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Meio ambiente e segurança do trabalho: entenda a relação aqui!

A utilização de agrotóxicos é uma das práticas usadas na agricultura para a  produção de alimentos com o objetivo de combater insetos, plantas daninhas e outras pragas biológicas. Além disso, há também o uso de outros compostos químicos, como fertilizantes, que ajudam na agricultura, porém trazem um impacto importante para o meio ambiente.

Por esses motivos, é preciso haver uma preocupação com a forma de aplicação e uso excessivo desses produtos para minimizar os danos ao ecossistema e manter os trabalhadores seguros.

Dessa forma, meio ambiente e segurança do trabalho estão relacionados pela necessidade da preocupação com segurança para os trabalhadores e com a manutenção dos recursos e preservação da natureza. Neste texto, explicaremos essa relação, falando um pouco sobre os procedimentos necessários para isso. Boa leitura!

Aplicação de agrotóxicos e segurança do trabalho

A preocupação com a aplicação de agrotóxicos é crucial para a relação entre meio ambiente e segurança do trabalho. Por isso, o cumprimento das normas de segurança do campo e do setor agrícola, evita que sejam cometidos equívocos pelos trabalhadores que podem culminar na sua própria contaminação, no desperdício do produto químico e na poluição do solo e dos cursos d’água.

Como essa é uma atividade de risco para os funcionários, é necessário que eles façam uso dos equipamentos de proteção individual (EPIs). Nesse caso, os equipamentos que evitam a contaminação por agrotóxico são roupas que cobrem braços e pernas, luvas e botas resistentes aos solventes dos agrotóxicos além de óculos e máscaras protetoras.

O contato humano direto com o agrotóxico pode causar intoxicação do organismo e a exposição prolongada pode provocar desordens no sistema nervoso, esterilidade nos homens e até mesmo câncer.

No Brasil, devido às altas temperaturas, os trabalhadores costumam ficar incomodados com os EPIs e, devido a isso, muitos acabam não usando. Assim, é necessário informar a todos sobre os riscos que correm ao manejar esses compostos sem proteção.

Além disso, o produtor rural precisa saber quais são as técnicas adequadas para a aplicação do produto. Existem diversos fatores que podem afetar a eficiência dos pesticidas, como o clima da região, o tipo de equipamento utilizado, entre outros. Dessa forma, conhecer como pulverizar de acordo com essas variáveis otimiza a atividade, minimiza o risco e o impacto.

Medidas para o meio ambiente e segurança do trabalho

Há ainda medidas que ajudam na preservação dos recursos naturais e na segurança do trabalho dentro dessa atividade. Veja mais sobre elas a seguir.

Destinação de embalagens

Como forma de diminuir o risco para a saúde das pessoas e de contaminação do meio ambiente, é necessário dar uma destinação adequada para as embalagens vazias de agrotóxicos. Esse processo é determinado por lei, sendo uma obrigação dos usuários, vendedores e revendedores.

Por isso, o produtor que usa pesticidas não pode, em nenhuma hipótese, jogar as embalagens vazias no lixo. Elas devem ser devolvidas para unidades de recebimento próprias e, antes, devem ser preparadas para isso. A preparação conta com a limpeza adequada dependendo do material do recipiente, como, por exemplo, tríplice lavagem ou lavagem sob pressão.

Biossegurança

A biossegurança é um conjunto de ações que tem por objetivo proteger a vida humana e o meio ambiente. Nesse sentido, o uso de EPIs, higienização adequada dos funcionários e esterilização dos equipamentos fazem parte dessas ações.

Outro aspecto importante são as medidas que visam mitigar os impactos ambientais. Dessa forma, o descarte dos resíduos químicos deve ser feito de maneira planejada, evitando que haja contaminação de cursos d’água das regiões no entorno.

Pronto! Agora você já entende um pouco mais sobre a relação entre meio ambiente e segurança do trabalho com ações que visam a proteção dos colaboradores e da natureza. Assim, é muito importante a preocupação com o uso de produtos químicos, como os agrotóxicos, para que isso seja feito de maneira responsável.

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Quais são os desafios e vantagens da sustentabilidade empresarial?

Quando se fala em sustentabilidade, o senso comum faz pensar diretamente na preservação ambiental. No entanto, esse conceito é maior do que isso e se apoia em três pilares que tratam, além do aspecto ambiental, o social e o econômico.

Assim, a sustentabilidade empresarial é um conjunto de políticas e práticas adotadas por uma empresa para mitigação de impactos causados por suas atividades resultando em diversas vantagens, incluindo a redução de gastos e desperdícios e a otimização da utilização dos recursos.

No conteúdo de hoje, apresentaremos os principais desafios dessa aplicação no mundo dos negócios além dos seus benefícios. Boa leitura!

Principais desafios

Toda mudança é desafiadora e pode gerar alguma resistência no início. Isso não é diferente com a sustentabilidade empresarial.

