Category

Saúde Ocupacional

Category

Como é feita a avaliação de vibração ocupacional?

A avaliação de vibração ocupacional é uma das formas de identificar e, a partir daí, propor correções para um dos riscos físicos mais presentes no ambiente de trabalho. Em muitos casos, na hora de fazer um diagnóstico de exposições com potencial lesivo à saúde e ao bem-estar do colaborador, a vibração pode ser “negligenciada” — especialmente em atividades em que ela não é tão perceptível ou intensa.

No entanto, a Norma Regulamentadora nº15 e uma série de padronizações internacionais trazem recomendações para que as empresas façam laudos ocupacionais e protejam seus colaboradores das potenciais lesões da vibração. Quer entender melhor? Acompanhe!

O que é a avaliação de vibração ocupacional?

Esse documento tem o objetivo de avaliar a salubridade de cada atividade e ambiente de trabalho em relação à vibração. Mas o que são as vibrações, tecnicamente? São movimentos repetitivos periódicos que podem variar de frequência e intensidade. As ondas mecânicas são transmitidas ao corpo do funcionário, que sente a sensação de tremor em seu corpo ou em algum de seus membros.

O exemplo mais fácil de compreender são os operadores de britadeiras, máquinas de perfuração e quebra de estruturas por meio de vibrações de alta frequência e intensidade. No entanto, várias outras tarefas expõem o trabalhador a esse risco ocupacional, como:

  • operação de máquinas e veículos agrícolas, como tratores, aradores mecanizados, entre outros;
  • direção de veículos pesados com motor próximo ao motorista;
  • equipamentos manuais ou mecânicos da construção civil;
  • operações de geotecnia, entre outros.

Por esse motivo a avaliação é tão importante. Ela é feita por meio das seguintes técnicas:

  • inspeção por profissionais especializados e experientes em segurança do trabalho;
  • utilização de modelos de impacto da vibração no corpo e nos membros nas atividades da sua empresa;
  • medição direta da frequência de vibração com equipamentos adequados;
  • amostragem e análise estatística dos números encontrados;
  • eventuais entrevistas com colaboradores, as quais podem avaliar o uso de Equipamentos de Proteção Individual ou a percepção subjetiva.

Ao final, é feito um relatório que mostra cada ponto de conformidade ou inconformidade com as normas técnicas ou padronizações de qualidade, além de sugestões de melhorias a serem feitas.

Quais os riscos e doenças relacionados à exposição à vibração?

Tudo isso é tão importante porque há doenças e ocorrências ocupacionais diretamente ligadas às lesões provocadas pela exposição ocupacional, constante à vibração fora dos parâmetros ergonômicos, como:

  • perda de equilíbrio — há um estímulo das estruturas sensoriais e neurais do equilíbrio. Isso pode ter efeito instantâneo, trazendo a predisposição a acidentes, ou crônico;
  • simulação de labirintite — são sintomas esporádicos de náuseas, vômito, sensação de que tudo está rodando e desequilíbrio, que são comuns na labirintite;
  • lentidão de reflexos — as estruturas osteomusculares e neurais perdem a sensibilidade, deixando os reflexos inadequados para que o trabalhador se proteja contra acidentes;
  • alterações cardiovasculares — a vibração provoca a liberação de hormônios ligados ao estresse, que predispõe a doenças cardiovasculares, como aumento da gordura no sangue, arterosclerose, infarto agudo do miocárdio, entre outras.

Como garantir a qualidade da avaliação?

A escolha de um bom prestador de serviços, que tenha experiência na avaliação e correção de riscos ocupacionais, é o fator que garante o sucesso. Essas empresas criam processos e técnicas de acordo com os padrões e normas técnicas nacionais e internacionais.

Além disso, haverá profissionais com formação e experiência para conduzir tecnicamente todo o processo desde o planejamento da ação, até a execução e elaboração do relatório.

A SAFE está no mercado há muitos anos e prima pela excelência. Todos os nossos protocolos de avaliação de vibrações ocupacionais e de outros riscos seguem as melhores práticas da saúde ocupacional, as normas técnicas brasileiras e as recomendações dos órgãos de padronização internacionais. Assim, além de proteger a saúde e o bem-estar dos trabalhadores, você posiciona sua empresa em um alto patamar de responsabilidade e qualidade.

Quer saber quais são os diferenciais da SAFE para o planejamento e execução de laudos ocupacionais? Então, entre em contato com a gente!

Se você quiser saber mais sobre a SAFE acesse nosso site no endereço www.safesst.com.br.

Trabalhando em home office: 3 dicas de ergonomia para manter a saúde do colaborador

Que o trabalho remoto virou uma tendência em meio à necessidade do distanciamento social, a gente já sabe, mas você sabe como manter bons hábitos trabalhando em home office? Neste post, vamos tratar de um assunto importantíssimo: a ergonomia da sua equipe.

É essencial que você e todos os seus colaboradores respeitem a própria saúde e o bem-estar durante a quarentena e, ao falar de ergonomia no trabalho, estamos nos referindo a exatamente isso.

Separamos uma série de dicas sobre boas práticas para adotar no ambiente de trabalho, mesmo ele sendo sua própria casa. Que tal conferir? Vamos lá!

A ergonomia precisa fazer parte da rotina de home office

Pode ser que a sua equipe já esteja acostumada com a rotina do trabalho em casa, mas há quem está se acostumando agora com essa modalidade. Independente de qual for o caso da sua empresa, é válido encarar este momento de distanciamento social, causado pelo coronavírus, como uma grande oportunidade de aprender.

Seguindo por essa linha de aprendizado, a ergonomia correta no ambiente profissional está prevista em norma (NR17) e garante vantagens tanto para os colaboradores quanto para a organização: maior produtividade da equipe, melhor condição de trabalho, prevenção de riscos no ambiente profissional etc.

Já deu para notar como este assunto é importante, não é? Se você está se perguntando quais são as práticas corretas ligadas ao assunto e quer saber como introduzi-las na rotina da sua equipe, confira os pontos a seguir!

1. Busque a postura mais confortável

Quando você lê a palavra “ergonomia” automaticamente pensa na postura do colaborador? Pois bem, além de diversos outros cuidados, a forma como nos sentamos tem muito a ver com o assunto. Fica a dica: você e todos os seus colaboradores não podem lembrar da própria coluna apenas quando ela começar a doer, é necessário prezar por um boa posição no dia a dia!

