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Segurança do trabalho

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Afinal, quais os custos dos acidentes de trabalho para as empresas?

Os custos dos acidentes de trabalho no Brasil ultrapassam R$ 100 bilhões ao ano, segundo estimativas de estudo da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), ligada à Universidade de São Paulo (USP). Na mesma proporção das despesas, também é alarmante a quantidade de problemas desse tipo.

Segundo Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho do Ministério Público do Trabalho (MPT), o país somou 4,26 milhões de acidentes dessa categoria em um período de cinco anos. O órgão aponta também que, nesse mesmo intervalo, a Previdência Social arcou com R$ 26,2 bilhões em benefícios como pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente e aposentadoria por invalidez.

Em média, são desembolsados cerca de R$ 10 bilhões ao ano por causa desses imprevistos, de acordo com Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT).

Quer saber mais sobre os custos dos acidentes de trabalho e seus reflexos para a gestão estratégica? Então veja dicas importantes neste post!

Entenda como a segurança do trabalho ajuda a reduzir despesas

Independentemente do valor exato despendido em cada organização, é inegável que os acidentes implicam mais despesas para as companhias. Muitas vezes, esses gastos não estão completamente perceptíveis.

Por exemplo: um acidente de trabalho, além das indenizações legais trabalhistas, pode acabar em um processo judicial. Nesse cenário, a quantia a ser desembolsada pode alcançar níveis astronômicos, dependendo das consequências para o funcionário afetado.

Na contramão disso, as empresas que aplicam recursos em medidas de prevenção de ponta conseguem minimizar as chances de acidentes. Como consequência, também caem as ameaças de conflitos jurídicos.

É preciso pôr também nessa conta as somas com o que a empresa deixa de ganhar. Afinal, se a companhia interromper a produção para socorrer um colaborador, essa parada também terá um preço.

Em outras palavras, os investimentos em segurança preventiva são muito pequenos quando comparados aos custos dos acidentes de trabalho.

Saiba a diferença entre gastos diretos e indiretos

Muitos gestores estão preocupados com o desempenho da concorrência e também com a necessidade de restringir os gastos corporativos. Nesse sentido, ficar atento às regulamentações pode significar uma excelente sobra no caixa da empresa.

Para realmente estimar quanto a sua companhia perde em custos dos acidentes de trabalho, divida essas despesas em duas categorias: diretas e indiretas.

Vamos a exemplos práticos?

Custos diretos

Aqui, devem entrar as despesas médicas e odontológicas, inclusive eventuais internações hospitalares. Não se esqueça de que possíveis cirurgias também são capazes de engrossar essa quantia.

Se houver alguma redução na capacidade de trabalho do funcionário, ele terá que receber um auxílio-acidente. Isso sem contar os gastos com o seguro.

Custos indiretos

Pode ser preciso contratar outro profissional por determinado período. Para cobrir um acidentado afastado, a organização terá que substituí-lo ou pagar horas extras para os atuais funcionários.

É bom também lembrar de eventuais danos a máquinas e equipamentos. Se o acidente ocorrer em razão de negligências ou irregularidades, haverá ainda gastos com multas. Por essa razão, nada compensa a falta de investimentos na prevenção de riscos.

Conheça algumas medidas de precaução

A rotina de trabalho, principalmente quando envolve riscos de acidentes, precisa ser muito bem organizada e disciplinada. Os colaboradores têm de saber antecipadamente quais são as ameaças presentes em seus ambientes profissionais.

Segundo o MPT, mais de 90% dos acidentes de trabalho poderiam ter sido evitados com ações planejadas. Veja algumas providências cruciais:

  • ambiente em ordem — um pacote fora do lugar, deixado no chão, por exemplo, pode causar quedas graves;
  • uso adequado de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) — luvas, óculos, botas e afins devem estar em boas condições e serem utilizados do jeito correto;
  • manutenção de máquinas — faça a revisão nos períodos indicados pelos fabricantes;
  • planos de gestão de risco — elabore um programa minucioso para lidar com as chances de acidentes em toda a fábrica; é possível terceirizar esse estudo.

Os custos dos acidentes de trabalho, portanto, não são fáceis de serem calculados. De qualquer forma, é inegável o quanto eles atrapalham a rotina produtiva e os resultados financeiros. Com um bom investimento em segurança do trabalho, você diminui sensivelmente esse tipo de gasto.

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Consultoria técnica: entenda o que é e quais os seus benefícios

Você já pensou em contar com uma consultoria técnica como aliada da sua empresa? Sabe quais atividades são realizadas e como funciona o processo?

Se você quer melhorar os seus processos internos do negócio e ainda otimizar o trabalho dos colaboradores, gerando mais e melhores resultados, a consultoria técnica pode ser a melhor solução para a sua empresa.

Descubra agora o que é esse processo e quais os benefícios de realizá-lo na sua empresa!

O que é uma consultoria técnica?

A consultoria técnica é um serviço prestado por empresas especializadas, com o objetivo de diagnosticar a situação atual da sua empresa e auxiliar o negócio a melhorar e se regularizar a partir das exigências legais.

Existem consultorias em diversas áreas e o processo consiste, portanto, na contratação de uma empresa externa, com profissionais altamente qualificados e especializados, que trabalham como suporte da sua empresa no setor desejado.

