Category

Meio Ambiente

Category

Saiba o que é ISO 14001 e como ela pode ajudar a sua empresa!

A sua empresa busca o sucesso, não é mesmo? No entanto, também existe uma preocupação crescente com a preservação do meio ambiente no qual ela atua — tanto por parte das organizações quanto do governo e da população.

As leis relacionadas à preservação ambiental, assim como a valorização de marcas sustentáveis por parte dos clientes, são evidências dessa preocupação. É aí que entra a ISO 14001 como um dos esforços para garantir o desenvolvimento sustentável das organizações que atuam ao redor do mundo.

Portanto, se você também quer fazer parte dessa mudança, é essencial que entenda mais sobre essa norma. Leia este artigo, entenda o que é ISO 14001 e descubra como ela pode ajudar a sua empresa a crescer!

Afinal, o que é ISO 14001 e quais são seus propósitos?

ISO é a sigla em inglês para Organização Internacional de Normatização, reunindo um conjunto de normas para garantir que as empresas e outras instituições atinjam níveis máximos de qualidade em seus processos, serviços e produtos. Dessa forma, existem várias ISO’s, cada uma atuando em determinados setores e áreas da empresa.

A ISO 14001 é uma delas, sendo a norma que regulamenta a atuação sustentável da empresa. Ela tem como principal objetivo a união de preservação ambiental aos lucros da empresa, possibilitando que as organizações cresçam e se desenvolvam de forma sustentável e garantindo a preservação do meio ambiente.

Quais os benefícios de adotar a ISO 14001 na empresa?

As normas ISO não são obrigatórias para nenhuma empresa. No entanto, atuar de forma aderente a elas e, inclusive, conseguir uma certificação ISO 14001 pode gerar uma série de benefícios para o seu negócio. Entenda agora quais são eles!

Promove a preservação do meio ambiente

A ISO 14001 oferece uma série de padrões para processos, produtos e serviços que buscam a preservação do meio ambiente. Dessa forma, ao implementá-la, você é capaz de atuar de forma sustentável, garantindo a preservação da flora, fauna, recursos naturais e, inclusive, cultura do local no qual a empresa atua.

Melhora a imagem da sua marca

Os clientes também buscam uma atuação sustentável no mundo. E uma forma de fazer isso é dando prioridade para marcas que se preocupam com o meio ambiente. Isso significa que o certificado ISO 14001 mostra que a sua empresa faz parte desse grupo, trazendo um diferencial competitivo e melhorando a imagem da sua marca.

Reduz custos

A preservação do meio ambiente vem aliada à redução do desperdício. Portanto, a ISO 14001 também auxilia na redução de custos na empresa, uma vez que permite que você utilize os recursos de forma consciente, otimizada, economizando sempre que possível.

Evita multas ambientais

Por fim, a ISO 14001 também permite que a sua empresa atue dentro da legislação ambiental do país. Dessa forma, ela evita uma série de multas ambientais, economizando recursos e garantindo uma boa reputação para a marca da sua empresa.

Como implementar a ISO 14001?

Diante de tantos benefícios, é hora de entender como implementar a ISO 14001 na sua empresa. Para isso, é importante que você revise todos os produtos e serviços da organização, identificando formas de se adequar às normas.

Nesse aspecto, uma consultoria especializada pode ser a sua maior aliada. Por possuir experiência na área, esse tipo de empresa pode ajudar a diagnosticar problemas na sua organização e ainda traçar planos de ação e estratégias para a adequação às recomendações da ISO 14001.

Garantir a preservação do meio ambiente é um dever de todas as organizações, inclusive do seu negócio. Portanto, comece agora mesmo a revisar os seus processos e a se adequar à ISO 14001 e garanta a sua certificação!

Para isso, conte com a SAFE como aliada. Somos uma empresa especializada em saúde, segurança do trabalho e meio ambiente e podemos ter a solução que você precisa para se adequar.

Se você quiser ter um pouco mais de informação sobre a ISO 14001, pode baixar uma pequena introdução e principais benefícios da mesma de uma forma mais detalhada clicando aqui.

Caso queira entrar em contato diretamente com a SAFE, clique aqui.

Por que o diagnóstico ambiental é imprescindível no século XXI?

Você sabe quais impactos a sua empresa gera hoje no meio ambiente? Entende qual é a melhor forma de atuar com consciência ambiental, preservando a fauna, a flora e a cultura da região na qual você atua? Esse tipo de questionamento está cada vez mais relevante para a sociedade, impactando diretamente a imagem pública da empresa e a aceitação dos seus clientes.

Uma ótima solução para responder esses questionamentos é utilizar o diagnóstico ambiental, colocando em foco o compromisso da sua empresa com o meio no qual ela está inserida. Quer saber mais sobre o assunto? Então, continue esta leitura e descubra!

O que é um diagnóstico ambiental?

