steve desse uma atenção maior ao bem-estar, qualidade de vida e proteção dos trabalhadores da empresa. A implementação de práticas eficientes só foi possível com o auxílio de uma empresa especializada como a SAFE, suas soluções oferecidas e a busca por estratégias de prevenção, criando uma empresa mais compromissada com as normas de segurança e bem vista no mercado por se preocupar com a saúde de sua equipe.

Se você também deseja ter uma empresa que garanta a segurança dos colaboradores, tornando-os mais saudáveis, engajados e produtivos, entre em contato com a gente e veja como podemos ajudar!

Caso queira saber mais sobre a SAFE, acesse o site no endereço www.safesst.com.br.

* O personagem do conteúdo trata-se de uma figura meramente fictícia e ilustrativa.

Abril Verde: conheça a campanha que promove a saúde e a segurança do trabalho

O Abril Verde se tornou uma data muito importante para aqueles que se preocupam com a segurança do trabalho. Afinal, é um mês que busca sensibilizar a todos para a reflexão e elaboração de métodos de prevenção contra as doenças e os acidentes originários da execução das funções no trabalho.

A finalidade dessa data é proporcionar um tempo para que pensemos no bem-estar e em melhores condições laborais para os trabalhadores. Quer entender melhor como funciona o Abril Verde? Então, continue a leitura!

O que é o Abril Verde?

Trata-se de um programa com participação espontânea da população, criado com o intuito de elaborar uma nova cultura de redução e eliminação de acidentes no trabalho e doenças ocupacionais.

O movimento é caracterizado no calendário nacional com o laço da cor verde, que corresponde à Segurança no Trabalho. Por isso, o mês de abril deve ser celebrado como a data específica para aprimorar as relações e a proteção de todos os membros no ambiente laboral.

Como o movimento surgiu?

A Organização Internacional do Trabalho estabeleceu, em 28 de abril de 2003, o Dia Mundial da Segurança e Saúde do Trabalho, devido a um acidente grave que aconteceu em Virgínia, Estados Unidos, em 1969, provocando a morte de 78 funcionários.

Com isso, o Brasil começou a utilizar, em 2005, o mesmo dia para sinalizar o Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças Ocupacionais, por meio da Lei nº 11.121/2005. Além disso, há o dia 7 de abril, que representa o Dia Mundial da Saúde.

Por esse motivo, o mês de abril é ideal para refletirmos a respeito dos cuidados com o bem-estar, a saúde e a qualidade de vida de todos os trabalhadores. Ademais, é necessário analisar por que é importante para empresas e governos investir na segurança e na prevenção de acidentes.

Quais são os objetivos do Abril Verde?

Entre as principais finalidades do programa, estão:

  • mensurar os riscos;
  • engajar a sociedade;
  • conscientizar a população a respeito da saúde e segurança no trabalho;
  • estimular a cultura de prevenção;
  • analisar os indivíduos dentro e fora do local de trabalho;
  • refletir sobre a responsabilidade de empresas e gestores;
  • promover ações.

Qual é a importância do movimento?

Os dados disponibilizados em 2014 foram de, em media, 700 mil acidentes no ambiente laboral no país, gerando mais de 2.700 mortes e 250 mil afastamentos superiores a 15 dias. Dessa forma, é dever dos empresários e gestores conscientizar a equipe e engajá-la em relação aos objetivos do Abril Verde.

Quais estratégias podem ser implementadas pelas empresas no Abril Verde?

Ações estratégicas podem ser adotadas por qualquer companhia, independentemente do seu porte ou orçamento, já que existem diversas alternativas, por exemplo:

  • palestras;
  • debates;
  • seminários;
  • campanhas publicitárias;
  • mobilizações sociais;
  • treinamento dos funcionários sobre prevenção de acidentes e doenças.

