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Doença do trabalho e doença profissional: saiba como diferenciar!

Você sabia que existem diferenças entre doença do trabalho e doença profissional? Entender sobre o assunto é muito relevante para os empresários e responsáveis pela segurança do trabalho nas organizações, uma vez que não se tratam de sinônimos, como pode parecer em um primeiro momento.

Assim, é possível reconhecer quais são as patologias que podem acometer os profissionais no ambiente de trabalho. A partir disso, podem ser criados programas para evitar a propagação de doenças como a depressão, por exemplo.

Continue a leitura e entenda mais sobre as diferenças entre doença do trabalho e doença profissional, bem como alguns exemplos de cada uma delas. Assim, você saberá ao que cada um dos termos se refere e como proceder em cada situação.

O que é doença do trabalho?

A doença do trabalho é aquela que tem ligação com o meio em que o trabalhador executa as suas funções. Imagine, por exemplo, um operador de máquinas que trabalha na linha operacional de uma indústria.

Se esse trabalhador executa suas tarefas em um local em que há muito barulho e ruído e, por conta disso, desenvolver uma perda auditiva, ele terá uma doença do trabalho e não uma doença ocupacional.

As doenças do trabalho ainda podem ser classificadas em três categorias. Observe:

  • físicas — patologias causadas por exposição a fatores como o calor, o frio, o barulho, a radiação etc;
  • químicas — patologias causadas por exposição a produtos químicos como tintas, produtos tóxicos etc;
  • biológicas — doenças causadas quando se é exposto a bactérias e vírus na atividade de trabalho.

E a doença profissional, do que se trata?

A doença profissional, por sua vez, está relacionada diretamente com a atividade que o profissional exerce. Nesse caso, vamos imaginar que o operário do exemplo anterior é um soldador.

Se esse profissional desenvolver catarata, terá uma doença profissional, ou seja, uma patologia que tem ligação direta com a atividade profissional que ele exerce.

Alguns exemplos de doença do trabalho e doença profissional.

Para que você compreenda melhor as diferenças entre a doença do trabalho e a doença profissional, vamos ver alguns exemplos práticos.

São consideradas doenças do trabalho, entre outras:

  • surdez ou perda auditiva;
  • cegueira ou perda da visão;
  • LER (Lesão por Esforço Repetitivo);
  • DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho);
  • depressão;
  • doenças causadas por vírus ou bactérias, por conta da exposição a locais insalubres.

Já os principais exemplos de doenças profissionais são os seguintes:

  • dermatose ocupacional;
  • asma ocupacional;
  • síndrome do pânico;
  • cânceres por conta de exposição a produtos químicos;
  • saturnismo (exposição ao chumbo);
  • pneumoconiose;
  • estresse ocupacional;
  • síndrome de Burnout;
  • problemas de visão etc.

É importante salientar que ambos os tipos de doenças podem ser aplicados em casos que caracterizam acidente de trabalho e também possibilitam que o trabalhador receba auxílio-acidente ou aposentadoria por invalidez.

Compreendidas as diferenças entre doença do trabalho e doença profissional? Então agora é só tomar as medidas cabíveis para que nenhuma delas se desenvolva facilmente na sua empresa.

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Trabalho em ambiente frio: descubra aqui os cuidados e riscos associados

Câmaras de congelamento, freezers, locais climatizados para conservar alimentos perecíveis: tudo isso pode oferecer riscos aos trabalhadores. Isso porque eles caracterizam o trabalho em ambiente frio, que é considerado quando a temperatura se mantém abaixo de 10 ºC.

Leia este artigo e entenda como funciona o trabalho em ambiente frio e como garantir a saúde do time!

Quais são os principais problemas do trabalho em ambiente frio?

O maior problema do trabalho em ambiente frio é exatamente a temperatura, uma vez que isso faz com que os vasos sanguíneos se contraiam. Dessa forma, além da perda de calor, há a redução da circulação sanguínea pelo corpo, principalmente nas extremidades.

Isso pode gerar uma série de problemas de saúde e lesões para os colaboradores. Entre eles:

  • urticária;
  • úlcera;
  • congelamento de mãos, pés e face;
  • frostbite (formação de cristais de gelo na epiderme);
  • perniosis (frieiras);
  • hipotermia.

Quais equipamentos de segurança são indicados?

Para proteger os colaboradores, alguns EPIs devem ser utilizados. Em primeiro lugar, é importante proteger o tronco e membros com um uniforme que garanta a manutenção da temperatura corporal.

Luvas e botas também são indicadas, já que evitam o contato direto de mãos e pés com ambiente e produtos frios. Por fim, para proteger o rosto e a cabeça, é indicado o uso de capuz de segurança.