2. Tenha apoio ao se sentar

Obviamente, a “posição confortável” que estamos nos referindo, não tem a ver com ficar jogado no sofá macio da sala ou deitado na cama quentinha. Neste caso, a postura correta precisa ter relação com apoio nas partes essenciais do corpo, principalmente, nas costas, pescoço e cotovelos. Afinal, o conforto precisa estar presente durante todo o expediente, não acha?

A importância da mobília correta

Considerando a importância de se sentar corretamente, vale a pena destacar a necessidade da escolha correta da mobília para o trabalho. Lembre-se que o ambiente adequado não pode ser apenas uma preocupação no escritório da sua empresa: o colaborador que está trabalhando em home office também precisa desta atenção! Veja algumas sugestões:

  • a cadeira deve permitir que haja, entre o quadril e os joelhos, um ângulo de 90º;
  • é necessário que a cadeira garanta os apoios citados anteriormente;
  • a altura da mesa deve variar conforme a altura do trabalhador;
  • o monitor do computador deve estar a uma distância de 50 a 75 centímetros da visão do colaborador, para evitar a visão cansada e outros problemas da exposição ocupacional.

3. Opte por um local mais tranquilo

Como comentamos antes, a ergonomia não aborda apenas a postura de quem está trabalhando. O ambiente em que se está inserido também importa. Portanto, é preciso garantir que o colaborador tenha à disposição um local tranquilo, organizado e livre de barulhos para que possa trabalhar de forma correta.

Você sabia que o estresse ocupacional também é um risco ligado à segurança no trabalho? Pois é! Além de promover o acesso a todas essas soluções de ergonomia abordadas ao longo do texto, garanta que a sua equipe faça pausas frequentes e seja protegida de cargas horárias exaustivas.

Gostou deste post? Que tal compartilhá-lo nas suas redes sociais? Os seus amigos também vão curtir saber mais sobre como aplicar a ergonomia trabalhando home office!

Caso você queira conhecer um pouco mais sobre a SAFE, visite nosso site no endereço www.safesst.com.br. Se quiser entrar em contato diretamente conosco, clique aqui.

Confira 3 dos principais indicadores de saúde ocupacional

Os indicadores de saúde ocupacional são medidas que guardam informações úteis sobre o estado e o desempenho do sistema de saúde de uma empresa. A partir dessas métricas, é possível fazer uma interpretação integrada e ter uma noção maior sobre as condições sanitárias de um determinado grupo de trabalhadores ou da população em si.

Os dados obtidos são de importante consulta para justificar a implementação de políticas e programas que visem a melhoria do sistema de saúde, trazendo mais qualidade de vida para as pessoas e os trabalhadores, de modo geral.

Que tal conhecer mais sobre o tema e proteger os trabalhadores da sua empresa? Neste post, você vai conhecer algumas das principais informações referentes aos indicadores de saúde. Acompanhe a leitura!

1. Índice de absenteísmo

Esse índice é responsável por quantificar as faltas e atrasos de um grupo de funcionários em uma empresa. A média geral considerada aceitável é de aproximadamente de 3% a 4% por mês. Acima dessa porcentagem, o índice é um indicativo de que algo anda mal e está impactando negativamente a saúde dos colaboradores. Alguns exemplos do que pode estar acontecendo são: estresse, ansiedade, síndrome de burnout (causada pelo excesso de trabalho) etc. Por sua vez, é bem difícil alcançar um índice zero, principalmente em corporações com um alto número de funcionários.

2. Nexo Técnico Epidemiológico (NTEP)

Esse indicador de saúde tem a função de apontar quais os tipos de acidentes e doenças guardam relação com o desempenho de uma atividade profissional específica. Sendo assim, caso o trabalhador comece a desenvolver um determinado problema causado inteiramente pela função laboral que ele executa, ele passa a ser chamado acidente de trabalho.

Esse indicador é importante para determinar o direito a benefícios previdenciários. Nesse sentido, quando há nexo entre o surgimento da doença e a atividade laboral do trabalhador, trata-se de um benefício acidentário e não de um benefício previdenciário normal. Além disso, cabe à empresa comprovar a inexistência de relação entre a enfermidade e a atividade desenvolvida pelo trabalhador.

3. Fator Acidentário de Prevenção (FAP)

Fator Acidentário de Prevenção está previsto no artigo 10 da Lei nº 10.666/03. Esse indicador foi criado para incentivar a prevenção de acidentes ocorridos no ambiente de trabalho, a partir da flexibilização do índice do RAT (Riscos Ambientais do Trabalho).

Ao multiplicar o índice FAP e RAT, obtém-se a alíquota incidente sobre a folha de pagamentos das empresas, conhecida como GIIL-RAT (Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa). O cálculo obtido vai determinar o valor que as pessoas jurídicas devem pagar para a aposentadoria de funcionários em virtude de acidentes no trabalho.

Os indicadores de saúde ocupacional são uma importante maneira de perseguir a segurança do trabalho, promover a saúde dos funcionários e garantir o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas. É essencial acompanhar esses índices com frequência com o intuito de identificar gargalos nos processos, a existência de sobrecarga ou pontos que podem apontar causas de falhas ou possíveis doenças ocupacionais. Por sua vez, o excesso dessas métricas pode prejudicar o controle e acabar se tornando prejudicial para a empresa. Por esse motivo, um equilíbrio sempre é recomendado.

O que você pensa sobre os indicadores de saúde ocupacional? A sua empresa já faz uso dessa metodologia? Deixe um comentário abaixo contando a sua experiência!

Se você quiser saber mais sobre a SAFE, visite nossa página no endereço www.safesst.com.br. Caso queira entrar em contato diretamente conosco, clique aqui.

Riscos ergonômicos: o que são e como preveni-los!

Em qualquer ambiente de trabalho, estamos cercados por riscos. Alguns dos exemplos mais conhecidos são os físicos, os biológicos e os químicos, relacionados diretamente ao objeto do trabalho; no entanto, o ambiente laboral também apresenta situações que podem ocasionar doenças. É esse o caso dos riscos ergonômicos.

A emergência do home office durante a pandemia pelo coronavírus colocou o assunto em pauta. Outrora um tema quase exclusivo do trabalho presencial, o risco ergonômico é um perigo abrangente que pode ocorrer em indústrias e escritórios — ou até mesmo em casa. Daí sua relevância, especialmente nos últimos anos.