Além disso, há consultorias técnicas que têm o foco em certificações específicas — como as ISOs. Dessa forma, elas auxiliam as empresas a se organizarem e atingirem um nível de excelência para as auditorias de certificação.

Qual a importância de uma consultoria técnica para a sua empresa?

Existem vários benefícios associados à contratação de uma consultoria técnica para a sua empresa. Em primeiro lugar, as empresas que oferecem esse tipo de serviço contam com profissionais altamente especializados. Isso significa que eles têm acesso aos melhores processos do mercado em relação à área de consultoria da empresa.

Além disso, por trabalharem com várias empresas, possibilitam que você realize benchmarking com outras organizações que passam por situações semelhantes à sua. Isso permite que você melhore as suas atividades e o ambiente da sua empresa, fazendo uso de informações trocadas por negócios que já implementaram novos processos.

Por fim, contar com uma consultoria é uma ótima forma de otimizar os processos da sua empresa, aumentando a eficiência e produtividade do time. Também é a melhor forma de se preparar para auditorias externas e de certificação, uma vez que você conta com o apoio de profissionais que já têm experiência nesse tipo de processo para ajustar o seu negócio às exigências.

Como é a consultoria técnica oferecida pela SAFE?

A SAFE é uma empresa que oferece consultoria técnica em assuntos relacionados à Saúde dos colaboradores, Segurança do Trabalho e Meio Ambiente. Nesse aspecto, a empresa auxilia na melhoria das condições de trabalho do seu negócio, diagnóstico do ambiente ocupacional e cumprimento das exigências legais relacionadas a esses assuntos.

A consultoria técnica da SAFE também ajuda a sua empresa a implementar o eSocial, exigência do governo em relação aos procedimentos de Saúde e Segurança do Trabalho. Além disso, a SAFE ainda pode preparar o seu negócio para as auditorias externas das certificações ISO 14000 e ISO 18000.

A consultoria técnica é uma ótima forma de melhorar os processos internos da empresa. Quando se fala em saúde e segurança do trabalho ela se torna ainda mais importante. Isso porque permite que você preserve a saúde física e mental dos colaboradores com excelência e ainda ajuda a eliminar os riscos ambientais e regularizar a empresa de acordo com a legislação.

Portanto, entre em contato com a SAFE agora mesmo e descubra todas as soluções que temos para oferecer!

Quer saber mais sobre a SAFE, então visite nosso site.

Saiba quais são as principais diferenças entre PPRA e LTCAT

Todo empregador assume o compromisso legal e ético de garantir a saúde e a integridade física dos seus colaboradores. Para isso, há uma série de exigências que devem ser cumpridas, o que inclui o PPRA e o LTCAT.

Mas você sabe qual a finalidade de cada um desses documentos? Entende as diferenças entre eles e quando cada um pode ser exigido? Se não, está na hora de descobrir!

Leia este artigo e entenda o que é e quais as principais diferenças entre o PPRA e o LTCAT.

Afinal, o que é o PPRA?

PPRA é uma sigla para Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. Como o próprio nome já indica, ele consiste em uma um programa completo — o que inclui diagnóstico da empresa, plano de ação, metas e cronograma de implementação — para a redução dos riscos que o ambiente de trabalho oferece aos colaboradores.

Ele é regulamentado pela NR-9 e deve ser elaborado por um profissional responsável, nomeado pela própria empresa, mas não há uma exigência de forma específica para esse profissional.

No PPRA constam todos os riscos ambientais que a empresa oferece à equipe durante a execução do processo produtivo. Além disso, também são estabelecidas ações que devem ser tomadas ao longo do tempo para neutralizar ou reduzir esses riscos, de forma a proteger a integridade física e mental dos colaboradores.

Ele também conta com um cronograma estruturado para que as ações sejam realizadas e indicadores específicos que, quando monitorados, mostram se os riscos foram ou não neutralizados.

E o LTCAT, o que é?

Já o LTCAT é a sigla para Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho. Portanto, ele consiste em um documento que registra todas as características relacionadas ao ambiente de trabalho da sua empresa, incluindo os riscos e agentes nocivos aos quais os colaboradores podem estar expostos.

Ele está descrito no artigo 247 da Instrução Normativa INSS/PRES 45/2010 e é exigido de todas as empresas que empregam trabalhadores. Ele só pode ser elaborado por um engenheiro de segurança do trabalho ou médico do trabalho, devidamente capacitado para isso.

O LTCAT consiste, portanto, em um documento que faz um retrato da situação atual da empresa, sendo que uma de suas finalidades é indicar a necessidade ou não de aposentadoria especial para os trabalhadores no futuro. Ele deve ser guardado por tempo indeterminado e, sempre que houver alterações no ambiente de trabalho, o laudo deve ser atualizado ou elaborado novamente.

Quais as principais diferenças entre o PPRA e o LTCAT?

Portanto, como você já deve ter percebido, existe uma série de diferenças entre o PPRA e o LTCAT. O primeiro consiste em uma forma de prevenção de problemas de saúde para os trabalhadores, sendo uma diretriz sobre as ações a serem tomadas pela empresa. Já o segundo está mais relacionado aos direitos do colaborador, sendo um documento que registra as informações sobre o ambiente de trabalho da empresa no momento atual.

As normas que os regulamentam também são diferentes, uma vez que o PPRA é descrito por uma NR e o LTCAT é uma exigência do setor de Previdência Social.

