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Coronavírus: como preparar o local de trabalho adequadamente?

No final de 2019, começaram a aparecer notícias nos telejornais e portais de notícias sobre o novo coronavírus que havia surgido na China. O que no início parecia ser um problema local, em poucos meses se tornou uma pandemia mundial.

Para evitar a disseminação desse vírus, os governos estão recomendando que as empresas que não exercem atividades consideradas como essenciais fechem as suas portas temporariamente. Há ainda a possibilidade de os trabalhadores atuarem em home office, devido à necessidade do distanciamento social.

Conforme o quadro de disseminação do coronavírus diminui, algumas empresas estão retomando os trabalhos, porém, com quadro reduzido de colaboradores. Veja, a seguir, algumas medidas que devem ser tomadas para preparar o local de trabalho adequadamente.

Higienize as máquinas e EPIs

As máquinas, equipamentos, ferramentas, mobiliário e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) devem ser devidamente higienizados antes de serem utilizados pelos colaboradores.

Recomenda-se que tudo seja esterilizado antes de o time entrar no local de trabalho, buscando evitar o contágio com o vírus dentro do ambiente laboral. Assim, todos ganham em qualidade de vida.

Mude determinados processos e rotinas

As rotinas do dia a dia devem ser mudadas para combater o coronavírus. Logo na entrada da empresa, por exemplo, é preciso tomar medidas para evitar aglomerações.

O mesmo vale para os horários de intervalo, como no almoço dos colaboradores. Se a empresa oferece refeições em sua sede, o mais apropriado a fazer é dividir os turnos de trabalho em escalas diferenciadas. Assim, evita-se que muitas pessoas fiquem no restaurante ao mesmo tempo.

Solicite a distância mínima entre os funcionários

Durante toda a jornada de trabalho, é fundamental que os funcionários mantenham uma distância de pelo menos 1,5 m entre eles. Isso é o necessário para que um, não contamine o outro, caso alguém esteja com o novo coronavírus e ainda não apresente sintomas.

Em indústrias, uma boa prática é desenhar marcas do chão, para que todos saibam como se posicionar.

Redobre os cuidados com a limpeza

Os cuidados com a limpeza devem ser redobrados, com o time de higienização passando mais vezes pelo mesmo local durante o dia.

Também é recomendado que se utilize álcool 70% para a higienização dos ambientes, bem como produtos de limpeza que contenham esse componente. Produtos com uma concentração menor de álcool não eliminam o coronavírus.

Distribua materiais para prevenção

A empresa também é responsável por distribuir materiais para prevenção dos colaboradores, como máscaras de proteção, luvas, álcool em gel 70%, entre outros.

Também é preciso que os funcionários sejam orientados sobre como usar esses itens. As máscaras de proteção precisam ser trocadas a cada duas horas, por exemplo.

Conscientize os colaboradores sobre como se prevenir do coronavírus

O setor de comunicação interna precisa criar campanhas de conscientização, para que os colaboradores saibam como se prevenir do coronavírus não apenas na empresa, mas também em suas rotinas pessoais.

Para isso podem ser feitos cartazes, envio de newsletters, promoção de eventos à distância, como webinars com médicos e outros profissionais da saúde etc.

O objetivo dessa ação educativa é evitar afastamentos e também que os colaboradores contaminem os colegas. Todos devem trabalhar juntos para que esse momento de pandemia passe mais facilmente.

Esperamos que nossas dicas tenham sido úteis para que você possa proporcionar mais segurança aos seus colaboradores durante a pandemia de coronavírus. Se cada um fizer a sua parte, superaremos esse momento difícil mais rápido.

Compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema!

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Panorama rápido sobre a saúde ocupacional no Brasil

Garantir a saúde dos trabalhadores da empresa é uma obrigação de todos, o que inclui o próprio colaborador, o proprietário da empresa e, também, órgãos municipais, estaduais e federais. Isso exige uma série de estratégias, como a realização de exames periódicos, inclusão de atividades de bem-estar na empresa, controle de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho dentro do ambiente organizacional, entre outras.

Esses cuidados são necessários para garantir a saúde ocupacional dos trabalhadores brasileiros. Porém, antes de tudo, é importante que você entenda um pouco do panorama dessa questão no Brasil. Afinal, a perspectiva nacional é um reflexo daquilo que a maioria das empresas do país faz em relação à saúde de seus colaboradores.

Quer saber como está a saúde ocupacional no Brasil? Então, continue a leitura e veja um panorama rápido da situação!

A questão dos acidentes de trabalho

Quando se fala em acidentes de trabalho, o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking mundial. Ou seja, é um dos países com maiores índices de acidentes laborais.

Isso não é uma grande surpresa quando você descobre que, segundo o Observatório de Segurança e Saúde do Trabalho, um acidente acontece a cada 49 segundos, o que totaliza mais de 5 milhões de notificações de acidentes desde 2012 até hoje. Além disso, já foram quase 20 mil mortes registradas devido a acidentes de trabalho desde 2012.

Essa é uma situação extremamente grave, principalmente para os trabalhadores, que colocam as suas vidas e a sua integridade física em risco todos os dias.

As doenças ocupacionais

Outra questão que deve ser observada em relação à saúde ocupacional no Brasil é a incidência de doenças ocupacionais, ou seja, problemas, tanto físicos quanto mentais, que têm relação com a atividade realizada pelo trabalhador.

Em relação às doenças físicas, há indícios de que elas vêm aumentando com o passar do tempo. Segundo o SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), a cada ano há um aumento de 24% no número de notificações.