Neste artigo, falaremos especificamente sobre os riscos ergonômicos mais comuns. Ao final, você saberá quais são eles, como eles podem ser prevenidos e qual a sua relevância para as empresas. Continue lendo para saber mais.

Qual a importância dos riscos ergonômicos?

Segundo o Ministério do Trabalho, 18 das 20 principais causas de afastamento do trabalho são devidas a causas ortopédicas. Embora nessa lista constem motivos de acidentes, como fraturas e amputações, outras dessas causas são relacionadas diretamente à postura; transtornos de discos intervertebrais, dorsalgias e lesões no ombro são exemplos de causas de afastamento que podem ser prevenidas com medidas de segurança.

Além impacto negativo à saúde do colaborador e do afastamento do trabalho, que por si só causam prejuízos à empresa, essas doenças também trazem consequências negativas adicionais. O aumento no número de processos e a inadequação à legislação vigente são algumas delas. Por isso, é fundamental conhecer os riscos ergonômicos e saber como reduzi-los.

Quais são os principais riscos e como preveni-los?

A seguir, falaremos especificamente de 3 dos riscos ergonômicos mais comuns nas empresas. Confira.

Postura inadequada

Presente em inúmeros trabalhos administrativos ou de campo, a postura inadequada é a principal vilã dos riscos ergonômicos. A curto prazo, ela favorece dores, câimbras e dificuldades de locomoção; a longo prazo, no entanto, suas consequências são ainda mais danosas, podendo levar a doenças ou complicações incapacitantes.

Felizmente, a postura inadequada é um dos riscos mais fáceis de reduzir. Podemos conseguir bons resultados com programas de conscientização ou adoção de móveis mais ortopédicos, por exemplo. Alguns acessórios adicionais, como apoios para mãos e pés, também podem auxiliar a melhorar a postura dos funcionários.

Trabalho repetitivo

Quando falamos em doenças ocupacionais, uma delas se destaca pela “fama” na área: a LER, sigla para Lesão por Esforço Repetitivo. Ela é principalmente encontrada em trabalhadores ligados a trabalhos mecânicos e repetitivos, especialmente envolvendo as mãos. Com o tempo, esse esforço leva a dores, fraqueza muscular e processos inflamatórios, podendo, também, ser incapacitante.

Para reduzir esse risco, não há escapatória: é preciso reduzir o agente causal, que, no caso, é o trabalho repetitivo. Outras estratégias também podem ser utilizadas, como fisioterapia para fortalecimento muscular ou intervalos regulares no trabalho.

Jornada de trabalho muito longa

Seja qual for o risco ergonômico presente no trabalho, ele será potencializado com longas jornadas de trabalho. Por isso, o tempo dessa jornada é também considerado um perigo e deve ser avaliado pela equipe da segurança do trabalho.

Embora em alguns casos a longa jornada seja inevitável, vemos uma tendência à flexibilização nos últimos anos: adotar diferentes modelos de trabalho ou intercalar diferentes tipos de tarefas durante a jornada pode ser uma boa solução para resolver o problema.

Como reduzir o risco ergonômico?

Além de ser benéfica para a empresa, a redução do risco ergonômico é uma obrigação prevista em lei, regida pela NR 17. Por isso, uma compreensão mais aprofundada sobre o assunto é, além de desejada, obrigatória.

Para te auxiliar nessa tarefa, uma consultoria especializada pode ajudar. Com ela, você garante que a gestão dos riscos ergonômicos da empresa está sendo lidada com uma equipe especializada no assunto. Com isso, é possível reduzir os riscos e se adequar melhor à legislação.

Os riscos ergonômicos são situações frequentes e importantes em todos os ramos empresariais. Para reduzi-los, investir em uma consultoria especializada pode ser a melhor solução.

Se você quer otimizar a segurança do trabalho da sua empresa, por que não entra em contato com a SAFE? Somos uma empresa especializada em gestão de riscos, consultoria e assessoria em saúde ocupacional. Leve sua empresa a um novo patamar de excelência!

Caso queira conhecer melhor a SAFE, visite nosso site no endereço www.safesst.com.br.

Saiba quais são os riscos e limites da exposição ocupacional

É um consenso no meio corporativo que todo trabalho carrega consigo riscos: seja num canteiro de obras, num escritório ou mesmo em home office, os trabalhadores estão constantemente sujeitos à exposição ocupacional. Por isso, a gestão de riscos e a segurança do trabalho andam sempre de mãos dadas.

Neste texto, explicaremos quais os principais problemas de saúde que podem surgir da exposição ocupacional. Falaremos também como você pode se antecipar a esses perigos e tomar precauções para minimizar suas chances de ocorrência. Continue lendo para saber mais.

O que são doenças ocupacionais?

Conceituamos como doença ocupacional todo agravo de saúde associado ao ofício ou às condições de trabalho. Em termos legais, o trabalhador que desenvolve uma doença ocupacional tem os mesmos direitos que um que sofre um acidente de trabalho; daí a importância de controlar sua exposição e adotar normas de segurança adequadas.

Quais os principais riscos da exposição ocupacional?

Embora saibamos que todo trabalho tem riscos, existem diferentes graus e modalidades de perigo. Na maioria dos casos, as doenças ocupacionais variam conforme a profissão e a carga horária do trabalhador. A seguir, destacamos algumas das principais doenças que podem surgir por exposição ocupacional.

Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho

Reconhecidos pela sigla DORT, esses distúrbios ocorrem devido a condições inadequadas de trabalho como má postura e carga horária excessiva. Os principais sintomas são dores nas costas ou nas articulações, que surgem devido a inadequações no ambiente de trabalho. Também entram nessa categoria as LER (Lesões por Esforço Repetitivo), que estão associadas a movimentos recorrentes.

Câncer

A predisposição ao câncer por razões ocupacionais está frequentemente associada à exposição aos chamados “agentes carcinogênicos”. Um exemplo, que entra em destaque na mídia com frequência, é visto em trabalhadores da zona rural, que têm contato com agrotóxicos danosos à saúde. Outros casos são de trabalhadores que trabalham com radiação e na construção civil — expostos, por exemplo, ao arsênico e ao amianto.

Deficiência auditiva

Não são apenas agentes químicos ou ionizantes que entram na categoria da exposição ocupacional. Exposição ao ruído também pode trazer problemas à saúde relacionados ao trabalho, levando à surdez ocupacional.

