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Avaliação ergonômica do trabalho: o que é e qual a sua finalidade?

O ambiente de trabalho é cercado dos mais diversos fatores, como o local onde os funcionários operam, equipamentos, postura na execução de tarefas e outros mais. Para levantar e analisar os efeitos que esses fatores causam no colaborador, a avaliação ergonômica do trabalho pode ser muito útil.

Uma avaliação desse tipo analisa fatores que vão muito além dos físicos. Ela também auxilia na verificação de pontos que influenciam em nossa área psicológica e visa aprimorar a adaptação entre o funcionário e o local em que ele trabalha.

Quer saber mais sobre a importância desse tema para empresas e trabalhadores? Confira!

O que é avaliação ergonômica do trabalho?

A avaliação ergonômica do trabalho — AET, é, atualmente, exigida pela legislação trabalhista e tem prática prevista pela Norma Regulamentadora 17, também chamada de NR17. Ela atua, especialmente, como um levantamento preventivo dos riscos que o trabalhador está exposto. Alguns exemplos de riscos que podem ser identificados por ela incluem:

  • ferramentas inadequadas em tamanho ou formato;
  • má postura;
  • falta de ventilação no espaço de trabalho;
  • iluminação insuficiente e muito mais.

Como é possível perceber, não só fatores físicos são afetados ao colocar colaboradores para trabalhar sob tais condições. É por isso que se torna possível dizer que esta avaliação também se propõe a proteger a integridade psicológica do trabalhador por meio de prevenção.

Qual a finalidade do laudo ergonômico?

A AET tem como finalidade mapear os chamados “riscos ergonômicos”, cujos exemplos foram citados acima. Ela gera um laudo, ou seja, um documento que lista todas as análises feitas em relação ao espaço investigado. Com ele em mãos, são criadas estratégias para minimizar as chances de ocorrência de acidentes, promovendo diversos benefícios e qualidade de vida não apenas para os colaboradores, mas também para as empresas.

Benefícios para as empresas

Por meio das ações executadas nas empresas para mitigar ou minimizar riscos ergonômicos, os colaboradores se tornam mais eficientes, trabalham com maior conforto, realizam suas tarefas diárias com mais entusiasmo, diminui a probabilidade de doenças ocupacionais, absenteísmo e, consequentemente, aprimoram os resultados da corporação.

Como é feita a análise ergonômica?

A análise ergonômica é feita por meio de um convívio frequente com o ambiente de trabalho em questão. Durante a jornada de trabalho, serão colhidos registros relacionados a organização no trabalho, descarga de materiais, condições do ambiente, mobiliário e muito mais. Será gerado, então, um laudo, que mapeará os pontos citados e os riscos relacionados a eles — seguindo metodologias específicas da área.

Qual a importância da avaliação?

É por meio da avaliação ergonômica do trabalho que a qualidade das funções executadas pelos colaboradores pode ser garantida, bem como melhorias na produtividade, redução de faltas, maior organização no ambiente, engajamento e segurança. Ela também evita problemas com a lei e processos trabalhistas, o que influi positivamente na imagem das empresas que buscam aprimorar seus processos após a execução da AET.

Quem pode elaborar o documento?

O documento em questão deve ser elaborado por um especialista em ergonomia. Você pode contar com a consultoria da Safe para garantir soluções personalizadas, sustentáveis e qualificadas em termos de avaliação ergonômica em sua empresa — além de outros serviços relacionados ao tema.

Afinal, é somente por meio de informações relevantes e atualizadas que será possível encontrar as melhores soluções para os problemas apontados no laudo da AET e para reduzir o número de acidentes de trabalho, otimizar a produtividade, valorizar sua marca e promover responsabilidade social.

Se você gostou de ter contato cm o tema avaliação ergonômica do trabalho, aproveite para saber mais sobre a Norma Regulamentadora 17 e garanta ainda mais conhecimento sobre a legislação trabalhista, alinhando estes conhecimentos à consultoria da Safe!

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Quais cuidados devem ser tomados por empresas que atuam no setor de óleo e gás?

As empresas que atuam no setor de óleo e gás estão em um mercado que pode ser muito lucrativo. Ao mesmo tempo, é necessário seguir uma rigorosa legislação, o que previne acidentes no trabalho e grandes impactos ambientais.

Quando os problemas acontecem, as empresas precisam arcar com valores de indenizações e multas, muitas vezes bastante expressivos. Por isso, é fundamental saber o que fazer para evitar que essas situações aconteçam. Neste texto, você verá qual a importância de investir na segurança dos trabalhadores e o que pode ser feito nesse sentido.

Quer saber mais? Então, continue a leitura!

Qual a importância de investir na segurança dos trabalhadores

Os colaboradores que trabalham no segmento de óleo e gás estão expostos a vários riscos que podem colocar a saúde em perigo e contaminar o meio ambiente. Se você acha que isso é muito, saiba que as empresas também podem ser impactadas tanto na área operacional como no aspecto financeiro por essa falta de cuidado.

Os problemas dos profissionais podem ser causados por intoxicação, devido a gases como hidrocarbonetos e gás sulfídrico. Com isso, é possível gerar asfixia, narcose e irritação.