Conseguiu entender a importância do Abril Verde? Como vimos, esse é um programa essencial para a elaboração de práticas que têm a finalidade de engajar e orientar a respeito do que deve ser feito para a promoção do bem-estar, tranquilidade e segurança dos empregados. Portanto, não deve ser deixado de lado.

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Avaliação ergonômica do trabalho: o que é e qual a sua finalidade?

O ambiente de trabalho é cercado dos mais diversos fatores, como o local onde os funcionários operam, equipamentos, postura na execução de tarefas e outros mais. Para levantar e analisar os efeitos que esses fatores causam no colaborador, a avaliação ergonômica do trabalho pode ser muito útil.

Uma avaliação desse tipo analisa fatores que vão muito além dos físicos. Ela também auxilia na verificação de pontos que influenciam em nossa área psicológica e visa aprimorar a adaptação entre o funcionário e o local em que ele trabalha.

Quer saber mais sobre a importância desse tema para empresas e trabalhadores? Confira!

O que é avaliação ergonômica do trabalho?

A avaliação ergonômica do trabalho — AET, é, atualmente, exigida pela legislação trabalhista e tem prática prevista pela Norma Regulamentadora 17, também chamada de NR17. Ela atua, especialmente, como um levantamento preventivo dos riscos que o trabalhador está exposto. Alguns exemplos de riscos que podem ser identificados por ela incluem:

  • ferramentas inadequadas em tamanho ou formato;
  • má postura;
  • falta de ventilação no espaço de trabalho;
  • iluminação insuficiente e muito mais.

Como é possível perceber, não só fatores físicos são afetados ao colocar colaboradores para trabalhar sob tais condições. É por isso que se torna possível dizer que esta avaliação também se propõe a proteger a integridade psicológica do trabalhador por meio de prevenção.

Qual a finalidade do laudo ergonômico?

A AET tem como finalidade mapear os chamados “riscos ergonômicos”, cujos exemplos foram citados acima. Ela gera um laudo, ou seja, um documento que lista todas as análises feitas em relação ao espaço investigado. Com ele em mãos, são criadas estratégias para minimizar as chances de ocorrência de acidentes, promovendo diversos benefícios e qualidade de vida não apenas para os colaboradores, mas também para as empresas.

Benefícios para as empresas

Por meio das ações executadas nas empresas para mitigar ou minimizar riscos ergonômicos, os colaboradores se tornam mais eficientes, trabalham com maior conforto, realizam suas tarefas diárias com mais entusiasmo, diminui a probabilidade de doenças ocupacionais, absenteísmo e, consequentemente, aprimoram os resultados da corporação.

Como é feita a análise ergonômica?

A análise ergonômica é feita por meio de um convívio frequente com o ambiente de trabalho em questão. Durante a jornada de trabalho, serão colhidos registros relacionados a organização no trabalho, descarga de materiais, condições do ambiente, mobiliário e muito mais. Será gerado, então, um laudo, que mapeará os pontos citados e os riscos relacionados a eles — seguindo metodologias específicas da área.

Qual a importância da avaliação?

É por meio da avaliação ergonômica do trabalho que a qualidade das funções executadas pelos colaboradores pode ser garantida, bem como melhorias na produtividade, redução de faltas, maior organização no ambiente, engajamento e segurança. Ela também evita problemas com a lei e processos trabalhistas, o que influi positivamente na imagem das empresas que buscam aprimorar seus processos após a execução da AET.

Quem pode elaborar o documento?

O documento em questão deve ser elaborado por um especialista em ergonomia. Você pode contar com a consultoria da Safe para garantir soluções personalizadas, sustentáveis e qualificadas em termos de avaliação ergonômica em sua empresa — além de outros serviços relacionados ao tema.

Afinal, é somente por meio de informações relevantes e atualizadas que será possível encontrar as melhores soluções para os problemas apontados no laudo da AET e para reduzir o número de acidentes de trabalho, otimizar a produtividade, valorizar sua marca e promover responsabilidade social.