Exemplos de indivíduos sujeitos a essa doença são operários de construção civil e trabalhadores de salões de beleza. A boa notícia é que a exposição pode ser facilmente controlada com o uso de abafadores ou protetores auriculares.

Asma ocupacional

A asma também é uma preocupação da segurança do trabalho, especialmente se há produção de pó ou resíduos: madeireiras, mineradoras e vidraçarias podem ter um ambiente propício à inalação de partículas que irritam os pulmões e podem levar à doença. Nesses casos, é fundamental o uso de equipamentos de proteção de vias aéreas, para minimizar o risco ocupacional.

Quais são os limites da exposição ocupacional?

Na prática, é impossível zerar completamente os riscos de exposição ocupacional. No entanto, contamos com medidas padronizadas que nos auxiliam a minimizá-los e garantir uma maior segurança do trabalho em diferentes contextos.

Para isso, é importante ficar atento às Normas Regulamentadoras para a área de atuação da sua empresa, em especial à NR15, que trata de “Atividades em ambientes insalubres” e que contém em seus anexos os níveis de tolerância para a exposição aos agentes químicos, físicos e biológicos. Além de garantirem um ambiente de trabalho mais seguro, as NRs também resguardam a companhia em casos de processos judiciais por possíveis adoecimentos. Além disso, auditorias internas e externas frequentemente se embasam nelas para certificar a segurança da empresa.

A exposição ocupacional é um risco inerente ao trabalho, presente em todas as empresas. Felizmente, contamos com métodos padronizados e cientificamente comprovados para minimizar essa exposição e garantir a segurança dos funcionários. Se adequar a essas normas é fundamental para se manter dentro da lei e comandar seus serviços com segurança.

Se você também se preocupa com a exposição ocupacional, uma análise preliminar de risco é o primeiro passo para garantir a sua segurança. Saiba mais sobre ela e previna-se contra esse problema!

Se você quiser saber mais sobre a SAFE, visite nosso site no endereço www.safesst.com.br. Caso queira entrar em contato diretamente conosco, clique aqui.

Entenda o papel da segurança e saúde no trabalho na pandemia

Segurança e saúde no trabalho são tendências não só no ramo corporativo e em instituições públicas, mas também em toda a sociedade. O bem-estar e a qualidade de vida do colaborador são cada vez mais relevantes, inclusive, para o seu desempenho, afetando diretamente sua satisfação com o ambiente laboral.

Além de interferirem no clima organizacional e na produtividade, esses temas ganharam novas perspectivas com a pandemia da COVID-19 e a necessidade de distanciamento social para reduzir o contágio.

Continue a leitura e entenda como proteger seus colaboradores e promover o bem-estar deles nesse momento tão delicado. Há sérios desafios, enfrentados em escala global, que requerem a atenção de gestores do mundo todo.

A importância da segurança e saúde no trabalho em tempos de coronavírus

Embora lojas, fábricas, centros de distribuição e escritórios tenham se esvaziado parcial ou totalmente, segurança e saúde no trabalho são agora mais do que nunca um dos principais focos de atuação das organizações da iniciativa pública e privada.

Por isso, os governos federal, estadual e municipal, além dos conselhos de saúde, já emitiram posicionamento orientando os gestores. As disposições envolvem a suspensão de exames ocupacionais e de treinamentos periódicos obrigatórios por NRs durante o período de calamidade pública, o que implica na necessidade de maior atenção e cuidado com a saúde ocupacional e a prevenção de acidentes. Sem falar da necessidade de interrupção de eventos corporativos.

Segurança e saúde no trabalho são importantes não apenas para manter a equipe saudável e protegida do coronavírus enquanto há o distanciamento social. Sua promoção também dita o ritmo pelo qual o funcionamento de lojas, fábricas, centros de distribuição e escritórios voltará ao normal e o impacto econômico nesses empreendimentos.

Como promover segurança e saúde no ambiente de trabalho

Boas práticas têm sido adotadas em todo o Brasil, tais como a implementação da telemedicina gratuita para os colaboradores, a fim de evitar o deslocamento à unidade de saúde e eventual exposição desnecessária à COVID-19.

É importante ressaltar que no parecer n. 8/2020 do processo consulta n. 12/2020 de 21 de maio de 2020, do CFM (Conselho Federal de Medicina), fica claro que “é vedado realizar exames médicos ocupacionais com recursos de telemedicina sem proceder o exame clínico direto no trabalhador”.

Na sequência, elencamos outras medidas das empresas nesse contexto de pandemia.

Cuidados especiais com os idosos e pessoas com comorbidades

Quem está no grupo de risco requer atenção especial. Sendo assim, é cabível afastar essas pessoas do ambiente de trabalho para que elas não fiquem em contato direto com possíveis transmissores, uma vez que as consequências desse contágio podem ser muito mais graves.

Reduzir as chances de contaminação viabilizando o “home office“, por exemplo, é uma ótima forma de manter esses funcionários ativos e produtivos, mesmo fora do escritório. Por isso, é necessário revisar os exames admissionais/periódicos e levantar quem tem comorbidade, para estabelecer e implementar um procedimento especial para esses colaboradores.

Criação de comitês específicos para o momento de crise

Planos de contingenciamento e o estabelecimento de protocolos especiais são necessários em momentos críticos, como o de pandemia da COVID-19, a fim de mitigar riscos e manter a segurança e saúde no trabalho. Logo é uma boa medida criar grupos com finalidades específicas, com funções como analisar as diretrizes do governo e dos conselhos de saúde para implementar ações pontuais.

Um comitê analisando dados para a reabertura de loja e outro regendo e monitorando por vídeo a utilização dos EPIs nos centros de distribuição, por exemplo. Ainda, é possível formar equipes para avaliação de viagens corporativas em tempos de crise, forma de evitar deslocamentos desnecessários e gerir com inteligência as finanças do negócio.

Higienização e descontaminação das áreas

Criar procedimentos desse tipo é essencial em momento de pandemia com um vírus se espalhando vertiginosamente no mundo todo. O uso de álcool em gel e máscara, entre outros elementos, virou questão de segurança e sua importância precisa ser recorrentemente reafirmada para serem inseridos na rotina dos colaboradores.