Além disso, ao transportar os produtos, é possível ter emissão de gases e vapores, podendo acontecer vazamentos, incêndios e explosões. Quem trabalha com refino também está exposto ao enxofre, hidrocarbonetos e outros gases. Na distribuição, as pessoas podem sofrer com dermatites quando entram em contato com lubrificantes ou desengordurantes de combustíveis.

No meio ambiente, os impactos também são bem visíveis. Em 2019, por exemplo, parte dos litorais do norte e nordeste sofreu com vazamento de óleo. Na ocasião, a fauna e flora marinhas foram prejudicadas, o que também impactou o dia a dia das pessoas que trabalham com turismo.

Quando a empresa responsável é encontrada, ela deve arcar com os prejuízos, o que pode diminuir o potencial da instituição ou até mesmo inviabilizar os negócios, além de afetar negativamente a imagem da mesma.

Quais medidas podem ser realizadas

Veja agora algumas medidas que devem ser realizadas para que a empresa seja mais eficiente sem deixar a segurança de lado. Importante ressaltar que as medidas mais eficazes são as tomadas a título de “prevenção”, e para isso a análise dos processos e dos indicadores é de suma importância. Além disso, podemos citar:

Utilização de EPIs de qualidade

Diversas funções na indústria de petróleo e gás precisam dos equipamentos de proteção individual. O intuito é obedecer às orientações de segurança e à legislação vigente.

Alguns itens, como soluções respiratórias, máscaras de solda e materiais refletivos, ajudam a dar mais segurança aos colaboradores, já que eles podem passar por condições desafiadoras. Quando os EPIs são ignorados ou utilizados de maneira inadequada, a possibilidade de que acidentes aconteçam é maior.

Treinamento eficaz

Todos os colaboradores precisam entender quais são os benefícios da utilização dos EPIs e a importância de seguir todas as orientações repassadas. Eles devem compreender que as regras proporcionam mais segurança ao trabalho, evitando que acidentes aconteçam.

Planejamento eficiente

Uma empresa que realmente deseja diminuir os gastos com indenizações e multas, além de trazer mais segurança para os colaboradores, precisa ter um planejamento eficiente, contando com as melhores práticas para evitar que os problemas ocorram. Ainda, ela também deve ter um plano claro para lidar com possíveis acidentes.

Por fim, destacamos que, para evitar ter problemas com a legislação de óleo e gás, é fundamental contar com a ajuda de uma empresa especializada. Ela se torna responsável por auxiliar sua instituição em todas as etapas necessárias. Com isso, os gestores ficam mais seguros de que todas as medidas necessárias serão tomadas.

Agora que você viu como é importante cuidar da saúde do trabalhador e minimizar o impacto ambiental, entre em contato conosco e veja como podemos ajudar sua empresa a conseguir resultados com mais sustentabilidade e segurança!

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Meio ambiente e segurança do trabalho: entenda a relação aqui!

A utilização de agrotóxicos é uma das práticas usadas na agricultura para a  produção de alimentos com o objetivo de combater insetos, plantas daninhas e outras pragas biológicas. Além disso, há também o uso de outros compostos químicos, como fertilizantes, que ajudam na agricultura, porém trazem um impacto importante para o meio ambiente.

Por esses motivos, é preciso haver uma preocupação com a forma de aplicação e uso excessivo desses produtos para minimizar os danos ao ecossistema e manter os trabalhadores seguros, do campo à fábrica, e do planejamento ao cotidiano da

Dessa forma, meio ambiente e segurança do trabalho estão relacionados pela necessidade da preocupação com segurança para os trabalhadores e com a manutenção dos recursos e preservação da natureza. Neste texto, explicaremos essa relação, falando um pouco sobre os procedimentos necessários para isso. Boa leitura!

Aplicação de agrotóxicos e segurança do trabalho

A preocupação com a aplicação de agrotóxicos é crucial para a relação entre meio ambiente e segurança do trabalho. Por isso, o cumprimento das normas de segurança do campo e do setor agrícola evita que sejam cometidos equívocos pelos trabalhadores que podem culminar na sua própria contaminação, no desperdício do produto químico e na poluição do solo e dos cursos d’água.

Como essa é uma atividade de risco para os funcionários, é necessário que eles façam uso dos equipamentos de proteção individual (EPIs). Nesse caso, os equipamentos que evitam a contaminação por agrotóxico são roupas que cobrem braços e pernas, luvas e botas resistentes aos solventes dos agrotóxicos além de óculos e máscaras protetoras.

O contato humano direto com o agrotóxico pode causar intoxicação do organismo e a exposição prolongada pode provocar desordens no sistema nervoso, esterilidade nos homens e até mesmo câncer.

No Brasil, devido às altas temperaturas, os trabalhadores costumam ficar incomodados com os EPIs e, por esse motivo, muitos acabam não usando. Assim, é necessário informar a todos sobre os riscos que correm ao manejar esses compostos sem proteção.

Além disso, o produtor rural precisa saber quais são as técnicas adequadas para a aplicação do produto. Existem diversos fatores que podem afetar a eficiência dos pesticidas, como o clima da região, o tipo de equipamento utilizado, entre outros. Dessa forma, conhecer como pulverizar de acordo com essas variáveis otimiza a atividade, minimiza o risco e o impacto.