Portanto, o PPRA está diretamente relacionado com a área de prevenção no que se refere à medicina e segurança do trabalho. Por outro lado, o LTCAT é um documento que apenas registra as informações da empresa, não indicando formas de melhorar as condições de trabalho da equipe.

Apesar de serem documentos diferentes, PPRA e LTCAT são essenciais para a sua empresa. Para elaborá-los de forma correta, é importante contar com uma consultoria especializada como aliada. Dessa forma, você garante que o negócio esteja sempre em dia com as obrigações trabalhistas relacionadas à saúde da sua equipe!

Quer saber mais sobre esses documentos? Então leia nosso outro artigo e descubra mais detalhes sobre LTCAT e por que a sua empresa precisa dele!

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Aprenda o que é CAT e como proceder com sua emissão

CAT, sigla para Comunicação de Acidente de Trabalho, é um registro utilizado pelo governo e por órgãos fiscalizadores para informar acidentes ocorridos no ambiente laboral. Ter conhecimento desse registro é essencial para qualquer empresa que se preocupa com a segurança dos colaboradores.

De 2012 a 2017, foram contabilizadas quase 4 milhões de ocorrências. Porém, muitas empresas não sabem o que é CAT ou ignoram a obrigatoriedade de emissão desse documento. Como resultado, estão sujeitas a diversas consequências negativas.

Para não cometer erros no processo, conheça todas as características desse registro e aprenda a fazer a emissão.

Quais são os tipos de CAT?

Depois de entender o que é CAT, é importante compreender quais são os tipos existentes. Em primeiro lugar, há uma diferenciação em relação à ocorrência.

A comunicação de acidentes de trabalho ou de trajeto inclui lesões causadas no exercício das atividades ou no caminho para a empresa. Elas podem levar à perda de função temporária ou definitiva e, em casos extremos, ao óbito.

Já a CAT de doença ocupacional remete a condições de saúde desenvolvidas pela execução das atividades laborais. Há, ainda, três tipos, em relação ao momento de abertura. São eles:

  • inicial: primeira comunicação realizada, assim que acontece o acidente ou que a doença é diagnosticada;
  • de reabertura: necessária quando há um agravamento da lesão ou a necessidade de estender o período de afastamento;
  • de comunicação de óbito: usada para informar sobre o falecimento decorrente de doença profissional ou de acidente.

Quem deve realizar a emissão?

Por lei, a obrigação de emissão da CAT é da empresa, a partir dos documentos do funcionário. No entanto, muitos empreendimentos se omitem quanto a essa questão. Então, o trabalhador pode realizar a tarefa — ou, se for o caso, os dependentes, a entidade sindical ou mesmo os médicos e as autoridades competentes podem fazer a comunicação.

Quando ela deve ser emitida?

O prazo para a emissão é de até 24 horas após a situação, em caso de acidentes ou diagnóstico de doenças. A CAT é obrigatória mesmo quando não houver afastamento ou quando o quadro não parecer grave.

Para cenários de óbito, a emissão do documento deve ocorrer de maneira imediata. A perda do prazo implica prejuízos para o negócio, então é preciso ficar atento.

Como realizar o processo?

Tão importante quanto saber o que é CAT é aprender a fazer a emissão. O procedimento pode ser realizado pelo aplicativo específico ou em uma agência do INSS. Os documentos necessários incluem o elemento com identificação e o CPF do trabalhador, o que exige quatro vias: uma para o INSS, uma para o segurado, uma para o sindicato de classe e uma para a empresa.

O relatório a ser preenchido inclui diversos dados, como:

  • Identificação do emitente;
  • dados pessoais e profissionais do acidentado;
  • descrição do quadro de forma completa;
  • apontamento de testemunhas;
  • atestado preenchido por médico.

Para a CAT de reabertura, será preciso apresentar todas as informações da inicial emitida. Por isso, é indispensável guardar os documentos corretamente. Depois da conferência de dados, o formulário é enviado e processado pelo INSS.

O que acontece se a CAT não é emitida?

A emissão da CAT é prevista por lei. Então, se uma empresa não realiza o procedimento dentro dos termos especificados, a primeira consequência é o descumprimento de disposições legais. Isso torna o estabelecimento irregular e suscetível a punições.

A falta de comunicação e o atraso no envio também levam ao pagamento de multas, segundo o Decreto nº 3.048/1999. Para piorar, é um cenário que impede que o trabalhador seja amparado por certos benefícios previdenciários, como os valores da licença.

Além disso, não realizar a comunicação atrapalha a elaboração de estatísticas do governo. Com a subnotificação de casos, a Previdência não consegue ter uma visão completa do cenário de segurança no trabalho. Assim, é mais difícil desenvolver políticas públicas que ajudem a reduzir essas ocorrências.

Saber o que é CAT e como emiti-la permite ao seu negócio a chance de cumprir a lei diante de um acidente de trabalho ou doença ocupacional. Por isso, é fundamental ficar atento aos prazos para realizar o procedimento conforme manda a lei.

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Conheça 4 tendências de tecnologia para a Segurança do Trabalho

Todo gestor quer que a empresa cresça de modo sustentável, não é mesmo? Por isso, a maioria dos líderes busca na inovação respostas para elevar a capacidade competitiva. Nesse cenário, as novidades de informática já ajudam a controlar a performance do time e a melhorar os processos. Do mesmo modo, a tecnologia para a segurança do trabalho também tem trazido diversos benefícios, embora haja muito para evoluir.