Basicamente, esse é um procedimento de avaliação do ambiente no qual determinada organização atua, indicando os impactos gerados por duas atividades. Para isso, ele considera três aspectos:

  • o meio físico — solo, águas e recursos minerais, por exemplo;
  • o meio biológico — animais e plantas;
  • o meio socioeconômico — impactos sociais, culturais, e variáveis como a existência de sítios arqueológicos, por exemplo.

Como dissemos, o objetivo principal desse diagnóstico é avaliar o meio no qual a empresa atua. Mas ele vai além disso, considerando também os impactos diretos e indiretos da atividade da organização no meio. Assim, pode indicar problemas e não conformidades, além de avaliar riscos para o meio ambiente. Ele ainda serve de embasamento para a criação de estratégias de preservação e prevenção de danos ao ambiente.

Como esse diagnóstico pode ser realizado na empresa?

Em primeiro lugar, é importante contar com profissionais especializados nessa área. Eles avaliarão as condições ambientais naqueles três aspectos que mencionamos, de forma ampla e completa. A partir disso será criado um relatório, que deve ser utilizado pela empresa para seus planejamentos futuros, além de indicar se a organização pode ou não realizar suas atividades em determinada região.

Quais são os benefícios de investir em um diagnóstico ambiental?

De fato, esse tipo de diagnóstico traz uma série de benefícios, tanto para a empresa quanto para a sociedade. Primeiramente, ele garante uma atuação ecológica da organização, possibilitando que você adote estratégias para minimizar eventuais problemas gerados ao ambiente, à fauna e à flora do local.

Além disso, ele permite uma melhoria da imagem da empresa, posicionando sua marca no mercado de forma positiva. Afinal, os clientes tomam consciência dessa preocupação ambiental da empresa, o que valoriza os seus produtos e serviços. E ainda vale dizer que ele pode atuar como uma forma de reduzir os acidentes de trabalho dentro da empresa, buscando a preservação da saúde e segurança dos colaboradores que fazem parte do seu time.

Com tudo isso, podemos ver que o diagnóstico ambiental é um processo extremamente importante para o sucesso de um negócio como um todo. Além de atuar em conformidade com a responsabilidade ambiental e social da empresa, ele melhora a imagem da sua marca e previne acidentes de trabalho na organização!

Agora, se gostou desta leitura, que tal se aprofundar no assunto? Aproveite para conferir como se dá essa relação entre o meio ambiente e a segurança do trabalho!

Se você quiser saber mais sobre a SAFE, acesse nosso site no endereço www.safesst.com.br. Caso queira entrar em contato diretamente conosco, clique aqui.

Saiba como fazer um reaproveitamento de água eficaz na sua empresa!

O reaproveitamento de água no ambiente empresarial é uma prática de conservação ambiental moderna, já adotada por grandes organizações como Bayer e Petrobrás, por exemplo. Mas qualquer empresa pode tomar essa iniciativa que, aliás, é relevante para a imagem, traz vantagens financeiras, além de preservar o meio ambiente.

Desse modo, é possível promover o reúso da água já antes consumida na empresa, assim como fazer a captação de água de chuva para seu aproveitamento em determinadas aplicações. Para isso, alguns cuidados precisam ser tomados e a utilização dessa água deve ser dirigida para fins específicos.

Continue a leitura e saiba como fazer um reaproveitamento de água eficaz na sua empresa.

Por que promover o reúso da água?

Em razão da água possuir um mecanismo cíclico natural, é possível adotá-la como insumo reutilizável. Como determinadas atividades produtivas consomem grandes quantidades de água, a adoção dessa capacidade de reprocessamento traz alguns benefícios e vantagens.

Assim, existem alguns motivos para promover o reúso da água. Entre os principais, podem ser destacados:

  • redução do consumo de água captada em mananciais ou do sistema de abastecimento;
  • redução da quantidade de água lançada como efluente no ambiente;
  • ampliação da capacidade de gerenciamento hídrico nos períodos de seca;
  • caracterização da responsabilidade ambiental com reforço na imagem da empresa.

A fim de um melhor aproveitamento da água, consideramos ambas as formas, ou seja, o reúso de água industrial tratada e a utilização de água de chuva captada. Essas águas podem ser armazenadas para seu emprego em situações específicas.

Como ocorre a captação e o tratamento da água da chuva?

Essencialmente, o aproveitamento da água de chuva deve passar por 3 momentos operacionais: captação, armazenamento e tratamento. A fase de tratamento só é necessária quando há demanda por água potável, isto é, para consumo humano (lavar as mãos, tomar banho, beber, preparar alimentos).

Nas empresas, o mais recomendável é a utilização da água de chuva com a mesma destinação da água de reúso. De todo modo, a instalação do sistema se dá com os seguintes passos:

  1. definir a superfície de captação, que pode ser um telhado ou uma laje específica para esse fim;
  2. dotar a superfície eleita de calhas de escoamento;
  3. instalar ou construir o reservatório para onde o fluxo das calhas é conduzido;
  4. manter uma saída de água para escoamento normal da primeira precipitação.