Quais são os cuidados que devem ser tomados durante o trabalho em ambiente frio?

Além dos EPIs, ainda há alguns cuidados que devem ser cuidados no trabalho em ambiente frio.

O tempo de exposição deve ser o mínimo possível, o que significa que o colaborador deve entrar e sair desse ambiente rapidamente. Esse tempo máximo de permanência deve levar em consideração a velocidade do vento dentro do espaço, temperatura média e o tipo de esforço que o colaborador realiza dentro do local.

Também é importante garantir a higiene adequada e deixar todos os locais de fácil acesso, evitando colocar produtos no meio do caminho. Ao sair do ambiente frio, o profissional deve contar com um espaço específico para a troca de roupa e secagem.

Qual a relação entre trabalho em ambiente frio e as normas regulamentadoras?

Quando se fala em ambientes frios, existem duas normas regulamentadores que fornecem instruções de como esse trabalho deve ser conduzido.

A primeira delas é a NR 15, que trata sobre trabalho em condições insalubres. Nesse aspecto, há um anexo que afirma que o trabalho em ambientes frios pode ser considerado insalubre e, caso isso aconteça, é necessário que a empresa siga as instruções da norma.

A outra NR é a de número 36. Ela trata sobre o trabalho em empresas de carne e abate. Devido às características dessa atividade, que geralmente é realizada dentro de câmaras frias e frigoríficos, o trabalho em ambientes frios é comum nesses locais.

Dessa forma, a NR 36 também traz alguns esclarecimentos e cuidados que devem ser adotados nesse aspecto.

Quais as consequências de não tomar os cuidados necessários?

Quando a empresa não toma os devidos cuidados para garantir a saúde dos colaboradores que trabalham em ambientes frios, as consequências podem ser muitas.

Em primeiro lugar, você coloca o seu colaborador em situação de risco, abrindo espaço para que ele desenvolva uma série de problemas de saúde e doenças. Porém, a empresa também sofre com isso.

Você pode ter prejuízos financeiros devido a multas por não seguir as diretrizes das NRs 15 e 36. Além disso, precisa pagar indenizações aos colaboradores e ainda perde um funcionário que poderia ter papel central na manutenção do negócio.

Por fim, o problema aqui também é ético. Afinal, é obrigação da sua empresa fornecer as melhores condições de trabalho possíveis para a sua equipe. Além disso, como empregador, você deve garantir que os profissionais mantenham a saúde física e mental no ambiente da sua companhia.

Portanto, agora que você já sabe quais são os riscos e cuidados que deve ter no trabalho em ambiente frio, comece agora mesmo a introduzir mudanças na empresa. Dessa forma, você garante uma equipe saudável e produtiva!

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RH e saúde ocupacional: entenda esta importante relação

RH e saúde ocupacional são parceiros de uma mesma jornada em prol do bem-estar e da segurança dos colaboradores, assim como de seu melhor desempenho. O setor de pessoal da empresa apresenta importante papel nessa relação, sobretudo como responsável pelas informações necessárias para a adequada gestão da saúde no trabalho.

É necessário, no entanto, conhecer a interface de atuação dessas duas áreas e, desse modo, colher os melhores resultados. Quando sua empresa conta com uma assessoria especializada, esse relacionamento é ainda mais significativo e proveitoso.

Continue com a leitura e entenda essa importante relação entre RH e saúde ocupacional.

Saúde e segurança do trabalho como prioridade

A importância da saúde ocupacional e da segurança do trabalho vem ganhando destaque sistematicamente. Por todo o mundo, o cuidado com a saúde ocupacional dos colaboradores é visto como iniciativa estratégica, uma vez que está relacionado às conquistas de desempenho e produtividade.

Nesse sentido, a equipe de RH tem participação essencial no alcance dos resultados pretendidos. As principais interfaces do setor com as áreas de saúde e de segurança do trabalho serão abordadas a seguir.

Papel do RH nesse contexto

Os profissionais de RH na empresa têm, entre outras, as atribuições de garantir que os cuidados de gestão da saúde e da segurança laboral dos funcionários sejam seguidos. Especificamente, são responsáveis por iniciativas que facilitam e promovem esses cuidados ocupacionais em diversas frentes.

Comunicação mais assertiva

A comunicação é essencial para fazer chegar a cada colaborador os princípios e cuidados em saúde e segurança do trabalho que devem ser adotados. Com esse fim, o RH deve almejar o engajamento de todos os funcionários para o desenvolvimento de uma cultura interna que priorize essas áreas.

Estímulo ao aprimoramento profissional

Os gestores de RH devem considerar as necessidades de treinamento constante para viabilizar o aprimoramento profissional dos trabalhadores. Para isso, devem fomentar a capacitação permanente orientando para os cuidados com a saúde e com a segurança no ambiente de trabalho em todas as atividades.