Medidas para o meio ambiente e segurança do trabalho

Há ainda medidas que ajudam na preservação dos recursos naturais e na segurança do trabalho dentro dessa atividade. Veja mais sobre elas a seguir.

Destinação de embalagens

Como forma de diminuir o risco para a saúde das pessoas e de contaminação do meio ambiente, é necessário dar uma destinação adequada para as embalagens vazias de agrotóxicos. Esse processo é determinado por lei, sendo uma obrigação dos usuários, vendedores e revendedores.

Por isso, o produtor que usa pesticidas não pode, em nenhuma hipótese, jogar as embalagens vazias no lixo. Elas devem ser devolvidas para unidades de recebimento próprias e, antes, devem ser preparadas para isso. A preparação conta com a limpeza adequada dependendo do material do recipiente, como, por exemplo, tríplice lavagem ou lavagem sob pressão.

Biossegurança

A biossegurança é um conjunto de ações que tem por objetivo proteger a vida humana e o meio ambiente. Nesse sentido, o uso de EPIs, higienização adequada dos funcionários e esterilização dos equipamentos fazem parte dessas ações.

Outro aspecto importante são as medidas que visam mitigar os impactos ambientais. Dessa forma, o descarte dos resíduos químicos deve ser feito de maneira planejada, evitando que haja contaminação de cursos d’água das regiões no entorno.

Normas que regulamentam a relação entre o meio ambiente e a segurança do trabalho

A segurança do trabalho no meio dos agrotóxicos funciona como uma ação necessária para o controle da toxicidade que os produtos possuem. Também, para a forma com que são aplicados no meio ambiente. Desse modo, conseguindo aplicar normas que atuam para o regulamento de como está sendo feita essa aplicação, além de diversos outros fatores que podem resultar em uma série de impactos negativos para os organismos vivos que habitam na região.

As informações que regulamentam o uso seguro de agrotóxicos é regulamentado pela lei federal no 7.802, de 11 julho de 1989, destinada ao uso de forma correta e à minimização dos riscos à exposição de agrotóxicos em todas as suas etapas, sendo elas:

Aquisição dos produtos

Uma medida muito importante para o uso correto é regulamentar a forma com que os produtos são adquiridos. Isso é essencial para que não ocorra nenhum problema relacionado a componentes adulterados ou que sejam mais agressivos à natureza do que o normal. Dentre as recomendações propostas que precisam ser seguidas, podemos citar as seguintes:

  • certifique-se sempre de que a quantidade de composto que está sendo comprada é adequada para suprir as necessidades da área que você deseja tratar. Comprar produtos em excesso nunca é bom;
  • todo e qualquer produto fitossanitário só pode ser comprado de acordo com a receita agronômica, que pode ser emitida por profissionais qualificados para a função;
  • o equipamento de proteção que você possui para aplicar os produtos também precisa ser verificado. Todos os EPIs precisam ser apropriados para o produto que estiver utilizando;
  • o rótulo e a bula precisam estar em condições de serem lidos perfeitamente.

Transporte dos produtos

No transporte dos produtos adquiridos até o destino também é preciso seguir algumas recomendações e atender a certas regras de segurança que visam a diminuição de acidentes. Dentre elas, podemos citar:

  • não faça o transporte de produtos fitossanitários dentro de veículos fechados ou na cabina de qualquer veículo;
  • caso tenha uma quantidade de produtos acima da quantidade isenta, o transporte só pode ser feito por um motorista habilitado para tal função e utilizando um veículo adequado para tal;
  • o veículo adequado para o transporte é do tipo caminhonete, onde os produtos precisam estar totalmente cobertos por uma lona e devidamente presos à carroceria;
  • caso aconteça algum acidente, é preciso tomar ações rápidas que evitam que possíveis vazamentos acabem alcançando águas ou atingir pessoas e animais.

Armazenamento dos produtos

O processo de armazenamento dos produtos também precisa ser de acordo com algumas normas de segurança que visam evitar possíveis acidentes. Dentre elas, destacam-se:

  • os produtos devem ser armazenados em um local específico para eles e devidamente sinalizado. Placas identificando que há veneno ali são necessárias;
  • o local selecionado para armazenar os produtos precisa estar sempre trancado para evitar que crianças e pessoas não aptas entrem;
  • ventilação e piso impermeável é fundamental no local de armazenamento;
  • o primeiro produto a entrar no armazenamento é sempre o primeiro produto a sair dele;
  • os rótulos precisam estar sempre virados para fora das prateleiras, facilitando a identificação de cada um deles.

Informações adicionais complementares com relação a esses pontos você encontra na NR 31, particularmente nos itens 31.8 e 31.9.

Pronto! Agora você já entende um pouco mais sobre a relação entre meio ambiente e segurança do trabalho com ações que visam a proteção dos colaboradores e da natureza. Assim, é muito importante a preocupação com o uso de produtos químicos como os agrotóxicos, para que isso seja feito de maneira responsável.

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O que é o levantamento técnico de caracterização de periculosidade?