Para se ter uma ideia, segundo o Ministério do Trabalho em reportagem à EBC (Empresa Brasileira de Comunicação), companhia pública federal, um acidente de trabalho é registrado a cada 48 segundos.

Por essa razão, ficar atento às novidades de tecnologia na segurança do trabalho é capaz de fazer muita diferença nos índices de uma empresa. Quer saber mais? Então confira neste post quatro tendências de inovação nesse setor!

1. Realidade virtual

Programas de realidade virtual têm sido usados na indústria para simular treinamentos em locais ou tarefas nas quais há risco de acidentes. Essa tecnologia faz uma réplica de um ambiente profissional com elevada exatidão. Assim, é viável imitar experiências interativas com aparelhos de alto desempenho. O usuário se sente realmente imerso em determinada situação.

Desse modo, a capacitação técnica consegue ser feita de forma mais atraente do que a teórica. Isso significa que o time passa a assimilar melhor as informações. Vale ressaltar que esse mecanismo não pode substituir os cursos presenciais impostos pelo Ministério do Trabalho. No entanto, trata-se de um grande reforço para a queda no número de acidentes.  

2. Drones

Os drones também vêm se mostrando grandes aliados da tecnologia na segurança do trabalho, principalmente para inspeções em áreas de risco. São lugares com chances de haver vazamentos tóxicos, desmoronamentos ou mesmo com alturas elevadas.

Imagine, por exemplo, que o telhado de um galpão industrial de dez metros de altura tenha de ser refeito. Pelo método convencional, profissionais seriam enviados para fazer uma vistoria prévia antes que toda equipe subisse para realizar o serviço. Nessa tarefa, por mais que sejam tomados cuidados preventivos, sempre haverá um grau importante de risco. Afinal, um colaborador pode pisar em uma telha quebrada e cair.

Por outro lado, com o uso desses aparelhos tecnológicos, é possível filmar ou fazer fotos da área. Assim, não é necessário expor os trabalhadores a esses riscos. Desse modo, os drones ajudam a maximizar as vantagens da segurança do trabalho.

3. Robôs

Outro importante apoio à segurança do trabalho tem sido os robôs. Assim como os drones, eles entram em áreas perigosas ou mesmo de difícil acesso para fazer mapeamentos. Além disso, essas máquinas executam tarefas em espaços complexos, como a manutenção de uma tubulação subterrânea.

Existem ainda joysticks para o içamento de cargas que permitem o controle de um guindaste a distância. Sendo assim, os operadores não precisam mais ficar dentro do raio de ação do levantamento desse material. Nessa situação, o menor descuido pode significar um acidente grave a até fatal.

Além dos robôs, softwares de gestão em segurança também são bastante aproveitados nas políticas de prevenção a acidentes. Eles produzem relatórios estatísticos sobre as ocorrências em uma companhia. Assim, a tomada de decisão se torna mais simples, ágil e eficiente. Com isso, a qualidade de vida no trabalho se amplia de modo expressivo.

4. IoT

A IoT (Internet of Things ou Internet das Coisas) é mais um recurso tecnológico a serviço da segurança do trabalho. Um exemplo disso é o beacon, que já vem sendo amplamente adotado em segmentos como óleo e gás, agroindústria, mineração e varejo. São aparelhos pequenos que transmitem informação por Bluetooth Low Energy (BLE).

Assim, eles possibilitam encontrar trabalhadores dentro de espaços imensos, como minas, florestas e barragens. O beacon pode ser inserido no capacete ou no crachá. Dessa forma, em caso de emergências, todos serão localizados rapidamente e podem ser resgatados com maior facilidade. Além disso, o gestor consegue supervisionar o deslocamento do time durante a jornada.

A tecnologia na segurança do trabalho, portanto, tem ampliado a produtividade. Isso porque ela potencializa a ação das políticas preventivas, reduzindo afastamentos e interrupções de tarefas. Ou seja, a empresa melhora seu desempenho, e os colaboradores ganham mais qualidade de vida no trabalho.

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Por que contar com uma consultoria em saúde e segurança do trabalho?

Criado pelo Governo Federal em 2015, o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas – e-Social, tem feito com  que muitas empresas busquem por uma consultoria em saúde e segurança do trabalho.

Contar com esse serviço é relevante, uma vez que possibilita aos empresários que todas as suas obrigações em relação à saúde ocupacional e segurança do trabalho estejam em dia. Além disso, os colaboradores perceberão que a empresa se preocupa com a sua qualidade de vida e, assim, trabalharão mais motivados e como consequência ganharão mais produtividade.

Se você ainda não está convencido da relevância desse serviço para a sua empresa, siga a leitura e entenda o porquê de ser importante contar com uma consultoria em saúde e segurança do trabalho!

Por que é preciso contratar uma consultoria em saúde e segurança do trabalho com foco no e-Social?

De acordo com um estudo publicado em uma reportagem do portal G1, 66,3% das empresas brasileiras desconhecem o e-Social. Esse número é muito relevante e traz à tona uma questão bastante grave.

Isso porque, segundo publicação no portal do Governo Federal, a partir de julho de 2019, todas em empresas que têm faturamento superior a R$ 78 milhões precisarão registrar no e-Social as informações acerca de eventos de Saúde e Segurança do Trabalho – SST.