Informações mais concretas e centralizadas

Cada colaborador é único, embora esteja executando atividades comuns a outros colegas. Mas suas características pessoais fazem com que as desempenhe com mais ou menos facilidade.

Por esse motivo, é essencial poder centralizar as informações a respeito de cada funcionário em um profissional de RH. Isso ajuda a reduzir significativamente as possibilidades de erros ou equívocos quanto aos inúmeros dados e informações, sobretudo quanto à saúde ocupacional de cada um.

Apontamento da necessidade de contratação de ajuda profissional

O setor de RH, pelo conhecimento que detém, deve apontar as áreas da empresa nas quais é recomendável a contratação de profissionais, terceirizando a atividade. Assim, por exemplo, os trabalhos de saúde ocupacional podem ser conduzidos por uma empresa habilitada e contratada para esse fim.

Importância da assessoria especializada

A saúde ocupacional e a segurança do trabalho são áreas cada vez mais especializadas. Desse modo, as medições de risco no ambiente de trabalho e os exames médicos que devem ser realizados, entre outros procedimentos, precisam ser conduzidos por pessoal capacitado e experiente.

Nessa hora, a grande parceira do RH para a sua empresa é a assessoria especializada em saúde ocupacional e segurança do trabalho. Os profissionais experientes podem capacitar, treinar e avaliar todos os trabalhadores, assim como conduzir o monitoramento de saúde ocupacional determinado pela legislação.

Desse modo, além de ficar em dia com as exigências legais, sua empresa vai cuidar da saúde e da segurança de seus colaboradores. Com isso, observa-se, por exemplo, a redução do absenteísmo, o crescimento da autoestima dos funcionários e a melhoria no desempenho.

Assim, fica mais fácil entender a relação entre RH e saúde ocupacional e a importância da adequada integração desses setores da organização.

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Você sabe o que é PPP? Conheça sua importância e as consequências por não tê-lo!

Para que uma empresa seja reconhecida pela retenção de talentos, é primordial que ela priorize a saúde de seus funcionários e promova um ambiente seguro para o trabalho. Nesse sentido, é preciso também contribuir com o registro de situações de risco na previdência social fazendo o preenchimento do Perfil Profissiográfico Previdenciário, ou PPP.

Por isso, separamos neste texto as principais informações para que você saiba o que é PPP e quais seriam as consequências de não cumprir a obrigação de tê-lo. Fique atento aos detalhes e tenha uma boa leitura!

O que é PPP e qual a sua importância?

Trata-se de um relatório em forma de formulário que é imposto pela previdência social e foi estabelecido pela Instrução Normativa INSS/PRES Nº 45, de 06 de agosto de 2010. Nele consta o histórico laboral de cada trabalhador com dados administrativos e registros ambientais. Quanto aos resultados de monitoração biológica de que fala a Instrução Normativa acima, há uma resolução do Conselho Federal de Medicina de número 1715 (Resolução CFM 1715) que em seu Art. 2º  que diz que “É vedado ao médico do Trabalho, sob pena de violação do sigilo médico profissional, disponibilizar, à empresa ou ao empregador equiparado à empresa, as informações exigidas no anexo XV da seção III, “SEÇÃO DE RESULTADOS DE MONITORAÇÃO BIOLÓGICA”, campo 17 e seguintes, do PPP, previstos na IN n.º 99/2003.
Parágrafo único. Fica o médico do Trabalho responsável pelo encaminhamento das informações supradestacadas diretamente à perícia do INSS.”

Os dados administrativos são compostos por informações básicas como nome do colaborador, função que desempenhava e atividades exercidas por ele. Os fatores de risco detalham os perigos a que cada pessoa está exposta, sejam físicos, sejam químicos ou biológicos, assim como as medidas de controle desses fatores adotadas pela empresa.

Já a monitoração biológica consiste no registro dos exames ocupacionais obrigatórios para mensurar a possível perda de capacidade para o trabalho ou agravo à saúde causada pelas atividades laborais.

O preenchimento do Perfil Profissiográfico Previdenciário é importante para assegurar que as empresas estão cumprindo as normas de segurança estabelecidas para os setores em que atuam. Assim, são diminuídas as possibilidades de ações judiciais e os passivos trabalhistas nos quais a empresa pode ser responsabilizada por danos à saúde de um funcionário.

O PPP é imprescindível para comprovação das condições de trabalho à perícia do INSS. Com base nas informações recolhidas, o órgão concederá ou não a uma pessoa os direitos trabalhistas, como o auxílio-doença.