Se você gostou de ter contato cm o tema avaliação ergonômica do trabalho, aproveite para saber mais sobre a Norma Regulamentadora 17 e garanta ainda mais conhecimento sobre a legislação trabalhista, alinhando estes conhecimentos à consultoria da Safe!

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Quais cuidados devem ser tomados por empresas que atuam no setor de óleo e gás?

As empresas que atuam no setor de óleo e gás estão em um mercado que pode ser muito lucrativo. Ao mesmo tempo, é necessário seguir uma rigorosa legislação, o que previne acidentes no trabalho e grandes impactos ambientais.

Quando os problemas acontecem, as empresas precisam arcar com valores de indenizações e multas, muitas vezes bastante expressivos. Por isso, é fundamental saber o que fazer para evitar que essas situações aconteçam. Neste texto, você verá qual a importância de investir na segurança dos trabalhadores e o que pode ser feito nesse sentido.

Quer saber mais? Então, continue a leitura!

Qual a importância de investir na segurança dos trabalhadores

Os colaboradores que trabalham no segmento de óleo e gás estão expostos a vários riscos que podem colocar a saúde em perigo e contaminar o meio ambiente. Se você acha que isso é muito, saiba que as empresas também podem ser impactadas tanto na área operacional como no aspecto financeiro por essa falta de cuidado.

Os problemas dos profissionais podem ser causados por intoxicação, devido a gases como hidrocarbonetos e gás sulfídrico. Com isso, é possível gerar asfixia, narcose e irritação.

Além disso, ao transportar os produtos, é possível ter emissão de gases e vapores, podendo acontecer vazamentos, incêndios e explosões. Quem trabalha com refino também está exposto ao enxofre, hidrocarbonetos e outros gases. Na distribuição, as pessoas podem sofrer com dermatites quando entram em contato com lubrificantes ou desengordurantes de combustíveis.

No meio ambiente, os impactos também são bem visíveis. Em 2019, por exemplo, parte dos litorais do norte e nordeste sofreu com vazamento de óleo. Na ocasião, a fauna e flora marinhas foram prejudicadas, o que também impactou o dia a dia das pessoas que trabalham com turismo.

Quando a empresa responsável é encontrada, ela deve arcar com os prejuízos, o que pode diminuir o potencial da instituição ou até mesmo inviabilizar os negócios, além de afetar negativamente a imagem da mesma.

Quais medidas podem ser realizadas

Veja agora algumas medidas que devem ser realizadas para que a empresa seja mais eficiente sem deixar a segurança de lado. Importante ressaltar que as medidas mais eficazes são as tomadas a título de “prevenção”, e para isso a análise dos processos e dos indicadores é de suma importância. Além disso, podemos citar:

Utilização de EPIs de qualidade

Diversas funções na indústria de petróleo e gás precisam dos equipamentos de proteção individual. O intuito é obedecer às orientações de segurança e à legislação vigente.

Alguns itens, como soluções respiratórias, máscaras de solda e materiais refletivos, ajudam a dar mais segurança aos colaboradores, já que eles podem passar por condições desafiadoras. Quando os EPIs são ignorados ou utilizados de maneira inadequada, a possibilidade de que acidentes aconteçam é maior.

Treinamento eficaz

Todos os colaboradores precisam entender quais são os benefícios da utilização dos EPIs e a importância de seguir todas as orientações repassadas. Eles devem compreender que as regras proporcionam mais segurança ao trabalho, evitando que acidentes aconteçam.

Planejamento eficiente

Uma empresa que realmente deseja diminuir os gastos com indenizações e multas, além de trazer mais segurança para os colaboradores, precisa ter um planejamento eficiente, contando com as melhores práticas para evitar que os problemas ocorram. Ainda, ela também deve ter um plano claro para lidar com possíveis acidentes.

