Alterações no rendimento por parte do funcionário não passam despercebidas em uma empresa. Dentre as várias causas possíveis, está a síndrome de burnout. Diretamente ligada ao trabalho, essa condição pode aparecer de maneira repentina como um reflexo de cansaço físico e mental.

Os sintomas causam danos à saúde do ponto de vista físico, psicológico e emocional e podem comprometer, também, a vida profissional do indivíduo, já que leva a um desempenho insatisfatório.

Para conhecer melhor a síndrome de burnout e entender como ela pode influenciar a produtividade, continue lendo o nosso post.

O que é a síndrome de burnout?

Trata-se de um transtorno psíquico, também conhecido como síndrome do esgotamento profissional. Apresenta como principal característica um intenso cansaço físico e mental.

A síndrome de burnout pode se manifestar em indivíduos que atuam em qualquer área. Contudo, costuma afetar majoritariamente as pessoas que lidam, constantemente, com uma grande quantidade de tarefas e com cobranças em excesso. Também acomete aquelas que são perfeccionistas e que desejam sempre ter um alto rendimento no trabalho.

Cerca de 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem da síndrome de burnout, segundo a ISMA-BR (International Stress Management Association no Brasil), o que acarreta uma perda de 3,5% a 4,5% do PIB.

Esse impacto está intimamente relacionado à queda na produtividade do funcionário, uma vez que ele não se sente bom o bastante no que diz respeito à função que desempenha. Pelo contrário, há uma extremo sentimento de frustração e esgotamento em relação às atividades que executa.

Possíveis causas.

Uma das causas da síndrome de burnout é a vontade que a pessoa tem de se destacar em relação aos demais, mostrando sempre um nível elevado no que se refere a seu próprio desempenho. Outra possível causa é exercer atividades que exijam um esforço muito grande com intervalos pequenos para recuperação.

Em geral, isso ocorre com aqueles funcionários que gostam do seu trabalho e que realmente se envolvem com as atividades realizadas. Eles se empenham ao máximo para alcançar suas próprias metas e as da empresa na qual trabalham, entretanto nem sempre atingem os objetivos propostos.

Quais são os sintomas?

Os sintomas da síndrome de burnout não são apenas físicos, mas também emocionais. Conheça alguns dos principais indícios do transtorno:

  • sensação constante de esgotamento físico e mental;
  • mudança brusca de humor;
  • dificuldade de concentração;
  • dor de cabeça;
  • sensação de incapacidade;

No início, os sinais podem ser quase que imperceptíveis. Porém, à medida que o tempo passa, a tendência é que eles se agravem.

O que a empresa pode fazer a respeito?

Determinadas ações podem ser realizadas, por parte da empresa, visando prevenir a síndrome de burnout. Veja algumas delas:

  • garantir condições de trabalho satisfatórias;
  • verificar a condição física e emocional dos funcionários, por meio da aplicação de testes;
  • manter um bom clima organizacional;
  • oferecer capacitação aos funcionários, de forma que saibam como equilibrar a vida pessoal e a profissional.

O funcionário acometido pela síndrome de burnout, tende a apresentar baixa produtividade, devido a fatores, como, perda de motivação, esgotamento e procrastinação.

Como essa é uma doença do trabalho, pode gerar responsabilidades para a empresa. Assim, é essencial que o estabelecimento busque maneiras de reduzir os fatores de risco no local, adotando medidas que possam ser úteis, nesse sentido, como as que já foram citadas.​

Agora que você já sabe mais sobre a síndrome de burnout, confira os efeitos positivos da saúde ocupacional nas empresas!

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