Além disso, esse histórico é importante para os casos em que o trabalhador solicita aposentar precocemente. Por isso, ele deve solicitar o documento a cada demissão para facilitar o andamento do processo da aposentadoria precoce.

Quais as consequências do seu não preenchimento?

A normativa citada determina que a empresa emita o perfil de cada funcionário que deve ser assinado pelo engenheiro de segurança do trabalho, o médico do trabalho ou o responsável legal da corporação.

Quando há o descumprimento dessa regulamentação e o não preenchimento da documentação, ela está sujeita a penalidades estabelecidas por lei. Entre elas, está o pagamento de multa que, de acordo com a gravidade, varia entre R$ 636,17 e R$ 63.617,35.

Outras punições vão desde a suspensão de empréstimos e financiamentos por instituições financeiras oficiais até a revisão da concessão de incentivo fiscal, podendo chegar a cassação da autorização para o funcionamento da empresa no país.

Chegado ao fim deste texto você já sabe o que é o PPP e como ele é importante para o funcionamento da sua empresa. Com ele é possível comprovar o cumprimento de normas de segurança, além de assegurar aos seus colaboradores os direitos trabalhistas.

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Qualidade de vida no trabalho. 4 boas práticas para promovê-la!

A preocupação com a qualidade de vida no trabalho, também chamada de QVT, surgiu na década de 1960. Isso foi motivado pelas longas jornadas de trabalho e a pressão para a alta produtividade que passaram a influenciar negativamente o trabalhador. De fato, o surgimento de doenças ocupacionais é muito prejudicial para os resultados da empresa, mas esse não é o único fator.

Esse conceito se relaciona a todas as ações promovidas por uma empresa para que seus colaboradores se sintam seguros e motivados a melhorar profissionalmente, sem deixarem de lado os outros aspectos da vida.

A manutenção dessa ferramenta melhora a produtividade por consequência da redução da rotatividade de pessoal, ou turnover. Para que a sua empresa se beneficie da qualidade de vida no trabalho, separamos 4, dentre as melhores práticas, que favorecerão os seus colaboradores.

1. Autogestão

Também chamada de gestão horizontal, essa é uma prática que visa tornar os funcionários mais cientes do próprio trabalho e capazes de tomar decisões mais apropriadas. Isso se dá por meio da diminuição de hierarquia e estabelecimento de regras coletivas.

Ao contrário do que se pensa, isso não significa que deixem de existir líderes, mas que surjam diferentes lideranças para diferentes situações. Essa autonomia faz com que cada pessoa consiga desenvolver melhor as próprias habilidades e melhorar os pontos fracos. Assim, o nível geral de satisfação aumenta e o surgimento de doenças psicossomáticas , ou seja doenças resultantes de um desgaste mental, é muito diminuído.

2. Acompanhamento dos indicadores de desempenho

Os indicadores de desempenho são aqueles que apontam como cada setor está desempenhando suas atividades. Eles são importantes para o monitoramento da produtividade e o cumprimento de metas, já que é possível descobrir pontualmente onde é necessário fazer algum ajuste.

A comparação de indicadores permite identificar como cada técnica de gestão atuou sobre as equipes. Dessa forma, é possível otimizar o andamento da rotina de trabalho, contribuindo para melhorar a qualidade do ambiente laboral.

3. Gamificação

O termo gamificação vem do termo inglês gamification e é uma técnica que aplica elementos da mecânica e do design de jogos em setores como educação, saúde e negócios. Dentro de uma empresa, é possível utilizar essa prática por meio do estímulo à competitividade inerente ao ser humano, de forma saudável.

Assim, os funcionários recebem pontuações referentes ao desempenho de atividades e, de acordo com a sua classificação, podem concorrer a medalhas e prêmios. Isso estimula o engajamento das equipes e o cumprimento de metas. Também, cada pessoa passa a estar focada em melhorar individualmente, resultando no aperfeiçoamento coletivo.

4. Manutenção de pausas

Para evitar as doenças laborais e, por consequência, diminuir muito os passivos trabalhistas, são imprescindíveis os intervalos entre as horas trabalhadas. As pausas são importantes para que os funcionários possam descansar e se alimentar adequadamente.

Além disso, a quebra da repetição das atividades torna o trabalho menos desgastante e maçante. O descanso também é importante para diminuir o risco de erros já que, após a pausa, o foco é renovado.

Agora, você já sabe como a qualidade de vida é vantajosa para o sucesso de um negócio e quais são algumas das melhores práticas para aplicar na sua empresa. Lembre-se de que a saúde e o bem-estar da equipe de colaboradores influencia diretamente na produtividade.

Então, qual a sua opinião sobre qualidade de vida no trabalho? Deixe seu comentário abaixo, estamos ansiosos para saber o que você pensa!