Por fim, destacamos que, para evitar ter problemas com a legislação de óleo e gás, é fundamental contar com a ajuda de uma empresa especializada. Ela se torna responsável por auxiliar sua instituição em todas as etapas necessárias. Com isso, os gestores ficam mais seguros de que todas as medidas necessárias serão tomadas.

Agora que você viu como é importante cuidar da saúde do trabalhador e minimizar o impacto ambiental, entre em contato conosco e veja como podemos ajudar sua empresa a conseguir resultados com mais sustentabilidade e segurança!

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O que é o levantamento técnico de caracterização de periculosidade?

Algumas atividades de trabalho, mesmo com todos os cuidados, ainda oferecem riscos à vida dos trabalhadores. Esse é o caso de quem trabalha em contato com energia elétrica ou materiais explosivos ou para serviços em altura.

Essas atividades são consideradas como perigosas, se enquadrando no conceito de periculosidade. Existem leis e regulamentos relacionados ao trabalho nessas condições, exigindo que a empresa realize alguns processos para proteger o trabalhador e evitar acidentes. Entre eles está o levantamento técnico de caracterização de periculosidade.

Quer saber mais sobre isso? Então, continue a leitura e descubra!

Afinal, o que é periculosidade e quais são as leis que a regulamentam?

Periculosidade é uma característica presente em alguns ambientes e situações de trabalho que se refere ao risco de acidentes e adoecimentos por parte dos colaboradores que realizam as atividades.

Para entender melhor esse conceito, imagine um segurança de uma agência bancária. Ele está em uma situação de periculosidade uma vez que existe o risco constante de violência física ou até mesmo morte, caso o banco seja vítima da ação de assaltantes. Porém, esse é um risco que pode ou não se concretizar, mas não há como eliminá-lo por completo.

A periculosidade é regulamentada por alguns artigos da CLT, como o de número 193 e o 195. Essa característica também é o tema principal da NR nº 16.

O que é o levantamento técnico de caracterização de periculosidade?

O índice de periculosidade de uma atividade depende do contexto no qual ela está inserida e das características do ambiente de trabalho. É aí que o levantamento técnico de caracterização de periculosidade entra como uma exigência.

Ele é um processo que deve ser realizado na empresa de forma a identificar o grau de perigo de cada uma das atividades dos colaboradores. Ao final, é gerado um laudo que aponta as conclusões desse levantamento.

Quem pode realizar o levantamento técnico de caracterização de periculosidade?

Segundo o artigo 195 da CLT, apenas o médico ou engenheiro do trabalho, devidamente registrado e capacitado, é que pode realizar o levantamento técnico de caracterização de periculosidade. São esses profissionais que irão identificar o grau de risco de cada uma das atividades da empresa e, a partir disso, gerar o laudo.

Quem pode solicitar um levantamento técnico de periculosidade?

Realizar um levantamento técnico de periculosidade para caracterizar ou descartar o perigo nas atividades da empresa é uma responsabilidade do empregador. Porém, o sindicato da categoria profissional e o Ministério do Trabalho também podem solicitar uma perícia nesse aspecto, caso seja necessário.

Para que serve o levantamento técnico de periculosidade?

O levantamento técnico de periculosidade é extremamente importante, tanto para a empresa quanto para os colaboradores. Isso porque, caso haja perigo em determinada atividade, o empregador é obrigado a pagar um adicional — chamado de adicional de periculosidade — aos funcionários que exercem essa função. Ele deve corresponder a 30% do salário do colaborador.

Caso esse adicional não seja pago, a empresa pode ter sérios problemas com a justiça do trabalho. Dessa forma, o levantamento técnico é uma maneira de garantir que os trabalhadores recebam o seu direito ou, até mesmo, descartar qualquer tipo de periculosidade do ambiente da empresa.