As doenças ocupacionais estão no terceiro lugar em relação ao número de notificações, sendo superadas apenas pela exposição a material biológico e a acidentes graves ou fatais. Nesse aspecto, LER/DORT (Lesão por Esforço Repetitivo) ocupa primeiro lugar, com mais de 70% das notificações sendo referentes a essa doença.

É importante destacar que as notificações relacionadas ao câncer também têm crescido, com uma taxa de cerca de 40% ao ano.

Transtornos mentais relacionados ao trabalho

Os transtornos mentais relacionados ao trabalho também merecem destaque nesse panorama. Isso porque esse tipo de doença ocupacional, que impacta diretamente a vida profissional e, também, a pessoal dos trabalhadores, está em amplo crescimento.

Nesse aspecto, os transtornos mais comuns, responsáveis por quase 50% das notificações, são relacionados ao estresse grave ou a problemas de adaptação. Eles são seguidos pelos episódios depressivos, que ocupam quase 1/4 dos casos relatados, e pelos transtornos de ansiedade, com 17% das notificações.

A subnotificação como problema

Por fim, é importante esclarecer que, apesar dos números alarmantes em relação à saúde ocupacional no Brasil, ainda há o problema da subnotificação. Isso significa que muitos transtornos e doenças, principalmente de ordem psicológica, não são diagnosticados como tendo relação com o trabalho, apesar de isso acontecer. Além disso, algumas organizações burlam a legislação brasileira e não notificam doenças diagnosticadas ou acidentes de trabalho ocorridos em seu ambiente.

Portanto, se os números são alarmantes, eles poderiam ser piores caso fossem registradas todas as ocorrências. É aí que entra a atuação da sua empresa! Para mudar esse quadro, é essencial que as organizações tomem consciência sobre a relevância desse tema e busquem práticas adequadas de saúde e segurança no trabalho para proteger os seus trabalhadores.

Isso inclui a conscientização do time mas, também, dos gestores e donos das empresas, que precisam revisar as suas culturas organizacionais para evitar o adoecimento dos seus colaboradores e melhorar o cenário da saúde ocupacional no Brasil.

Gostou do artigo? Então aproveite para compartilhar o post nas suas redes sociais e alerte os seus amigos e colegas sobre a importância do cuidado com a saúde ocupacional!

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Doenças ocupacionais: o que é preciso saber sobre o tema?

O Brasil é o quarto país com maior índice de acidentes de trabalho. Além disso, as doenças ocupacionais também se destacam como um grande problema para a saúde pública nacional e para as empresas e trabalhadores. É por isso que saúde e segurança do trabalho são elementos tão importantes para qualquer organização, afinal, é papel de todos combater essa grave situação.

Tratando especificamente das doenças ocupacionais, é importante lembrar que elas podem ser tanto físicas quanto psicológicas. Isso porque estresse, sobrecarga, insegurança e outros elementos relacionados à organização do trabalho podem desencadear problemas mentais que afetam a vida dos trabalhadores.

Inclusive, esse tipo de transtorno está crescendo em quantidade de notificações no país, devendo ser analisado juntamente com as doenças físicas. Quer saber mais sobre doenças ocupacionais e como preveni-las na sua empresa? Então, continue a leitura e descubra!

O que são doenças ocupacionais

As doenças ocupacionais são definidas como qualquer tipo de transtorno ou problema, de ordem física ou mental, que acomete os trabalhadores. Além disso, é importante lembrar que existe uma causalidade entre a atividade realizada dentro da empresa e a doença apresentada.

Assim, elas podem ser divididas em dois principais tipos:

  • doenças profissionais: causadas pela atividade realizada pelo colaborador, como movimentos repetitivos ou exposição a agentes tóxicos, por exemplo;
  • doenças do trabalho: causadas pela situação na qual o trabalho é realizado ou organizado nas atividades da empresa, como sobrecarga, ruídos excessivos, problemas de relacionamento, entre outros.

As principais doenças ocupacionais no Brasil

Para atuar na prevenção de doenças ocupacionais é essencial que você entenda que transtornos são esses que podem acometer os seus colaboradores. Confira!

LER/DORT

Apesar de serem doenças diferentes, a LER (Lesão por Esforço Repetitivo) e a DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) estão intimamente relacionadas.

A LER é um tipo de lesão causada pela repetição de determinado movimento diversas vezes ao longo da jornada de trabalho. Ela ficou bastante conhecida por acometer muitos trabalhadores que utilizam computador para realizar as suas atividades, principalmente os funcionários de bancos. Nesse caso, há comprometimento das articulações e músculos do punho e braços, o que causa dor intensa e limitação de movimentos.

Já a DORT é uma lesão dos ossos e músculos, geralmente da coluna, causada por postura inadequada ou pelo fato do trabalhador ficar na mesma posição durante toda a jornada. Assim, LER e DORT podem aparecer juntas nos trabalhadores, uma vez que têm origem semelhante.

Logo, é importante lembrar também que, uma vez instalada, a doença não passa quando o trabalhador para de trabalhar, o que significa que ela pode acompanhar o profissional pelo resto da vida e, inclusive, levar à invalidez.

Depressão e ansiedade

A depressão e a ansiedade são dois transtornos mentais que podem ser desenvolvidos devido ao ambiente e à organização do trabalho dentro de uma empresa.