Para a captação durante uma chuva, deve-se aguardar alguns instantes de precipitação mais intensa, deixando a água inicial escoar para fora do reservatório. Essa medida visa uma lavagem natural da superfície para, posteriormente, desviar o fluxo para o armazenamento.

Onde a água de reúso pode ser utilizada?

A água de reúso, isto é, aquela que já foi utilizada pela empresa e tratada para ser reaproveitada, assim como a água de chuva captada, possui algumas restrições. Assim, não pode ser utilizada para consumo humano, irrigação de hortaliças e lavagem de ambientes internos, entre outras.

Desse modo, os principais fins a que se destinam as águas de reúso e da chuva nas empresas são:

  • processos de refrigeração;
  • alimentação de caldeiras;
  • geração de energia;
  • construção pesada;
  • irrigação de jardins e áreas verdes;
  • lavagem de peças, pátios e calçadas;
  • desobstrução de redes e galerias;
  • combate a incêndios.

Com isso, o reaproveitamento da água de reúso ou da água de chuva pode ter destinações que dependerão da natureza das instalações e das atividades da empresa. Mas será sempre uma iniciativa ambientalmente recomendável, que trará redução de custos com esse insumo essencial e fortalecerá a imagem da empresa.

Gostou do post? Então continue conosco em nossas redes sociais: FacebookTwitter e LinkedIn.

Se quiser conhecer um pouco mais da SAFE, acesse nosso site no endereço www.safesst.com.br.

Caso queira entrar em contato diretamente conosco, clique aqui.

Lei 9.966: o que é preciso entender sobre ela?

A Lei 9.966 foi sancionada em abril de 2000, pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Trata-se de uma legislação importante para as empresas que utilizam os meios de transporte aquáticos, uma vez que ela versa sobre o controle de poluentes das embarcações.

Além disso, essa Lei também tem relação com o Decreto 4.136, também sancionado por FHC, no ano de 2002. Tal documento fala sobre as regras de prevenção, controle e fiscalização de poluentes no meio ambiente.

A seguir, esclareceremos uma série de dúvidas comuns acerca desse tema. Continue conosco e confira agora mesmo!

O que diz a Lei 9.966?

A Lei 9.966 estabelece pontos para que os portos, instalações portuárias e plataformas disponham de instalações para o recebimento e tratamento de resíduos. De acordo com seu o artigo 1º:

“Esta Lei estabelece os princípios básicos a serem obedecidos na movimentação de óleo e outras substâncias nocivas ou perigosas em portos organizados, instalações portuárias, plataformas e navios em águas sob jurisdição nacional.”

Quais são os principais pontos da legislação?

Os principais pontos da legislação são sobre ações que as empresas devem tomar para o descarte de poluentes. Veja alguns deles!

Plano de emergência

O artigo 7º da lei diz que devem ser desenvolvidos planos de emergência para o combate à poluição pelo óleo e outras substâncias nocivas nas águas.

De acordo com um estudo publicado na Revista Brasileira de Direito do Petróleo, Gás e Energia, esse plano é um documento que contém informações e descrições detalhadas de todos os procedimentos que devem ser realizados caso um incidente ocorra.

Plano de contingência

Outro documento que precisa ser elaborado é o plano de contingência. Ele precisa integrar todas as ações que são desenvolvidas pelas companhias e que podem causar a poluição das águas. Esse plano deve conter todos os equipamentos, recursos humanos e materiais necessários para a execução das tarefas, visando boas práticas para o combate à poluição.

Manual de Procedimento Interno

Esse documento é regulamento pela Lei 9.966 e serve para que todos os riscos de poluição sejam monitorados. As organizações que não elaborarem esse manual poderão ser notificadas por infração, gerando multas a serem pagas.

Qual é a relação entre a Lei 9.966 e o Decreto 4.136?

O Decreto 4.136 complementa a Lei 9.966 e regulamenta as infrações sobre a poluição de óleo. Segundo o seu artigo 1º:

“Constitui infração às regras sobre a prevenção, o controle e a fiscalização da poluição causada por lançamento de óleo e outras substâncias nocivas ou perigosas em águas sob jurisdição nacional a inobservância a qualquer preceito constante da Lei no 9.966, de 28 de abril de 2000, e a instrumentos internacionais ratificados pelo Brasil.”

As multas e penalidades, de acordo com o Decreto, são aplicadas para o proprietário do navio, seu operador, a concessionária ou empresa autorizada, o comandante da embarcação, a pessoa jurídica ou física que representa o porto e o proprietário da carga.

Ter conhecimento sobre a Lei 9.966 é importante para que a sua empresa siga os preceitos legais para o descarte de poluentes e evite multas. Além disso, ao praticá-la, a companhia também terá uma melhor reputação perante seu públicos e a sociedade em geral.