Portanto, como você percebeu, o levantamento técnico de periculosidade ajuda a identificar situações que oferecem risco aos colaboradores e, ainda, garante que você cumpra com todas as suas obrigações legais. Portanto, comece agora mesmo a buscar profissionais capacitados para realizar esse processo dentro da sua empresa!

Aproveite para ler nosso próximo artigo e entenda mais sobre o assunto! Nele, você descobrirá qual a diferença entre periculosidade e insalubridade.

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Segurança e saúde no agronegócio: saiba mais sobre a NR 31

O agronegócio é um dos setores mais importantes da economia brasileira, uma vez que emprega, aproximadamente, 18 milhões de trabalhadores, ou seja, cerca de 20% dos profissionais no país. Mas assim como em qualquer outra atividade laboral, esses trabalhadores estão sujeitos a riscos.

É aí que entra a saúde e segurança no agronegócio, como uma questão central para quem atua no setor. Os riscos vão desde acidentes com máquinas e equipamentos utilizados na agroindústria, passando pelo risco químico devido à manipulação de agrotóxicos e, até mesmo, psicológicos, relacionados à organização do trabalho e estresse.

A Norma Regulamentadora que se refere ao trabalho nesse setor é a NR 31. Continue a leitura deste post e entenda mais sobre o que essa legislação propõe!

O que é a NR 31

Trata-se da norma que dita as regras de saúde e segurança que devem ser aplicadas no trabalho da agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura. Ainda, inclui tanto os cuidados relacionados aos trabalhadores quanto aspectos de preservação do meio ambiente.

Os principais elementos da NR 31

Por ser uma norma que se refere à uma área muito diversificada, a NR 31 tem uma série de elementos que devem ser seguidos pelos empregadores no agronegócio. Os principais são:

  • as diretrizes para o trabalho com o uso de agrotóxicos e produtos semelhantes;
  • regulamentação sobre o descarte de materiais e resíduos, reduzindo o impacto que o agronegócio gera no ambiente;
  • elementos relacionados à ergonomia para o trabalhador rural;
  • procedimentos de segurança para trabalhadores que operam máquinas e equipamentos;
  • diretrizes para o transporte de cargas, inclusive, de trabalhadores no meio rural;
  • procedimentos para os trabalhadores que precisam lidar com animais no ambiente de trabalho;
  • disposições sobre a proteção de trabalhadores em relação à exposição ao clima;
  • determinação dos EPIs que devem ser utilizados pelos trabalhadores rurais.

As obrigações do empregador rural

Além dessas e outras diretrizes, a NR 31 também traz as obrigações de um empregador rural em relação aos trabalhadores e ao ambiente de trabalho. Confira quais são as principais:

  • ser responsável por avaliar os riscos e condições de trabalho no seu ambiente e, a partir disso, adotar medidas de prevenção e de proteção dos trabalhadores;
  • promover melhorias de forma a prover ótimas condições de saúde e segurança para o time;
  • analisar causas de acidentes e doenças de modo a evitar que eles ocorram novamente;
  • instruir os colaboradores sobre os procedimentos que eles devem adotar para assegurar a própria segurança;
  • fornecer todos os EPIs necessários para salvaguardar a saúde e a segurança da equipe.

Como vimos, a NR 31 é a principal norma que trata sobre a saúde e segurança do trabalho no agronegócio. Assim, tanto colaboradores quanto empregadores precisam conhecer suas disposições de modo a evitar acidentes, doenças e, até mesmo, dar suporte para que a indústria atue de forma coerente com o que é exigido pela legislação, evitando maiores problemas com órgãos governamentais.

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Qual a relação entre segurança do trabalho e a sustentabilidade?

Durante anos a sociedade se baseou em um modelo de desenvolvimento o qual não levava em consideração os impactos causados ao meio ambiente e na saúde e conforto dos trabalhadores. Desse modo, por se tratar de um tema extremamente importante, até porque nos afeta diretamente, segurança do trabalho e sustentabilidade são assuntos que precisam ser cada vez mais debatidos e esclarecidos na sociedade e nas empresas.