Existe um cronograma para o restante das empresas, baseado em faturamento também pouco conhecido pelas organizações.

Contar com uma consultoria é importante para assegurar que todas as regras sejam seguidas, programas de prevenção contra acidentes de trabalho estabelecidos e os registros no e-Social realizados de forma correta.

É importante ressaltar que, desde março de 2019, já é possível fazer o envio de eventos de SST no e-Social, em um ambiente de testes. Por isso, o quanto antes começar os registros, melhor. Assim, quando tudo estiver valendo, a prática já estará em vigor na sua empresa.

Quais são as principais vantagens de contar com uma consultoria em saúde e segurança do trabalho?

A sua organização terá diversas vantagens ao contratar uma consultoria em saúde e segurança do trabalho. As principais delas são as listadas a seguir!

Prevenção de erros

Conforme explicamos, muitas empresas ainda têm dúvidas sobre as novas regras do e-Social em relação à SST. Por isso, ao contratar uma consultoria especializada, você pode prevenir que erros ocorram na organização.

Estar em dia com as regras do e-Social

Estar em dia com as regras do e-Social é imprescindível para as empresas, pois, se isso não acontecer, podem ser aplicadas penalidades com valores bastante altos.

Contar com a expertise de profissionais capacitados

Ao contratar uma consultoria especializada em saúde e segurança do trabalho, você terá à sua disposição profissionais capacitados, que entendem do assunto e desse mercado de modo geral. Assim, poderá ter toda essa expertise aplicada para o seu negócio e mais tempo para trabalhar em outras questões estratégicas da sua empresa.

Como você pôde perceber, uma consultoria em saúde e segurança do trabalho pode fazer muito pela sua empresa, principalmente em relação ao cumprimento das regras do e-Social.

A SAFE tem experiência em gestão de riscos, consultoria e assessoria em saúde ocupacional e segurança do trabalho. Entre em contato conosco e saiba mais sobre os nossos serviços!

Se quiser saber mais sobre a SAFE, clique aqui e acesse nossa página na web.

Descubra o que mudou na NR 6 para PCDs (Pessoas Com Deficiência) e adéque sua empresa

Você já sabe o que são as normas regulamentadoras — as famosas NRs —, não é mesmo? Elas são essenciais para garantir a saúde e segurança dos colaboradores que trabalham na sua empresa. Além disso, estar sempre em conformidade com todas é importante para evitar multas e outras punições por parte dos órgãos fiscalizadores.

Entre elas, está a NR 6, que diz respeito à necessidade de uso de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) dependendo da atividade executada pelo profissional e que sofreu algumas mudanças no que se refere ao uso desse tipo de equipamento por PCDs (pessoas com deficiência).

Quer saber mais sobre isso? Então continue a leitura e descubra agora mesmo quais foram as alterações na NR 6 para PCDs!

A importância dos EPIs para PCDs

Os EPIs são essenciais para garantir a proteção da integridade física dos colaboradores. Afinal, existem atividades que expõem a equipe a riscos de queda de materiais, queimaduras, perfurações no pé, entre outros. E são os equipamentos de proteção individual, que incluem capacete, botas, luvas e máscaras, que protegem a sua equipe.

Entretanto, a maioria deles é feita para pessoas sem deficiência, o que dificulta o ajuste desse tipo de equipamento em PCDs. Porém, esses colaboradores também precisam ser protegidos contra esse tipo de acidente, e, para isso, é necessário que se criem EPIs específicos e adaptados às necessidades de pessoas com deficiência.

As alterações da NR 6

Foi pensando nisso que vieram as alterações na NR 6, feitas em outubro de 2018 pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego). Elas foram publicadas no dia 26 de outubro de 2018 no Diário Oficial da União.

As alterações na NR 6 foram exatamente em relação à adequação dos EPIs para PCDs. Elas são voltadas para os fabricantes desse tipo de equipamento, exigindo que eles criem EPIs totalmente adaptados às necessidades de pessoas com deficiência.

Dessa forma, por determinar que o empregador forneça EPIs para os colaboradores, a NR 6 acaba estendendo a obrigatoriedade da adaptação para os donos de empresa. Ou seja, caso a empresa conte com colaboradores com deficiência, deve se responsabilizar para adquirir os equipamentos que se enquadram na nova norma.

Por que adquirir EPIs com Certificado de Aprovação

A função do EPI é proteger os colaboradores de lesões devido a acidentes de trabalho. Porém, ele só é capaz de cumprir esse objetivo com eficiência quando se encontra em perfeitas condições de uso e dentro do que é exigido pela legislação.

É aí que entram os Certificados de Aprovação. Eles são documentos emitidos por órgãos de fiscalização garantindo que determinado EPI está dentro das exigências mínimas. Ou seja, são eles que dão a garantia de que o equipamento vai efetivamente proteger os seus colaboradores.

Com a mudança na NR 6, a situação não é diferente. Os EPIs adaptados para PCDs também devem conter o certificado, para garantir que eles se encontram dentro dos padrões exigidos pela legislação.

Estar sempre atento às mudanças relacionadas às normas regulamentadores é essencial para garantir que a sua empresa está dentro do que é exigido pela legislação. Dessa forma, você protege os seus colaboradores e garante um ambiente de trabalho seguro e que promove o bem-estar da equipe!