A norma técnica do Ministério do Trabalho no cenário da pandemia

O MTE (Ministério do Trabalho) publicou disposição classificando o grau de risco à exposição à COVID-19 de algumas profissões — informações que norteiam como os empregadores devem agir de modo a promover a segurança e saúde no trabalho. Confira um quadro geral sobre essas categorias:

  • risco muito alto de exposição: médicos, enfermeiros e dentistas;
  • risco alto de exposição: fornecedores de insumos de saúde, motoristas de ambulância e quem prepara corpos para enterro ou cremação;
  • risco mediano de exposição: pessoas em contatos com grandes grupos (em escolas e grandes lojas de varejo);
  • risco baixo de exposição: profissionais em contato mínimo com o público.

Por fim, mantenha-se atualizado sobre as resoluções do governo e dos conselhos de saúde para adotar as melhores práticas de segurança e saúde no trabalho na sua empresa. Além de promover bem-estar e qualidade de vida, sua ação evita gastos com licenças e afastamentos, uso inteligente dos recursos que faz a diferença nesse momento de crise.

Gostou do assunto? Então, não deixe de conferir nosso post sobre a preparação adequada do local de trabalho nesse contexto de coronavírus.

A criação de protocolos eficazes e seguros para endereçar esse momento não é algo simples e é extremamente importante. Nós da SAFE, sabemos como fazer isso. Temos o conhecimento, os profissionais e a experiência necessária. Caso você tenha interesse entre em contato conosco. Para isso basta clicar aqui.

Se você quiser saber mais sobre a SAFE, acesse nossa página no endereço www.safesst.com.br.

Entenda o que é PCMSO e sua importância

Toda empresa deve zelar pela saúde e pelo bem-estar dos seus colaboradores, de modo que eles tenham a melhor proteção possível contra os riscos relacionados à atividade laboral que desempenham. Para que isso ocorra, a organização precisa cumprir as normas estabelecidas pelo Ministério do Trabalho.

Uma dessas normas estabelece a obrigatoriedade da implementação do PCMSO. Trata-se de uma medida adotada com o intuito de monitorar a saúde dos funcionários e propiciar qualidade de vida no ambiente laboral.

Pensando nisso, elaboramos este post para você entender o que é o PCMSO e como ele é importante para a saúde dos colaboradores. Boa leitura!

O que é o PCMSO e quais são os seus benefícios?

O Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) tornou-se obrigatório pela Norma Regulamentadora NR 7, do Ministério do Trabalho e do Emprego, a partir de 1978.

Esse programa é importante para as empresas porque torna possível o monitoramento da saúde dos trabalhadores. Devido à obrigatoriedade do cumprimento de procedimentos e do uso de equipamentos de proteção, é possível, por exemplo, prevenir o surgimento de doenças que podem causar invalidez por ocasião das atividades exercidas.

Além disso, é possível acompanhar eventuais danos ou patologias já existentes e detectar riscos de doenças devido a uma predisposição do indivíduo, principalmente em relação ao trabalho.

Para os funcionários, essa é mais uma proteção à sua saúde e um amparo legal. Com isso, o trabalhador sabe que os riscos laborais são avaliados e minimizados pelo fornecimento de equipamentos de segurança e pelas melhorias em processos oriundas das análises periódicas a partir dos dados extraídos do monitoramento que fazem parte dos relatórios periódicos. Entre os principais benefícios do PCMSO estão:

É importante ressaltar que a NR 7 sofreu uma grande alteração, sendo que o novo texto passará a vigorar em março de 2021. Todas as modificações realizadas foram pensadas com o intuito de alinhar as exigências ao foco principal da norma , que é a saúde ocupacional dos funcionários, por exemplo:

  • atualização do quadro I que versa sobre os padrões para acompanhamento biológico e exposição de agentes químicos;
  • outros exames complementares, além dos já definidos na lei podem ser realizados.

Por este motivo, é preciso estar atento às principais mudanças , já que poderão fazer parte de uma nova publicação no futuro.

Como esse programa funciona?

Depois de entender o que é o PCMSO, é preciso saber como ele funciona. O programa torna obrigatório a realização de exames médicos que serão coordenados por profissionais especializados em Medicina do Trabalho.

Entre os exames obrigatórios estabelecidos pela NR7 estão:

  • exame admissional, para novas contratações;
  • exames periódicos, que dependem do tipo de atividade;
  • exames de retorno ao trabalho, para funcionários que estavam em período de licença;
  • exame de mudança de função;
  • exame demissional.

Cabe ao empregador garantir que o PCMSO seja implementado de forma eficaz, além de custear todos os procedimentos aos quais os trabalhadores tenham que ser submetidos.

Além disso, ele precisa indicar um médico do trabalho para ser o coordenador do programa, seja ele membro da empresa ou não. Caso não haja um especialista na localidade, o empregador deverá indicar um médico de outra especialidade para coordenar o PCMSO.

A partir de quantos colaboradores é necessário ter o PCMSO?

Todos os empregadores que possuem funcionários contratados devem elaborar o PCMSO, tendo em vista essa ser uma responsabilidade obrigatória, e não facultativa, já que na NR 7 não há nenhuma disposição que limita a quantia de colaboradores para que a prática se torne uma obrigatoriedade.

Por que levá-lo em consideração?

A corporação deve, de acordo com o estabelecido, apresentar um relatório anual do PCMSO com informações sobre o número de exames realizados e a natureza deles, de acordo com os setores da empresa. Esse documento é elaborado pelo coordenador do programa.

É preciso tomar cuidado para que todas as exigências do PCMSO sejam realizadas nos prazos estabelecidos, evitando a ocorrência de passivos trabalhistas em decorrência da irresponsabilidade com a saúde dos funcionários.

O PCMSO é muito importante para, de forma prévia, identificar e rastrear qualquer situação que possa afetar a saúde da equipe de trabalho, gerar uma facilidade maior na detecção de possíveis danos, além de dar todo o suporte necessário ao médico do trabalho na tomada de decisões

Como aplicar o PCMSO na empresa?

Entre as principais estratégias para que o PCMSO seja implementado de forma eficiente estão:

  • propiciar a análise do ambiente de trabalho por um médico especializado, que averigue as condições de ventilação, ergonomia, iluminação, temperatura, exposição a riscos etc;
  • caso algum risco prejudicial à saúde dos funcionários seja detectado, o médico precisa orientar sobre as condutas necessárias para gerar melhorias;
  • elaborar treinamentos e palestras relacionadas à saúde e prevenção de riscos, com a finalidade de estimular a conscientização de toda equipe, o uso de equipamentos de proteção de segurança individual e coletiva e ações importantes em situações de emergências;
  • motivar os colaboradores para que os procedimentos de segurança sejam seguidos à risca.