Caso tenha alguma dúvida ou queira compartilhar uma situação conosco, sinta-se à vontade para deixar um comentário no espaço abaixo!

Se quiser saber mais sobre a SAFE, visite nosso site no endereço www.safesst.com.br e se tiver vontade de entrar em contato diretamente conosco, clique aqui.

Saiba como funciona o geoprocessamento ambiental

Mais de 90% dos municípios brasileiros enfrentam problemas ambientais, como queimadas, desmatamento de áreas naturais, poluição de rios e lagos etc. Isso é o que revela uma pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), divulgada em reportagem do portal Uol.

Em meio a esse cenário, as empresas devem se preocupar com a forma como desenvolvem as suas atividades e o geoprocessamento ambiental pode auxiliar nesse sentido.

Nos tópicos a seguir, esclarecemos dúvidas comuns sobre esse assunto. Acompanhe e confira!

O que é geoprocessamento ambiental?

O geoprocessamento ambiental é um instrumento utilizado para que se tenha conhecimento sobre os dados geográficos de uma região. Assim, por meio de um programa de computador, é possível identificar mapas, plantas, cartas topográficas, vegetações etc.

A ideia é que as empresas possam ter uma visão ampla acerca dos impactos que as suas ações terão no meio ambiente e de todos os seres vivos que fazem parte dele, como as plantas, os animais e os seres humanos.

Por que esse entendimento é importante em estados que o exigem para o licenciamento?

Quando uma empresa deseja se instalar em determinada localidade ou até mesmo ampliar o seu espaço físico, necessita de um licenciamento ambiental, que é emitido pelos órgãos fiscalizadores.

Cada estado brasileiro tem um órgão próprio que faz a fiscalização. Veja, a seguir, cada um deles:

Como funciona o geoprocessamento ambiental?

Como explicamos, o geoprocessamento ambiental funciona por meio de programas de computador. Esses softwares realizam mapeamentos e verificam atividades que podem e que não podem ser executadas, visando a preservação ambiental.

Se uma área tiver vegetação nativa ou for habitat de espécies de animais em extinção, por exemplo, é preciso que sejam adotadas providências e práticas para que esses recursos naturais sejam preservados.

Por que essa técnica permite análises mais aprofundadas?

O geoprocessamento ambiental utiliza recursos tecnológicos e matemáticos para que as análises tenham precisão. De tal forma, se evitam problemas, como análises superficiais ou a liberação indevida de áreas naturais, pois os critérios passam a ser muito mais técnicos e claros.

Por que o Ministério do Meio Ambiente exige o geoprocessamento no processo de licenciamento ambiental?

O Ministério do Meio Ambiente exige o geoprocessamento como uma das etapas do licenciamento ambiental justamente para que os recursos naturais sejam preservados. A ideia é que os dados espaciais sejam conhecidos antes de as empresas iniciarem seus trabalhos, para que possam incluir tais informações em seus planejamentos estratégicos de atividades e expansão.

O geoprocessamento ambiental jamais pode ser visto como um entrave ou uma atividade burocrática, mas sim como uma ferramenta parceira para a preservação de nossos recursos.

Se você gostou deste artigo, siga-nos nas redes sociais e encontre mais informações relevantes para a sua empresa. Estamos no Facebook, no LinkedIn e no Twitter!

Se quiser saber mais da SAFE, acesse nosso site no endereço www.safesst.com.br. Caso queira entrar em contato diretamente conosco, clique aqui.

O que prevê a NR 25 – Resíduos Industriais? Saiba agora mesmo!

Resíduos industriais constituem riscos para os colaboradores e para o meio ambiente. Por essa razão, a NR 25 emite diretrizes gerais para os cuidados e as medidas que devem ser tomadas pelas empresas geradoras desse tipo de resíduos.

Ao mesmo tempo, a norma é complementada pela legislação das três esferas, devendo ser considerada segundo as previsões já existentes ou emitidas futuramente. Assim, é essencial conhecer suas determinações, seja para proteção dos colaboradores e do meio ambiente, seja para estar de acordo com a Lei.

Continue a leitura e saiba o que prevê a NR 25.

Diferenciais dos resíduos industriais

Ainda na conceituação, a norma diferencia os resíduos industriais dos resíduos domésticos em razão das características físicas, químicas ou microbiológicas que apresentam. Nesse sentido, utiliza como exemplos resíduos como cinzas, óleo, escória, entre outros.

A NR 25 é bastante genérica, oferecendo diretrizes gerais que norteiam as iniciativas dos responsáveis. Dessa forma, deve ser considerada juntamente à legislação existente e aplicável ao tema nas três esferas: federal, estadual e municipal.