Abuso de álcool e drogas: entenda o que é um PPAAD e como desenvolvê-lo na sua empresa

Os Programas de Prevenção ao Abuso de Álcool e Drogas (PPAADs) são adotados por empresas que desejam evitar o consumo de substâncias psicoativas em situações profissionais e identificar e intervir precocemente em situações de risco.

Eles também têm a finalidade de auxiliar o tratamento da dependência química e levar informação aos trabalhadores. Com isso, é possível reduzir acidentes de trabalho, diminuir o custeio de saúde e melhorar a imagem da empresa no mercado.

Neste post, veremos como desenvolver e implementar um PPAAD. Vamos lá?

Como desenvolver Programas de Prevenção ao Abuso de Álcool e Drogas (PPAADs)?

Os Programas de Prevenção ao Abuso de Álcool e Drogas no local de trabalho são, na maioria das vezes, compostos de múltiplas fases. Entre elas podemos citar:

  • as políticas de intervenção;
  • o aconselhamento; e
  • o encaminhamento para tratamento.​

Os métodos podem incluir:

  • áudios;
  • discussões em grupo;
  • discussões;
  • dramatizações;
  • mensagens eletrônicas;
  • mensagens em demonstrativos de pagamentos;
  • palestras;
  • panfletos;
  • pôsteres; e
  • vídeos.

Um bom programa de prevenção é desenvolvido com a participação de todas as partes interessadas, tais como empregador, gerência e funcionários. Também é imprescindível possuir comunicação transparente e garantia de confidencialidade para os funcionários.

Quais são os benefícios de implementar um PPAAD?

Implementar ações preventivas no ambiente de trabalho concretiza a função social da empresa. Afinal, essa atitude demonstra a possibilidade de prevenção ao abuso de álcool e drogas junto com a sociedade e proporciona a saúde e a segurança do trabalhador.

Alguns dos pontos mais positivos para os trabalhadores estão:

  • a obtenção de informações adequadas sobre as drogas e os seus efeitos;
  • a cooperação em ações de promoção da saúde e segurança no trabalho; e
  • a possibilidade de reflexão e de auxílio profissional para mudança do estilo de vida.

Além de suscitar reflexões relacionadas ao assunto, esses programas trazem vantagens como a diminuição dos acidentes de trabalhos, a redução de custos relacionados à saúde e à segurança e o maior comprometimento dos trabalhadores — e o consequente aumento da produtividade.

O que pode e o que deve ser feito ao identificar um colaborador com esse problema?

As pessoas com problema de abuso de álcool e/ou de drogas devem contar com aconselhamento, tratamento e assistência no retorno ao trabalho.

Uma dúvida comum é se é possível demitir um funcionário quando diagnosticado o seu envolvimento com as drogas. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) autoriza a rescisão do contrato de trabalho por justa causa em caso de embriaguez habitual ou em serviço.

No entanto, o Judiciário reconhece o alcoolismo e o consumo pesado de outras drogas como doença, e por isso eles carecem de tratamento. Assim sendo, é recomendado à empresa o encaminhamento desse empregado para serviços especializados.

É essencial levar em consideração que Programas de Prevenção ao Abuso de Álcool e Drogas precisam ser direcionados ao conjunto de trabalhadores com o propósito de mantê-los saudáveis.

Você ainda tem alguma dúvida sobre Programas de Prevenção ao Abuso de Álcool e Drogas? Quer saber como podemos ajudar? Então entre em contato conosco para ter mais informações!

Exame toxicológico. Quando e quem deve fazer?

A legislação brasileira tornou obrigatória a realização do exame toxicológico para motoristas e definiu o órgão responsável pela fiscalização de seu cumprimento. Isso exige maior cuidado das empresas na hora de contratar ou de dispensar um colaborador.

Além disso, introduz alguns procedimentos nas rotinas que, por um lado trazem mais responsabilidades para as organizações, mas por outro, mais segurança. O custo das análises fica com a respectiva empresa nos casos de contratação ou demissão.

Continue neste post e saiba quando deve ser feito o exame toxicológico.

O que é o exame toxicológico?

Conhecido como exame toxicológico de larga janela de detecção, trata-se de uma avaliação laboratorial capaz de detectar substâncias psicoativas (“drogas”) no organismo. É considerado de larga detecção por apresentar um alcance bem mais longo que os tradicionais exames de urina e de sangue.

Isso significa que o consumo de uma substância proibida, mesmo que muitas semanas antes do exame, ainda pode ser detectado. Apesar desse alcance, o exame em si é muito simples, indolor e não requer qualquer preparo.

Para fins de pesquisa em motoristas, é preciso certificar-se de que o laboratório que fará a análise é credenciado junto ao Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN). Ao mesmo tempo, deve-se encontrar uma clínica parceira do laboratório escolhido, onde será feita a coleta no motorista.