Enquanto a primeira está muito relacionada à tristeza, ausência de prazer nas atividades e perda de interesse, a ansiedade está mais ligada à preocupação excessiva, irritabilidade e, até mesmo, sintomas físicos, como taquicardia e sensação de morte iminente, mesmo sem nenhum estímulo aversivo.

Apesar de serem diferentes, essas duas doenças podem vir combinadas, o que intensifica os problemas que elas geram para o lado profissional e pessoal do trabalhador. Além disso, vale destacar que, mesmo quando desenvolvida devido ao ambiente de trabalho, depressão e ansiedade se estendem para outras situações da vida do trabalhador, inclusive momentos de lazer e relacionamentos com a família.

Assim, são dois transtornos extremamente graves, porém, difíceis de serem identificados e, inclusive, de se estabelecer o nexo com o trabalho, devido à complexidade dos sintomas. Além disso, são a segunda maior causa de adoecimento relacionado ao trabalho, perdendo apenas para a LER/DORT.

Estresse pós-traumático

Trata-se de um transtorno de ordem psicológica, muito comum entre profissionais que são expostos a situações de risco, como os seguranças, chamado TEPT — Transtorno de Estresse Pós-Traumático.

O TEPT é desencadeado por uma situação de risco real a que o trabalhador foi exposto ou, até mesmo, por uma ameaça. Existem registros, inclusive, de trabalhadores que desenvolveram por terem presenciado um acidente de trabalho ou escutado um determinado colega contar uma história sobre uma situação ameaçadora, sem nem ao menos ter vivenciado ou visto o caso.

Assim, as pessoas que desenvolvem TEPT têm sintomas como a revivência da situação repetidamente. Isso é mais forte do que uma simples lembrança, o que significa que o trabalhador, efetivamente, revive a passagem em sua mente diversas vezes por dia, desencadeando sofrimento psíquico e sintomas físicos, como falta de ar e taquicardia.

Dorsalgias

A dorsalgia se refere a um tipo de doença ocupacional que acomete a musculatura e a estrutura óssea das costas de trabalhadores. Ela também pode acometer as articulações e nervos ligados à coluna vertebral, causando dores de diferentes intensidades e constância.

Ainda, as atividades que causam, com maior frequência, esse tipo de problema são as relacionadas com a movimentação de cargas. É importante destacar que essa é a quinta maior causa de afastamento do trabalho por mais de 15 dias, sendo superada apenas por casos de fratura.

Dicas para prevenir doenças ocupacionais

Até aqui, vimos apenas algumas das doenças ocupacionais que podem ser desenvolvidas pelos colaboradores da sua empresa. Logo, o melhor remédio, como sempre, é a prevenção! Descubra agora algumas dicas importantes para investir nesse aspecto dentro do seu negócio:

  • faça um diagnóstico dos riscos relacionados ao trabalho dentro da empresa, tanto físicos quanto psicossociais;
  • dê assistência para que os colaboradores procurem ajuda no caso de sinais de qualquer doença ocupacional;
  • converse com a equipe para identificar pontos críticos, relacionados ao desenvolvimento de transtornos mentais no trabalho;
  • invista em programas de qualidade de vida e de saúde do trabalho;
  • revise as normas de saúde e segurança do trabalho, principalmente as NRs, garantindo o cumprimento de todas elas;
  • garanta a ergonomia no ambiente de trabalho;
  • conte com uma consultoria especializada para auxiliar nas ações a serem realizadas.

Agora você já sabe um pouco mais sobre o panorama das doenças ocupacionais no Brasil, quais são as principais e como iniciar o processo de prevenção. Para tanto, é essencial ter sempre a saúde e segurança do trabalho como prioridades dentro da empresa. Afinal, essa é uma responsabilidade e, inclusive, obrigação de qualquer organização.

Quer começar agora mesmo o seu programa de prevenção? Então, entre em contato com a SAFE e descubra como podemos ajudar você e seus trabalhadores!

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O que é exame psicossocial, qual sua importância e quando realizá-lo?

Cuidar da saúde mental é tão importante quanto da saúde física. Infelizmente, quando se fala em saúde e segurança no trabalho, a primeira — e, talvez, única — coisa que vem à cabeça das pessoas são os riscos físicos. Contudo, é preciso lembrar que existem também os riscos psicológicos que merecem a mesma atenção e podem ser identificados pelo exame psicossocial.

Quer entender melhor o que é, para que serve, quais são as normas regulamentadoras que falam desse exame e muito mais sobre o assunto? É só continuar a leitura!

O que é e para que serve o exame psicossocial?

O exame psicossocial é feito por um profissional que esteja habilitado para tal, com o intuito de avaliar os colaboradores que trabalham em situações de risco, como altura, espaços confinados e manuseio de inflamáveis, tendo em vista o estresse ao qual eles se submetem para a realização de seu trabalho.

Pela necessidade de controle emocional, determinadas atividades ocupacionais exigem do profissional um grande esforço mental que tem como consequência um enorme desgaste psicológico, mas que muitas vezes não é notado pelas pessoas, sendo visto apenas como estresse ou esgotamento do trabalho. Porém, pelo exame, é possível identificar essas características e tratá-las desde o início para que não venham a se transformar em problemas maiores, como a depressão.

Qual é a importância do exame psicossocial?

Por meio desse exame, é possível identificar se o seu colaborador ainda está apto para desenvolver as suas atividades rotineiras. Com isso, vai diminuir o risco de, em algum momento de impulsividade, o trabalhador perder o controle emocional, o que pode resultar em grandes tragédias.