Por sua vez, a Lei N. 12.305, de 2 de agosto de 2010, institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos e considera em suas definições como resíduos industriais aqueles “gerados nos processos produtivos e instalações industriais”. A NR 25, portanto, está em harmonia com a mais importante lei brasileira sobre resíduos sólidos.

Três classes atribuídas aos resíduos

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em sua norma NBR 10004/04, oferece uma classificação para resíduos sólidos, embora os resíduos industriais tratados na NR 25 não se limitem à forma sólida. Assim, no caso da norma da ABNT, a classificação se baseia nos riscos oferecidos.

Basicamente, essa norma, que é bem extensa, leva em consideração os seguintes aspectos para a classificação dos resíduos sólidos:

  • identificação do processo ou atividade que lhes deu origem;
  • seus constituintes e características;
  • resultado da comparação desses constituintes com listagens de resíduos conhecidos.

Dessa forma, os resíduos sólidos são classificados em:

  • perigosos;
  • não perigosos não inertes;
  • não perigosos inertes.

Por se basear nos riscos existentes, classifica os resíduos perigosos em razão de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e patogenicidade.

Principais aspectos abordados pela NR 25

Uma das primeiras considerações da norma diz respeito à formação de resíduos. Assim, determina que as indústrias devem providenciar soluções entre as melhores práticas tecnológicas e organizacionais disponíveis para a redução na sua geração.

Por sua vez, determina que esses resíduos precisam ter destinação adequada. Para isso, qualquer iniciativa com esse fim deve ser submetida ao exame e à aprovação dos órgãos competentes.

Nesse sentido, é obrigação das indústrias desenvolver ações de controle, de forma a evitar risco à segurança e à saúde dos trabalhadores. Quando se tratar de resíduos sólidos e líquidos de alta toxicidade e periculosidade, sua destinação deve contar com orientação e aprovação de empresas e órgãos especializados e competentes.

Para os demais resíduos, a NR 25 remete seu cuidado à legislação pertinente. Alerta, no entanto, que todos os colaboradores envolvidos com as diversas fases dos resíduos devem ser capacitados sobre os riscos e as medidas de eliminação e controle aplicáveis.

Importância do conhecimento da norma

O principal objetivo da NR 25 é garantir que sejam tomadas medidas de proteção dos trabalhadores, com referência aos efeitos provocados pela exposição aos resíduos industriais de qualquer estado físico. Assim, conhecer as diretrizes emanadas da NR 25 é essencial para a promoção daquelas medidas.

Além disso, em razão do risco à saúde dos colaboradores, assim como os danos possíveis ao meio ambiente, toda atenção às previsões da NR 25 é essencial para manter a empresa em situação de regularidade junto à legislação trabalhista e ambiental.

Conhecer a NR 25 é essencial para implementar suas diretrizes na gestão dos processos industriais. Assim, esteja sempre em dia com as previsões normativas e da legislação aplicável aos resíduos da indústria.

Gostou do post? Aproveite e veja como diferenciar doença do trabalho de doença profissional.

Se quiser saber mais sobre a SAFE, entre no nosso site no endereço www.safesst.com.br.

Caso queira entrar em contato diretamente conosco, clique aqui.

Já ouviu falar nas empresas de consultoria ambiental? Veja como funcionam!

Tragédias em evidência na mídia nacional, como os amplamente divulgados rompimentos de barragem nas cidades de Mariana e Brumadinho, mostram como as empresas têm responsabilidade com o meio ambiente. Afinal, as organizações precisam preservar os recursos naturais e ter um bom relacionamento com as comunidades que habitam os arredores de suas áreas de trabalho.

É em meio a esse cenário que se destaca a contratação de empresas de consultoria ambiental, uma excelente alternativa para evitar que desastres — e até mesmo danos e impactos de menor proporção — aconteçam.

Falaremos sobre o assunto neste post. Continue a leitura e tire suas dúvidas sobre a consultoria em meio ambiente.

O que são empresas de consultoria ambiental?

As empresas de consultoria ambiental são responsáveis por analisar todos os possíveis estragos, impactos ou danos que os negócios podem trazer ao meio ambiente ao executarem suas atividades. Além disso, propõem ações para que essas questões sejam corrigidas ou amenizadas.

De tal modo, se uma fábrica de móveis em madeira precisa fazer a derrubada de árvores para fabricar produtos, por exemplo, deve ter políticas de reflorestamento, minimizando danos ao meio ambiente, mesmo que por compensação.

Resumidamente, os consultores ambientais fazem uma minuciosa análise de todos os processos produtivos de uma empresa. Depois disso, propõem soluções para que esses impactos sejam corrigidos.

Quais são os benefícios de contar com uma empresa de consultoria ambiental?

As organizações que contratam uma consultoria ambiental obtêm diversos benefícios em seu dia a dia. A seguir, falaremos sobre cada uma deles!

Traz ciência das obrigações

A consultoria em meio ambiente demonstra aos gestores das empresas quais são as obrigações ambientais. Muitas vezes, negligências são cometidas por desconhecimento da legislação, por exemplo.