Fazer um investimento inicial

De maneira a corroborar para um desenvolvimento econômico sustentável, é necessário fazer alguns investimentos para trocar equipamentos, matéria-prima e, até mesmo, fornecedores, por opções socialmente mais responsáveis desenvolvendo e alimentando uma cadeia sustentável.

Por isso, a primeira impressão para os gestores e investidores é que a empresa irá gastar mais. Mas é preciso demonstrar que isso se trata de um investimento, uma ação que se pagará e produzirá resultados muito positivos com o tempo.

Um exemplo disso é trocar lâmpadas incandescentes ou fluorescentes pelos modelos LED que, apesar de serem mais caros, têm durabilidade superior e gastam menos energia para produzir a mesma luminosidade.

Conseguir o apoio dos colaboradores

Procedimentos e atividades laborais também precisam se adequar à nova política da corporação. Devido a isso, os funcionários podem passar por um momento de resistência em mudar os processos com os quais já estavam habituados.

Assim, é necessário um apoio dos gestores para que essa transição se dê da melhor maneira possível, sem prejudicar o bem-estar da equipe. É importante que palestras e reuniões sejam feitas para explicar o porquê dessas mudanças. Isso torna o aprendizado do funcionário mais fácil porque ele terá noção dos impactos positivos. Nesse momento, comunicação é essencial.

Nesse contexto, os treinamentos se tornam muito úteis, já que o passo a passo facilita a fixação da nova cultura. Esse é um momento de ter paciência mostrando que falhas acontecem, e que se bem aproveitadas, são o início do processo de melhoria e que aprender com elas faz parte do negócio.

Tornar a sustentabilidade uma prática diária

Para que essas mudanças produzam bons frutos, é preciso que a ética sustentável esteja presente em todas as atividades que devem ser repetidas diariamente. Assim, todos os setores realizarão ações que colaborem para isso.

A compra de suprimentos, por exemplo, deve buscar a diminuição de desperdícios e encontrar fornecedores que estejam alinhados à nova política da empresa. Já o marketing deve promover ações para lembrar a todos das boas práticas sustentáveis, como descarte responsável e economia de energia, entre outras.

Vantagens da sustentabilidade empresarial

Um negócio pautado no tripé sustentável passa a ter diversos benefícios. A marca é fortalecida e impulsionada no mercado porque demonstra responsabilidade ambiental e preocupação social. A imagem da empresa é, então, associada a valores positivos.

Oferecer produtos e serviços ambientalmente corretos é uma grande vantagem competitiva porque a corporação pode se beneficiar do marketing verde, saindo à frente da concorrência no mercado.

Além disso, ser sustentável garante a presença da empresa no mercado no futuro, já que suas atividades favorecem a renovação de recursos que são utilizados de maneira responsável.

Agora que você já sabe quais são os principais desafios e benefícios da sustentabilidade empresarial, ficou mais claro que vale a pena aplicar esse conceito na sua empresa. Lembre-se de que todos os setores devem estar alinhados a esses nova cultura para que isso dê certo!

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Plano de Controle Ambiental. Descubra o que é e como funciona!

A fim de fomentar o desenvolvimento sustentável, as empresas devem seguir as diretrizes e regras que visam à manutenção dos recursos naturais e à mitigação do impacto causado pelas suas atividades.

Essas normas são documentadas no Plano de Controle Ambiental (PCA), que contém todas as informações para que as corporações possam se ajustar e instalar-se no mercado, evitando danos ambientais, infrações e multas.

Neste texto, explicaremos como funciona o Plano de Controle Ambiental e como deve ser feito o Relatório de Controle Ambiental (RCA). Acompanhe!

Relatório de Controle Ambiental

Muitas corporações estão sujeitas ao licenciamento ambiental para funcionarem legalmente. O Relatório de Controle Ambiental é um estudo exigido para a obtenção da Licença Prévia (LP), que é uma das fases do licenciamento em si e é solicitada na etapa de planejamento.

É por meio dessa licença que são determinadas a viabilidade ambiental e quais as condições necessárias para que o negócio seja compatível com a preservação ambiental.

Usualmente, o RCA é exigido pelo CONAMA 10 de 1990 para atividades de extração mineral de classe II, mas existem órgãos estaduais que requerem esse relatório para outros tipos de atividades, como abastecimento de água, pavimentação de rodovias, piscicultura, entre outras.

O relatório é aplicável a empreendimentos que não gerem impacto ambiental significativo e contém estudos e levantamentos referentes à caracterização das atividades, à localização e à fixação do negócio, assim como o cumprimento do plano diretor do município e as leis de uso do solo.

Tudo isso está dentro de conformidades legais e a documentação visa a diminuir prejuízos ao meio ambiente, que já estejam em andamento, e prevenir potenciais riscos.