Ficou com alguma dúvida sobre a NR 6 para PCDs? Quer deixar um depoimento? Então comente abaixo!

Tem interesse em outros assuntos referentes a Segurança do Trabalho, Saúde Ocupacional ou Meio Ambiente? Então acesse o restante do nosso blog, clicando aqui.

Quer conhecer mais nossa empresa, a SAFE? Então visite nosso site.

e-Social e segurança do trabalho: a sua empresa está preparada?

O Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, mais conhecido como e-Social, foi criado pelo Governo Federal. São várias as informações solicitadas e, na prática, não houve mudança nas leis em geral, contudo, e-Social e segurança do trabalho estão intimamente ligados, pois o sistema contribui para fiscalizar se as leis estão realmente sendo seguidas pelas empresas.

É fundamental cadastrar todas as informações solicitadas. Assim, evita-se sanções e multas. Continue lendo o nosso post e saiba se a sua empresa está em conformidade com todas as exigências dessa obrigação fiscal.

O que é o e-Social e como funciona em uma empresa?

Trata-se de um novo sistema implementado pelo Governo Federal para simplificar o gerenciamento de informações ligadas aos trabalhadores. O e-Social vai ajudar a diminuir os custos no setor de contabilidade das empresas, além de contribuir para que os processos sejam mais rápidos.

De tempos em tempos, as empresas deverão enviar ao Governo Federal os dados solicitados, somente por meio do e-Social. O registro das informações em questão já vinha sendo feito, porém, de outras maneiras, como no papel.

Quais são os impactos do e-Social na saúde e na segurança do trabalho?

As leis sobre Segurança e Saúde Ocupacional não foram modificadas. Porém, a padronização dos registros vai contribuir para que as informações disponibilizadas, em relação à saúde e à segurança do trabalho, sejam utilizadas de uma maneira mais eficiente. Assim, é possível confirmar de forma rápida e fácil se as empresas estão, de fato, cumprindo a legislação.

O que deve constar no e-Social?

O Governo Federal estruturou uma lista contendo 45 eventos trabalhistas e previdenciários a serem informados. Dentre os que são considerados obrigatórios, 11 são próprios da área de saúde e segurança do trabalho. Veja:

  • S-2100 – Cadastramento Inicial do Vínculo;
  • S-2200 – Admissão;
  • S-2260 – Comunicação de Acidente de Trabalho;
  • S-2280 – Atestado de Saúde Ocupacional;
  • S-2230 – Afastamento Temporário;
  • S-2325 – Alteração do Motivo do Afastamento;
  • S-2330 – Retorno do Afastamento;
  • S-2340 – Estabilidade – Início;
  • S-2345 – Estabilidade – Término;
  • S-2360 – Condição Diferenciada de Trabalho – Início (Exposição Riscos);
  • S-2365 – Condição Diferenciada de Trabalho – Término (Exposição Riscos).

Outras informações, referentes a determinados registros, também devem ser fornecidas, dentro de prazos específicos:

  • Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) – primeiro dia útil após o acidente;
  •  Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) – até o sétimo dia do mês seguinte à emissão, independentemente do tipo de atestado (admissional, demissional, afastamento, mudança de função ou periódico);
  • Condições Ambientais de Trabalho – no caso de empresas cujos funcionários estão expostos a fatores de risco, a informação deve ser fornecida até o sétimo dia do mês subsequente ao evento ou antes do lançamento dos eventos de remuneração dos funcionários.

Quando o e-Social será implantado?

O e-social já é algo obrigatório desde janeiro de 2018 (vide tabela do novo cronograma das fases de implantação existente em http://portal.esocial.gov.br/noticias/publicado-novo-cronograma-do-esocial) e dentre os itens que precisam ser inseridos no sistema, estão:

  • registro do empregador e tabelas;
  • informações sobre os trabalhadores e sua ligação com as empresas (eventos não periódicos);
  • folha de pagamento;
  • modificação da GFIP (Guia de Informações à Previdência Social);
  • informações sobre segurança e saúde do trabalhador.

Assim, fica clara a necessidade de as empresas se adequarem ao e-Social urgentemente, pois aquelas que não seguirem os procedimentos referentes ao envio das informações estarão sujeitas a multas e penalidades. Um meio eficaz de evitar possíveis complicações, é contar com a ajuda de um especialista na área.

É válido ressaltar a importância de cadastrar todas as informações solicitadas pelo governo. Esse registro vai possibilitar um controle efetivo da situação do funcionário no que diz respeito à sua saúde, pois e-Social e segurança do trabalho estão relacionados.

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A SAFE está preparada para auxiliar sua empresa nessa jornada. Para saber mais, acesse nosso site clicando aqui. Se tiver interesse ou curiosidade sobre outros assuntos relacionados, visite nosso blog.

Porque investir em Saúde e Segurança do Trabalho no Varejo?

Saúde e Segurança do Trabalho no Varejo

Todos os setores necessitam de iniciativas e ações em Saúde e Segurança do Trabalho, porém, o varejo, por suas características e peculiaridades, nos levou a desenvolver o SST no Varejo (Saúde e Segurança do Trabalho no Varejo).