Preserva a empresa do pagamento de multas

As leis ambientais são bastante duras e podem gerar multas altas para as empresas que não as seguirem. Por isso, contar com uma consultoria evita que elas sejam aplicadas, pois tudo será feito corretamente.

Na época do desastre em Mariana, por exemplo, a ex-presidenta Dilma Roussef declarou ao jornal El País que o Ibama aplicaria uma multa de R$ 250 milhões à mineradora Samarco, por exemplo.

Propicia revisão dos processos

Os processos industriais serão renovados ao receberem orientações de uma consultoria. Com técnicas mais modernas, até mesmo o tempo poderá ser otimizado.

Evita a perda de credibilidade da marca

Caso a sua empresa se envolva em um escândalo ambiental, perderá credibilidade e a imagem pode ser duramente afetada.. Os clientes podem deixar de confiar na organização, e recuperar a reputação é algo difícil. Segundo uma pesquisa do Ibope, 18% das pessoas veem as ações de responsabilidade social como parte da missão da empresa.

Melhora a imagem do negócio

Ter uma consultoria também faz com que a imagem do negócio seja melhorada. Você pode criar ações de marketing ambiental e mostrar para os públicos que se preocupa com o meio ambiente.

Por que terceirizar a consultoria em meio ambiente?

Lembre-se da máxima que diz que “a Terra não precisa dos seres humanos, mas os seres humanos precisam da Terra para sobreviver”. É para garantir a preservação ambiental que você precisa dos melhores profissionais trabalhando para a sua empresa.

Por isso, contrate empresas de consultoria ambiental que sejam eficientes e eficazes no trabalho que realizam, tendo ampla expertise de mercado. É o caso da SAFE, que pode realizar esse trabalho para a sua organização.

Além do meio ambiente, a SAFE também tem foco na segurança do trabalho. Saiba mais em nosso artigo Meio Ambiente e Segurança do Trabalho. Tem interesse e curiosidade sobre outros artigos relacionados a esses assuntos, acesse nosso blog.

Quer saber mais sobre a SAFE, clique aqui. Gostaria de falar conosco, então envie um e-mail para contato@safesst.com.br ou entre em contato.

4 multas ambientais que afetam a imagem do seu negócio

Preservar o meio ambiente é uma obrigação de todos os seres humanos. E, quando se trata de empresas e outras organizações, isso se torna ainda mais evidente, porque toda atividade impacta de alguma forma o meio ambiente.

É aí que entram as multas ambientais como uma forma de garantir que os negócios se preocupem com o impacto que causam ao planeta. Elas, além de evidenciar os prejuízos ao meio ambiente e gerar gastos para a empresa, também impactam negativamente a reputação e imagem da marca perante o público.

Quer saber mais sobre isso? Continue a leitura e descubra!

Entenda o que são as multas ambientais

Uma das obrigações dos governos, federal, estadual e municipal, é garantir a preservação do meio ambiente no território brasileiro. Para isso, são feitas fiscalizações relacionadas ao uso de recursos e poluição gerada pelas organizações.

O principal órgão de fiscalização no Brasil é o Ibama, que divide a responsabilidade com outras instituições relacionadas ao Sisnama — Sistema Nacional de Meio Ambiente. A legislação sobre isso é ampla, incluindo a Lei 12.305 e a  Lei 9.605, entre outras.

Conheça os efeitos das multas ambientais na imagem do negócio

Os impactos ambientais, causados pela destruição de florestas e poluição de rios, por exemplo, já são sentidos pela população. Dessa forma, a necessidade de preservar o meio ambiente é uma questão que ganha força, não apenas dentro das organizações, mas para a sociedade como um todo.

Fica nítido que o Planeta Terra não precisa dos seres humanos para continuar existindo. Porém, a humanidade depende dele para se manter viva e garantir os recursos mínimos para a sobrevivência.

É por isso que as multas ambientais são tão prejudiciais para o negócio. Elas evidenciam os danos que a empresa gera ao meio ambiente além de indicar algum descumprimento ou desacordo com as leis ambientais e isso traz insatisfação e quebra de confiança, tanto com clientes quanto com colaboradores, fornecedores e outras pessoas e organizações que se relacionam com a marca.

Portanto, é essencial ficar atento à legislação e entender quais são essas multas e como evitá-las. Dessa forma, além de reduzir gastos, você ainda atua na direção da preservação ambiental, auxiliando na sustentabilidade do planeta.

Saiba das principais multas ambientais

Entenda agora quais são as principais multas ambientais que podem trazer prejuízos para a imagem da sua empresa!

1. Poluição

Uma das causas mais comuns de multa ambiental é a poluição de soIos, rios e ar. Isso ocorre quando a empresa descarta resíduos de forma indevida, em terrenos vazios ou em rios, por exemplo. Além disso, a fumaça emitida pelas chaminés de indústrias ou empresas precisa ser filtrada para evitar a poluição do ar com partículas de sujeira.