Plano de Controle Ambiental

Outra etapa importante do licenciamento ambiental é a Licença de Instalação (LI), na qual, por meio de averiguação da adequação da obra, é concedida a autorização para o início da construção da empresa. Para a obtenção da LP, empreendimentos potencialmente poluidores ou degradantes devem providenciar o Plano de Controle Ambiental.

O PCA deve conter, no mínimo, o diagnóstico dos impactos ambientais causados pela instalação do negócio, como terraplanagem, remoção de vegetação e canalização de nascentes. Ele deve, ainda, deixar detalhados quais são os planos, programas ambientais e medidas que serão tomadas para controle de impactos gerados durante a construção.

Essa documentação é uma exigência do CONAMA 9 de 1990 para a concessão da LI para empresas que desenvolvam todo tipo de extração mineral. Outros órgãos ambientais podem, ainda, exigir esse documento para outros tipos de atividades potencialmente poluidoras, como beneficiamento de metais, tratamento de água, abatedouro, entre outros.

O plano deve mostrar, de forma detalhada, eventuais compatibilidades ou incompatibilidades das atividades analisadas com a legislação ambiental nos âmbitos municipal, estadual e federal. Dessa forma, a corporação será capaz de se ajustar a todas as exigências.

Pronto! Agora, você já sabe o que é o Plano de Controle Ambiental e como ele funciona para o controle de atividades poluidoras ou com outro tipo de impacto. Tanto ele como o Relatório de Controle Ambiental são importantes para que uma empresa possa receber seu licenciamento ambiental e começar as suas atividades!

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Licenciamento ambiental: o que é e quais são os tipos existentes?

No contexto atual, para que uma empresa tenha sucesso, além de oferecer um serviço de excelência, é preciso que ela se preocupe com o bem-estar social e ambiental. Todas as ações de um empreendimento devem estar alinhadas com as normas estabelecidas pelo governo.

Neste post, trouxemos para você as principais informações sobre licenciamento ambiental e como fazer para obtê-lo. Acompanhe!

O que é licenciamento ambiental?

O licenciamento ambiental é uma ferramenta utilizada por órgãos governamentais para prevenir e acompanhar os impactos causados por processos que utilizem recursos naturais ou que gerem poluição ou degradação ambiental. É por meio dele que é possível estabelecer o equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e a preservação do meio ambiente.

A emissão do licenciamento depende do impacto causado pelo empreendimento. Na esfera federal, isso compete ao IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais), que é responsável pelo processo quando o impacto ambiental ultrapassa o território de mais de um estado.

Seguindo essa lógica, os órgãos estaduais e municipais são responsáveis pelos licenciamentos de empresas cujo impacto ambiental afetará, respectivamente, mais de um município e somente um munícipio. Quando não existir Conselho Municipal de Meio Ambiente, quem fará as emissões das licenças serão os órgãos estaduais ou os federais.

Quais os principais tipos de licenciamento existentes?

Esse instrumento foi introduzido no Brasil com a Política Nacional do Meio Ambiente, em 1981, e é dividido basicamente em três tipos: licença prévia, licença de instalação e licença de operação. A seguir, falaremos mais sobre essas classificações.

Licença prévia

Durante a fase de planejamento da implantação, alteração ou ampliação do projeto, é preciso solicitar a licença prévia (LP), que atesta a viabilidade ambiental do empreendimento quanto a localidade e os pareceres técnicos. A LP tem prazo máximo de cinco anos.

Licença de instalação

Depois de atendidas todas as normas e condições estabelecidas pela licença prévia, é preciso a emissão de uma licença de instalação (LI), que permite que seja dado início às obras para implantação do projeto. Nessa fase, são feitas as construções para o funcionamento do empreendimento e tem duração máxima de seis anos.

Licença de operação

Após a vistoria para checagem das exigências, é concedida a licença de operação (LO) para que a empresa comece a funcionar de fato e realizar as suas atividades produtivas. A duração da LO tem prazo mínimo de quatro anos e máximo de dez anos.

Quais as atividades que precisam dessa licença?

De acordo com a Lei Federal 6.938 de 1981, estão obrigadas a solicitar a licença ambiental as empresas que:

  • utilizem de recursos ambientais e/ou recursos naturais em suas atividades, em qualquer etapa de instalação e operação como mineração, pesca e agricultura;
  • sejam potenciais poluidoras por gerarem resíduos sólidos, efluentes ou emissões gasosas que podem prejudicar a vida humana e o meio ambiente, como a indústria mecânica, a indústria química e o turismo;
  • executem alguma ação que provoque degradação do meio ambiente, ou seja, atividades como pecuárias, exploração florestal e construção civil que, entre outras, causem desmatamento, erosão, assoreamento, desequilíbrio ecológico etc.

Os empreendimentos que se encaixem em uma ou mais das situações acima devem obter a licença ambiental. Para isso, os responsáveis pelo projeto da empresa devem identificar qual será o tipo de licença solicitada e para qual órgão devem fazer esse pedido (levando em consideração o nível do impacto).