É importante que a avaliação psicossocial seja feita com determinada frequência, uma vez que o profissional pode desenvolver algumas patologias psicológicas com o decorrer do tempo de trabalho e passe a produzir menos e com menor qualidade.

Quando o exame é obrigatório?

Algumas Normas Regulamentadoras dissertam sobre a obrigatoriedade desse exame, são elas:

  • a NR-20, no item 20.14.6 determina que, para os integrantes da equipe de resposta a emergências, trabalhando com inflamáveis e combustíveis, é preciso considerar os riscos psicossociais;
  • a NR-34, que legisla sobre os trabalhadores em construção naval, no tópico 34.17.7 também fala sobre os exames psicossociais para os integrantes da equipe de respostas a emergências. Além disso, no item 34.2.1, ressalta a importância do empregador cuidar da integridade psíquica de seus colaboradores;
  • a NR-33, no item 33.3.4.1 fala que todo profissional que trabalha em espaço confinado precisa ser submetido ao exame psicossocial, com a emissão do ASO — Atestado de Saúde Ocupacional;
  • já a NR-35, no ponto 35.4.1.2 deixa claro que deve ser realizado exame com vistas às disfunções psicossociais, relacionadas ao trabalho em altura.

Dessa forma, se os seus colaboradores se enquadram em qualquer um dos tópicos citados, é imprescindível que sejam tomadas as devidas providências. Além do colaborador, também a empresa se beneficia ao proporcionar saúde e qualidade de vida à sua equipe, seja por evitar despesas com afastamentos de profissionais, seja para evitar multas por não-cumprimento da lei.

A saúde mental é crucial para que seja desenvolvido um bom trabalho na organização. Muitas vezes, o seu trabalhador tem maior probabilidade de ter patologias mentais do que físicas. Por isso, não negligencie o exame psicossocial.

Agora que você já conhece esse exame, compartilhe com seus amigos nas redes sociais, para que eles também fiquem por dentro do assunto.

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Ambiente de trabalho. Como ele influencia na produtividade!

Grande parte das empresas, principalmente as maiores e mais inovadoras, já perceberam o quanto o ambiente de trabalho pode influenciar no desempenho dos colaboradores. Isso porque os empregados passam a maior parte do dia ali e, se não estiverem confortáveis e felizes no local onde trabalham, dificilmente conseguirão ter um rendimento satisfatório.

Dessa forma, é responsabilidade da organização proporcionar um ambiente no qual o colaborador possa se sentir bem e consiga realizar suas funções com qualidade. Além disso, trabalhar em um local agradável e harmonioso é um fator que estimula a produtividade e, ainda, motiva o empregado a permanecer na empresa.

Você verá, a seguir, como o ambiente é capaz de impactar as relações de trabalho e influenciar o funcionário a realizar suas atividades ainda melhor. Confira!

Colaboração e respeito são fundamentais

Um ambiente agradável e produtivo também é constituído de colaboração. Não há um bom clima organizacional se o local é movido por competições internas não saudáveis e as pessoas não se sentem seguras para confiar umas nas outras.

Portanto, a companhia precisa ter transparência com seus colaboradores e contar com líderes que sejam capazes de engajar os funcionários por meio do respeito, nunca pelo medo.

Também é importante estimular o trabalho em equipe. As pessoas — não só de uma área específica, mas de todos os setores — precisam entender que fazem parte de um mesmo time e devem trabalhar juntas para atingirem os resultados esperados pela organização, sem falar que o trabalho em equipe, normalmente gera melhores resultados e mais duradouros.

Além disso, qualquer forma de preconceito e assédio deve ser extinta da empresa. Não existe a possibilidade de uma empresa ter um bom ambiente de trabalho se ainda apresenta qualquer tipo de comportamento inadequado, seja pela liderança ou entre colegas.

Funcionários saudáveis rendem mais

Um bom local para se trabalhar também favorece a saúde dos empregados e vice-versa, o que ajuda ainda mais a melhorar a produtividade do colaborador.

É claro que todos precisam ter um desempenho satisfatório e realizar suas funções de acordo com o que é esperado pela companhia, mas trabalhar em um local sob extrema pressão e cobrança não faz bem para ninguém. O ambiente de trabalho influencia no comportamento das pessoas, o que pode ocasionar estresse em demasia. Assim, o clima geral se torna insatisfatório e o ambiente de trabalho acaba desmotivando o funcionário, em vez de realizar o contrário.

Ainda, quando o empregado precisa se ausentar por licença médica, a empresa fica com a equipe desfalcada e, consequentemente, tem perda de produtividade. Portanto, quanto mais saudável for o ambiente, física e psicologicamente, melhor será a atuação do colaborador em seu trabalho.

Dessa forma, é importante que a organização realize ações e promova campanhas que estimulem o cuidado com a saúde, além de oferecer um ambiente propício e seguro para isso.

Por fim, caso seja possível, oferecer um plano de saúde para os funcionários é uma grande recompensa, além de ser um ótimo atrativo. Para a empresa também há benefícios, pois o colaborador se sente mais seguro e dessa forma pode focar sua atenção e energia no trabalho.

Investir em segurança e boas condições de trabalho é imprescindível

Os equipamentos de proteção individual, ou EPIs, quando necessários, são peças importantes para garantir a saúde do trabalhador, devendo ser fornecidos pela empresa por lei. Além disso, a segurança de todos os locais de trabalho precisa ser verificada com periodicidade, a fim de garantir que os riscos para os colaboradores sejam eliminados. Para se ter ideia, o Brasil tem, em média, um acidente de trabalho a cada 45 segundos.