2. Queimada e desmatamento

Outra multa ambiental bastante frequente é a queimada de áreas para sua utilização. Muitas vezes ela é praticada com o intuito de realizar plantações, porém também ocorre para a construção de instalações. Por poluírem o solo e o ar, são consideradas crimes ambientais que geram multas.

Contudo, o desmatamento também pode gerar multas. Costumam ser realizados cortes de árvores para a construção e plantio e, dependendo do local onde isso acontece e o tipo de árvore, também pode ser um crime ambiental muito grave.

3. Construção em local proibido

Construir perto ou em mangues, nascentes e rios também é um crime ambiental que gera multas. Portanto, antes de aumentar ou expandir sua empresa, é essencial consultar os órgãos regulamentadores, de forma a garantir que a nova instalação não irá prejudicar o meio ambiente, e evitar multas.

4. Ausência de licenciamento ambiental

Se a sua empresa utiliza recursos naturais para a criação de produtos, é exigido o licenciamento ambiental. Não possuir esse documento gera sanções, uma vez que fica nítido que a empresa não consultou os órgãos ambientais para garantir o mínimo impacto nas atividades realizadas.

As multas ambientais não geram prejuízos apenas para a empresa, mas para toda a sociedade. A informação é a melhor forma de evitá-las, uma vez que é preciso conhecer a legislação e entender quais são as práticas que podem prejudicar o ambiente. Dessa forma, além de garantir a boa reputação da sua marca, você também auxilia na sustentabilidade e mostra preocupação com o futuro do planeta.

Caso tenha perguntas, aproveite para deixar um comentário abaixo e tire mais dúvidas sobre as multas ambientais.

Para saber mais sobre a SAFE, acesse nosso site www.safesst.com.br ou entre diretamente em contato conosco, clicando aqui. Se tiver curiosidade ou interesse em outros assuntos de Meio Ambiente, Saúde Ocupacional ou Segurança do Trabalho, visite nosso blog.

Quais são os desafios e vantagens da sustentabilidade empresarial?

Quando se fala em sustentabilidade, o senso comum faz pensar diretamente na preservação ambiental. No entanto, esse conceito é maior do que isso e se apoia em três pilares que tratam, além do aspecto ambiental, o social e o econômico.

Assim, a sustentabilidade empresarial é um conjunto de políticas e práticas adotadas por uma empresa para mitigação de impactos causados por suas atividades resultando em diversas vantagens, incluindo a redução de gastos e desperdícios e a otimização da utilização dos recursos.

No conteúdo de hoje, apresentaremos os principais desafios dessa aplicação no mundo dos negócios além dos seus benefícios. Boa leitura!

Principais desafios

Toda mudança é desafiadora e pode gerar alguma resistência no início. Isso não é diferente com a sustentabilidade empresarial.

Fazer um investimento inicial

De maneira a corroborar para um desenvolvimento econômico sustentável, é necessário fazer alguns investimentos para trocar equipamentos, matéria-prima e, até mesmo, fornecedores, por opções socialmente mais responsáveis desenvolvendo e alimentando uma cadeia sustentável.

Por isso, a primeira impressão para os gestores e investidores é que a empresa irá gastar mais. Mas é preciso demonstrar que isso se trata de um investimento, uma ação que se pagará e produzirá resultados muito positivos com o tempo.

Um exemplo disso é trocar lâmpadas incandescentes ou fluorescentes pelos modelos LED que, apesar de serem mais caros, têm durabilidade superior e gastam menos energia para produzir a mesma luminosidade.

Conseguir o apoio dos colaboradores

Procedimentos e atividades laborais também precisam se adequar à nova política da corporação. Devido a isso, os funcionários podem passar por um momento de resistência em mudar os processos com os quais já estavam habituados.

Assim, é necessário um apoio dos gestores para que essa transição se dê da melhor maneira possível, sem prejudicar o bem-estar da equipe. É importante que palestras e reuniões sejam feitas para explicar o porquê dessas mudanças. Isso torna o aprendizado do funcionário mais fácil porque ele terá noção dos impactos positivos. Nesse momento, comunicação é essencial.

Nesse contexto, os treinamentos se tornam muito úteis, já que o passo a passo facilita a fixação da nova cultura. Esse é um momento de ter paciência mostrando que falhas acontecem, e que se bem aproveitadas, são o início do processo de melhoria e que aprender com elas faz parte do negócio.

Tornar a sustentabilidade uma prática diária

Para que essas mudanças produzam bons frutos, é preciso que a ética sustentável esteja presente em todas as atividades que devem ser repetidas diariamente. Assim, todos os setores realizarão ações que colaborem para isso.