Então, é preciso separar todos os documentos solicitados e pagar a taxa, de acordo com o órgão, para realizar o requerimento propriamente dito. Agora você já sabe o que é o licenciamento ambiental e como funcionam os tipos de licença existentes, lembre-se de que se sua empresa impacta o ambiente de alguma forma, é preciso estar em dia com os órgãos ambientais para evitar problemas futuros!

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Neutralização de carbono: o que é e qual sua importância?

A necessidade de neutralização de carbono do ar é resultado da evolução da humanidade desde o início da Era Industrial. O nosso modo de vida ainda é muito dependente da queima de combustíveis fósseis derivados de petróleo.

Atividades dessa natureza promovem o lançamento de grandes quantidades de gases do efeito estufa para a atmosfera, principalmente, os compostos de carbono. Além disso, o desmatamento e as queimadas interrompem o processo de limpeza natural incrementando o aporte desse elemento.

Essas são algumas das principais causas do aquecimento global observado nas últimas décadas. Continue a leitura e saiba mais sobre a neutralização de carbono!

O que é neutralização de carbono?

A chamada neutralização, na verdade, consiste na tomada de medidas que naturalmente ocorreriam, mas, no contexto moderno, precisam ser incentivadas. Trata-se, assim, de estimular iniciativas de plantio de árvores e de manutenção das já existentes, como forma de promover o sequestro do carbono da atmosfera.

As árvores, por meio do processo de fotossíntese, são capazes de consumir parte do carbono da atmosfera para produzir os nutrientes de que necessitam para viver. A neutralização de carbono, portanto, é tirar proveito desse processo natural, preservando matas e recompondo áreas desflorestadas.

Assim, cada unidade de floresta implantada e, sobretudo, preservada, é capaz de sequestrar uma determinada quantidade de carbono lançada na atmosfera. Dessa forma, é possível calcular o potencial de limpeza do ar para cada área coberta por árvores.

Qual é a sua importância?

A implantação de medidas que preservem as florestas existentes é a principal garantia da continuidade do trabalho natural. Nas condições atuais, não basta reduzir as emissões de carbono, é necessário retirar da atmosfera parte do que já foi lançado.

Assim, o processo de captura promovido pelas árvores precisa ser continuado. Além disso, em razão dos desmatamentos, é preciso que ele seja ampliado por meio de novos reflorestamentos.

Dessa forma, é possível reduzir a presença desse elemento na composição do ar e sua participação no aquecimento do planeta. É uma significativa forma de gestão ambiental comprometida.

Que medidas podem ser tomadas?

De modo geral, existem dois caminhos para a participação no processo de neutralização de carbono na atmosfera por meio do plantio de árvores. Um se direciona às empresas (pessoas jurídicas) e, o outro, às pessoas físicas, assim como para os eventos.

Pessoas jurídicas

Para esse fim, consideram-se de um lado as empresas cujas atividades geram um impacto ambiental na forma de excedente do gás dióxido de carbono (CO2), que é lançado na atmosfera. Do outro, as organizações que não emitem o poluente e ainda preservam áreas extensas de mata de sua propriedade.

Enquanto a primeira se coloca como detentora de saldo devedor em termos de carbono, a segunda, com sua participação positiva para o meio ambiente, torna-se credora. Desse modo, uma organização geradora de poluição por emissão de carbono pode compensá-la ao adquirir créditos da empresa que promove a limpeza da atmosfera.

Da mesma forma, procede-se à criação dos chamados créditos de carbono a partir dos trabalhos de reflorestamento. Com isso, aumentam-se as áreas cobertas por árvores e, como resultado, a capacidade de sequestrar o carbono da atmosfera.

Pessoas físicas ou eventos

O mesmo raciocínio pode ser considerado para as iniciativas pessoais ou para a realização de eventos, que se tornariam eventos sustentáveis. Nesses casos, por meio de calculadoras especiais, é levantada a quantidade de carbono que seria emitida para a realização de determinado congresso ou workshop.

Em seguida, calculam-se quantas árvores em atividade de fotossíntese seriam necessárias para neutralizar aquele saldo poluente lançado no ar. Assim, a atividade pessoal ou da organização do evento pode ser compensada com a aquisição de créditos de carbono de uma instituição que os detenha e os disponibilize para tal.

Existem outras técnicas disponíveis?

Além do plantio de árvores, existem outras técnicas disponíveis que estão sendo mais profundamente estudadas, para a neutralização de carbono. Por ainda não serem totalmente aceitas e comprovadas, elas tem quem as defenda e quem as ataque. Entre elas, destacam-se:

  • captura e armazenamento de carbono (CCS);
  • fertilização oceânica;
  • estoque de carbono no solo;
  • energias renováveis;
  • aceleração do intemperismo.

Estas outras técnicas serão alvo de futuros artigos.

Se você leu até aqui, já sabe como se processa a neutralização de carbono.