A pesquisa se fará sobre cabelo e unha coletados na clínica, embalados e encaminhados para o laboratório. No exame, pode ser detectado o consumo de maconha, cocaína, anfetaminas, metanfetaminas, ecstasy, heroína ou outras substâncias.

Qual a sua importância?

O primeiro aspecto a ser considerado é a obrigatoriedade do exame. Além de encaminhar seus motoristas para o cumprimento das previsões legais, os resultados do exame devem ser lançados no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). Para a empresa, portanto, trata-se do cumprimento de previsão legal, sem a qual se submete a autuação e multa.

Também é de grande importância para a organização a certeza de estar contratando profissionais livres do vício de consumo de entorpecentes. A responsabilidade exigida de motoristas no exercício de suas funções é pura prevenção de riscos e requer essa segurança para o empregador e para os usuários de transporte coletivo.

Por sua vez, a existência do exame torna-se inibidora do consumo para aqueles que nunca fizeram uso de psicoativos. Assim, constitui um fator a mais para reduzir a incidência de novos usuários entre os profissionais.

Apesar da importância do exame toxicológico para a segurança do trabalho, deve ser tratado fora do âmbito das normas de segurança.

O que ocorre se o exame não for feito?

As empresas devem lançar no site do CAGED, mensalmente, até o dia 7, os dados referentes às admissões e demissões ocorridas no mês anterior. Junto a esses lançamentos devem ser informados os exames toxicológicos realizados.

Os sistemas de controle do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio do próprio CAGED, verificam rotineiramente esses lançamentos. Havendo atraso, ocorre aplicação de multa automática, cujo valor (por trabalhador não informado) varia em função do tempo de atraso:

  • até 30 dias: R$4,47;
  • de 31 a 60 dias: R$6,70;
  • acima de 60 dias: R$13,40.

Quem deve fazer e quando deve ser feito o exame?

Para a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) das categorias C, D e E o exame toxicológico deve ser realizado antes de sua emissão, assim como na renovação. Portanto, o motorista interessado deve providenciar o exame para o andamento do processo de habilitação.

Nesse sentido, estão obrigados a realizar o exame os motoristas profissionais (Portaria MTE No 945/2017) que operam:

  • veículos de pequeno e médio porte;
  • ônibus urbanos, metropolitanos e rodoviários;
  • veículos de cargas em geral.

No caso de empresas contratantes, também existe a obrigatoriedade de que os motoristas sejam examinados na admissão e na dispensa do profissional. Nesses casos, as despesas são por conta do empregador. Considere que todo investimento em saúde e segurança pode trazer bons reflexos financeiros. Com isso você já conhece melhor o exame toxicológico e quando deve ser feito.

Gostou deste post? Conheça agora as doenças do trabalho que provocam invalidez e esteja cada vez melhor informado.

Entenda como é feita a avaliação ergonômica nas empresas

As diversas condições do ambiente de trabalho, onde opera o funcionário, podem afetá-lo de diferentes maneiras. Os possíveis efeitos provocados pelas posturas adotadas na execução de tarefas, entre outras condições, são levantados e analisados em uma avaliação ergonômica.

Do mesmo modo, condições laborais que influem no bem-estar psicológico e moral do colaborador também são consideradas na análise. Mas como é feita essa avaliação?

Continue neste post e entenda de que forma é realizada uma  avaliação ergonômica.

O que é avaliação ergonômica?

A avaliação ergonômica do trabalho é um estudo previsto na Norma Regulamentadora No 17 (NR-17), do Ministério do Trabalho e Emprego. Trata-se, sobretudo, de avaliar a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas do funcionário.

Na prática, é executada uma análise do local de trabalho e da forma como as atividades são desenvolvidas. O objetivo é verificar se existem instalações, posturas, procedimentos ou qualquer outra variável do ambiente de trabalho que represente risco de dano físico, psicológico ou moral para o funcionário.

Qual a sua importância?

A avaliação ergonômica do trabalho importa, em especial, para a garantia da qualidade de vida do colaborador. Nesse sentido, é capaz de identificar situações de desconforto e de ausência de bem-estar, assim como evitar acidentes que resultam da constância de condições inadequadas.

O melhor resultado que se pode esperar da realização de uma avaliação é a adequação corretiva do ambiente de trabalho e dos respectivos procedimentos adotados. Com isso, as condições inadequadas são corrigidas, investindo-se em conforto e na segurança.

Como é feita?

A elaboração de uma avaliação ergonômica requer um convívio direto com o ambiente de trabalho, a fim de colher registros das diversas situações envolvidas e dos comportamentos adotados pelos trabalhadores. Desse modo, podem ser necessários alguns dias de observações.