Algumas atividades de trabalho, mesmo com todos os cuidados, ainda oferecem riscos à vida dos trabalhadores. Esse é o caso de quem trabalha em contato com energia elétrica ou materiais explosivos ou para serviços em altura.

Essas atividades são consideradas como perigosas, se enquadrando no conceito de periculosidade. Existem leis e regulamentos relacionados ao trabalho nessas condições, exigindo que a empresa realize alguns processos para proteger o trabalhador e evitar acidentes. Entre eles está o levantamento técnico de caracterização de periculosidade.

Quer saber mais sobre isso? Então, continue a leitura e descubra!

Afinal, o que é periculosidade e quais são as leis que a regulamentam?

Periculosidade é uma característica presente em alguns ambientes e situações de trabalho que se refere ao risco de acidentes e adoecimentos por parte dos colaboradores que realizam as atividades.

Para entender melhor esse conceito, imagine um segurança de uma agência bancária. Ele está em uma situação de periculosidade uma vez que existe o risco constante de violência física ou até mesmo morte, caso o banco seja vítima da ação de assaltantes. Porém, esse é um risco que pode ou não se concretizar, mas não há como eliminá-lo por completo.

A periculosidade é regulamentada por alguns artigos da CLT, como o de número 193 e o 195. Essa característica também é o tema principal da NR nº 16.

O que é o levantamento técnico de caracterização de periculosidade?

O índice de periculosidade de uma atividade depende do contexto no qual ela está inserida e das características do ambiente de trabalho. É aí que o levantamento técnico de caracterização de periculosidade entra como uma exigência.

Ele é um processo que deve ser realizado na empresa de forma a identificar o grau de perigo de cada uma das atividades dos colaboradores. Ao final, é gerado um laudo que aponta as conclusões desse levantamento.

Quem pode realizar o levantamento técnico de caracterização de periculosidade?

Segundo o artigo 195 da CLT, apenas o médico ou engenheiro do trabalho, devidamente registrado e capacitado, é que pode realizar o levantamento técnico de caracterização de periculosidade. São esses profissionais que irão identificar o grau de risco de cada uma das atividades da empresa e, a partir disso, gerar o laudo.

Quem pode solicitar um levantamento técnico de periculosidade?

Realizar um levantamento técnico de periculosidade para caracterizar ou descartar o perigo nas atividades da empresa é uma responsabilidade do empregador. Porém, o sindicato da categoria profissional e o Ministério do Trabalho também podem solicitar uma perícia nesse aspecto, caso seja necessário.

Para que serve o levantamento técnico de periculosidade?

O levantamento técnico de periculosidade é extremamente importante, tanto para a empresa quanto para os colaboradores. Isso porque, caso haja perigo em determinada atividade, o empregador é obrigado a pagar um adicional — chamado de adicional de periculosidade — aos funcionários que exercem essa função. Ele deve corresponder a 30% do salário do colaborador.

Caso esse adicional não seja pago, a empresa pode ter sérios problemas com a justiça do trabalho. Dessa forma, o levantamento técnico é uma maneira de garantir que os trabalhadores recebam o seu direito ou, até mesmo, descartar qualquer tipo de periculosidade do ambiente da empresa.

Portanto, como você percebeu, o levantamento técnico de periculosidade ajuda a identificar situações que oferecem risco aos colaboradores e, ainda, garante que você cumpra com todas as suas obrigações legais. Portanto, comece agora mesmo a buscar profissionais capacitados para realizar esse processo dentro da sua empresa!

Aproveite para ler nosso próximo artigo e entenda mais sobre o assunto! Nele, você descobrirá qual a diferença entre periculosidade e insalubridade.

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Segurança e saúde no agronegócio: saiba mais sobre a NR 31

O agronegócio é um dos setores mais importantes da economia brasileira, uma vez que emprega, aproximadamente, 18 milhões de trabalhadores, ou seja, cerca de 20% dos profissionais no país. Mas assim como em qualquer outra atividade laboral, esses trabalhadores estão sujeitos a riscos.

É aí que entra a saúde e segurança no agronegócio, como uma questão central para quem atua no setor. Os riscos vão desde acidentes com máquinas e equipamentos utilizados na agroindústria, passando pelo risco químico devido à manipulação de agrotóxicos e, até mesmo, psicológicos, relacionados à organização do trabalho e estresse.

A Norma Regulamentadora que se refere ao trabalho nesse setor é a NR 31. Continue a leitura deste post e entenda mais sobre o que essa legislação propõe!

O que é a NR 31

Trata-se da norma que dita as regras de saúde e segurança que devem ser aplicadas no trabalho da agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura. Ainda, inclui tanto os cuidados relacionados aos trabalhadores quanto aspectos de preservação do meio ambiente.