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5 dicas para as ações do Dia do Meio Ambiente durarem o ano todo

No dia 5 de junho é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente, o que faz com que muitas pessoas e empresas repensem seus hábitos em relação a sua proteção e presevação. Porém, para que isso tenha efeito a longo prazo, é essencial que você crie estratégias para que essa consciência dure não apenas um único dia, mas o ano inteiro.

Se você ainda não sabe como fazer isso na sua empresa, leia nosso artigo agora mesmo! Nele você vai descobrir como fazer com que as ações do Dia do Meio Ambiente acompanhem os seus colaboradores durante o ano todo. Confira:

1. Conscientize funcionários e parceiros

Em 2016, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), cada brasileiro gerou em média mais de 1 kg de lixo por dia, o que resultou em um total de quase 215 mil toneladas de resíduos sólidos coletados diariamente. Isso evidencia a importância do papel a longo prazo de cada um de nós na preservação do meio ambiente.

Portanto, o primeiro passo nesse aspecto é investir na conscientização dos seus colaboradores e parceiros, envolvendo-os no processo. Mostre qual o papel e responsabilidade de cada um na preservação do meio ambiente e ensine ações diárias que podem ser adotadas nesse sentido. Rodas de conversa, workshops e brainstorms de ideias para a preservação do meio ambiente são boas estratégias nesse sentido.

2. Retire os equipamentos da tomada quando não utilizados

Uma atitude que parece simples, mas que pode causar um grande impacto no que se refere à preservação do meio ambiente na sua empresa, é retirar os equipamentos da tomada quando eles não estão sendo utilizados. Isso porque, além de economizar energia elétrica, você aumenta a vida útil dos seus aparelhos e evita o descarte de produtos antes do tempo.

3. Reduza o número de embalagens e sacolas

Em 2016, ainda de acordo com a Abrelpe, o Brasil gerou cerca de 72 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos, sendo que 49% desse lixo era composto de materiais recicláveis, como plástico, vidro e lata.

Portanto, uma das formas de preservar o meio ambiente durante todo o ano consiste em reduzir o número de embalagens e sacolas compradas pela sua empresa. Para isso, você pode investir na compra de produtos em maior quantidade, o que reduz o número de embalagens e incentivar a utilização de sacolas retornáveis.

4. Dê preferência para produtos biodegradáveis

Produtos biodegradáveis poluem menos o meio ambiente, uma vez que possuem rápida decomposição por ação biológica (como bactérias) e não geram resíduos poluentes que se acumulam na natureza. Dessa forma, investir na aquisição desse tipo de material na sua empresa consiste em uma ótima forma de preservar o meio ambiente ao seu redor durante todo o ano.

5. Invista em utensílios compartilhados

Utilize utensílios, como copos e canecas, que podem ser compartilhados e reutilizados por todos os seus colaboradores dentro da empresa. Dessa forma, você reduz a quantidade de resíduos sólidos gerados e, com isso, investe na preservação do meio ambiente na sua empresa.

Preservar o meio ambiente é dever de cada um de nós. Dessa forma, além da celebração do dia 5 de junho, é essencial que você crie estratégias para que as ações do Dia do Meio Ambiente durem o ano todo na sua empresa. Com isso, você faz o seu papel e ajuda na conscientização de grande parte das pessoas que têm contato com o seu negócio.

Compartilhe esse artigo nas suas redes sociais e ajude na divulgação da informação sobre a preservação do meio ambiente!

Entenda a importância do tratamento de efluentes industriais

Você já deve ter se deparado com a cena clássica em que uma fumaça é lançada constantemente no céu pelas chaminés de uma grande indústria. Esses gases são os principais responsáveis, junto com resíduos líquidos vindos da atividade industrial e doméstica, pela poluição do ar.

O tratamento de efluentes industriais exige uma série de cuidados e especificações, pois uma mesma indústria pode emitir diferentes tipos de gases e líquidos na atmosfera.

Neste post, listaremos alguns impactos do processo de purificação dos efluentes e sua minimização. Confira!

Legislação sobre o tratamento de efluentes industriais

Para reduzir os efeitos dos efluentes industriais há um controle governamental sobre a poluição ambiental. O monitoramento é feito por meio de leis e normas que agem sobre a reutilização, a potabilidade, o tratamento dos efluentes industriais e a venda de material reciclado, entre outros. A regulamentação é feita pelos governos federal, estadual e municipal.

Normas que regulamentam tratamento de efluentes industriais

Tudo o que se refere aos sistemas de tratamento dos efluentes industriais e seus padrões complementares, além do reúso dos resíduos sólidos, está na NBR 13.969/97 da Associação Brasileira de Normas e Técnicas (ABNT).

A norma se ocupa do descarte final dos rejeitos e oferece opções de técnicas que promovem um tratamento com mais eficiência e disposição adequada. Aponta ainda os prováveis níveis de retirada dos poluentes, além dos sistemas de tratamento que devem ser atendidos.