Nesse contexto é possível citar a manutenção correta de máquinas, computadores e outros aparatos manuseados pelos funcionários, o oferecimento de treinamentos e cursos para a boa execução de tarefas, a higiene  do ambiente de trabalho e áreas de convivência que sejam agradáveis, para que o colaborador consiga recarregar as energias em seu intervalo.

Ter cuidados com a ergonomia favorece a produtividade

Na maioria das jornadas, os colaboradores realizam a mesma tarefa de forma repetitiva e por várias horas. Dessa forma, é fundamental que a empresa tenha cuidados com a ergonomia, ou seja, com a postura corporal e conforto durante as atividades no ambiente de trabalho.

Colaboradores que carregam produtos pesados devem ser avaliados e orientados rotineiramente, assim como acompanhados por um profissional capacitado na área de ergonomia. Dessa forma, é possível garantir a melhor postura e certificar que o limite de cada indivíduo não seja ultrapassado.

Já, trabalhadores que realizam as suas funções sentados, por exemplo, devem ter a sua disposição as mesas de altura adequada e cadeiras com apoio para a coluna, evitando que posturas erradas sejam adotadas. Por fim, os funcionários que passam grande parte do dia em pé devem ter direito a pequenas pausas durante a jornada para se sentar.

É dever da empresa oferecer a eles um ambiente com assentos confortáveis para o descanso, assim como locais em que possam elevar as pernas. É importante ter em mente que as tarefas repetitivas, posturas inadequadas e o estresse formam um ambiente propício para o surgimento de problemas de saúde, o que afastou 22 mil trabalhadores no ano de 2017.

Distribuir estrategicamente o pessoal evita sobrecarga

A carga excessiva de trabalho é, sem dúvida alguma, um dos fatores que mais tem potencial para adoecer os funcionários. Isso porque além do cansaço físico para suprir toda a demanda, também existe o esgotamento da mente, o que prejudica o colaborador em vários aspectos de sua vida.

Como já falado, o muito estresse no ambiente de trabalho não é algo positivo para a produtividade. Além de se sentir pressionado nesse local, é bem possível que o funcionário leve suas preocupações para casa, o que o força a deixar de conviver com sua família e realizar atividades prazerosas, a fim de cumprir com seus compromissos no trabalho. Esse não é um comportamento saudável e não deve ser estimulado pelas empresas.

Um bom ambiente de trabalho gera melhores resultados

Quanto mais o empregado estiver satisfeito com o lugar onde trabalha, melhores serão os resultados da empresa. Sentindo-se bem no ambiente de trabalho, o colaborador se compromete mais facilmente com as metas e objetivos da organização e se empenha cada vez mais para contribuir com a companhia, conseguindo ir além do esperado. Afinal, ele se sente acolhido e quer mostrar resultados.

Assim, investir na qualidade de vida e no bem-estar do funcionário é uma prática essencial para qualquer empresa que queira se manter ativa no mercado e reter talentos. Além do aumento da produtividade, a empresa que tem um bom ambiente organizacional é mais cobiçada pelos profissionais e consegue melhorar sua imagem corporativa.

Agora que você já viu a importância do ambiente de trabalho para a produtividade dos colaboradores, queremos saber o que sua empresa tem realizado ou o que pode fazer para tornar o local ainda melhor. Deixe seu comentário e compartilhe as suas experiências conosco!

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Perda auditiva induzida por ruído: o que é e como prevenir?

A perda auditiva induzida por ruído — também chamada de PAIR — é uma doença ocupacional caracterizada pela redução progressiva da audição, devido à exposição frequente a graus elevados de ruído no ambiente de trabalho. Essa perda costuma ser lenta e não leva à surdez total, porém a diminuição da capacidade auditiva é significativa e perceptível.

As indústrias são os locais mais propícios para a ocorrência dessa enfermidade nos colaboradores, por isso, é necessário investir em ações preventivas para garantir a saúde e bem-estar de toda a equipe.

Continue lendo este conteúdo para saber um pouco mais sobre a perda de audição e como preveni-la.

Qual a definição da PAIR?

De a acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID) 10-H 83.3, a PAIR é uma enfermidade laboral que representa a redução gradual da audição. Ela é neurossensorial (problemas no ouvido interno), irreversível e pode ser não progressiva, caso a exposição ao ruído seja eliminada.

Os segmentos que apresentam ruído mais abundante são:

  • construção civil;
  • fábricas de alimentos;
  • marcenarias;
  • marmorarias;
  • metalúrgicas;
  • tecelagens.

Além disso, existem outros agentes causais, que atuam de maneira isolada ou simultânea à exposição ao ruído constante, podendo também prejudicar a percepção de escuta do colaborador:

  • químicos — arsênio, cobalto, manganês, mercúrio e solventes;
  • físicos — calor intenso, radiações e vibrações;
  • biológicos — bactérias e vírus.

Quais são os sintomas da doença?

Inicialmente, é difícil notar uma PAIR, pois é uma enfermidade silenciosa e gradual que costuma ser percebida muito tempo depois. Porém, há alguns sintomas que podem indicar o problema.

Auditivos:

  • dificuldade em escutar conversas em ambientes barulhentos;
  • incapacidade de ouvir sons mais agudos;
  • sensação de pressão no ouvido;
  • presença de zumbidos, especialmente quando está em local silencioso;
  • os sons parecem distantes e abafados.