Ressaltamos, abaixo, alguns pontos que merecem a atenção dos profissionais desse setor no que diz respeito à SST. Também daremos dicas para melhorar a saúde e a segurança do trabalho no varejo. Não deixe de conferir!

Pontos importantes sobre a SST no Varejo

A SST no Varejo é demasiadamente importante para o seu negócio. A seguir, comentaremos sobre os principais pontos com os quais essa prática está relacionada.

Atenção à legislação

É preciso ter atenção à legislação, porque são questões mandatórias — obrigações previstas em lei. Por isso, atente-se para preparar a empresa e auxiliar na elaboração de documentos para utilização dos dados junto ao eSocial para a agilização de processos administrativos internos.

Gestão adequada e proativa dos riscos

Deve-se conhecer e mapear os riscos existentes na operação — referentes às suas unidades, à empresa e a seus trabalhadores —, reforçando-se que: “O que não é medido não é gerenciado, o que não é gerenciado não pode ser melhorado”.

Outra ação que deve ser feita é mensurar o risco financeiro vinculado ao seu negócio. Por meio de diagnóstico detalhado, é possível avaliar o valor dos riscos em apreço, o que, segundo nossa experiência, pode variar entre R$ 180 mil e R$ 450 mil. Isso é importante para conferir segurança jurídica ao negócio nas questões de SST, trabalhistas e previdenciárias.

Otimização dos investimentos

A otimização do investimento precisa ser feita para possibilitar a priorização na resolução ou mitigação de riscos em SST. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), para cada U$ 1,00 (um dólar) investido em prevenção, a empresa economizaria U$ 99,00 (noventa e nove dólares) em reparação.

Redução dos custos

A SST contribui para evitar multas pela inexistência ou falta de qualificação dos programas — LTCAT (Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho), PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) e PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (R$ 10 mil a R$ 12 mil/unidade).

As boas práticas também podem reduzir os índices de FAP (Fator Acidentário de Prevenção)/SAT (Seguro Acidente do Trabalho) — parcela integrante do INSS a ser recolhida sobre a folha, que varia anualmente conforme os índices de saúde e segurança da empresa —, que variam de 0,5% a 2%, podendo ser aferidos como retorno do investimento até 35% para a empresa.

Redução da sinistralidade do plano de saúde, ou seja, quanto mais baixo o número de acidentes, menor é o uso do plano de saúde. Diminuindo o uso do plano, menor fica a taxa de renovação/reajuste do mesmo. Planos de saúde são sensíveis positivamente ou negativamente a sinistralidade (uso) do mesmo.

Para diminuir os custos com as operações de SST de 10% a 15% (exames médicos, PPRAs, PCMSOs, LTCATs) com consultorias externas contratadas sob regime de urgência. O planejamento desses esforços de forma conjunta e antecipada possibilita a otimização dos investimentos.

Produtividade dos trabalhadores

Quando investir em saúde e segurança do trabalho, você poderá aumentar a performance dos colaboradores — a eliminação dos riscos mantém o trabalhador concentrado nos seus objetivos principais. Além disso, esse tipo de  programa gera a redução em até 40% dos índices de absenteísmo e seu impacto financeiro na operação, que, no varejo, varia de 2% a 5%.

Imagem da organização

Com a SST no Varejo, é possível reforçar a imagem da empresa — sustentabilidade social — com foco no bem-estar do trabalhador. Também se oportuniza a propositura de programas e ações socioambientais.

Dicas para desenvolver a saúde e a segurança do trabalho no varejo

Agora que você já entende quais são os principais pontos importantes sobre a SST no varejo, precisa aprender a colocá-la em prática. Para isso, temos uma série de dicas. Acompanhe nos tópicos a seguir!

Desenvolva uma cultura de segurança do trabalho

É preciso que a segurança do trabalho seja vista como algo natural e não como uma obrigação para os colaboradores da sua empresa. Por isso, devem ser criados programas de conscientização que demonstrem a importância de boas práticas em relação à SST.

Podem ser feitas palestras com especialistas, distribuídos folhetos com conteúdo informativo sobre o assunto, solicitar que os chefes de departamento reforcem a questão em reuniões etc.

Determine estratégias de prevenção

Todas as áreas do comércio varejista devem ser monitoradas para criar estratégias de prevenção. A ideia é que todos pensem juntos em soluções para evitar que acidentes aconteçam. No estoque de um supermercado, por exemplo, podem ser colocadas placas de sinalização quando os faxineiros lavarem o piso. Assim, evitam-se quedas por conta do piso escorregadio.

Fiscalize constantemente o ambiente

Além de determinar estratégias de prevenção, é preciso fazer a fiscalização constantemente. Somente assim o responsável pela segurança do trabalho terá certeza de que a equipe está engajada na estratégia.

Também devem ser criadas comissões, como a CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) — obrigatória para empresas com mais de 20 colaboradores —, para ajudar a fiscalizar os demais e a cuidar do ambiente. Isso evita que práticas perigosas sejam executadas.

Incentive os colaboradores a dar feedbacks

Os funcionários precisam ser ouvidos sobre a SST no varejo, pois, são eles que vivenciam o dia a dia da empresa. É por isso que devem ser mantidos canais para que eles possam fazer denúncias, dar sugestões de melhorias etc.

Realize treinamentos

Conforme explicamos, para que os colaboradores vejam a segurança do trabalho como um cultura, uma prática importante é a realização de treinamentos. Além disso, esses eventos servem para que os funcionários percebam como as ações do seu dia a dia impactam sua saúde e sua integridade física, bem como as de seus colegas.