Outra é a NBR 7.229/93 – Versão corrigida 1997, da ABNT, que cuida especificamente dos detalhes do projeto do tanque séptico. Como a composição dos efluentes é diversificada, é importante ter a certeza de que os reservatórios tenham resistência a elementos corrosivos.

E a mais recente trata das condições, parâmetros, padrões e diretrizes da gestão do lançamento de efluentes em águas receptoras. Chamada de Resolução nº 430 do CONAMA, complementa a Resolução nº 357.

A norma define que todos os efluentes poluidores poderão ser jogados diretamente na água depois de tratados. Isso, se obedecerem às condições, exigências e padrões determinados.

Agora que você conhece as normas que regem o tratamento dos efluentes industriais, vamos conhecer os seus impactos e o que fazer para amenizar os efeitos prejudiciais.

Principais efeitos do não tratamento de efluentes industriais

As organizações sabem que é preciso tratar seus efluentes para minimizar o impacto a saúde ambiental e adequar às normas. Um dos pontos mais frágeis do não tratamento é o seu efeito sobre a qualidade de vida das pessoas e do ambiente.

1. Poluição das águas

Lançar os efluentes industriais e esgotos sanitários em águas gera uma série de desequilíbrios à vida aquática. Entre os efeitos está a falta de oxigênio na decomposição, que pode causar a morte de peixes, no caso do lançamento do esgoto doméstico sem tratamento.

Outro problema é a grande concentração de fósforo e nitrogênio que surge com esses despejos, provocando a proliferação de algas e o desequilíbrio do meio.

A poluição térmica causada pelas águas dos sistemas de refrigeração faz a temperatura da água aumentar e, por consequência, reduzir o oxigênio. Os poluentes químicos dos metais e agrotóxicos também prejudicam as plantas aquáticas e os animais.

2. Doenças são transmitidas pelas águas contaminadas

Quando jogados no ambiente sem nenhum tratamento, os efluentes líquidos e industriais impactam de forma grave a saúde pública. Aparecem doenças como hepatites, meningite e disenteria, além de tumores, rinites, dermatoses e mudanças neurológicas devido aos metais pesados presentes nos efluentes industriais.

3. Efluentes gasosos e os danos sobre o ar

A poluição atmosférica originada da emissão de gases industriais provoca os fenômenos da chuva ácida, do efeito estufa e destrói a camada de ozônio.

Entre as doenças que podem ocorrer estão as pulmonares crônicas, como asma e enfisema, e até o câncer de pulmão.

Portanto, a poluição ambiental afeta a todos pela concentração de substâncias nocivas à saúde e ao ambiente.

A necessidade e obrigatoriedade do tratamento dos efluentes industriais parte da adequação às normas e à legislação e do compromisso ambiental.

Depois de conhecer a essencial necessidade de tratar os efluentes industriais e as suas consequências, que tal saber sobre gestão de riscos e mais assuntos relacionados ao meio ambiente? Siga nossas redes sociais e fique por dentro! Estamos no Facebook, Linkedin e Twitter! Você pode visitar nossa página também – www.safesst.com.br.

Descubra agora como organizar um evento sustentável

Em diversos setores do mercado, podemos notar um crescente senso de responsabilidade social com a sustentabilidade. Organizar um evento sustentável, que promova o uso inteligente de recursos, vem se tornando mais e mais popular.

A conscientização de preservação do meio ambiente envolve mudanças de comportamento e, para muitas empresas, investir em ações com uma gestão ecoeficiente e que estimule uma mentalidade mais socioambientalmente responsável têm sido prioridade.

Foi com base nisso que elaboramos este post. Aqui, você encontrará dicas de como planejar um evento com o foco na sustentabilidade. Confira!

Buffet orgânico

Apostar em um cardápio inteiramente orgânico é uma ótima forma de deixá-lo mais saudável e, ainda assim, saboroso. Busque por alimentos naturais e que foram produzidos localmente para preparar as refeições.

Uma outra sugestão é diminuir a quantidade de produtos que sejam derivados de animais, como carne, pois a produção deles envolve uma emissão excessiva de CO2. Por isso, dê preferência às opções vegetarianas/veganas.

Transporte alternativo

A emissão de CO2, produzida pelos meios de transporte convencionais, é um dos maiores agentes poluidores da atmosfera. Dessa forma, procure contratar fornecedores próximos ao local do evento para que o mínimo de veículos seja utilizado no transporte dos produtos.

Os participantes também não podem ficar de fora dessa estratégia: escolha um espaço de fácil acesso, que possibilite a chegada dos convidados por meio de transporte público, de bicicleta ou até a pé. Caso essas alternativas não sejam viáveis, incentive campanhas de caronas coletivas.

Venda online de ingressos

O momento de vender os ingressos também deve fazer parte das táticas do evento sustentável. Uma maneira simples e bastante eficaz de diminuir os impactos negativos ao meio ambiente é vendê-los por meio da internet. O participante poderá apresentar seu ingresso via smartphone. Além de prática, essa medida evita o desperdício de papel.