É necessário ter algum documento para corroborar a existência do PCMSO?

Para comprovar a implementação do PCMSO é preciso elaborar um documento com base nos riscos à saúde e segurança dos empregados e a descrição de todas as exigências do programa. É importante ressaltar que sua emissão deve ser realizada todos os anos, estabelecendo o prazo de vigor e a elaboração das próprias diretrizes da empresa.

Apesar de o documento ter o prazo de validade de 1 ano, a NR 7 determina o prazo adequado de armazenamento do documento, que é o tempo mínimo de 20 anos após o desligamento do colaborador.

Quais são as consequências para o empregador que não cria o PCMSO?

Como já foi dito, o PCMSO é obrigatório para todos os empregadores, independentemente do número de funcionários contratados na organização.

Quando o empregador não elabora o PCMSO conforme exigem as normas, a companhia fica sujeita à autuação do Ministério do Trabalho e Emprego. A multa é estipulada pela NR 28, em unidades fiscais de referência (Ufir), que varia de acordo com o número de trabalhadores, além da reincidência.

Além disso, a instituição também pode ser cobrada no âmbito judicial, tendo em vista que ações podem ser ajuizadas por empregados que tenham desenvolvido algum tipo de doença ocupacional. Dessa forma, caso a relação entre as atividades exercidas no trabalho e a doença ocupacional sejam comprovadas, ou no acontecimento de algum acidente, o empresário e demais responsáveis também podem ser responsabilizados na esfera criminal, dependendo do tipo de situação.

Saber o que é o PCMSO é muito importante para que as empresas operem dentro da legalidade e se destaquem no mercado pela sua preocupação com os funcionários. Por isso, invista em conhecer todas as exigências do programa, implementá-lo de forma eficiente e contar com profissionais capacitados para orientações sobres as ações e estratégias.

Conseguiu esclarecer suas dúvidas sobre o assunto? Então, aproveite para compartilhar este artigo agora mesmo em suas redes sociais e, dessa forma, ajudar sua rede de contatos a entender um pouco mais sobre o tema!

Quer saber mais sobre a SAFE, então acesse nosso site no endereço www.safesst.com.br. Se preferir entrar em contato diretamente conosco, clique aqui.

Assessoria em saúde ocupacional. Entenda sua importância

Você já parou para pensar em como uma assessoria em saúde ocupacional pode facilitar sua vida? Ela é fundamental tanto para o bem-estar dos funcionários quanto para os resultados financeiros da empresa. Mas, afinal, saúde ocupacional, o que é?

A questão é que uma gestão que não está atenta às doenças ocupacionais e acidentes de trabalho pode enfrentar, como consequência, além de perdas operacionais e de produtividade, longos processos cíveis e penais decorrentes de ações trabalhistas. Mas ninguém quer chegar a esse ponto, não é mesmo?

Neste post, mostramos a importância de uma assessoria em saúde ocupacional. Confira!

O que saber sobre assessoria em saúde ocupacional?

A saúde ocupacional, como o nome já induz, lida com a saúde dos trabalhadores. Nesse sentido, a assessoria promoverá ações para:

Em primeiro lugar, a assessoria em saúde ocupacional faz um levantamento do histórico da organização, compreendendo tudo o que já foi proposto e o que vem sendo realizado. A análise desses dados é o primeiro passo para a elaboração de um plano de ação eficaz.

Como é a elaboração do plano de ação?

Após compreender como a saúde da organização está, é verificada a legislação, conforme a NR-7 (norma que estabelece a obrigatoriedade de elaboração e implementação do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional — PCMSO, por exemplo), para analisar o que está sendo feito corretamente e o que precisa ser modificado.

A elaboração e coordenação do plano de ação, em conjunto com a área médica da empresa, vai apontar quais estratégias devem ser utilizadas e onde a assessoria poderá contribuir para a melhoria da saúde ocupacional, por exemplo:

  • realização e melhor gestão dos dados extraídos dos exames clínicos ocupacionais — admissionais, periódicos, demissionais, mudança de função e retorno ao trabalho;
  • realização e melhor gestão das informações coletadas por meio dos exames médicos complementares e assistenciais;
  • estudos de absenteísmo;
  • Programa de Prevenção ao Abuso de Álcool e Drogas (PPAAD);
  • treinamentos obrigatórios e de sensibilização a trabalhadores e gestores;
  • gestão e operação de ambulatórios empresariais (terceirização) — administração, gestão e operação por parte de equipe especializada, formada por especialistas em medicina do trabalho, médicos assistentes e técnicos de enfermagem;
  • atuação como assistente técnico em perícias médicas e previdenciárias.

Para facilitar ainda mais, os atendimentos são realizados na sede do cliente, da empresa ou, dependendo do caso, em clínicas credenciadas.

Quais os desafios em relação à saúde ocupacional no Brasil e como estão sendo enfrentados?

Conforme informado pela OMS, os maiores desafios para a saúde ocupacional são:

  • transferência de tecnologias perigosas;
  • novas energias físicas e substâncias químicas;
  • envelhecimento dos trabalhadores;
  • riscos à saúde relacionados a novas biotecnologias;
  • problemas especiais dos grupos vulneráveis (doenças crônicas e deficientes físicos), incluindo desempregados e migrantes;
  • problemas de saúde ocupacional, associados à automação e novas tecnologias de informação;
  • gargalos ligados com a crescente mobilidade dos funcionários;
  • episódios de novas doenças ocupacionais de várias causas.

O Ministério da Saúde desenvolve uma política de ação juntamente com os ministérios do Trabalho e Emprego e da Previdência Social, a PNSST (Política Nacional sobre Saúde e Segurança do Trabalho), sendo algumas de suas diretrizes:

  • prioridade das ações de prevenção sobre as de reparo;
  • estruturar a rede integrada de informações em Saúde do Trabalhador;
  • ampliação das ações, objetivando a inclusão de todos os trabalhadores brasileiros no sistema de proteção e promoção da saúde;
  • harmonia entre as normas e articulação das ações de promoção, proteção e reparação da saúde do trabalhador;
  • reestruturar a formação em Segurança no Trabalho e em Saúde do Trabalhador e incentivo à educação e à capacitação continuada dos colaboradores responsáveis pela operacionalização da política.