Por esse motivo, preparamos um conteúdo abordando o conceito de sustentabilidade, o atual panorama da segurança do trabalho e de que forma esses contextos se relacionam. Acompanhe!

Sustentabilidade

Cabe destacar, inicialmente, que o assunto sustentabilidade começou a ser discutido pela sociedade em meados da década de 70, na Primeira Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, na Suécia.

Dessa forma, a sustentabilidade nada mais é do que um conjunto de medidas que visam atender às necessidades da geração atual sem comprometer a qualidade de vida e o desenvolvimento das futuras gerações.

Importante ressaltar, que sustentabilidade vai muito além da causa ecológica, pois além do meio ambiente, ela trata de aspectos sociais e econômicos.

Segurança do trabalho

O Brasil, infelizmente, é um dos países que mais registram ocorrências de acidentes de trabalho, figurando a quarta colocação no ranking mundial. Desse modo, anualmente milhares de colaboradores sofrem com a falta de segurança nos ambientes ocupacionais e acabam sendo vitimados devido à perda do controle dos riscos.

Considerando esse cenário, percebemos facilmente o quão importante e valioso é a promoção de medidas preventivas que garantem a saúde e o conforto humano no trabalho, como:

  • utilização de Equipamentos de Proteção Individual – EPI e Equipamentos de Proteção Coletiva – EPC;
  • investimento no setor de Segurança do Trabalho;
  • criação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA;
  • conscientização dos colaboradores por meio de uma cultura interna de segurança do trabalho;
  • realização correta da análise e do mapeamento de risco;
  • atenção ao cumprimento das normas regulamentadoras específicas para a área de atuação da empresa, (essencialmente as que se relacionam com os ambientes insalubres e a descrição de EPIs).

A segurança do trabalho e a sustentabilidade

Engana-se quem acha que as práticas de sustentabilidade refletem apenas em benefícios para o meio ambiente e a natureza. O bem-estar humano e a qualidade de vida da sociedade também colhem os frutos.

Nesse contexto, como a segurança do trabalho tem o intuito de preservar a saúde humana e proteger o trabalhador contra os riscos ocupacionais, ela, junto à sustentabilidade, também impacta no bem-estar social, proporcionando cada vez mais o desempenho de tarefas com qualidade, segurança e conforto.

Portanto, agora que você já sabe como a segurança do trabalho e a sustentabilidade se relacionam, fica mais simples de perceber o quão importante é uma empresa investir em ambientes ocupacionais seguros e práticas de produção/desenvolvimento classificadas como sustentáveis. Vale ressaltar ainda que essas medidas jamais devem ser encaradas como uma despesa, mas sim como um investimento, o qual seguramente nos dará retorno.

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Entenda qual é a relação entre segurança do trabalho e psicologia!

A segurança ocupacional é fundamental para que a organização possa avançar com sucesso em sua trajetória. Prover as melhores condições de trabalho possíveis para colaboradores e criar uma cultura de prevenção na empresa contribui para o sucesso corporativo e para a qualidade de vida do time. Nesse cenário, há uma importante relação entre segurança do trabalho e psicologia.

Compreender que a subjetividade e o trabalho são articulados em uma rede complexa e que promover a segurança também passa por isso é essencial para criar boas estratégias de proteção da equipe.

Pensando nisso, preparamos este conteúdo especial, com informações sobre a relação entre segurança do trabalho e psicologia. Ficou interessado? Continue acompanhando para aprender mais sobre o tema!

Qual a importância da saúde mental e do bem-estar psicológico para os colaboradores?

A saúde mental dos colaboradores é essencial para que eles tenham um bom desempenho no trabalho. Muitos podem pensar que atividades operacionais e que não são intelectuais são completamente separadas do subjetivo, mas isso é um equívoco. É impossível eliminar o fator humano do ato laboral. Na verdade, o que é preciso fazer é saber administrar essa variável tão complexa.