Os principais elementos da NR 31

Por ser uma norma que se refere à uma área muito diversificada, a NR 31 tem uma série de elementos que devem ser seguidos pelos empregadores no agronegócio. Os principais são:

  • as diretrizes para o trabalho com o uso de agrotóxicos e produtos semelhantes;
  • regulamentação sobre o descarte de materiais e resíduos, reduzindo o impacto que o agronegócio gera no ambiente;
  • elementos relacionados à ergonomia para o trabalhador rural;
  • procedimentos de segurança para trabalhadores que operam máquinas e equipamentos;
  • diretrizes para o transporte de cargas, inclusive, de trabalhadores no meio rural;
  • procedimentos para os trabalhadores que precisam lidar com animais no ambiente de trabalho;
  • disposições sobre a proteção de trabalhadores em relação à exposição ao clima;
  • determinação dos EPIs que devem ser utilizados pelos trabalhadores rurais.

As obrigações do empregador rural

Além dessas e outras diretrizes, a NR 31 também traz as obrigações de um empregador rural em relação aos trabalhadores e ao ambiente de trabalho. Confira quais são as principais:

  • ser responsável por avaliar os riscos e condições de trabalho no seu ambiente e, a partir disso, adotar medidas de prevenção e de proteção dos trabalhadores;
  • promover melhorias de forma a prover ótimas condições de saúde e segurança para o time;
  • analisar causas de acidentes e doenças de modo a evitar que eles ocorram novamente;
  • instruir os colaboradores sobre os procedimentos que eles devem adotar para assegurar a própria segurança;
  • fornecer todos os EPIs necessários para salvaguardar a saúde e a segurança da equipe.

Como vimos, a NR 31 é a principal norma que trata sobre a saúde e segurança do trabalho no agronegócio. Assim, tanto colaboradores quanto empregadores precisam conhecer suas disposições de modo a evitar acidentes, doenças e, até mesmo, dar suporte para que a indústria atue de forma coerente com o que é exigido pela legislação, evitando maiores problemas com órgãos governamentais.

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Qual a relação entre segurança do trabalho e a sustentabilidade?

Durante anos a sociedade se baseou em um modelo de desenvolvimento o qual não levava em consideração os impactos causados ao meio ambiente e na saúde e conforto dos trabalhadores. Desse modo, por se tratar de um tema extremamente importante, até porque nos afeta diretamente, segurança do trabalho e sustentabilidade são assuntos que precisam ser cada vez mais debatidos e esclarecidos na sociedade e nas empresas.

Por esse motivo, preparamos um conteúdo abordando o conceito de sustentabilidade, o atual panorama da segurança do trabalho e de que forma esses contextos se relacionam. Acompanhe!

Sustentabilidade

Cabe destacar, inicialmente, que o assunto sustentabilidade começou a ser discutido pela sociedade em meados da década de 70, na Primeira Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, na Suécia.

Dessa forma, a sustentabilidade nada mais é do que um conjunto de medidas que visam atender às necessidades da geração atual sem comprometer a qualidade de vida e o desenvolvimento das futuras gerações.

Importante ressaltar, que sustentabilidade vai muito além da causa ecológica, pois além do meio ambiente, ela trata de aspectos sociais e econômicos.

Segurança do trabalho

O Brasil, infelizmente, é um dos países que mais registram ocorrências de acidentes de trabalho, figurando a quarta colocação no ranking mundial. Desse modo, anualmente milhares de colaboradores sofrem com a falta de segurança nos ambientes ocupacionais e acabam sendo vitimados devido à perda do controle dos riscos.

Considerando esse cenário, percebemos facilmente o quão importante e valioso é a promoção de medidas preventivas que garantem a saúde e o conforto humano no trabalho, como:

  • utilização de Equipamentos de Proteção Individual – EPI e Equipamentos de Proteção Coletiva – EPC;
  • investimento no setor de Segurança do Trabalho;
  • criação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA;
  • conscientização dos colaboradores por meio de uma cultura interna de segurança do trabalho;
  • realização correta da análise e do mapeamento de risco;
  • atenção ao cumprimento das normas regulamentadoras específicas para a área de atuação da empresa, (essencialmente as que se relacionam com os ambientes insalubres e a descrição de EPIs).

A segurança do trabalho e a sustentabilidade

Engana-se quem acha que as práticas de sustentabilidade refletem apenas em benefícios para o meio ambiente e a natureza. O bem-estar humano e a qualidade de vida da sociedade também colhem os frutos.

Nesse contexto, como a segurança do trabalho tem o intuito de preservar a saúde humana e proteger o trabalhador contra os riscos ocupacionais, ela, junto à sustentabilidade, também impacta no bem-estar social, proporcionando cada vez mais o desempenho de tarefas com qualidade, segurança e conforto.

Portanto, agora que você já sabe como a segurança do trabalho e a sustentabilidade se relacionam, fica mais simples de perceber o quão importante é uma empresa investir em ambientes ocupacionais seguros e práticas de produção/desenvolvimento classificadas como sustentáveis. Vale ressaltar ainda que essas medidas jamais devem ser encaradas como uma despesa, mas sim como um investimento, o qual seguramente nos dará retorno.

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O que é exame psicossocial, qual sua importância e quando realizá-lo?

Cuidar da saúde mental é tão importante quanto da saúde física. Infelizmente, quando se fala em saúde e segurança no trabalho, a primeira — e, talvez, única — coisa que vem à cabeça das pessoas são os riscos físicos. Contudo, é preciso lembrar que existem também os riscos psicológicos que merecem a mesma atenção e podem ser identificados pelo exame psicossocial.