Quais as diferenças entre saúde do trabalho e saúde ocupacional?

A saúde do trabalho é uma área da medicina que objetiva a integridade mental e física e o bem-estar do colaborador, procurando entender a relação entre trabalho, produção e saúde. O seu conceito começou a ser utilizado no século XIX, depois da primeira revolução industrial, na Inglaterra.

Já o conceito de saúde ocupacional surgiu mais de um século depois, no pós-guerra. Isso quando a produção industrial voltou a se fortalecer, trazendo novos produtos químicos. Além disso, novos tipos de processos industriais começaram a ser utilizados, aumentando doenças e riscos para os que estavam expostos.

Foi assim que perceberam que somente o tratamento das doenças oriundas do trabalho não era suficiente para a empresa e nem para a vida do trabalhador. Dessa forma, surgiu a saúde ocupacional, que tem como intuito intervir na cultura empresarial e no ambiente de trabalho.

Como é possível promover saúde ocupacional na empresa com a ajuda da assessoria?

Para que a assessoria seja eficaz, é necessária a atenção em alguns pontos. Acompanhe!

Realize a gestão de riscos

A gestão de riscos feita pela assessoria pode ajudar muito a promover a saúde ocupacional, devido ao fato de seu intuito ser identificar os elementos ocupacionais de risco que podem trazer danos à integridade física ou à saúde das pessoas e, em consequência, ao dever da empresa de implementar medidas para evitar que ocorram efeitos indesejados e prejudiciais.

Estimule a realização de exames

Com a assessoria, há o estímulo para a realização dos exames médicos ocupacionais dentro da empresa, sendo ela prevista por lei para assegurar o acompanhamento da saúde do trabalhador. Todavia, não é sempre possível cobrir cada indicador base e apontar o perfil de saúde dos funcionários.

Por esse motivo, é essencial que a organização se preocupe em fazer os exames complementares aos exames ocupacionais, para que seja possível uma identificação mais acurada do perfil da instituição e determinação das melhores estratégias a serem utilizadas.

Foque na ergonomia

Não há uma organização segura e saudável que não considere as questões ergonômicas. A ergonomia é um dos elementos essenciais para um bom ambiente de trabalho. Além de estar relacionada às leis trabalhistas, como as Normas Regulamentadoras, está ligada diretamente à saúde e conforto do funcionário.

Implantação e execução do plano de ação

Com uma análise completa de como a organização está lidando com a saúde ocupacional dos seus trabalhadores, é executado/implementado o plano de ação. Ele é responsável pela criação de um passo a passo para alcançar os resultados estabelecidos, bem como a realização de objetivos e metas.

Ainda, por meio desse estudo, em conjunto com a empresa, são elaboradas estratégias tanto para o bem-estar dos funcionários quanto para os resultados da organização.

Dependendo da maturidade da empresa e da complexidade do plano, existem vários ferramentas a serem utilizadas, por exemplo, o mais simples 5W2H ou, até mesmo, o 3W2H, passando pelo plano de ação com matriz RACI, ainda, com tabelas dinâmicas utilizando uma planilha eletrônica e automatizando algumas análises, cruzando por planos que são compatíveis com a escola oriental como o Hoshin Kanri, entre outros.

Mas, independentemente disso, a assessoria em saúde ocupacional vai auxiliar e acompanhar a execução do plano de ação, ajudando na busca dos melhores resultados e utilizando as melhores ferramentas.

Mensuração e monitoramento dos resultados

Não adianta apenas estudar a empresa, cruzar com o planejamento estratégico e elaborar um plano de ação eficaz, se não houver a mensuração e o monitoramento dos resultados. Caso contrário, você terá apenas ações descritas em um papel sem acompanhamento e muita perda de tempo.

Além de verificar se as ações estão sendo concretizadas (monitoramento), é preciso estudar os seus resultados. Com essa análise, é possível destacar as que deram certo ou não, as que precisam de aperfeiçoamento e as que devem ser abortadas.

Resumindo, agora, quando você se questionar: “saúde ocupacional, o que é?”, já sabe que uma assessoria pode ajudar. Ela realizará um estudo sobre todas as ações necessárias e o que foi executado, apresentará os resultados alcançados e vai propor melhorias. Para isso, é preciso contratar uma empresa que presta o melhor serviço de assessoria em saúde ocupacional, como a Safe.

O seu objetivo é trabalhar a gestão de riscos, isto é, transformar a segurança do trabalho, saúde ocupacional e também o meio ambiente em resultados positivos para sua empresa? Então, entre em contato conosco!

Se quiser saber mais sobre a Safe, visite nosso site no endereço www.safesst.com.br.

Coronavírus: como preparar o local de trabalho adequadamente?

No final de 2019, começaram a aparecer notícias nos telejornais e portais de notícias sobre o novo coronavírus que havia surgido na China. O que no início parecia ser um problema local, em poucos meses se tornou uma pandemia mundial.

Para evitar a disseminação desse vírus, os governos estão recomendando que as empresas que não exercem atividades consideradas como essenciais fechem as suas portas temporariamente. Há ainda a possibilidade de os trabalhadores atuarem em home office, devido à necessidade do distanciamento social.

Conforme o quadro de disseminação do coronavírus diminui, algumas empresas estão retomando os trabalhos, porém, com quadro reduzido de colaboradores. Veja, a seguir, algumas medidas que devem ser tomadas para preparar o local de trabalho adequadamente.

Higienize as máquinas e EPIs

As máquinas, equipamentos, ferramentas, mobiliário e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) devem ser devidamente higienizados antes de serem utilizados pelos colaboradores.

Recomenda-se que tudo seja esterilizado antes de o time entrar no local de trabalho, buscando evitar o contágio com o vírus dentro do ambiente laboral. Assim, todos ganham em qualidade de vida.

Mude determinados processos e rotinas

As rotinas do dia a dia devem ser mudadas para combater o coronavírus. Logo na entrada da empresa, por exemplo, é preciso tomar medidas para evitar aglomerações.

O mesmo vale para os horários de intervalo, como no almoço dos colaboradores. Se a empresa oferece refeições em sua sede, o mais apropriado a fazer é dividir os turnos de trabalho em escalas diferenciadas. Assim, evita-se que muitas pessoas fiquem no restaurante ao mesmo tempo.