Não-auditivos:

  • coceira no ouvido;
  • dificuldade para falar;
  • dor de cabeça constante;
  • insônia;
  • transtornos neurológicos.

Esses sintomas podem durar horas ou dias após a exposição ao barulho. Mesmo que esses sinais cessem, algumas células do sistema auditivo podem ter sido danificadas de forma definitiva. Por isso, é necessário aplicar normas preventivas.

Como evitar a perda auditiva induzida por ruído?

Além do uso obrigatório de protetores auriculares, as medidas que devem ser tomadas em ambiente laboral para evitar a PAIR são:

  • fazer a lubrificação e manutenção das máquinas e equipamentos;
  • orientar sobre quanto tempo um funcionário pode ficar sujeito a uma determinada fonte de ruído;
  • instalar barreiras acústicas nas máquinas, paredes e teto;
  • utilizar maquinários e ferramentas mais silenciosas;
  • se possível, operar máquinas ruidosas durante os horários em que os colaboradores não estão próximos;
  • oferecer um ambiente onde a equipe fique longe de ruídos em períodos de descanso e alimentação;
  • eliminar completamente o ruído em setores que exigem atividades mentais (administração, contabilidade, gestão, enfermaria, RH etc.).

Tudo isso deve ser providenciado com o apoio do Programa de Conservação Auditiva (PCA), que reúne medidas coordenadas para prevenir a PAIR. Além disso, esse documento deve estar anexado ao Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) e o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA).

Os principais objetivos do PCA são:

  • adequar a empresa às exigências trabalhistas;
  • fazer o diagnóstico precoce de problemas na audição por meio de exames (audiometria);
  • identificar e tratar funcionários com déficit auditivo;
  • diminuir o custo de insalubridade.

E então, compreendeu o que é a perda auditiva induzida por ruído e como evitá-la na sua empresa? Se você investir em medidas preventivas para eliminar o surgimento da PAIR, certamente vai melhorar a qualidade de vida dos seus colaboradores, além de livrar-se de multas e processos trabalhistas.

O que achou deste conteúdo? Ainda tem dúvidas sobre o tema? Utilize o campo de comentários abaixo e envie sua pergunta para nós.

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Entenda o que é a ação regressiva acidentária

Os acidentes de trabalho são, infelizmente, uma constante no Brasil. O país ocupa o quarto lugar no ranking, com 700 mil acidentes por ano.

Eles podem ser causados por diversos motivos, sendo a negligência da empresa em relação às normas de segurança e de higiene no ambiente organizacional um deles. É aí que entra a ação regressiva acidentária.

Quer saber o que é e como preservar-se desse tipo de processo? Então continue a leitura e descubra!

O que é uma ação regressiva acidentária?

Quando um acidente de trabalho acontece, o INSS é acionado para custear as despesas do trabalhador e fornecer os salários do período no qual ele ficou afastado de serviço. Porém, muitas vezes os acidentes vêm de negligências da empresa.

Isso porque a organização assume um compromisso ético e legal com os trabalhadores que fazem parte dela. Existe uma série de normas de segurança e higiene que devem ser cumpridas, exatamente para prevenir essas situações. Quando a empresa não realiza esses processos de forma correta, é considerada como responsável pelo acidente de trabalho.

Portanto, a ação regressiva acidentária é um trâmite da Previdência Social, por meio do qual ela solicita à empresa que pague o que foi gasto com o trabalhador acidentado. Lembrando que ela só ocorre nos casos de negligência.

O que justifica uma ação regressiva acidentária?

Para que a ação regressiva acidentária seja aberta em relação a uma empresa, é necessário comprovar e justificar a negligência. Isso é feito por meio de uma série de processos.

Para isso, são realizadas perícias na empresa, de forma a identificar onde e quando as normas de segurança e higiene foram descumpridas. A partir desse processo, é gerado um laudo que comprova a negligência por parte da empresa.

É importante que você saiba também que o INSS tem 5 anos para iniciar a ação regressiva acidentária. Ou seja, a partir da concessão do benefício ao trabalhador, são dados 5 anos para que o processo seja iniciado contra a sua empresa.

Como evitar uma ação regressiva acidentária!

A ação regressiva acidentária causa uma série de prejuízos para a sua empresa. Dessa forma, é importante que você saiba como proteger-se desse tipo de processo.

Impossibilitar uma ação regressiva acidentária está intimamente relacionado ao processo de prevenção contra acidentes. Afinal, ela só é acionada quando a empresa é negligente em relação às normas de saúde e segurança do trabalho.

Portanto, entenda quais são as normas às quais a sua empresa está sujeita e cumpra-as da melhor forma possível. Ter programas de prevenção de acidentes também é uma ótima maneira de dificultar que esse tipo de situação atinja os seus colaboradores e o seu negócio como um todo.

Promover a saúde e segurança da sua equipe é um dever ético e legal de qualquer empresa. A ação regressiva acidentária só ocorre quando você negligencia essa obrigação. Portanto, fique sempre atento às normas e condições de trabalho da empresa de forma a proteger a empresa desse tipo de situação.

Como é um assunto complexo que tem um componente bastante técnico, talvez seja interessante recorrer à uma consultoria técnica para ajudar. A SAFE tem esse expertise e pode te auxiliar nesse processo.

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Doença do trabalho e doença profissional: saiba como diferenciar!

Você sabia que existem diferenças entre doença do trabalho e doença profissional? Entender sobre o assunto é muito relevante para os empresários e responsáveis pela segurança do trabalho nas organizações, uma vez que não se tratam de sinônimos, como pode parecer em um primeiro momento.