Brindes ecologicamente corretos

Investir em brindes biodegradáveis é uma ótima alternativa aos pendrives, canetas e pastas que costumam ser distribuídos na maioria dos eventos. Essa é mais uma forma de mostrar aos participantes o compromisso sustentável que a empresa tem.

Um bom exemplo de brinde nessa categoria são os o ecocups. Além de serem ecologicamente corretos, eles podem ser reutilizáveis e tem o poder de reforçar a marca e a imagem da empresa de maneira estratégica.

Empresa especializada em soluções sustentáveis

Este tópico abrange os patrocinadores e fornecedores do seu evento. Prefira fechar parcerias que compartilhem do mesmo ideal de sustentabilidade, que tenham planos de ações e políticas relacionadas à preservação ambiental.

Faça questão de que os produtos fornecidos e utilizados pelas prestadoras sejam, de fato, biodegradáveis e não prejudiquem a saúde humana e a natureza.

Verifique se há a preocupação com o mínimo de geração de resíduos por parte delas, incluindo aspectos como reutilização, reciclagem e descarte correto dos produtos. Confira, também, se elas prezam pela economia de energia e água, além de estimular, sempre que possível, a comunidade do entorno.

É lógico que todas essas dicas lhe ajudarão, e muito, na hora de organizar seu evento sustentável. Entretanto a questão mais importante é a conscientização das pessoas envolvidas. Quanto maior o compromisso com a sustentabilidade, mais rápido o planeta se torna um lugar melhor.

Agora que você recebeu essas dicas de como planejar uma ação focada na preservação do meio ambiente, curta a nossa página no Facebook para saber mais sobre esse tema!

Gestão ambiental. O que isso significa?

Os cuidados com a área ambiental fazem parte de uma boa gestão da organização, pois a falta de cuidado com meio ambiente pode causar sérios prejuízos para a empresa, como a aplicação de multas e sanções, também prejudicando a imagem do negócio em curto e longo prazo, dependendo da extensão dos danos.

Podemos perceber também que o cuidado da companhia com o meio ambiente pode auxiliar na prevenção de acidentes de trabalho. Isso ocorre devido a vários desvios que podem gerar riscos e que estão diretamente relacionados aos impactos nessa área.

Uma forma de prevenir eventuais acidentes ambientais ou ocupacionais é por meio de planejamento e cuidados específicos nessa área. Descubra o que é a gestão ambiental e como ela pode trazer benefícios para a organização.

O que é gestão ambiental?

A gestão ambiental é um processo implementado pela administração, que tem como foco a sustentabilidade, a fim de diminuir os impactos causados ao meio ambiente a partir das atividades realizadas.

A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) define que ela compreende a estrutura organizacional, os procedimentos e processos realizados pela instituição, as responsabilidades e práticas, o planejamento, a aplicação, a revisão e a manutenção da política ambiental corporativa.

Independentemente da atividade-fim, pode-se implementar um sistema de gestão ambiental eficiente, seja no segmento industrial, no ramo de prestação de serviços ou em qualquer outro.

Quais os seus benefícios para a organização?

A implementação desse processo traz uma série de benefícios para a empresa, tais como:

  • melhoria no uso de recursos nas atividades do negócio, evitando desperdícios e possibilitando a reutilização de matéria-prima;
  • consequente melhora na economia com insumos;
  • diminuição do uso de água e energia;
  • possibilidade do descarte correto e adequado dos resíduos;
  • conquista da atenção do cliente, devido a ações de proteção ao meio ambiente, fortalecendo a imagem perante a comunidade;
  • acompanhamento de tendências nacionais e internacionais de conduta corporativa;
  • desenvolvimento de produtos que gerem impacto ambiental reduzido, trazendo uma melhor imagem para a empresa;
  • melhoria dos produtos e/ou serviços produzidos.

Para o setor de segurança do trabalho, também há diversos pontos positivos, entre eles:

  • diminuição do risco de erros de descarte de material contaminado e/ou que gerem impacto ambiental;
  • prevenção e segurança na manipulação de itens que possam causar prejuízos ao funcionário e ao meio ambiente (como substâncias químicas, gases, etc.);
  • qualificação através de treinamento dos funcionários para ações sustentáveis durante a execução do trabalho;
  • cumprimento dos objetivos e metas ambientais;
  • prevenção de acidentes que possam causar sérios prejuízos à organização e também aos colaboradores que ali estão.

Qual a relação entre a ISO 14000 e a gestão ambiental?

A obtenção de certificações ISO é importante para as empresas, ajudando a conquistarem uma melhor reputação no mercado, bem como garantindo a qualidade das ações executadas no ambiente corporativo.