Quer entender melhor o que é, para que serve, quais são as normas regulamentadoras que falam desse exame e muito mais sobre o assunto? É só continuar a leitura!

O que é e para que serve o exame psicossocial?

O exame psicossocial é feito por um profissional que esteja habilitado para tal, com o intuito de avaliar os colaboradores que trabalham em situações de risco, como altura, espaços confinados e manuseio de inflamáveis, tendo em vista o estresse ao qual eles se submetem para a realização de seu trabalho.

Pela necessidade de controle emocional, determinadas atividades ocupacionais exigem do profissional um grande esforço mental que tem como consequência um enorme desgaste psicológico, mas que muitas vezes não é notado pelas pessoas, sendo visto apenas como estresse ou esgotamento do trabalho. Porém, pelo exame, é possível identificar essas características e tratá-las desde o início para que não venham a se transformar em problemas maiores, como a depressão.

Qual é a importância do exame psicossocial?

Por meio desse exame, é possível identificar se o seu colaborador ainda está apto para desenvolver as suas atividades rotineiras. Com isso, vai diminuir o risco de, em algum momento de impulsividade, o trabalhador perder o controle emocional, o que pode resultar em grandes tragédias.

É importante que a avaliação psicossocial seja feita com determinada frequência, uma vez que o profissional pode desenvolver algumas patologias psicológicas com o decorrer do tempo de trabalho e passe a produzir menos e com menor qualidade.

Quando o exame é obrigatório?

Algumas Normas Regulamentadoras dissertam sobre a obrigatoriedade desse exame, são elas:

  • a NR-20, no item 20.14.6 determina que, para os integrantes da equipe de resposta a emergências, trabalhando com inflamáveis e combustíveis, é preciso considerar os riscos psicossociais;
  • a NR-34, que legisla sobre os trabalhadores em construção naval, no tópico 34.17.7 também fala sobre os exames psicossociais para os integrantes da equipe de respostas a emergências. Além disso, no item 34.2.1, ressalta a importância do empregador cuidar da integridade psíquica de seus colaboradores;
  • a NR-33, no item 33.3.4.1 fala que todo profissional que trabalha em espaço confinado precisa ser submetido ao exame psicossocial, com a emissão do ASO — Atestado de Saúde Ocupacional;
  • já a NR-35, no ponto 35.4.1.2 deixa claro que deve ser realizado exame com vistas às disfunções psicossociais, relacionadas ao trabalho em altura.

Dessa forma, se os seus colaboradores se enquadram em qualquer um dos tópicos citados, é imprescindível que sejam tomadas as devidas providências. Além do colaborador, também a empresa se beneficia ao proporcionar saúde e qualidade de vida à sua equipe, seja por evitar despesas com afastamentos de profissionais, seja para evitar multas por não-cumprimento da lei.

A saúde mental é crucial para que seja desenvolvido um bom trabalho na organização. Muitas vezes, o seu trabalhador tem maior probabilidade de ter patologias mentais do que físicas. Por isso, não negligencie o exame psicossocial.

Agora que você já conhece esse exame, compartilhe com seus amigos nas redes sociais, para que eles também fiquem por dentro do assunto.

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Estudo de Impacto Ambiental (EIA): o que é e qual a sua importância?

No Brasil, algumas atividades econômicas são consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras, o que significa que podem causar danos significativos ao meio ambiente e seus habitantes. Por isso, esses empreendimentos, antes mesmo da sua instalação ou funcionamento, devem passar por um processo de licenciamento ambiental, previsto pela Constituição Federal de 1988 e pela Política Nacional de Meio Ambiente, Lei nº 6938/1981. Uma parte importante do licenciamento são os estudos ambientais. Existem alguns tipos de estudos, que podem variar de estado para estado. Porém, um que é comum em todo o país é o Estudo de Impacto Ambiental (EIA), regulamentado pela Resolução CONAMA 01/1986.

O que é o Estudo de Impacto Ambiental e para que serve?

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, o Estudo de Impacto Ambiental apresenta os aspectos técnicos necessários à avaliação dos impactos ambientais que serão gerados pelo empreendimento ou atividade. Esses aspectos incluem:

  • Um diagnóstico ambiental da área de influência do projeto, com descrição e análise dos bens ambientais e suas interações;
  • Análise dos impactos ambientais do projeto (positivos e negativos) e suas alternativas;
  • Proposição de medidas que minimizem os impactos negativos;
  • Desenvolvimento de um programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos.

Assim, o Estudo de Impacto Ambiental serve para identificar, avaliar e prever consequências de ações humanas no meio ambiente, considerando questões biológicas, físicas e socioeconômicas. De acordo com o Portal Âmbito Jurídico, o objetivo do EIA é fornecer à Administração Pública uma ferramenta que permita a tomada de decisões de forma equilibrada, a partir de informações sérias e embasadas por técnicos.