Para fins de elaboração de uma avaliação ergonômica, podem ser seguidas algumas metodologias existentes e adotadas em vários países. De modo geral, no entanto, pode-se considerar que 3 fases constituem o trabalho avaliativo.

Análise ergonômica da demanda e da tarefa

Esta é uma etapa primordial, uma vez que nela se busca a compreensão dos motivos que levaram à necessidade da avaliação. Na verdade, o ambiente de trabalho é avaliado juntamente com a tarefa desenvolvida.

Assim, são analisadas as condições dos ambientes físicos envolvidos e também as condições posturais do funcionário durante a execução das tarefas que lhe são atribuídas. Nesse sentido, são apreciados o ritmo, o método, os equipamentos utilizados, as posturas adotadas, entre outros.

Análise dos aspectos psicológicos

Nesta etapa, verifica-se a existência de alguma variável do ambiente de trabalho que por sua natureza possa prejudicar a condição mental e moral do funcionário.

Análise ergonômica das atividades

Esta terceira etapa da avaliação é constituída pela observação dos comportamentos dos trabalhadores durante a execução de uma determinada tarefa. Assim, ao se observar como trabalham, podem ser registradas influências externas e internas na maneira de operar.

Agora você já sabe como é feita uma avaliação ergonômica nas empresas.

Se gostou deste post, entre em contato conosco e saiba tudo o que precisa sobre saúde e segurança do trabalho.

Doenças do trabalho que provocam invalidez: conheça algumas delas!

As doenças do trabalho que provocam invalidez constituem um tema específico dentro da legislação brasileira, em especial a Lei No 8.213/91, que trata da aposentadoria por incapacidade. Assim, tem direito ao benefício quem “for considerado incapaz e insusceptível de reabilitação para o exercício de atividade que lhe garanta a subsistência”.

Em geral, ao ficar incapacitado para o trabalho exercido, a pessoa passa a receber inicialmente o auxílio-doença. Permanecendo a condição incapacitante, mesmo para outro tipo de trabalho, será concedida a aposentadoria por invalidez. Essa condição deve ser comprovada em perícia médica.

Entre as doenças que podem conduzir à condição de invalidez, algumas são doenças do trabalho, ou seja, provocadas por riscos ocupacionais exercido pelo profissional. Neste post, você vai conhecer algumas das principais delas.

Silicose

A silicose é uma doença pulmonar, provocada pela inalação do pó de sílica, que pode ser fatal. Ela acomete principalmente pessoas que operam com o corte de determinadas rochas, como arenito e granito, além de oleiros, trabalhadores de minerações, de fundições e fabricantes de sabões abrasivos, entre outros.

A sílica inalada se deposita no revestimento dos pulmões, agredindo as células e formando uma fibrose (tecido cicatricial) que impede a passagem do oxigênio. A intensidade da doença depende do tempo de exposição e da quantidade inalada ao longo de meses ou anos de trabalho. Para evitar a silicose, é indispensável o uso do EPI (Equipamento de Proteção Individual) específico.

Os sintomas provocados pela silicose são progressivos, isto é, vão se intensificando com o passar do tempo de exposição. Entre eles, destacam-se:

  • redução da capacidade respiratória;
  • tosse intensa;
  • fraqueza;
  • dores no peito;
  • perda de peso.

Asbestose

Muito parecida com a anterior, a asbestose é provocada pela inalação do pó de asbesto (amianto), acometendo os trabalhadores dessa indústria. O dano provocado nos pulmões, assim como os sintomas, são os mesmos da silicose. Tanto esta como a asbestose podem levar ao câncer de pulmão.

Por essa razão, alguns estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco possuem leis que impedem a utilização do asbesto. Muito recentemente (2017), o Supremo Tribunal Federal proibiu, em julgamento definitivo, a extração, a industrialização e a comercialização do produto em qualquer estado do país, porém ainda há dúvidas sobre a constitucionalidade da decisão.

Antracose pulmonar

A antracose pulmonar é outra doença resultante da inalação de partículas que, neste caso, provém de carvão ou outras poeiras. O tabagismo costuma ser um sério agravante para a doença.

O material inalado se aloja no sistema respiratório, podendo passar despercebido ao longo do tempo. No entanto, havendo exposição excessiva, podem ser observadas as mesmas condições e sintomas relatados para ocorrência de silicose e asbestose.

Catarata ocular

A catarata ocular se caracteriza pela perda progressiva da transparência do cristalino (lente natural do olho). Existem diversos tipos de catarata, com causas também diversas.