O colaborador precisa de qualidade de vida e de boas condições físicas e psíquicas para ter um bom rendimento. Com bem-estar, ele consegue se concentrar melhor, age de forma mais consciente e lida de maneira efetiva e equilibrada com as dificuldades e as frustrações que são parte do cotidiano da atividade.

Possibilidade de erros existe em inúmeros contextos organizacionais. A saúde mental ocupacional aumenta as chances de evitar as falhas humanas. Os riscos não são eliminados completamente, mas, certamente, a possibilidade de acidentes diminui com um time bem-disposto, consciente de suas potencialidades e limites, empenhado e agindo com maturidade e equilíbrio.

Aspectos psicológicos que podem causar acidentes de trabalho

Percepção: o mundo é para as pessoas aquilo que elas percebem e não necessariamente a realidade como nós vemos.

Fadiga mental: saturação da percepção por exposição contínua e demorada a estímulos repetitivos que tendem a provocar respostas automáticas e podem ter como consequência um acidente.

Fadiga mental + fadiga física: potencialização do risco de acidentes.

Qual a relação entre segurança do trabalho e psicologia?

A segurança do trabalho caminha com a psicologia, construindo possibilidades para a proteção e a conscientização dos colaboradores. O psicólogo ocupacional tem um importante papel na organização. Ele atua na disseminação de conhecimentos sobre segurança, promovendo capacitações para a assimilação do saber sobre a saúde no trabalho.

Além disso, esse profissional realiza o suporte à saúde mental na empresa, atuando na identificação de doenças associadas à atividade. Diversos quadros, como depressão, estresse e ingestão excessiva de álcool, podem estar associados a dificuldades enfrentadas na realidade laboral. O psicólogo auxilia na identificação do problema e no encaminhamento adequado, para que o funcionário possa recuperar a saúde, ter mais qualidade de vida e restaurar a capacidade produtiva.

Quais são os benefícios que a aplicação da psicologia traz para a empresa?

A aplicação da psicologia na segurança do trabalho traz grandes benefícios para a empresa. Afinal, o custo subjetivo de um acidente de trabalho é um clima de insegurança e desconfiança, o que gera aumento de conflitos e prejuízos no clima organizacional.

Outro setor que pode contribuir muito é a área de Recursos Humanos, principalmente no processo de seleção, onde, com as ferramentas apropriadas, pode identificar com razoável grau de certeza, características psicológicas que podem causar acidentes em determinadas funções.

Quando se investe em segurança do trabalho e psicologia, os colaboradores tornam-se mais conscientes dos cuidados a serem tomados e também se sentem resguardados pelas políticas empresariais. O time percebe que tem com quem contar. Isso favorece o clima organizacional, estimula melhores relacionamentos e promove o engajamento dos profissionais.

Ademais, segurança do trabalho é investimento, com retornos qualitativos e quantitativos. Um time consciente, com maturidade e bem resguardado, produz mais e com qualidade.

Essas áreas, juntas, desenvolvem ações para melhorar o clima organizacional, promovem o encaminhamento adequado para problemas de saúde mental e ajudam na socialização do conhecimento sobre as posturas seguras nas atividades. O resultado disso é a geração de um ciclo virtuoso de cuidado e produtividade, com aumento dos rendimentos e diminuição de custos com políticas remediadoras.

Como vimos, a segurança do trabalho e a psicologia caminham em conjunto para a promoção da segurança e da conscientização dos profissionais. Assim, elas são fundamentais para a melhoria da qualidade de vida e para o cuidado com as questões de saúde mental ocupacional.

Mais uma vez, destacamos que o apoio de um psicólogo ocupacional na empresa é essencial para que os processos caminhem com sucesso e a equipe tenha o apoio e a conscientização necessários para um bom trabalho.

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