O EIA é considerado um instrumento protetivo, que analisa os problemas que possam resultar da instalação, ampliação ou funcionamento de atividades potencialmente poluidoras. Sendo assim, esse estudo tem natureza jurídica de instituto constitucional, sendo um instrumento da Política Nacional do Meio Ambiente. Para que o estudo cumpra o seu objetivo, ele precisa ser elaborado por uma equipe técnica multidisciplinar habilitada e qualificada para analisar todas as questões necessárias.

O Relatório de Impacto Ambiental (RIMA)

O Relatório de Impacto Ambiental é um documento que apresenta as conclusões do estudo. O RIMA é uma versão mais didática e menos técnica do EIA, que serve para ser mostrado à população. Ele deve conter informações sobre as características do empreendimento, um resumo do diagnóstico ambiental, os prováveis impactos ambientais do projeto, as propostas de minimização dos efeitos negativos e uma descrição da qualidade ambiental futura da área onde será instalada a atividade. Além disso, o relatório deve apresentar um programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos e uma recomendação quanto à melhor alternativa.

Para que as pessoas possam entender as vantagens e desvantagens do empreendimento e suas consequências ambientais, o relatório deve ser escrito com uma linguagem acessível, acompanhada por mapas, cartas, fotografias, quadros, gráficos e outras ferramentas de comunicação visual.

O EIA e o RIMA são instrumentos fundamentais de conservação e preservação socioambiental, contribuindo para o desenvolvimento sustentável de uma comunidade. Compartilhe este post nas suas redes sociais para que mais pessoas saibam da existência e do propósito deles.

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Como escolher uma boa consultoria em meio ambiente? Entenda aqui

A consultoria em meio ambiente está sendo cotada por muitas empresas atualmente. O motivo é bastante evidente: com tantas autuações, danos e prejuízos devido a práticas ilícitas — além dos evidentes estragos que isso causa para as pessoas e à própria natureza —, isso também se tornou uma preocupação estratégica.

Por outro lado, adotar práticas excelentes faz com que a gestão se destaque, uma vez que sustentabilidade, ecologia e compromisso ambiental estão entre os pilares das grandes marcas do mercado. É muito importante ter consciência e a gestão leva isso à equipe.

Pensando sobre a importância desse assunto, trouxemos este post com reflexões sobre o assunto e três parâmetros para você acertar na escolha de uma parceria estratégica. Que tal se inteirar? Continue conosco e fique por dentro!

O que é consultoria em meio ambiente?

A consultoria em meio ambiente trata da prestação de serviço realizada por empresas especializadas no assunto. Essa equipe de profissionais vai estudar todos os aspectos da atuação de um negócio, gerando um diagnóstico acerca dele.

Uma vez que os impactos ambientais são levantados, a gestão pode tomar decisões para endereçar os mesmos e melhorar seus processos. Além disso, adequações à legislação vigente, atendimento de normas e certificação ambiental são assuntos que, certamente, são importantes para quem dá direcionamento ao negócio.

O que considerar na escolha da empresa parceira?

Há diversos profissionais que podem colaborar com esses relatórios e implementação de medidas, como engenheiros ambientais, biólogos, técnicos em meio ambiente, geólogos etc. Mas não basta à parceira que prestará a consultoria em meio ambiente apresentar um bom currículo. Veja o que é preciso, também.

Equipe especializada e experiente

Há diversas áreas que podem colaborar para essa ação, sendo assim, opte por times interdisciplinares, com olhares variados e expertise. Quanto mais prática a consultoria tiver, melhor vai entender os desafios da empresa e poder atuar lado a lado com ela.

O ideal é que você faça uma boa pesquisa pelos cases de sucesso da equipe, buscando o que eles fizeram por seus clientes, em quais ramos atuam e quais são os impactos e reais resultados da contratação daquele time em especial.

Alinhamento com o propósito da consultoria

Esse é um direcionamento pouco explorado. Toda a empresa carrega consigo a sua razão de ser, de existir. Assim sendo, antes de chamar alguém para analisar o seu trabalho, é fundamental entender qual é o motivo pelo qual aquela consultoria existe e por que esse time atua com esses serviços. Levar o bem-estar das pessoas em consideração é muito importante!

Não adianta estabelecer uma parceria com uma empresa que não tem propósito, não sabe por que está no mercado ou traz aspectos puramente técnicos. Então, procure identificação desse fator antes de tudo. Na verdade, é esse norte que vai mostrar o valor da consultoria para quem a contrata. É o valor agregado que faz toda a diferença!

Proposta de trabalho diferenciada

O propósito da empresa pode ser encontrado em seu site institucional, mas deve ser refletido também na fala dos profissionais da equipe, na forma de operar os projetos e, principalmente, nas propostas de trabalho. É claro que, muitas vezes, estamos falando de regras e normas, mas isso não impede a personalização.

É essencial que a consultoria em meio ambiente possa abrir o diálogo com a gestão interessada, a fim de entender quais são os resultados esperados e criar um método de alcançar esses objetivos e metas. Afinal, é questão de consciência, mas também deve haver estratégia de mercado envolvida.

Reforçando o que foi lido aqui: a escolha de uma consultoria em meio ambiente deve levar em consideração as necessidades do seu negócio. Assim, poderá alinhar seus processos de forma a manter ou melhorar os resultados, tanto financeiros quanto de produtividade e proteção aos recursos naturais.