Os treinamentos podem ser ministrados por técnicos ou engenheiros de segurança do trabalho, que conheçam a realidade do setor varejista e tenham proficiência para tal. Dessa forma, serão repassadas informações específicas que exemplifiquem situações comuns a esse tipo de empresa.

Conte com um auxílio especializado

Nem sempre o gestor da empresa tem conhecimento suficiente em SST no Varejo para entender todos os riscos de trabalho que existem. Por isso, em muitos casos, recomenda-se a contratação de auxílio especializado.

Uma rede de lojas pode ter um técnico de segurança do trabalho trabalhando no local. Outra alternativa é contratar uma empresa especialista na área que possa contribuir com uma consultoria. Dessa forma, garantem-se a integridade física dos funcionários, o cumprimento da legislação e a otimização dos recursos investidos.

Entendeu a importância de investir em SST no Varejo? Então agora coloque nossas dicas em prática e proporcione um ambiente de trabalho adequado aos seus colaboradores.

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Fique por dentro dos principais riscos do trabalho em espaço confinado

A Norma Regulamentadora (NR) 33 dispõe sobre riscos e ações de mitigação do trabalho em espaço confinado. De acordo com a norma, esses locais são áreas ou ambientes que não foram projetados para a ocupação humana. São caracterizados pela limitação de entrada e saída e pela falta ou excesso de oxigênio. Entre os exemplos, estão túneis, bueiros, minas, caldeiras e assim por diante.

É muito importante que a empresa conheça, previamente, quais são os riscos para tratá-los. Isso permite atuar de forma preventiva e leva a um aumento na segurança.

Para não ter dúvidas, veja quais são as principais situações que exigem atenção nesses ambientes.

Presença de substâncias inflamáveis

Como tais locais não oferecem as condições adequadas para a presença humana, é comum que a ventilação não seja ideal. Então, talvez ocorra um acúmulo de gases inflamáveis, já que não há o caminho adequado para que eles sejam expulsos. Em alguns casos, os elementos inflamáveis são os líquidos, que podem entrar em combustão pela atuação incorreta.

O grande risco, além do incêndio, é o de ocorrer uma explosão. Nesse caso, não apenas os colaboradores dentro do local confinado seriam impactados, como também os que estão ao redor.

Possibilidade de intoxicação

A falta de ventilação gera outro risco no trabalho em espaço confinado: o de intoxicação. Dependendo das condições e do tipo de serviço, ocorre o acúmulo de produtos químicos ou gases tóxicos — mesmo que não sejam inflamáveis.

O problema é que um mau funcionamento das máscaras e dos tanques de oxigênio faz com que os trabalhadores fiquem intoxicados. Dependendo do tempo de exposição ou da atuação do componente, é algo que conduz a um quadro de asfixia.

Ação de elementos infecciosos

Em relação às condições ambientais, o trabalho em locais confinados favorece o surgimento e a contaminação por agentes biológicos. Vírus, bactérias ou protozoários podem gerar infecções em quem segue por um poço ou um bueiro, por exemplo.

O uso de máscara, normalmente, ajuda a mitigar os riscos. No entanto, se as medidas certas de isolamento e proteção não forem tomadas, a contaminação acontece mesmo assim.

Ocorrência de soterramento ou inundações

Como a entrada e a saída são dificultadas em ambientes como esse, qualquer situação atípica pode comprometer a integridade dos trabalhadores. Nos locais subterrâneos, o risco de soterramento é determinante.

Um caso clássico sobre o tema foi o dos 33 mineiros chilenos, que ficaram presos a quase 700 metros abaixo do solo em San José. O resgate, em 2010, foi o maior da história do tipo e levou 70 dias.

Também podem ocorrer inundações, como se houver um vazamento de água ou chuvas diretas nos locais. Sem a possibilidade de sair e sem a quantidade ideal de oxigênio, há o risco de afogamento.

Existência de descargas elétricas

Com a falta de estrutura, a atuação em espaços confinados ainda tem que lidar com a possibilidade de ocorrerem descargas elétricas. Muitos equipamentos não são aterrados adequadamente, assim como o uso de baterias e recursos especiais têm potencial para gerar acidentes.

Em outros casos, defeitos específicos podem ser os causadores dos problemas. Fios desencapados ou contatos com condutores também geram essa situação.

Para prevenir que esses e demais quadros se concretizem, é essencial atuar na proteção. Os trabalhadores devem ter os equipamentos de proteção individual (EPIs) adequados, além de receberem o devido treinamento. Em caso de emergências, o planejamento de resgate faz toda a diferença.

Para centralizar todas as orientações, é preciso contar com a Permissão de Entrada e Trabalho (PET). Trata-se de um documento com as medidas que devem ser tomadas no local confinado. Caso alguma condição proibida seja identificada, é recomendado realizar a revisão do elemento.

Os riscos do trabalho em espaço confinado estão associados às características desses ambientes. Ao seguir o que dispõe a NR 33, é possível aumentar o cuidado com a integridade dos colaboradores e reduzir as chances de acidentes.

Para melhorar a atenção nesse aspecto, é importante ter o apoio necessário. Entre em contato com a SAFE e descubra como podemos ajudar!

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