Assim, é possível reconhecer quais são as patologias que podem acometer os profissionais no ambiente de trabalho. A partir disso, podem ser criados programas para evitar a propagação de doenças como a depressão, por exemplo.

Continue a leitura e entenda mais sobre as diferenças entre doença do trabalho e doença profissional, bem como alguns exemplos de cada uma delas. Assim, você saberá ao que cada um dos termos se refere e como proceder em cada situação.

O que é doença do trabalho?

A doença do trabalho é aquela que tem ligação com o meio em que o trabalhador executa as suas funções. Imagine, por exemplo, um operador de máquinas que trabalha na linha operacional de uma indústria.

Se esse trabalhador executa suas tarefas em um local em que há muito barulho e ruído e, por conta disso, desenvolver uma perda auditiva, ele terá uma doença do trabalho e não uma doença ocupacional.

As doenças do trabalho ainda podem ser classificadas em três categorias. Observe:

  • físicas — patologias causadas por exposição a fatores como o calor, o frio, o barulho, a radiação etc;
  • químicas — patologias causadas por exposição a produtos químicos como tintas, produtos tóxicos etc;
  • biológicas — doenças causadas quando se é exposto a bactérias e vírus na atividade de trabalho.

E a doença profissional, do que se trata?

A doença profissional, por sua vez, está relacionada diretamente com a atividade que o profissional exerce. Nesse caso, vamos imaginar que o operário do exemplo anterior é um soldador.

Se esse profissional desenvolver catarata, terá uma doença profissional, ou seja, uma patologia que tem ligação direta com a atividade profissional que ele exerce.

Alguns exemplos de doença do trabalho e doença profissional.

Para que você compreenda melhor as diferenças entre a doença do trabalho e a doença profissional, vamos ver alguns exemplos práticos.

São consideradas doenças do trabalho, entre outras:

  • surdez ou perda auditiva;
  • cegueira ou perda da visão;
  • LER (Lesão por Esforço Repetitivo);
  • DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho);
  • depressão;
  • doenças causadas por vírus ou bactérias, por conta da exposição a locais insalubres.

Já os principais exemplos de doenças profissionais são os seguintes:

  • dermatose ocupacional;
  • asma ocupacional;
  • síndrome do pânico;
  • cânceres por conta de exposição a produtos químicos;
  • saturnismo (exposição ao chumbo);
  • pneumoconiose;
  • estresse ocupacional;
  • síndrome de Burnout;
  • problemas de visão etc.

É importante salientar que ambos os tipos de doenças podem ser aplicados em casos que caracterizam acidente de trabalho e também possibilitam que o trabalhador receba auxílio-acidente ou aposentadoria por invalidez.

Compreendidas as diferenças entre doença do trabalho e doença profissional? Então agora é só tomar as medidas cabíveis para que nenhuma delas se desenvolva facilmente na sua empresa.

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Trabalho em ambiente frio: descubra aqui os cuidados e riscos associados

Câmaras de congelamento, freezers, locais climatizados para conservar alimentos perecíveis: tudo isso pode oferecer riscos aos trabalhadores. Isso porque eles caracterizam o trabalho em ambiente frio, que é considerado quando a temperatura se mantém abaixo de 10 ºC.

Leia este artigo e entenda como funciona o trabalho em ambiente frio e como garantir a saúde do time!

Quais são os principais problemas do trabalho em ambiente frio?

O maior problema do trabalho em ambiente frio é exatamente a temperatura, uma vez que isso faz com que os vasos sanguíneos se contraiam. Dessa forma, além da perda de calor, há a redução da circulação sanguínea pelo corpo, principalmente nas extremidades.

Isso pode gerar uma série de problemas de saúde e lesões para os colaboradores. Entre eles:

  • urticária;
  • úlcera;
  • congelamento de mãos, pés e face;
  • frostbite (formação de cristais de gelo na epiderme);
  • perniosis (frieiras);
  • hipotermia.

Quais equipamentos de segurança são indicados?

Para proteger os colaboradores, alguns EPIs devem ser utilizados. Em primeiro lugar, é importante proteger o tronco e membros com um uniforme que garanta a manutenção da temperatura corporal.

Luvas e botas também são indicadas, já que evitam o contato direto de mãos e pés com ambiente e produtos frios. Por fim, para proteger o rosto e a cabeça, é indicado o uso de capuz de segurança.

Quais são os cuidados que devem ser tomados durante o trabalho em ambiente frio?

Além dos EPIs, ainda há alguns cuidados que devem ser cuidados no trabalho em ambiente frio.

O tempo de exposição deve ser o mínimo possível, o que significa que o colaborador deve entrar e sair desse ambiente rapidamente. Esse tempo máximo de permanência deve levar em consideração a velocidade do vento dentro do espaço, temperatura média e o tipo de esforço que o colaborador realiza dentro do local.

Também é importante garantir a higiene adequada e deixar todos os locais de fácil acesso, evitando colocar produtos no meio do caminho. Ao sair do ambiente frio, o profissional deve contar com um espaço específico para a troca de roupa e secagem.

Qual a relação entre trabalho em ambiente frio e as normas regulamentadoras?

Quando se fala em ambientes frios, existem duas normas regulamentadores que fornecem instruções de como esse trabalho deve ser conduzido.

A primeira delas é a NR 15, que trata sobre trabalho em condições insalubres. Nesse aspecto, há um anexo que afirma que o trabalho em ambientes frios pode ser considerado insalubre e, caso isso aconteça, é necessário que a empresa siga as instruções da norma.