Para entender melhor esses diferenciais, entre em contato conosco, fale sobre os desafios que a empresa tem enfrentado e descubra como o nosso trabalho pode colaborar com o seu!

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Entenda qual é a relação entre segurança do trabalho e psicologia!

A segurança ocupacional é fundamental para que a organização possa avançar com sucesso em sua trajetória. Prover as melhores condições de trabalho possíveis para colaboradores e criar uma cultura de prevenção na empresa contribui para o sucesso corporativo e para a qualidade de vida do time. Nesse cenário, há uma importante relação entre segurança do trabalho e psicologia.

Compreender que a subjetividade e o trabalho são articulados em uma rede complexa e que promover a segurança também passa por isso é essencial para criar boas estratégias de proteção da equipe.

Pensando nisso, preparamos este conteúdo especial, com informações sobre a relação entre segurança do trabalho e psicologia. Ficou interessado? Continue acompanhando para aprender mais sobre o tema!

Qual a importância da saúde mental e do bem-estar psicológico para os colaboradores?

A saúde mental dos colaboradores é essencial para que eles tenham um bom desempenho no trabalho. Muitos podem pensar que atividades operacionais e que não são intelectuais são completamente separadas do subjetivo, mas isso é um equívoco. É impossível eliminar o fator humano do ato laboral. Na verdade, o que é preciso fazer é saber administrar essa variável tão complexa.

O colaborador precisa de qualidade de vida e de boas condições físicas e psíquicas para ter um bom rendimento. Com bem-estar, ele consegue se concentrar melhor, age de forma mais consciente e lida de maneira efetiva e equilibrada com as dificuldades e as frustrações que são parte do cotidiano da atividade.

Possibilidade de erros existe em inúmeros contextos organizacionais. A saúde mental ocupacional aumenta as chances de evitar as falhas humanas. Os riscos não são eliminados completamente, mas, certamente, a possibilidade de acidentes diminui com um time bem-disposto, consciente de suas potencialidades e limites, empenhado e agindo com maturidade e equilíbrio.

Aspectos psicológicos que podem causar acidentes de trabalho

Percepção: o mundo é para as pessoas aquilo que elas percebem e não necessariamente a realidade como nós vemos.

Fadiga mental: saturação da percepção por exposição contínua e demorada a estímulos repetitivos que tendem a provocar respostas automáticas e podem ter como consequência um acidente.

Fadiga mental + fadiga física: potencialização do risco de acidentes.

Qual a relação entre segurança do trabalho e psicologia?

A segurança do trabalho caminha com a psicologia, construindo possibilidades para a proteção e a conscientização dos colaboradores. O psicólogo ocupacional tem um importante papel na organização. Ele atua na disseminação de conhecimentos sobre segurança, promovendo capacitações para a assimilação do saber sobre a saúde no trabalho.

Além disso, esse profissional realiza o suporte à saúde mental na empresa, atuando na identificação de doenças associadas à atividade. Diversos quadros, como depressão, estresse e ingestão excessiva de álcool, podem estar associados a dificuldades enfrentadas na realidade laboral. O psicólogo auxilia na identificação do problema e no encaminhamento adequado, para que o funcionário possa recuperar a saúde, ter mais qualidade de vida e restaurar a capacidade produtiva.

Quais são os benefícios que a aplicação da psicologia traz para a empresa?

A aplicação da psicologia na segurança do trabalho traz grandes benefícios para a empresa. Afinal, o custo subjetivo de um acidente de trabalho é um clima de insegurança e desconfiança, o que gera aumento de conflitos e prejuízos no clima organizacional.

Outro setor que pode contribuir muito é a área de Recursos Humanos, principalmente no processo de seleção, onde, com as ferramentas apropriadas, pode identificar com razoável grau de certeza, características psicológicas que podem causar acidentes em determinadas funções.

Quando se investe em segurança do trabalho e psicologia, os colaboradores tornam-se mais conscientes dos cuidados a serem tomados e também se sentem resguardados pelas políticas empresariais. O time percebe que tem com quem contar. Isso favorece o clima organizacional, estimula melhores relacionamentos e promove o engajamento dos profissionais.

Ademais, segurança do trabalho é investimento, com retornos qualitativos e quantitativos. Um time consciente, com maturidade e bem resguardado, produz mais e com qualidade.

Essas áreas, juntas, desenvolvem ações para melhorar o clima organizacional, promovem o encaminhamento adequado para problemas de saúde mental e ajudam na socialização do conhecimento sobre as posturas seguras nas atividades. O resultado disso é a geração de um ciclo virtuoso de cuidado e produtividade, com aumento dos rendimentos e diminuição de custos com políticas remediadoras.

Como vimos, a segurança do trabalho e a psicologia caminham em conjunto para a promoção da segurança e da conscientização dos profissionais. Assim, elas são fundamentais para a melhoria da qualidade de vida e para o cuidado com as questões de saúde mental ocupacional.

Mais uma vez, destacamos que o apoio de um psicólogo ocupacional na empresa é essencial para que os processos caminhem com sucesso e a equipe tenha o apoio e a conscientização necessários para um bom trabalho.

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