A compra de suprimentos, por exemplo, deve buscar a diminuição de desperdícios e encontrar fornecedores que estejam alinhados à nova política da empresa. Já o marketing deve promover ações para lembrar a todos das boas práticas sustentáveis, como descarte responsável e economia de energia, entre outras.

Vantagens da sustentabilidade empresarial

Um negócio pautado no tripé sustentável passa a ter diversos benefícios. A marca é fortalecida e impulsionada no mercado porque demonstra responsabilidade ambiental e preocupação social. A imagem da empresa é, então, associada a valores positivos.

Oferecer produtos e serviços ambientalmente corretos é uma grande vantagem competitiva porque a corporação pode se beneficiar do marketing verde, saindo à frente da concorrência no mercado.

Além disso, ser sustentável garante a presença da empresa no mercado no futuro, já que suas atividades favorecem a renovação de recursos que são utilizados de maneira responsável.

Agora que você já sabe quais são os principais desafios e benefícios da sustentabilidade empresarial, ficou mais claro que vale a pena aplicar esse conceito na sua empresa. Lembre-se de que todos os setores devem estar alinhados a esses nova cultura para que isso dê certo!

Gostou deste conteúdo? Então assine a nossa newsletter e receba novos posts diretamente no seu e-mail! Quer conhecer mais da SAFE, acesse nosso site www.safesst.com.br. Se preferir entrar diretamente em contato conosco, clique aqui.

Plano de Controle Ambiental. Descubra o que é e como funciona!

A fim de fomentar o desenvolvimento sustentável, as empresas devem seguir as diretrizes e regras que visam à manutenção dos recursos naturais e à mitigação do impacto causado pelas suas atividades.

Essas normas são documentadas no Plano de Controle Ambiental (PCA), que contém todas as informações para que as corporações possam se ajustar e instalar-se no mercado, evitando danos ambientais, infrações e multas.

Neste texto, explicaremos como funciona o Plano de Controle Ambiental e como deve ser feito o Relatório de Controle Ambiental (RCA). Acompanhe!

Relatório de Controle Ambiental

Muitas corporações estão sujeitas ao licenciamento ambiental para funcionarem legalmente. O Relatório de Controle Ambiental é um estudo exigido para a obtenção da Licença Prévia (LP), que é uma das fases do licenciamento em si e é solicitada na etapa de planejamento.

É por meio dessa licença que são determinadas a viabilidade ambiental e quais as condições necessárias para que o negócio seja compatível com a preservação ambiental.

Usualmente, o RCA é exigido pelo CONAMA 10 de 1990 para atividades de extração mineral de classe II, mas existem órgãos estaduais que requerem esse relatório para outros tipos de atividades, como abastecimento de água, pavimentação de rodovias, piscicultura, entre outras.

O relatório é aplicável a empreendimentos que não gerem impacto ambiental significativo e contém estudos e levantamentos referentes à caracterização das atividades, à localização e à fixação do negócio, assim como o cumprimento do plano diretor do município e as leis de uso do solo.

Tudo isso está dentro de conformidades legais e a documentação visa a diminuir prejuízos ao meio ambiente, que já estejam em andamento, e prevenir potenciais riscos.

Plano de Controle Ambiental

Outra etapa importante do licenciamento ambiental é a Licença de Instalação (LI), na qual, por meio de averiguação da adequação da obra, é concedida a autorização para o início da construção da empresa. Para a obtenção da LP, empreendimentos potencialmente poluidores ou degradantes devem providenciar o Plano de Controle Ambiental.

O PCA deve conter, no mínimo, o diagnóstico dos impactos ambientais causados pela instalação do negócio, como terraplanagem, remoção de vegetação e canalização de nascentes. Ele deve, ainda, deixar detalhados quais são os planos, programas ambientais e medidas que serão tomadas para controle de impactos gerados durante a construção.

Essa documentação é uma exigência do CONAMA 9 de 1990 para a concessão da LI para empresas que desenvolvam todo tipo de extração mineral. Outros órgãos ambientais podem, ainda, exigir esse documento para outros tipos de atividades potencialmente poluidoras, como beneficiamento de metais, tratamento de água, abatedouro, entre outros.

O plano deve mostrar, de forma detalhada, eventuais compatibilidades ou incompatibilidades das atividades analisadas com a legislação ambiental nos âmbitos municipal, estadual e federal. Dessa forma, a corporação será capaz de se ajustar a todas as exigências.

Pronto! Agora, você já sabe o que é o Plano de Controle Ambiental e como ele funciona para o controle de atividades poluidoras ou com outro tipo de impacto. Tanto ele como o Relatório de Controle Ambiental são importantes para que uma empresa possa receber seu licenciamento ambiental e começar as suas atividades!

Gostou deste conteúdo? Então, entre em contato conosco e conheça nossos serviços de consultoria ambiental! Se quiser saber mais sobre a SAFE, acesse nosso site www.safesst.com.br.