Entre as origens da doença, predomina o envelhecimento natural, mas existe um tipo de catarata, conhecida como subcapsular anterior, que pode ter origem ocupacional. A catarata subcapsular anterior é provocado pela exposição excessiva ao calor, comum em determinadas atividades como a produção de vidros.

Contaminação por radiação

A contaminação por radiação ocorre quando a pessoa é exposta em razão de operacão incorreta ou acidente com material radioativo. A possibilidade de dano depende, principalmente, do tempo de exposição e da intensidade da radiação, além da parte do corpo atingida e do intervalo entre as exposições.

Operadores de gerador de radiação ionizante, de gamagrafia e de radionuclídeos, entre outros, podem se expor a diferentes intensidades periodicamente. Nesses casos, o efeito mais comumente diagnosticado no organismo é o desenvolvimento de câncer. Outros sintomas da radiação podem ser a queda de cabelo, a radiodermite (lesão de pele) e queimaduras.

Agora que você já conhece algumas das principais doenças do trabalho que provocam invalidez, que tal conferir algumas dicas de saúde para evitar males? Entenda aqui a importância da ergonomia no ambiente de trabalho!

Passivos trabalhistas na empresa, como reduzi-los? Saiba agora!

Passivo trabalhista é um dos pesadelos mais temidos pelos gestores empresariais — e com toda a razão, já que geram prejuízos significativos que impactam negativamente as reservas financeiras e podem comprometer a sustentabilidade do negócio. Isso sem falar nos danos à imagem da empresa!

O passivo trabalhista é composto pela soma das dívidas do empregador, decorrentes de multas e condenações judiciais em razão de fiscalizações do Ministério do Trabalho e Emprego, do Ministério Público do Trabalho ou do INSS, e de reclamações trabalhistas.

Neste post vamos dar dicas importantes para evitar ou reduzir os passivos trabalhistas das organizações que se preocupam com o seu futuro e, sobretudo, com o bem-estar dos seus colaboradores. Acompanhe!

Conhecer a legislação trabalhista e seus riscos

Para reduzir os passivos trabalhistas é necessário identificar todas as normas legais aplicáveis ao seu negócio e os perigos e riscos operacionais inerentes — doenças ocupacionais, insalubridade, riscos químicos, etc. —, e determinar os controles adequados ao seu tratamento.

Uma boa gestão legal e de riscos pode gerar resultados institucionais, operacionais e financeiros favoráveis para a organização.

Estreitar o relacionamento do RH com o setor jurídico

O RH deve ser orientado minuciosamente pelo setor jurídico quanto aos requisitos legais a serem cumpridos. Sabia que muitas causas trabalhistas são perdidas porque o RH não registrou e/ou manteve a guarda adequada das informações?

Quanto mais organizadas e controladas estiverem as provas documentais da conduta da empresa, mais fácil será comprovar os fatos e evitar passivos trabalhistas.

Controlar rigorosamente os compromissos do setor jurídico

É muito frequente a perda de causas trabalhistas por falta de cumprimento de prazos para a apresentação de documentos e até mesmo pelo não comparecimento dos advogados, prepostos ou das testemunhas em audiências marcadas.

Idealmente, deve haver um controle rígido dos compromissos do setor jurídico em sistema informatizado, que emita relatórios e alertas de compromissos com antecedência para evitar passivos.

Integrar segurança do trabalho e saúde ocupacional

As normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho designam muitas obrigações para o empregador em relação à segurança do trabalho e à saúde ocupacional. Isso gera uma série de ações e controles, tais como exames médicos, treinamentos, ergonomia etc.

Integrar, monitorar e analisar os dados de segurança do trabalho e de saúde ocupacional é uma boa prática para provocar melhorias em processos operacionais, visando a prevenção e diminuição das doenças ocupacionais, dos acidentes e dos passivos.

Fazer auditorias de conformidade legal

Investir em auditorias de conformidade legal — interna ou externa — com profissionais capacitados e conhecedores de todas as obrigações trabalhistas incidentes na empresa é imprescindível para detectar e corrigir problemas antes que eles se convertam em passivos trabalhistas.

Contar com assistência técnica

Em perícias, é imprescindível contar com um especialista para prestar assistência técnica. A contratação de uma empresa experiente, com bons índices de sucesso em perícias e outras ações de defesas trabalhistas gera grande economia financeira e proteção da imagem da sua organização.

Entender bem o contexto legal trabalhista do seu negócio, cumprir com as obrigações legais e, sobretudo, agir preventivamente é o melhor caminho para reduzir passivos trabalhistas. Essa conduta torna as relações trabalhistas justas tanto para o empregador quanto para o empregado.

Entendeu como reduzir os passivos trabalhistas da sua empresa? Restou alguma dúvida sobre o assunto? Deixe um comentário ou entre em contato conosco – contato@safesst.com.br.