A gestão ambiental está ligada diretamente a ISO 14000. Ela aborda os requisitos para priorizar a excelência no manejo ambiental, de forma a minimizar os efeitos prejudiciais causados pela atividade laboral e estabelece normas que visam evitar contaminações, objetivando o correto armazenamento de substâncias, a proteção da fauna e flora, o controle e o manuseio adequado de descartes, entre outros.

A partir dessas regras, pode-se estabelecer um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) eficiente, com a definição de ações, de forma a avaliar se o planejamento está sendo seguido corretamente, com o fim de elaborar revisões coerentes do que foi estabelecido e gerar relatórios futuros.

Entendeu o que é gestão ambiental e como ela pode auxiliá-lo em seu trabalho? Gostou do nosso conteúdo? Então, compartilhe-o em suas redes sociais e leve esse conhecimento para a sua rede de amigos!

Você conhece as principais Regulamentações Ambientais vigente hoje?

As regulamentações ambientais brasileiras estão entre as mais avançadas do mundo. Essas leis foram criadas com o objetivo de proteger o meio ambiente e mitigar os impactos provocados pelas ações humanas, estabelecendo normas e infrações.

Com as preocupações da sociedade contemporânea, as empresas vêm desenvolvendo uma nova cultura, aliando crescimento econômico às práticas socioambientais. Portanto, para garantir o sucesso da gestão ambiental das companhias, é fundamental conhecer e cumprir as normas de proteção à natureza.

Continue lendo este post e confira as 4 principais regulamentações ambientais vigentes no Brasil.

Lei de Crimes Ambientais

Lei 9.605 foi promulgada em 1998 e dispõe sobre infrações e penas para aqueles que cometerem atividades lesivas ao meio ambiente. Estão incluídos nesta lei, crimes contra fauna, flora, ordenamento urbano e patrimônio cultural, administração ambiental e poluição que possa provocar danos à saúde humana e à natureza.

Ressalta-se a penalização de pessoas jurídicas caso haja a prática de algum crime ambiental por parte de empresas. O desrespeito desta legislação pode acarretar advertências, multas, suspensão de venda e fabricação do produto, embargo e, inclusive, suspensão da obra ou atividade. As multas podem variar de R$ 50,00 a R$ 50 milhões de reais.

Política Nacional de Resíduos Sólidos

Lei 12.305/2010, também conhecida como Política Nacional de Resíduos Sólidos instituiu instrumentos importantes para auxiliar na gestão integrada e no gerenciamento dos resíduos sólidos. Esta norma estabelece a responsabilidade compartilhada dos geradores de resíduos e a logística reversa, além de criar metas essenciais para eliminar os lixões.

A Lei ainda propõe reduzir os resíduos gerados e incentiva os processos de reciclagem e reaproveitamento, de modo que todo o resíduo seja processado antes da sua destinação final. Os infratores estão submetidos às penas dispostas na Lei de Crimes Ambientais.

Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza

Lei 9.985/2000 instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), o qual reúne diretrizes e procedimentos que viabilizam a criação, implantação e gestão das unidades de conservação (UC).

De um modo geral, os objetivos do SNUC são garantir a preservação da diversidade biológica, promover o desenvolvimento sustentável com base nos recursos naturais e proteger as comunidades tradicionais.

Esta norma divide as UCs em 12 categorias que são organizadas em dois grandes grupos:

  • Unidades de Proteção Integral: devido às suas fragilidades e particularidades, é permitido apenas o uso indireto dos seus recursos naturais.
  • Unidades de Uso Sustentável: podem ser utilizadas de forma sustentável ao mesmo tempo em que são conservadas.

Os danos provocados às UCs, seja por pessoa física ou jurídica, serão penalizados de acordo com o previsto na Lei de Crimes Ambientais.

Novo Código Florestal Brasileiro

O Novo Código Florestal Brasileiro foi implementado em 2012 pela Lei 12.651 e obriga o proprietário da terra a proteger o meio ambiente natural por meio da manutenção de espaços protegidos, que são divididos em Área de Preservação Permanente (APP) e Reserva Legal (RL).

Esta norma cria o Cadastro Ambiental Rural (CAR) com o objetivo de conhecer a localização de todos os imóveis rurais, bem como a sua situação ambiental. Ela também prevê a implantação do Programa de Regularização Ambiental (PRA) que permitirá que os estados acompanhem e orientem os produtores rurais na estruturação e execução das ações necessárias para recuperar áreas degradadas.

Os infratores desta legislação serão penalizados de acordo com as Leis 6.938/1981 (Política Nacional do Meio Ambiente) e 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais)

É importante destacar que estas são apenas algumas das leis do Direito Ambiental brasileiro, existem ainda muitas outras leis, decretos, resoluções e atos normativos.

Para assegurar que a empresa esteja sempre em dia com o meio ambiente e não corra risco de sofrer punições, é necessário conhecer todas as regulamentações ambientais, sejam elas federais, estaduais ou municipais, sempre optando por seguir a mais restritiva.

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