A outra NR é a de número 36. Ela trata sobre o trabalho em empresas de carne e abate. Devido às características dessa atividade, que geralmente é realizada dentro de câmaras frias e frigoríficos, o trabalho em ambientes frios é comum nesses locais.

Dessa forma, a NR 36 também traz alguns esclarecimentos e cuidados que devem ser adotados nesse aspecto.

Quais as consequências de não tomar os cuidados necessários?

Quando a empresa não toma os devidos cuidados para garantir a saúde dos colaboradores que trabalham em ambientes frios, as consequências podem ser muitas.

Em primeiro lugar, você coloca o seu colaborador em situação de risco, abrindo espaço para que ele desenvolva uma série de problemas de saúde e doenças. Porém, a empresa também sofre com isso.

Você pode ter prejuízos financeiros devido a multas por não seguir as diretrizes das NRs 15 e 36. Além disso, precisa pagar indenizações aos colaboradores e ainda perde um funcionário que poderia ter papel central na manutenção do negócio.

Por fim, o problema aqui também é ético. Afinal, é obrigação da sua empresa fornecer as melhores condições de trabalho possíveis para a sua equipe. Além disso, como empregador, você deve garantir que os profissionais mantenham a saúde física e mental no ambiente da sua companhia.

Portanto, agora que você já sabe quais são os riscos e cuidados que deve ter no trabalho em ambiente frio, comece agora mesmo a introduzir mudanças na empresa. Dessa forma, você garante uma equipe saudável e produtiva!

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RH e saúde ocupacional: entenda esta importante relação

RH e saúde ocupacional são parceiros de uma mesma jornada em prol do bem-estar e da segurança dos colaboradores, assim como de seu melhor desempenho. O setor de pessoal da empresa apresenta importante papel nessa relação, sobretudo como responsável pelas informações necessárias para a adequada gestão da saúde no trabalho.

É necessário, no entanto, conhecer a interface de atuação dessas duas áreas e, desse modo, colher os melhores resultados. Quando sua empresa conta com uma assessoria especializada, esse relacionamento é ainda mais significativo e proveitoso.

Continue com a leitura e entenda essa importante relação entre RH e saúde ocupacional.

Saúde e segurança do trabalho como prioridade

A importância da saúde ocupacional e da segurança do trabalho vem ganhando destaque sistematicamente. Por todo o mundo, o cuidado com a saúde ocupacional dos colaboradores é visto como iniciativa estratégica, uma vez que está relacionado às conquistas de desempenho e produtividade.

Nesse sentido, a equipe de RH tem participação essencial no alcance dos resultados pretendidos. As principais interfaces do setor com as áreas de saúde e de segurança do trabalho serão abordadas a seguir.

Papel do RH nesse contexto

Os profissionais de RH na empresa têm, entre outras, as atribuições de garantir que os cuidados de gestão da saúde e da segurança laboral dos funcionários sejam seguidos. Especificamente, são responsáveis por iniciativas que facilitam e promovem esses cuidados ocupacionais em diversas frentes.

Comunicação mais assertiva

A comunicação é essencial para fazer chegar a cada colaborador os princípios e cuidados em saúde e segurança do trabalho que devem ser adotados. Com esse fim, o RH deve almejar o engajamento de todos os funcionários para o desenvolvimento de uma cultura interna que priorize essas áreas.

Estímulo ao aprimoramento profissional

Os gestores de RH devem considerar as necessidades de treinamento constante para viabilizar o aprimoramento profissional dos trabalhadores. Para isso, devem fomentar a capacitação permanente orientando para os cuidados com a saúde e com a segurança no ambiente de trabalho em todas as atividades.

Informações mais concretas e centralizadas

Cada colaborador é único, embora esteja executando atividades comuns a outros colegas. Mas suas características pessoais fazem com que as desempenhe com mais ou menos facilidade.

Por esse motivo, é essencial poder centralizar as informações a respeito de cada funcionário em um profissional de RH. Isso ajuda a reduzir significativamente as possibilidades de erros ou equívocos quanto aos inúmeros dados e informações, sobretudo quanto à saúde ocupacional de cada um.

Apontamento da necessidade de contratação de ajuda profissional

O setor de RH, pelo conhecimento que detém, deve apontar as áreas da empresa nas quais é recomendável a contratação de profissionais, terceirizando a atividade. Assim, por exemplo, os trabalhos de saúde ocupacional podem ser conduzidos por uma empresa habilitada e contratada para esse fim.

Importância da assessoria especializada

A saúde ocupacional e a segurança do trabalho são áreas cada vez mais especializadas. Desse modo, as medições de risco no ambiente de trabalho e os exames médicos que devem ser realizados, entre outros procedimentos, precisam ser conduzidos por pessoal capacitado e experiente.

Nessa hora, a grande parceira do RH para a sua empresa é a assessoria especializada em saúde ocupacional e segurança do trabalho. Os profissionais experientes podem capacitar, treinar e avaliar todos os trabalhadores, assim como conduzir o monitoramento de saúde ocupacional determinado pela legislação.

Desse modo, além de ficar em dia com as exigências legais, sua empresa vai cuidar da saúde e da segurança de seus colaboradores. Com isso, observa-se, por exemplo, a redução do absenteísmo, o crescimento da autoestima dos funcionários e a melhoria no desempenho.

Assim, fica mais fácil entender a relação entre RH e saúde ocupacional e a importância da adequada integração desses setores da organização.

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