Solicite a distância mínima entre os funcionários

Durante toda a jornada de trabalho, é fundamental que os funcionários mantenham uma distância de pelo menos 1,5 m entre eles. Isso é o necessário para que um, não contamine o outro, caso alguém esteja com o novo coronavírus e ainda não apresente sintomas.

Em indústrias, uma boa prática é desenhar marcas do chão, para que todos saibam como se posicionar.

Redobre os cuidados com a limpeza

Os cuidados com a limpeza devem ser redobrados, com o time de higienização passando mais vezes pelo mesmo local durante o dia.

Também é recomendado que se utilize álcool 70% para a higienização dos ambientes, bem como produtos de limpeza que contenham esse componente. Produtos com uma concentração menor de álcool não eliminam o coronavírus.

Distribua materiais para prevenção

A empresa também é responsável por distribuir materiais para prevenção dos colaboradores, como máscaras de proteção, luvas, álcool em gel 70%, entre outros.

Também é preciso que os funcionários sejam orientados sobre como usar esses itens. As máscaras de proteção precisam ser trocadas a cada duas horas, por exemplo.

Conscientize os colaboradores sobre como se prevenir do coronavírus

O setor de comunicação interna precisa criar campanhas de conscientização, para que os colaboradores saibam como se prevenir do coronavírus não apenas na empresa, mas também em suas rotinas pessoais.

Para isso podem ser feitos cartazes, envio de newsletters, promoção de eventos à distância, como webinars com médicos e outros profissionais da saúde etc.

O objetivo dessa ação educativa é evitar afastamentos e também que os colaboradores contaminem os colegas. Todos devem trabalhar juntos para que esse momento de pandemia passe mais facilmente.

Esperamos que nossas dicas tenham sido úteis para que você possa proporcionar mais segurança aos seus colaboradores durante a pandemia de coronavírus. Se cada um fizer a sua parte, superaremos esse momento difícil mais rápido.

Compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema!

Se quiser saber mais sobre a SAFE, visite nosso site acessando o endereço www.safesst.com.br. Caso queira entrar em contato diretamente conosco para saber como podemos ajudá-lo a enfrentar essa situação de forma eficaz e segura, clique aqui.

Panorama rápido sobre a saúde ocupacional no Brasil

Garantir a saúde dos trabalhadores da empresa é uma obrigação de todos, o que inclui o próprio colaborador, o proprietário da empresa e, também, órgãos municipais, estaduais e federais. Isso exige uma série de estratégias, como a realização de exames periódicos, inclusão de atividades de bem-estar na empresa, controle de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho dentro do ambiente organizacional, entre outras.

Esses cuidados são necessários para garantir a saúde ocupacional dos trabalhadores brasileiros. Porém, antes de tudo, é importante que você entenda um pouco do panorama dessa questão no Brasil. Afinal, a perspectiva nacional é um reflexo daquilo que a maioria das empresas do país faz em relação à saúde de seus colaboradores.

Quer saber como está a saúde ocupacional no Brasil? Então, continue a leitura e veja um panorama rápido da situação!

A questão dos acidentes de trabalho

Quando se fala em acidentes de trabalho, o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking mundial. Ou seja, é um dos países com maiores índices de acidentes laborais.

Isso não é uma grande surpresa quando você descobre que, segundo o Observatório de Segurança e Saúde do Trabalho, um acidente acontece a cada 49 segundos, o que totaliza mais de 5 milhões de notificações de acidentes desde 2012 até hoje. Além disso, já foram quase 20 mil mortes registradas devido a acidentes de trabalho desde 2012.

Essa é uma situação extremamente grave, principalmente para os trabalhadores, que colocam as suas vidas e a sua integridade física em risco todos os dias.

As doenças ocupacionais

Outra questão que deve ser observada em relação à saúde ocupacional no Brasil é a incidência de doenças ocupacionais, ou seja, problemas, tanto físicos quanto mentais, que têm relação com a atividade realizada pelo trabalhador.

Em relação às doenças físicas, há indícios de que elas vêm aumentando com o passar do tempo. Segundo o SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), a cada ano há um aumento de 24% no número de notificações.

As doenças ocupacionais estão no terceiro lugar em relação ao número de notificações, sendo superadas apenas pela exposição a material biológico e a acidentes graves ou fatais. Nesse aspecto, LER/DORT (Lesão por Esforço Repetitivo) ocupa primeiro lugar, com mais de 70% das notificações sendo referentes a essa doença.

É importante destacar que as notificações relacionadas ao câncer também têm crescido, com uma taxa de cerca de 40% ao ano.

Transtornos mentais relacionados ao trabalho

Os transtornos mentais relacionados ao trabalho também merecem destaque nesse panorama. Isso porque esse tipo de doença ocupacional, que impacta diretamente a vida profissional e, também, a pessoal dos trabalhadores, está em amplo crescimento.

Nesse aspecto, os transtornos mais comuns, responsáveis por quase 50% das notificações, são relacionados ao estresse grave ou a problemas de adaptação. Eles são seguidos pelos episódios depressivos, que ocupam quase 1/4 dos casos relatados, e pelos transtornos de ansiedade, com 17% das notificações.

A subnotificação como problema

Por fim, é importante esclarecer que, apesar dos números alarmantes em relação à saúde ocupacional no Brasil, ainda há o problema da subnotificação. Isso significa que muitos transtornos e doenças, principalmente de ordem psicológica, não são diagnosticados como tendo relação com o trabalho, apesar de isso acontecer. Além disso, algumas organizações burlam a legislação brasileira e não notificam doenças diagnosticadas ou acidentes de trabalho ocorridos em seu ambiente.

Portanto, se os números são alarmantes, eles poderiam ser piores caso fossem registradas todas as ocorrências. É aí que entra a atuação da sua empresa! Para mudar esse quadro, é essencial que as organizações tomem consciência sobre a relevância desse tema e busquem práticas adequadas de saúde e segurança no trabalho para proteger os seus trabalhadores.

Isso inclui a conscientização do time mas, também, dos gestores e donos das empresas, que precisam revisar as suas culturas organizacionais para evitar o adoecimento dos seus colaboradores e melhorar o cenário da saúde ocupacional no Brasil.

Gostou do artigo? Então aproveite para compartilhar o post nas suas redes sociais e alerte os seus amigos e colegas sobre a importância do cuidado com a saúde ocupacional!

Se você quiser saber mais sobre a SAFE, visite nosso site acessando o endereço www.safesst.com.br. Caso queira entrar em contato diretamente conosco, clique aqui.